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Gamp zomba das leis trabalhistas e atrasa de novo pagamentos em Canoas

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Gamp zomba das leis trabalhistas e atrasa de novo pagamentos em Canoas
Mais de uma semana depois do prazo para saldar as remunerações referentes a dezembro, o Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde Pública (Gamp) volta a atrasar pagamentos, numa clara demonstração de menosprezo às leis trabalhistas. Até o momento, os cerca de 500 médicos que trabalham em todas as unidades administradas pelo Gamp - Hospital Universitário (HU), Hospital de Pronto Socorro de Canoas (HPSC), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Caçapava e Rio Branco e Centros de Atendimento Psicossocial (CAPS) Recanto dos Girassóis, Travessia, Amanhecer e Novos Tempos -  estão sem receber seus honorários.
A notícia não chega a surpreender: há meses, o Grupo descumpre obrigações trabalhistas básicas sob a bênção da prefeitura de Canoas, que insiste em divulgar material publicitário alegando que o sistema de saúde da cidade é um modelo de qualidade.
O atraso atinge não só os médicos celetistas, mas também aqueles profissionais que atuam sob outros formatos de contratação, como RPA e PJ. Alguns deles estão sem receber há mais de cinco meses. O Simers já comunicou o atraso ao Juízo Trabalhista de Canoas, que está atento ao caso.
No final de dezembro, o Gamp fez um requerimento à Justiça para que o Simers retirasse suas denúncias do ar. Mas a juíza, em seu despacho, afirmou que o pedido “beira a má fé”. Segundo ela, “é de conhecimento de todos os juízes atuantes em Canoas que o GAMP, desde que assumiu a prestação de alguns serviços de saúde em Canoas, atrasa salários e não deposita FGTS.”

Mais de uma semana depois do prazo para saldar as remunerações referentes a dezembro, o Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde Pública (Gamp) volta a atrasar pagamentos, numa clara demonstração de menosprezo às leis trabalhistas. Até o momento, os cerca de 500 médicos que trabalham em todas as unidades administradas pelo Gamp - Hospital Universitário (HU), Hospital de Pronto Socorro de Canoas (HPSC), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Caçapava e Rio Branco e Centros de Atendimento Psicossocial (CAPS) Recanto dos Girassóis, Travessia, Amanhecer e Novos Tempos -  estão sem receber seus honorários.

A notícia não chega a surpreender: há meses, o Grupo descumpre obrigações trabalhistas básicas sob a bênção da prefeitura de Canoas, que insiste em divulgar material publicitário alegando que o sistema de saúde da cidade é um modelo de qualidade.

O atraso atinge não só os médicos celetistas, mas também aqueles profissionais que atuam sob outros formatos de contratação, como RPA e PJ. Alguns deles estão sem receber há mais de cinco meses. O Simers já comunicou o atraso ao Juízo Trabalhista de Canoas, que está atento ao caso.

No final de dezembro, o Gamp fez um requerimento à Justiça para que o Simers retirasse suas denúncias do ar. Mas a juíza, em seu despacho, afirmou que o pedido “beira a má fé”. Segundo ela, “é de conhecimento de todos os juízes atuantes em Canoas que o GAMP, desde que assumiu a prestação de alguns serviços de saúde em Canoas, atrasa salários e não deposita FGTS.”

 

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