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Ginecologista fala sobre procedimento não invasivo que promete rejuvenescimento vaginal

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Uma nova estratégia para aumentar o desejo feminino e tratar doenças como, incontinência urinária, recuperar a mucosa vaginal, melhorar a fibra de colágeno, rejuvenescimento vaginal, melhora da contratura da musculatura vaginal (que ajuda no desempenho sexual) chega ao Brasil. Trata-se da aplicação do laser dentro e fora da vagina . Por se tratar de um método pouco invasivo e virtualmente desprovido de efeitos adversos, auxilia diretamente na área da ginecologia.

A falta de libido é uma das principais queixas femininas em relação a vida sexual. De acordo com estudo da Universidade de São Paulo, uma em cada quatro brasileiras afirma que seu desejo não é tão forte quanto gostaria ou relatadificuldades para chegar ao orgasmo. Dra. Heloisa Brudniewski explica que otratamento com laser integra a categoria dos lasers não ablativos. Ou seja, não queimam.

“Para mulheres que querem melhorar o libido o aparelho age por um mecanismo indireto. Sua aplicação trataria, na verdade, a atrofia da parede vaginal – problema apresentado especialmente por mulheres na pós-menopausa. A condição causa dor durante a relação sexual, fator que pode levar à redução do desejo.” Explica Dra. Heloisa Brudniewski Ginecologista e Obstetra.

Aplicado dentro da mucosa vaginal por meio de uma ponteira específica, promove o intumescimento do tecido da região com aumento da vascularização. Com isso, há maior produção de colágeno. O colágeno é a proteína que dá sustentação à pele. O processo resultaria em alguns benefícios. “O estreitamento vaginal obtido pela produção de colágeno é capaz de permitir um contato mais íntimo durante a relação sexual e, por consequência, uma melhora tátil”, completa a ginecologista.

As aplicações são feitas em consultório. Em geral, são necessárias de uma a três sessões, dependendo das condições da paciente.

Além da atrofia vaginal, a tecnologia está sendo usada no tratamento do ressecamento vaginal e da incontinência urinária, condições que costumam aparecer com maior frequência após a menopausa. Uma de suas vantagens reside no fato de ser uma opção pouca invasiva, permitindo que a mulher retorne às suas atividades em seguida à aplicação.

 

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