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Exercícios físicos são fundamentais no combate a doenças neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson

Existem vários tipos de doenças neurodegenerativas, em que há decréscimo progressivo e irreversível de neurônios. Quando isso acontece, gradativamente, ocorre a perda das funções motoras e fisiológicas e a capacidade cognitiva (atenção, percepção, memória, raciocínio, pensamento e linguagem). Esta degradação pode afetar o movimento do corpo e o modo em que funciona o cérebro, originando a demência, como o Mal de Alzheimer e o de Parkinson.

Só o Alzheimer é responsável por 50% a 80% dos casos no mundo. A previsão da Alzheimer”s Disease International (ADI) é de que o número de doentes chegue a 65,7 milhões em 2030 e 115,4 milhões em 2050. No Brasil acomete mais de 1,2 milhão de pessoas segundo a Abraz (Associação Brasileira de Alzheimer). Mais comum após os 65 anos de idade, caracteriza-se pela perda progressiva das células neurais. O acúmulo anômalo de algumas proteínas no tecido cerebral provoca a morte dos neurônios.

A doença de Parkinson normalmente começa com a lentidão dos movimentos da pessoa que já chegou à terceira idade. Depois vem uma leve alteração da postura, o corpo tende a ficar encurvado. Os passos se tornam mais e mais lentos e surgem os tremores nas mãos e pernas. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o problema atinge entre 1% e 2% da população mundial, com idade acima de 65 anos. No Brasil estima-se que cerca de 200 mil pessoas sofram desse mal.

Em ambos os casos, atualmente, não existe medicação disponível para a cura, mas há remédios que retardam a progressão e atividades que melhoram as condições do paciente


Atividade física como aliada – a Doutora Karina Hatano, médica do exercício e do esporte, conta que as atividades físicas regulares também podem ser grandes aliadas no tratamento visando melhorar a qualidade de vida.

“O primeiro passo é fazer uma avaliação mental nos adultos mais maduros e idosos para ver se há alteração de memória de curto ou de longo prazo”, explica. Normalmente, quem sofre de Alzheimer lembra-se tudo do passado mas se esquece de fatos relacionados ao dia a dia, como deixar o fogão aceso.

Dentre os exercícios para as doenças neurodegenerativas, os principais são de fortalecimento muscular para braços e pernas. “Eles auxiliam no equilíbrio,  na propriocepção como um todo (percepção de posicionamento que o corpo tem no espaço), evitando que o paciente caia e se machuque. Indicamos também atividades mais lúdicas e dinâmicas para estimular a memória”, comenta.

No caso do Parkinson, engana-se quem ache que os exercícios físicos podem ser uma ameaça, um perigo, em razão dos tremores. “Muito pelo contrário, quando a pessoa faz uma atividade como musculação, durante o movimento diminuem os tremores, comparando-se ao estado de repouso. Além disso, fortalecer a massa muscular nas pernas evita quedas e nos braços auxilia nas tarefas rotineiras, como carregar panelas e sacolas”, esclarece.

O alongamento também é fundamental para diminuir a rigidez articular, já os exercícios em superfície de instabilidade, como com bolas de Pilates, melhoram o equilíbrio.

A doutora ensina que é aconselhável, quando possível,  incluir uma atividade aeróbica de intensidade moderada, no peso e carga, uma vez que o objetivo é oferecer qualidade de vida e não trazer sofrimentos ou provocar dores. “Pode ser uma caminhada, natação, bicicleta estacionária de academia, que é a mais segura”, exemplifica.

Em ambas as doenças os exercícios ajudam no combate de doenças como hipertensão, derrames, obesidade, diabetes, osteoporose, ansiedade, depressão, problemas no coração e pulmões. Além disso, aumentam a autoestima, a confiança e a aceitação da autoimagem, trazendo mais bem-estar geral e proporcionando a inclusão social. “Porém, é fundamental que um profissional monitore as atividades, para que sejam feitas corretamente e com o intuito de se evitar quedas”, lembra a doutora.

A médica salienta ainda que o paciente precisa continuar a tomar os seus medicamentos normalmente e manter sua rotina de consultas e tratamento habituais. “Trata-se de um trabalho multidisciplinar, o médico do esporte vai agregar valor ao trabalho do clínico, geriatra e demais especialidades”, finaliza.

Indícios de Alzheimer

· Falta de memória para acontecimentos recentes

· Repetição da mesma pergunta. Várias vezes, em um curto espaço de tempo

· Dificuldade para acompanhar conversas ou desenvolver raciocínios completos

· Dificuldade para encontrar caminhos conhecidos

· Irritabilidade

· Suspeição injustificada ou mania de perseguição

· Aumento da agressividade

· Interpretações erradas de estímulos visuais ou auditivos

· Afastamento do convívio social

Indícios de Parkinson

· Tremor

· Movimento Lento

· Perda de movimentos automáticos

· Alterações de fala

· Sintomas não motores como seborreia, sudorese excessiva na face, tontura, alteração de memória, depressão, insônia, ansiedade, dificuldade para engolir

Sobre a Dra. Karina Hatano

Karina Hatano é médica do exercício e do esporte, mestre em Medicina Esportiva pela Universidade Federal de São Paulo, onde também realizou a Residência Médica em Medicina do Esporte, além de acumular especialização em fisiologia do exercício e nutrologia. Preceptora da Medicina Esportiva da Universidade Federal de São Paulo e professora da Liga de medicina esportiva da UNIFESP, também é responsável pela saúde de atletas de alta performance de diversas modalidades esportivas, como da seleção brasileira de natação e das confederações brasileiras de baseball e softball.

 

10 coisas que você precisa saber sobre tumor cerebral

O câncer é uma doença que assusta a todos, e com razão. Mas existem muitos mitos e tabus que afligem as pessoas. Por isso, a divulgação de informações claras e objetivas são importantes para amenizar esse cenário de pessimismo que ronda a doença. Um dos pontos, por exemplo, que muita gente não sabe sobre o tumor cerebral é que, quando diagnosticado precocemente, as chances de cura são grandes. Por isso, visando esclarecer dúvidas, o neurocirurgião, especialista em tumor cerebral pela UNIFESP, Dr. Luiz Daniel Cetl, elencou 10 coisas que todos precisam saber sobre a doença.

1- O tumor cerebral, por si só, já é uma doença completamente invasiva e ocasiona mudanças físicas, sociais e psicológicas na vida do portador. Em muitos casos, o tratamento deixa o paciente debilitado, impossibilitado ou limitado para realizar atividades até então consideradas normais em seu cotidiano. Existem vários tipos de tumor cerebrais. O importante é o diagnóstico bem feito para identificar quando é benigno ou maligno.

2- Os sintomas do tumor cerebral vão depender muito de sua localização, mas, basicamente, são formados por dor de cabeça, tonturas, alterações de equilíbrio, convulsões, déficit neurológico progressivo e confusão mental.

3- A grande maioria dos tumores cerebrais é oriunda de metástase de um tumor proveniente de outra localização.

4- Mesmo os tumores cerebrais benignos podem gerar, em um primeiro momento, medo no paciente e seus familiares, uma vez que seus sintomas são bem similares aos de um tumor cerebral maligno. 

5- Apesar de ser o "centro de controle" de todo o corpo, a manipulação do tecido cerebral não causa dor.

6- Embora o percentual de prevalência não seja tão grande – incapacidade e índice de mortalidade – são importantes os alertas à população para a necessidade de um diagnóstico precoce, principalmente porque seus sintomas, em sua maioria, se confundem com os de outras doenças.

7- Ao sentir sintomas recorrentes, o paciente deve procurar um clínico geral ou neurologista, que pode encaminhá-lo a um neurocirurgião especialista em tumor cerebral.

8- A automedicação, além de mascarar e dificultar o diagnóstico do tumor cerebral, pode comprometer o prognóstico.

9- Em princípio, todos os tumores cerebrais podem ser tratados cirurgicamente, mesmo os benignos, cuja remoção completa poderá levar a cura da doença. Hoje, com o avanço da medicina, a neurocirurgia é realizada inclusive com cálculos físicos e matemáticos, que diminuem as chances de danos em outras áreas do cérebro.

10- A cirurgia com o paciente acordado, conhecida entre os especialistas como ‘awake craniotomy’, permite que o cirurgião tenha a localização em tempo real de regiões funcionais do cérebro, permitindo ainda a preservação destas regiões. É considerada padrão ouro para a identificação das áreas eloquentes, que correspondem às regiões motora, sensitiva e de linguagem.

A técnica apresenta excelentes resultados, sobretudo no que diz respeito à qualidade de vida, menor tempo de internação, retorno às atividades cotidianas do paciente e o controle das recidivas tumorais. Apesar de complexa, a ‘Awake Craniotomy’ é bastante utilizada em todo mundo há mais de duas décadas para os casos de ressecção (remoção) de tumores cerebrais. No Brasil, a cirurgia é realizada há quase 10 anos.

O procedimento permite o controle da ressecção do tumor, com retirada maior sem comprometer uma determinada função cerebral e menor déficit pós-operatório. Há incidência de maior controle do tumor quanto maior for sua retirada e, ao mesmo tempo, são maiores as chances de postergar as recidivas. O grande diferencial deste procedimento é que o neurocirurgião consegue identificar as áreas eloquentes - motora, sensitiva ou de linguagem - e atingidas pelo tumor.

A cirurgia é realizada com o paciente submetido a uma anestesia geral que, após a abertura do osso do crânio, é acordado, através da diminuição do nível da sedação. São colocados eletrodos nas mãos, nas pernas ou nas áreas em que se quer testar os estímulos cerebrais. No momento da estimulação da área correspondente, o cirurgião pede para o paciente falar uma frase. Nesse momento, o circuito da área atingida pode sofrer alteração e, assim, ser cessada a fala ou demonstrar distúrbio de linguagem (parafasia). Após o mapeamento das áreas de interesse, o paciente é novamente colocado em anestesia geral e a cirurgia é concluída com a remoção total ou parcial do tumor

 

Empresas focam em exclusividade e potencializam resultados

Uma forte tendência que está ganhando espaço no Brasil são os chamados “escritórios boutiques”. O conceito é baseado em empresas que optam em atender um número menor de clientes para oferecer um serviço personalizado e com mais qualidade. Segundo o professor de empreendedorismo do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE), Erlon Labatut, esse modelo de negócio é algo positivo, desde que sejam tomados alguns cuidados no seu planejamento e gestão. “Como em todo empreendimento, existe um caminho a ser percorrido para que a ideia se transforme em um negócio lucrativo e sustentável no longo prazo”, comenta o especialista.

Um exemplo desse novo modelo é a consultoria curitibana saad branding+design, que por meio de uma estrutura enxuta, trabalha somente com clientes nos quais verdadeiramente acredita. Segundo Lucas Saad, diretor da empresa, este formato permite trazer uma visão “outsider”, considerando todos os detalhes de um negócio a fim de entregar resultados assertivos e sob medida. “Para nós, essa é a forma correta e mais efetiva de se trabalhar para preparar marcas para o presente e o futuro”, explica Saad.

Para o professor Erlon Labatut, os principais benefícios estão ligados ao atendimento personalizado, que é uma demanda cada vez maior do consumidor e a um custo fixo menor resultante da estrutura enxuta. “Este tipo de negócio que tem um foco bem definido normalmente consegue concentrar sua energia em qualidade e não em quantidade, resultando assim em entregas (produtos/serviços) que realmente atendem às necessidades dos clientes gerando grande satisfação, mesmo com uma equipe pequena”, detalha.

Outras vantagens dessa exclusividade começam pela proximidade e cuidado em todas as fases do projeto, além da escolha de uma equipe adequada que irá atingir os resultados desejados, com profissionais altamente qualificados em suas áreas. Labatut afirma que negócios que envolvem habilidades e sensibilidades humanas são mais difíceis de serem automatizados — isto é, transformados em linha de produção — porque, de outra forma, deixariam de ser interessantes para empresas que querem crescer no mercado.

A confiança é outro ponto positivo do negócio. “Já que existe tempo hábil para nos dedicarmos a cada projeto, as empresas sentem-se mais seguras com as mudanças que devem ser trabalhadas. Temos vários exemplos de como esse modelo de negócio é benéfico: a Oigo, uma empresa de comunicação e áudio de Santa Catarina, triplicou seu seu faturamento em 3 anos após o projeto de branding desenvolvido pela nossa consultoria e hoje destaca-se em seu mercado de atuação, mesmo entre os grandes players. Já a Nastek é líder nacional em automação e comunicação, com 90% de market share em empresas de energia, e um de seus produtos, o Yon Bike Lamp, foi reconhecido em importantes sites como Yahoo! Finance, Business Wire, Fox News, CBS e Business Report, além de ter iniciado sua expansão internacional nos Estado Unidos”, completa Saad.

Para finalizar, o professor do ISAE conclui que é crescente a demanda por serviços mais especializados e com atendimento realmente diferenciado. “Existe um desafio que é o cenário de crise em que vivemos atualmente. Se a economia melhorar as expectativas são muito boas, especialmente para um negócio enxuto, com menos gastos fixos”, finaliza.

 

RGE alerta para cuidados com a instalação de enfeites luminosos no Natal

Faz parte da tradição natalina o uso de luzes para embelezar e iluminar residências, comércio e ruas das cidades no final de ano. Pela tradição católica, a montagem da Árvore de Natal, assim como a decoração de fachadas com as clássicas lâmpadas coloridas,deve começar em 30 de novembro, quando se inicia o tempo do avento. Para garantir que as festividades de fim de ano ocorram com segurança, economia e alegria, a Rio Grande Energia (RGE), distribuidora do Grupo CPFL Energia, dá dicas de utilização destes produtos.

Antes de iniciar a decoração das fachadas e instalação dos enfeites nas Árvores de Natal, é importante verificar as condições dos fios dos piscas-piscas. É comum que, ao longo do tempo após vários anos de uso, os cabos do enfeite fiquem ressecados ou rompidos. Nestas condições, a RGE recomenda a compra de um novo enfeite para evitar choques elétricos, curtos-circuitos e até incêndios, além que gerem gastos desnecessários no consumo de energia elétrica.

Outra precaução de segurança é checar o estado das instalações elétricas antes de ligar qualquer enfeite natalino à tomada, verificando se a capacidade e a resistência dos condutores, tanto da fonte de energia quanto dos enfeites em si, são compatíveis com a carga elétrica requerida. Assim, o consumidor deve ficar atento às informações sobre potência, tensão de alimentação e instruções de uso que constam nas embalagens dos piscas-piscas.

“Não se deve fazer nenhuma instalação elétrica sem conhecimento. O correto é contratar um eletricista qualificado para abrir o quadro de força de sua casa e verificar todas as conexões de cabos. Uma fiação defeituosa ou solta, somada a uma sobrecarga adicional, é causa comum de danos graves, como o superaquecimento, choques e até a queima da fiação elétrica e consequente incêndio da casa. Nunca ligue vários enfeites em uma tomada usando o perigoso benjamim, ou faça emendas de fios, que também podem ser pontos de superaquecimento”, diz Gerente de Serviços de Rede Centro da RGE, Luiz Carlos Moreira Junior.

Distribuir a demanda adicional de energia elétrica gerada pelo uso de luzes decorativas, enfeites luminosos, presépios e outros acessórios elétricos entre diferentes pontos da casa diminui a possibilidade de uma faísca por sobrecarga ou superaquecimento dos cabos. O ideal é que os acessórios tenham fusíveis de proteção para isolar a falha sem afetar o circuito completo da casa.

Certifique-se de que os enfeites sejam de boa qualidade, certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). Essa certificação garante maior segurança, por assegurar que os equipamentos foram submetidos a vários testes antes de chegar ao mercado. Lembre-se de realizar as instalações do pisca-pisca sempre com ele desligado da tomada.

Não é recomendada a colocação dos enfeites luminosos próximos a piscinas ou em locais molhados. Em áreas sujeitas a chuvas, o consumidor os modelos de piscas-piscas resistentes à água. A pessoa também deve evitar, a todo custo, instalar a decoração natalina com os pés ou mãos molhadas dado o risco de choque.

Dentro de casa, o alerta é para que as crianças tenham acesso vigiado à Árvore de Natal, pois elas podem sofrer choque elétrico ou provocar acidentes ao mexer nos enfeites. Antes de sair de casa, não se esqueça de desligar os enfeites luminosos.

Verifique se a Árvore de Natal é resistente ao fogo. Se possível, opte pelos modelos anti-inflamáveis. Deve-se também evitar o contato dos piscas-piscas com objetos e enfeites que podem ser inflamáveis.

Ao comprar um enfeite novo, opte por produtos LED (Light Emitting Diode), que, apesar de mais caros, duram mais e são mais econômicos. Os cordões natalinos convencionais utilizavam filamentos incandescentes, ou seja, são de baixa eficiência e com consumo de energia mais elevado.

Com a popularização do LED, o mercado oferece cordões com mais de 300 pontos de luz consumindo menos de 10 watts. Os LEDs são mais seguros, pois trabalham a baixas temperaturas. Cuidados devem ser tomados para não efetuar emendas que podem prejudicar o seu funcionamento e, eventualmente, causar um curto circuito.

Distância segura

Para o comércio ou mesmo as residências que possuem enfeites na fachada, é necessário manter uma distância segura entre a decoração externa e a rede de distribuição de energia elétrica da CPFL. Não suba em postes ou em árvores próximas da rede elétrica para pendurar os enfeites e nunca tente fazer ligação direta da iluminação natalina na rede elétrica da distribuidora de energia.

Os enfeites também devem ser bem afixados, de forma que não arrebentem durante um temporal, vindo a ser lançados na rede e podendo provocar um curto-circuito. No caso de dúvidas sobre a instalação externa, consulte sempre a distribuidora.

Dicas na iluminação de Natal

Providencie uma revisão das instalações elétricas antes de iniciar a decoração e faça uma boa revisão dos fios decorativos e dos piscas antes de instalá-los.

  • ·         Sempre faça a instalação das luzes de Natal com o circuito desligado;
  • ·         Não utilize benjamins e tenha cuidado para não ultrapassar o limite de carga da tomada que liga as lâmpadas;
  • ·         Não faça emendas nos fios do circuito de iluminação de Natal;
  • ·         Não tente ligar o enfeite diretamente na rede elétrica externa (da distribuidora de energia).
  • ·         As luzes devem ser desligadas quando não houver alguém na casa ou quando estiverem dormindo;
  • ·         Por serem fontes de calor, as luzes necessitam de acompanhamento contínuo;
  • ·         Não faça instalação próxima de piscinas ou áreas alagadas;
  • ·         Adquira produtos certificados com o selo do Inmetro em lojas especializadas e utilize iluminação à prova d’água em ambiente externo;
  • ·         Não utilize estruturas metálicas próximas da rede elétrica e não suba nos postes ou árvores próximas de redes elétricas para instalar os enfeites;
  • ·         Evite o contato das lâmpadas com objetos e enfeites que podem ser inflamáveis, como cortinas e tapetes;
  • ·         No caso das árvores de Natal, é importante procurar pela etiqueta “resistente ao fogo”;
  • ·         Evite o uso de luzes elétricas e piscas que contenham metal, pois estes materiais podem conduzir energia e provocar choques elétricos;
  • ·         Cuidado com as crianças! Elas sentem-se atraídas pelas lâmpadas e podem sofrer acidentes elétricos ao manusearem indevidamente os enfeites;
  • ·         Na dúvida, consulte sempre um eletricista credenciado.

A escolha das lâmpadas

É possível encontrar enfeites luminosos de Natal à base de LEDs no mercado, porém a um preço um pouco maior. O diferencial é que um “pisca-pisca” com até 300 lâmpadas LED possui em média uma potência de 6W a 10W. Além disso, as lâmpadas LED duram mais, produzem menos calor sendo assim mais seguras. Se puder optar por eles, os benefícios são:

  • ·         Luzes mais econômicas que consumem menos energia;
  • ·         Brilho mais intenso;
  • ·         Vida útil maior;
  • ·         Esquentam menos do que as lâmpadas convencionais, o que diminui o risco do calor incendiar artigos inflamáveis, como árvores de Natal com decorações de papel etc.

Consumo

O consumo de energia vai depender da quantidade de lâmpadas que serão utilizadas. Cada pequena lâmpada incandescente utilizada na decoração das árvores de Natal consome entre 1 watt e 5 watts. Portanto, um conjunto cem luzinhas (o modelo mais comum encontrado no mercado), de 1 watt cada, por exemplo, tem uma potência equivalente entre 100 W (o mesmo que uma antiga lâmpada incandescente de 100 W), que se ficar acesa durante 4 horas por dia consome 12kWh/mês de energia elétrica. Já um conjunto de até 300 lâmpadas em LED consome até 10W.

 

 

Como apreciar corretamente uma cerveja

Ela é a bebida alcoólica mais consumida no Brasil, já serviu de inspiração para música, tem um dia dedicado a ela, podemos dizer que é considerada uma paixão nacional, quem sabe, mundial. Sim, estamos falando da cerveja. E para melhorar ainda mais sua experiência com a bebida, o Sommelier de Cervejas e chef de cozinha do curitibano Simples Assim e Sommelier de cervejas, Guilherme De Rosso, preparou algumas dicas especiais.

Para começar, escolha um estilo que agrade ao seu paladar. Segundo o especialista, o rótulo dá dicas importantes sobre a bebida. “Antes de tudo é legal a pessoal decidir que tipo de cerveja ela pretende tomar, hoje existem estilos variados que agradam a todos os gostos”, comenta. Cada cerveja tem uma temperatura. Essa é outra informação importante a ser levada em consideração, já que as temperaturas variam de estilo para estilo. Uma Stout, por exemplo, pede uma temperatura média de 12°C, já uma pilsen vária entre 4°C e 6°C. “Esse cuidado faz com que os aromas essenciais da bebida sejam valorizados, fazendo com que a pessoa consiga sentir tudo que ela tem a oferecer”, acrescenta De Rosso.

Pouca gente sabe, mas o copo, também, é algo muito importante na hora de tomar aquela “gelada”, e isso vai desde o design até a limpeza do objeto. O design do copo ajuda na melhor formação da espuma e na captação dos aromas dependendo da cerveja que será servida.  Chicletes, cigarros e café antes de tomar a cerveja podem afetar e muito o paladar, trazendo a quem bebe aromas alterados. “É bom evitar o uso desses elementos, eles podem alterar consideravelmente o sabor da cerveja”, detalha o especialista.

Outro ponto importante, segundo o especialista, é o armazenamento, quando a garrafa for de tampa metálica, a bebida deve ser armazenada de pé, não muito alta e longe da luz solar. E quando colocá-la para refrigeração o ideal é só retirá-la quando for consumir. No momento da degustação, comece pelo visual da cerveja, sua cor, e a formação da espuma, para depois sentir seus aromas e por último o paladar.

Se você pretende beber mais de um rótulo no dia, é importante ter sempre uma garrafa de água e um pãozinho por perto, para intercalar e evitar que você fique “de porre”. Tente harmonizar a bebida com pratos da sua preferência, faça testes, veja dicas na internet. “Para quem gosta de cozinhar e beber cerveja a harmonização com comidas é brincadeira muito legal de experimentar”, explica. Para finalizar, De Rosso lembra que não existe jeito certo ou errado de beber cerveja, cada um tem sua preferência e tudo depende da ocasião, essas dicas são apenas para melhorar sua experiência com a bebida.

 

Cinco substituições no cardápio para deixar o coração mais saudável

A busca por uma alimentação equilibrada geralmente traz dúvidas sobre quais alimentos devem ser consumidos com maior frequência ou não. Os óleos vegetais e seus derivados, como o creme vegetal, por exemplo, podem ser grandes aliados dentro de um estilo de vida saudável. Em sua composição são encontrados nutrientes essenciais de que o corpo necessita, mas não é capaz de produzir sozinho, como os ômegas 3 e 6.

Segundo a nutricionista Bianca Naves “os ômegas têm função importante na manutenção de níveis adequados de colesterol e na prevenção de doenças crônicas, auxiliando, assim, a manter a saúde do coração e a garantir uma alimentação equilibrada e saudável”.

Ainda de acordo com Bianca Chimenti, é essencial incluir nas refeições alimentos ricos em ômegas 3 e 6, como os que são encontrados em óleos vegetais, cremes vegetais, peixes, entre outros. “Também há o efeito anti-inflamatório dos nutrientes, importante para evitar a obesidade”, exemplifica.

Para reduzir o risco de doenças cardiovasculares em até 10%, o ideal é substituir 5% do valor calórico total que vem das gorduras saturadas por gorduras ‘boas’, as insaturadas, como os ômegas 3 e 6.

Um artigo¹ sobre prevenção de doenças cardiovasculares divulgado recentemente pela Sociedade Europeia de Cardiologia enfatiza que o mais importante do que o total de gorduras ingeridas é a qualidade delas. Ao substituir 1% de energia vinda de gorduras saturadas (“ruins”) por poli-insaturadas (“boas”), o risco de doenças arteriais coronarianas diminui de 2 a 3%.

Onde encontrar:
Ômegas 3:Salmão, atum, chia, linhaça, noz.
Ômegas 6:Óleos vegetais, cremes vegetais, nozes, castanhas, amendoim.

#DicasdaNutri

Confira as dicas da nutricionista Bianca Chimenti para saber quais alimentos incluir para consumir ômegas 3 e 6, que ajudam a manter a saúde do coração em dia:

  1. A substituição do consumo de carne vermelha por peixes, como salmão, atum e sardinha, de 2 a 3 vezes por semana ajuda a garantir a ingestão de ômega 3;
  2. Nozes e castanhas podem ser uma opção de lanche entre as refeições para contribuir com gorduras boas!
  3. Cremes vegetais são produtos a base de óleos vegetais e contém ômegas 3 e 6, sendo opções saborosas para incluir tanto no café da manhã quanto em preparações. São uma opção para a manteiga, que tem um teor maior de gorduras saturadas;
  4. O consumo de 25g de proteína de soja por dia, dentro de um estilo de vida saudável, também ajuda a diminuir o colesterol;
  5. A aveia vai muito bem com frutas e vitaminas. Além de adicionar sabor, ela é rica em beta glucana, um tipo de fibra que ajuda a diminuir a absorção de gorduras!
Última atualização ( Qui, 24 de Novembro de 2016 10:37 )
 
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