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O aplicativo é um aliado ou um inimigo?

Em tempos de tecnologia cada vez mais presente na rotina do ser humano, com múltiplos apps surgindo a todo instante, um novo desafio chega ao mercado: a liberação (ou proibição) do celular no ambiente profissional. Desafio para recém-chegados ao mundo do trabalho e até mesmo para gestores, seu uso vem causando contratempos na produtividade. O que pensam os jovens sobre o assunto? Para descobrir, o Nube - Núcleo Brasileiro de Estágios fez uma pesquisa 13.591 respondentes, de 15 a 26 anos, em todo o país, com a pergunta: você é a favor do Whatsapp no trabalho? O resultado surpreendeu!

Atualmente existem cerca de 5 bilhões de usuários do aplicativo e, no Brasil, são 200 milhões de celulares conectados. Além disso, mais de 60 bilhões de mensagens são trocadas, por dia, nos softwares de mensagens instantâneas disponíveis para smartphones. Logo, o tema é uma realidade a ser investigada. No estudo do Nube, o resultado majoritário apontou uma aprovação dos estudantes pela utilização das ferramentas, revelando a difícil separação entre o contexto de trabalho e as “tentações” para acompanhar o mundo virtual.

Na primeira colocação, 49,44% (6.720 participantes) são a favor, “com restrições, pois muita gente não consegue separar o pessoal do profissional”. Na sequência, outros 31,46% (4.276 respondentes) escolheram a alternativa “Sim, todos têm o aplicativo no aparelho e agilizaria a comunicação”. De acordo com Lucas Fernandes, analista de treinamento do Nube, “já existem organizações inclusive abrindo mão do uso de e-mails ou chamadas por telefone, para usar o Whatsapp como principal meio de comunicação, até mesmo com clientes e fornecedores”. Porém, segundo alerta o especialista, “tudo deve ser utilizado com parcimônia e bom senso, pois em diversas situações, a falta de responsabilidade e de foco gera desperdício de tempo com grupos particulares, piadas, dentre outros tipos de conteúdo do aplicativo, assim perdendo a produtividade e, em muitos casos, levando a retrabalhos”.

Já na terceira posição, 10,82% (1.471 votantes) marcaram a opção “sou contra, ficaria difícil controlar a produtividade”. Por fim, outros 8,27% (1.124) julgam não compensar a liberação do aplicativo pelas organizações, ponderando: “ele ajuda muito, mas as relações sociais na empresa diminuiriam”. Nesse sentido, Fernandes analisa: “é característica da Geração Y e principalmente da Geração Z o domínio das novas tecnologias - e hoje elas cabem na palma da mão. Para essa faixa-etária, o uso dos aplicativos, como os de redes sociais e de comunicação instantânea é natural. Portanto, hás dificuldade em lidar com as regras adotadas por muitas corporações e esse aspecto de fato deve ser observado. A experiência de se relacionar em um ambiente corporativo é importante para o jovem. Logo, é preciso se adaptar, abrir mão de certas ideias e valores presentes nas relações interpessoais, para alcançar a realidade esperada pelo mercado de trabalho, e isso exige flexibilidade”.

De todo modo, para evitar problemas na justiça, a proibição ou liberação deve ser clara e de pleno conhecimento, constando no contrato de trabalho, no regulamento da empresa e, se for o caso, até mesmo em cartazes espalhados pelo estabelecimento, caso a opção seja pelo veto de aplicativos ou celulares. E vale enfatizar: mesmo se não houver a proibição literal, o funcionário conectado o dia inteiro no Whatsapp pode ser demitido por justa causa, pois tal comportamento configuraria "desídia" (falta de zelo no desempenho de suas funções). “Com uma dose de equilíbrio e sabedoria, as relações entre novatos no meio profissional, gestores e empresas se construirão de maneira respeitosa, produtiva e bem sucedida”, conclui o analista de treinamento do Nube.

Sobre o Nube

Desde 1998 no mercado, o Nube oferece vagas de estágio e aprendizagem em todo o país. Possui mais de 7.200 empresas clientes, 14 mil instituições de ensino conveniadas no Brasil e já colocou mais de 650 mil pessoas no mercado de trabalho. Também administra toda a parte legal e realiza o acompanhamento do estagiário e aprendiz por meio de relatórios de atividades.

Anualmente, são realizadas 10 milhões de ligações, enviados 3 milhões de SMS e encaminhados 700 mil candidatos. O banco de dados conta com 4,2 milhões de jovens cadastrados e todos podem concorrer às milhares de oportunidades oferecidas mensalmente.

 

No Dia Mundial do Combate ao Colesterol, médico nutrólogo dá dicas para prevenção

No Dia Mundial do Combate ao Colesterol, médico nutrólogo dá dicas para prevenção
Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) reforça as melhores práticas
No Dia Nacional de Combate ao Colesterol, celebrado na próxima segunda-feira, dia 8, a Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) alerta sobre prevenção da hipercolesterolemia (aumento do colesterol no sangue) que é considerada um dos principais fatores de risco para infarto agudo do miocárdio e de acidente vascular cerebral (derrame) isquêmico. Ambos se enquadram no grupo de doenças cerebrovasculares, que são as que mais matam no Brasil e no mundo, argumenta o médico Nutrólogo da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), Dr. Nelson lucif Junior.
O colesterol é um lipídio essencial para o bom funcionamento do organismo, mas, se consumido em excesso, torna-se perigoso. Existem dois tipos de colesterol: o “bom” (HDL) e o “ruim” (LDL) – tudo depende do tipo de molécula que o transporta pela corrente sanguínea, determinando então se ele é melhor ou pior para à saúde. É o LDL que deposita o colesterol nas paredes das artérias e pode desencadear problemas cardiovasculares. Já o HDL é quem o remove de lá, e leva o colesterol para o fígado ou recicla para o novo.
A ingestão elevada de gordura saturada aumenta os níveis sanguíneos de LDL, e reduz os níveis de HDL. “Não é necessário excluir a gordura saturada da alimentação, mas sim consumir em quantidade certa e dentro de uma alimentação prudente e com um acompanhamento médico”, acrescenta. Os alimentos considerados os vilões do colesterol são: bacon, chantilly, biscoitos amanteigados, pele de aves, camarão, queijos amarelos, carnes vermelhas "gordas" e creme de leite. “A carne vermelha deve entrar sim no cardápio, mas ela deve ser contrabalanceada com as ‘brancas’ como de peixe e ave, e principalmente sem gordura. Assim como a pele do frango, ela também deve ser eliminada”, explica Iucif Junior.
Os alimentos isentos de colesterol são os de origem vegetal. Estão na lista: ameixa preta, couve-flor, mamão, amora, damasco, mandioca, azeite de oliva, ervilha, pão integral, pera, cenoura, pêssego, feijão, e vegetais folhosos. Um ponto crucial está nas gorduras Trans. Elas são encontradas em alguns produtos industrializados e acabam elevando o LDL e reduzindo o HDL, colesterol considerado bom para o organismo.
As atividades físicas, quando feitas com regularidade, também ajudam a controlar os níveis do colesterol. “Prática esportiva como natação, corrida, futebol, bicicleta e tênis elevam o colesterol bom e contribuem na redução do colesterol ruim”, finaliza.
Sobre a ABRAN
A ABRAN é uma entidade médica científica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina. Fundada em 1973, dedica-se ao estudo de nutrientes dos alimentos, decisivos na prevenção, no diagnóstico e no tratamento da maior parte das doenças que afetam o ser humano, a maior parte de origem nutricional. Reúne mais de 3.800 médicos nutrólogos associados, que atuam no desenvolvimento e atualização científica em prol do bem estar nutricional, físico, social e mental da população. Visite www.abran.org.br, curta a ABRAN no Facebook facebook.com/nutrologos e no Instagram @nutrologia.

No Dia Nacional de Combate ao Colesterol, celebrado na próxima segunda-feira, 8 de agosto, a Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) alerta sobre prevenção da hipercolesterolemia (aumento do colesterol no sangue) que é considerada um dos principais fatores de risco para infarto agudo do miocárdio e de acidente vascular cerebral (derrame) isquêmico. Ambos se enquadram no grupo de doenças cerebrovasculares, que são as que mais matam no Brasil e no mundo, argumenta o médico Nutrólogo da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), Dr. Nelson lucif Junior.

O colesterol é um lipídio essencial para o bom funcionamento do organismo, mas, se consumido em excesso, torna-se perigoso. Existem dois tipos de colesterol: o “bom” (HDL) e o “ruim” (LDL) – tudo depende do tipo de molécula que o transporta pela corrente sanguínea, determinando então se ele é melhor ou pior para à saúde. É o LDL que deposita o colesterol nas paredes das artérias e pode desencadear problemas cardiovasculares. Já o HDL é quem o remove de lá, e leva o colesterol para o fígado ou recicla para o novo.

A ingestão elevada de gordura saturada aumenta os níveis sanguíneos de LDL, e reduz os níveis de HDL. “Não é necessário excluir a gordura saturada da alimentação, mas sim consumir em quantidade certa e dentro de uma alimentação prudente e com um acompanhamento médico”, acrescenta. Os alimentos considerados os vilões do colesterol são: bacon, chantilly, biscoitos amanteigados, pele de aves, camarão, queijos amarelos, carnes vermelhas "gordas" e creme de leite. “A carne vermelha deve entrar sim no cardápio, mas ela deve ser contrabalanceada com as ‘brancas’ como de peixe e ave, e principalmente sem gordura. Assim como a pele do frango, ela também deve ser eliminada”, explica Iucif Junior.

Os alimentos isentos de colesterol são os de origem vegetal. Estão na lista: ameixa preta, couve-flor, mamão, amora, damasco, mandioca, azeite de oliva, ervilha, pão integral, pera, cenoura, pêssego, feijão, e vegetais folhosos. Um ponto crucial está nas gorduras Trans. Elas são encontradas em alguns produtos industrializados e acabam elevando o LDL e reduzindo o HDL, colesterol considerado bom para o organismo.

As atividades físicas, quando feitas com regularidade, também ajudam a controlar os níveis do colesterol. “Prática esportiva como natação, corrida, futebol, bicicleta e tênis elevam o colesterol bom e contribuem na redução do colesterol ruim”, finaliza.

Sobre a ABRAN

A ABRAN é uma entidade médica científica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina. Fundada em 1973, dedica-se ao estudo de nutrientes dos alimentos, decisivos na prevenção, no diagnóstico e no tratamento da maior parte das doenças que afetam o ser humano, a maior parte de origem nutricional. Reúne mais de 3.800 médicos nutrólogos associados, que atuam no desenvolvimento e atualização científica em prol do bem estar nutricional, físico, social e mental da população. Visite www.abran.org.br, curta a ABRAN no Facebook facebook.com/nutrologos e no Instagram @nutrologia.

 

Pokémon Go – 90% das pessoas conhecem o jogo

Nos dias 27 e 28 de julho de 2016, o PiniOn realizou uma pesquisa sobre o jogo Pokémon Go com 1770 pessoas de todo o país que compõem a base do PiniOn (usuários de smartphone com mais de 18 anos de idade). Seguem abaixo nossos principais resultados:

->  90% de todos os entrevistados já ouviram falaram sobre o aplicativo Pokémon Go.

-> 92% dos entrevistados que já ouviram falar sobre o jogo Pokémon Go acreditam que as pessoas devem se preocupar com a sua segurança jogando o jogo em celulares pelas ruas do Brasil.

-> 80% dos entrevistados não acreditam que as permissões de acesso que o aplicativo Pokémon Go realiza quando instalado em um celular (tais como agenda de contatos e localização da pessoa) podem prejudicar seu sucesso no Brasil.

->  85% dos entrevistados concordam em afirmar que as pessoas devem ficar mais atentas às permissões de acesso que os aplicativos fazem quando instalados em um smartphone.

-> Para 51% dos entrevistados que já ouviram falar do jogo Pokémon Go, o sucesso dele vem da tecnologia de realidade aumentada; para 35%, da popularidade do desenho animado e dos personagens do Pokémon; e, para 10%, da propaganda envolvida.

->  24% de todos que participaram desta pesquisa conhecem outros jogos e aplicativos que utilizam realidade aumentada e 65% destes já jogaram algum jogo deste tipo.

-> 45% dos entrevistados que já ouviram falar sobre o jogo se interessaram por baixar o aplicativo; e 39% disseram que estão ansiosos para isso.

-> Estes percentuais crescem entre aqueles que já assistiram os desenhos animados do Pokémon: 50% destes se interessaram por baixar o aplicativo e 44% estão ansiosos para baixar o aplicativo. Se considerarmos somente os entrevistados que já jogaram jogos de vídeo game do Pokémon, estes índices sobem ainda mais: 71% destes se interessaram por baixar o aplicativo; e 65% se disseram ansiosos para baixar o aplicativo.

-> Para 63% dos entrevistados que já ouviram falar sobre o jogo Pokémon Go a relativa demora para a chegada do jogo no Brasil pode fazer com que o interesse dos jogadores brasileiros diminua.

-> 34% dos entrevistados que se interessaram por baixar o aplicativo disseram que pretendem comprar itens dentro do aplicativo. Em média, eles pretendem gastar R$35,85 por mês com compras de itens dentro do aplicativo.

-> 8% dos entrevistados que se interessaram em baixar o aplicativo não entrariam em estabelecimentos comerciais para capturar Pokémons; 59% entrariam desde que não tivessem que consumir nada; e 33% entrariam mesmo que tivessem que consumir alguma coisa.

->  30% dos entrevistados não se deslocariam para eventos e lugares específicos onde o jogo disponibilizasse Pokémons raros para captura, estes só pretendem jogar nos lugares onde já se encontrem por alguma outra razão; 52% disseram que se deslocariam dentro da sua própria cidade para capturar estes Pokémons raros e participar de eventos do jogo; 12% se deslocariam dentro de seu estado; e 6% viajariam até outros estados com este objetivo.

-> 86% acham que o jogo Pokémon Go pode expor as pessoas a perigos nas cidades brasileiras mais do que o que vem acontecendo em cidades de outros países onde o jogo já chegou.


Última atualização ( Qua, 03 de Agosto de 2016 18:47 )
 

Só um chiclete não resolve: Mau hálito pode indicar outras doenças

Cerca de 75% dos casos de halitose (mau hálito) têm sua origem em um problema bucal. Outras causas do mau hálito são os distúrbios gástricos, infecções nos seios maxilares e paranasais e doença gengival grave, e pode ser causado por:

- Fatores externos – alimentos, como cebola e alho, e bebidas, como café e álcool, e o fumo;

- Má higiene bucal – quando a placa bacteriana e resíduos alimentares não são completamente removidos;

- Enfermidades bucais – gengivite e doença periodontal;

- Próteses totais – formação da placa e acúmulo de resíduos nas próteses, que precisam ser limpas diariamente;

- Amígdalas – as fendas (criptas) mais largas das amígdalas podem permitir que os resíduos se acumulem na área;

- Infecções do aparelho respiratório – garganta, seios paranasais e pulmões;

- Boca seca (xerostomia) – que pode ser causada por problemas nas glândulas salivares, medicamentos, respiração pela boca, radioterapia e quimioterapia;

- Doenças sistêmicas – diabetes, doenças renais/hepáticas, pulmonares, dos seios maxilares/paranasais e distúrbios gastrintestinais;

Segundo a especialista em odontologia, Dra. Cristina Gottlieb, o sucesso do tratamento depende da determinação de sua causa. “Assim que o dentista determina a causa, o tratamento pode começar. Portanto, caso note um mau hálito constante, procure o seu odonto.”, diz.

Além disso, pesquisas recentes sugerem que há uma relação entre doenças bucais e doenças sistêmicas (diabetes, doenças cardiovasculares, derrame cerebral, infecções respiratórias, mal de Alzheimer) e outras enfermidades.

“Quando o tecido gengival se inflama dando origem à gengivite, mediadores inflamatórios chamados citocinas, presentes no tecido gengival, podem passar para a saliva e serem aspirados para dentro dos pulmões. As bactérias responsáveis pela periodontite também podem penetrar no sistema circulatório e deslocar-se até outras partes do corpo, que causam infecções secundárias ou a inflamação de outros tecidos ou sistemas do organismo”, explica a especialista.

Segundo a Dra. Cristina, se achar que a causa de seu mau hálito é a dieta alimentar, consulte um nutricionista. Ele poderá ajudá-lo a modificar sua dieta. Se o problema for má higiene bucal e você tiver gengivite, (inflamação da gengiva) ou periodontite (perda do osso que sustenta os dentes), consulte seu dentista e peça instruções sobre como melhorar a higiene bucal. Caso o problema seja infecção das amígdalas ou uma infecção respiratória, siga as recomendações de seu clínico geral ou de um especialista em ouvido, nariz e garganta (otorrinolaringologista) ou doenças do pulmão e trato respiratório (pneumologista).

A maioria das pessoas tem a sensação de boca seca devido a medicamentos, disfunção das glândulas salivares ou ao fato de estarem passando por tratamento de câncer com rádio ou quimioterapia. Consulte seu médico-cirurgião maxilofacial ou oncologista, e siga as orientações que lhe derem sobre os produtos que podem aliviar os sintomas da boca seca. Quem tem diabetes, problemas renais, hepáticos ou distúrbios gastrintestinais, devem consultar um clínico geral, um urologista ou gastroenterologista para saber como reduzir o mau hálito.

Entre em contato com seu dentista e peça informações sobre a especialidade médica indicada para resolver seu problema de mau hálito.

 

Como reduzir minhas contas? Que tal começar pela fatura de energia elétrica?

Em momentos de aperto no orçamento familiar, como o atual, a maioria da população busca alternativas para reduzir os seus gastos para que caibam no bolso e consigam manter o padrão de vida. O que poucos sabem é que pequenas mudanças de hábitos e uma boa gestão do consumo de energia podem trazer uma boa economia na conta de luz, uma das principais despesas fixas do orçamento da família brasileira.

De acordo com o último levantamento, em maio de 2016, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o consumo médio de uma residência brasileira é de 160 kWh/mês. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) calcula uma média brasileira de R$ 0,48 reais por quilowatt-hora (sem impostos). Assim, uma fatura de energia elétrica de uma residência brasileira, em média, pode custar R$ 76,80.

Mas, como reduzir a minha fatura de energia elétrica? É simples responder essa questão. Com a calculadora em mãos e algumas informações básicas e de fácil acesso, é possível estimar o valor da conta de luz e descobrir quais são os vilões da sua fatura. O primeiro passo é checar a potência dos eletrodomésticos e eletroeletrônicos que você tem na sua residência, o que está disponível no próprio aparelho. Lembrando que é importante se atentar às certificações de eficiência energética, como o Selo PROCEL e a Etiqueta do Inmetro, que auxiliam a identificar o equipamento que consome menos energia e é mais eficiente.

Vamos exemplificar o cálculo com um item bastante comum nos lares de milhões de brasileiros: a TV LCD de 42’’, cuja potência é de 250 watts (250 W), segundo o Inmetro. Esse valor deve ser multiplicado pelo número de horas e de dias de uso durante um mês, ou seja, quanto tempo o aparelho fica ligado ao longo do mês. Assim, se ligarmos essa TV apenas no horário de pico (entre 18h e 21h) e utilizarmos todos os dias (30 dias), chegaremos ao consumo de 22.500 W.

Para chegar à quantidade de energia consumida em kWh/mês, que é a referência da tarifa das distribuidoras de energia elétrica no país, é preciso os 22.500 W dividir por 1.000.  Portanto, uma TV LCD de 42’’, com uso diário de 3 horas, representa um consumo final de 22,5 kWh/mês. O cálculo final de quanto o aparelho representará, em média, na conta de energia elétrica, vai ser o resultado da multiplicação do consumo (já em kWh/mês) do aparelho pela tarifa de energia da distribuidora da sua cidade (para melhor resultado, convém considerar os impostos).

Por exemplo, um consumidor que reside em uma das 255 cidades do Rio Grande do Sul atendidas pela Rio Grande Energia (RGE) tem tarifa de R$ 0,41 (sem impostos) por kWh/mês. No exemplo de uma TV LCD de 42’’ com consumo de 22,5 kWh/mês, este aparelho representará R$ 9,22 na conta de luz.

Para saber a sua tarifa com impostos, basta pegar uma fatura recente e dividir o consumo de energia pelo valor da conta. No caso de um cliente com um consumo de 189 kWh em Caxias do Sul, a fatura da RGE foi de R$ 119,45. Isso significa uma tarifa de R$ 0,63 por kWh, incluindo os impostos municipais, estaduais e federais. Repetindo o exemplo anterior, a TV LCD de 42” teria custo de R$ 14,17.

Aí fica o alerta: será que é preciso ligar a TV todos os dias? Ou será que existe outro aparelho com uma potência menor e que proporcionará um consumo reduzido? De acordo com uma página sobre provedores de eletricidade da Grã-Bretanha (uSwitch), uma televisão LCD de 32 polegadas eficiente usa a metade da eletricidade de uma TV de plasma de 42 polegadas.

Abaixo, segue uma tabela com sete eletrodomésticos (mais utilizados) de acordo com um uso hipotético, baseado nos dados do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (PROCEL):

Eletrodoméstico/ eletroeletrônico

Potência Aproximada (WATTS)

Horas

Dias

Medida em kWh

Tarifa da RGE*

Representa na conta de energia elétrica (média)

Geladeira simples

250

24 h

30

R$ 73,80

Forno de Micro-Ondas

2.000

20 min

30

R$ 8,19

Liquidificador

200

15 min

15

R$ 0,30

Máquina de lavar roupa

1.000

1h

12

/1000

R$ 0,41

R$ 4,92

Chuveiro elétrico

5.500

32 min

30

R$ 35,85

Computador

300

8h

30

R$ 29,52

Ferro elétrico

1.000

1 h

30

R$ 12,30

__________________________

* valor da distribuidora RGE sem os tributos e outros elementos que fazem parte de sua conta de luz, tais como ICMS, Taxa de Iluminação Pública

Veja também, o jeito mais adequado e seguro de usar a energia em sua residência, sem abrir mão do conforto que ela proporciona (vide ilustração).

Assim, ao conhecermos melhor o nosso consumo de energia, teremos mais consciência para cortar o desperdício, contribuindo com a preservação do meio ambiente sem comprometer a nossa qualidade de vida e, ainda, reduzindo o valor da nossa conta de luz, proporcionando um alívio para o orçamento familiar.

 

Cirurgias plásticas são mais procuradas no inverno

Durante a preparação para uma cirurgia plástica é comum surgir uma dúvida: quando é o melhor momento para realizar o procedimento? De acordo com o cirurgião plástico da Clínica Grafguimarães, Dr. Carlos Alberto Preto Guimarães, o melhor período para a realização de qualquer intervenção cirúrgica é o inverno.

“Esse período de temperaturas mais amenas é o mais escolhido por proporcionar maior conforto durante sua recuperação, principalmente quando a intervenção exige uso de cintas ou ataduras”, afirma o especialista. Além disso, o repouso torna-se mais cômodo pela ausência do calor excessivo; os pacientes retêm menos líquidos e, consequentemente, ficam menos inchados. “Outras vantagens estão em poder usar roupas mais largas e/ou compridas para esconder curativos, cinta ou eventuais hematomas e a exposição ao sol é quase nenhuma, o que evita manchas na pele e acentuação de cicatriz”, detalha o especialista.

Cirurgias plásticas são cada vez mais recorrentes no Brasil. Não à toa, o país ocupa a primeira posição no ranking mundial de cirurgias plásticas, com cerca de 1,5 milhão de procedimentos por ano. 88% das pessoas que enfrentam os bisturis são mulheres, geralmente em busca do corpo ideal, e para isso, os procedimentos queridinhos desse público são a lipoaspiração e as plásticas de mama.

Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica revelam que a busca por procedimentos desse tipo aumenta em até 50% durante o inverno. O período favorece o pós-operatório por diversos motivos. O principal deles, além do desconforto, é o inchaço, que nesse período tende a ser menor. “Durante o frio a dilatação de vasos e a retenção de líquido é menor. O período frio provoca uma vasoconstrição periférica, ou seja, uma contração dos vasos sanguíneos, proporcionando a redução do inchaço. Outro fator que faz com que as pessoas busquem esses procedimentos nessa época é a recuperação antes do verão, considerado o principal benefício de realizar o procedimento no inverno”, afirma Guimarães.

O período de recuperação dura em média três meses, o que ajuda o corpo a estar preparado para a estação mais quente do ano e permite ao paciente que se adapte ao novo visual antes da chegada do verão. Já os resultados dos procedimentos nada têm a ver com a estação do ano escolhida. “Os resultados geralmente estão relacionados a diversos fatores, o principal deles é que o paciente siga todas as recomendações do pós-operatório. O período de repouso, evitar esforço físico e obedecer às prescrições medicamentosas garantem o sucesso do procedimento”, conclui o especialista.

 
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