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5 dicas para evitar incêndios domésticos

Não sobrecarregue uma tomada


Liga uma luz aqui, um trenzinho ali e o Natal se torna a época nacional da improvisação e sobrecarga das tomadas. Em ambientes como a sala ou quarto é comum usar uma tomada benjamim para conectar vários cabos, entretanto, eles consomem muita energia ao mesmo tempo em um ponto que pode não ter capacidade para aguentar alta carga elétrica.

Cuidado com as lampadinhas de Natal


Use sempre luvas durante a instalação – caso alguma lâmpada estoure você estará protegido. Além disso, se as luzinhas estiverem fora de casa evite colocá-las próxima à rede pública de energia, sem dúvida o risco de acidentes graves é maior. Evite posicionar as luzes de natal em locais inflamáveis, como móveis e objetos de decoração e nunca utilize fita crepe ou plástica na fiação, pois favorecem a passagem de corrente elétrica.

Nunca se distraia com panela de óleo quente


Ajeita a casa, recepciona amigos, cuida do forno e é inevitável esquecer algumas tarefas, nem que seja uma panela no fogão. Entretanto, todo cuidado é pouco na cozinha, pois ele é um dos cômodos em que mais ocorrem incêndios. Um dos mais perigosos envolve a panela de óleo quente que, quando superaquecida, pode pegar fogo. Dica importante: Nunca use água para tentar conter o fogo, pois o choque térmico pode ocasionar uma explosão.

Observe se há vazamento de gás na residência


A manutenção do gás deve ser realizado durante o ano inteiro, mas devido o uso acima da média nessa época é recomendável verificar se a mangueira e a braçadeira estão bem ajustadas, aliás, ambas devem ser trocadas a cada cinco anos. Se sentir cheiro de gás, ande descalço para evitar atrito, desligue a chave geral e abra portas e janelas. Nunca tente acender uma lâmpada da residência, pois a faísca produzida pode causar uma explosão. Dica importante: Sempre compre o produto em locais confiáveis e faça a instalação correta do GLP.

Nem todos os materiais devem ir para o micro-ondas


Na hora do preparo de alimentos no micro-ondas, principalmente os pré-prontos, certifique-se que retirou todo o papel alumínio ou qualquer outro tipo de metal. Esses materiais nunca devem ser colocados dentro do aparelho.

Cuidado redobrado com velas


As velas dão um charme para a decoração natalina, mas todo cuidado é bem-vindo quando se está com velas acesas em casa. Além de colocar em um lugar fixo, em que não há possibilidade da vela tombar, também é necessário mantê-la longe de materiais com fácil combustão, como papel, madeira e tecidos. Vale sempre lembrar que as velas devem ser apagadas antes dos moradores dormirem.

 

Mitos e Verdades sobre Cirurgia da Coluna Vertebral

Quem já não sofreu com dores nas costas? E quantos não têm problemas recorrentes? Principal sintoma doloroso que leva pessoas aos serviços médicos, as dores de coluna, em sua grande maioria, são facilmente tratadas com medicações e terapias de reabilitação física, como RPG e afins. No entanto, para cerca de 10% dos indivíduos que sofrem de problemas crônicos, a indicação cirúrgica se faz necessária, causando em leigos algumas incertezas sobre seus benefícios e possíveis efeitos colaterais e, consequentemente, adiamentos que podem agravar o quadro.

Para desmitificar os mitos em torno dos procedimentos cirúrgicos da coluna, o neurocirurgião especialista pela Sociedade Brasileira de Coluna (SBC), Dr. Alexandre Elias, listou alguns esclarecimentos que podem ajudar os pacientes no questionamento com seus médicos e nas decisões a serem tomadas para a melhora em sua qualidade de vida.

1 - Alterações estruturais da coluna visualizadas em exames de imagem, por si só, já indicam a necessidade de procedimento cirúrgico.
MITO – A coluna sofre alterações degenerativas que acompanham o envelhecimento natural do corpo. Pessoas acima de 40 anos, normalmente, já apresentam alterações nos exames de imagem (Raio X, tomografia e ressonância magnética). Porém, estas alterações só têm valor se houver um quadro clínico correspondente. Caso não haja, são consideradas apenas como envelhecimento normal daquela pessoa.
Caso surjam sintomas relacionados às alterações dos exames, um especialista poderá dizer se a doença necessitará de tratamentos mais complexos.

2 - Toda cirurgia de coluna exige grandes cortes.
MITO – Vários procedimentos, hoje em dia, são minimamente invasivos, com inúmeras vantagens de recuperação, com redução de dor crônica, menor sangramento intra-operatório, menor de risco de infecção e alta hospitalar mais breve. 

3 - Cirurgias de coluna requerem longo período de recuperação
MITO - Na grande maioria dos casos, o paciente é liberado para andar no mesmo dia ou no dia seguinte da cirurgia. O caminhar é livre. A restrição maior é não carregar peso e não abaixar. As atividades sociais e laborais são liberadas dentro de 7 e 30 dias, em média.

4 - O processo de recuperação pós-cirúrgica é tão importante quanto o procedimento para os resultados do tratamento.
VERDADE. Devido a sensibilidade e necessidade de cicatrização, é preciso seguir as recomendações médicas com precisão, inclusive sobre os retornos de consultas, para não comprometer o procedimento realizado.

5 - Após operada, a pessoa não terá mais a autonomia de antes.
MITO – A cirurgia, quando bem indicada, realizada e bem respondida pelo paciente, tem exatamente a função de devolver ao paciente a autonomia de antes. O tipo de doença e seu estágio é quem vai determinar o maior ou menor sucesso do procedimento.


Dr. Alexandre Elias é e especialista pela Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN), pela Sociedade Brasileira de Coluna Vertebral (SBC), mestre pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e research fellow em cirurgia da coluna vertebral na University of Arkansas for Medical Sciences (EUA). É membro do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho membro do Centro de Dor e Coluna do Hospital 9 de Julho, desde 2001
Chefiou o setor de cirurgia da coluna vertebral no Departamento de Neurocirurgia da Unifesp (2010 a 2015
).

 

Para ABIA, Boletim Epidemiológico 2016 ignora desigualdades de acesso para o enfrentamento à epidemia HIV/AIDS no Brasil

Hoje, 1} de dezembro, Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, a ABIA recebe com cautela o Boletim Epidemiológico HIV/AIDS 2016 divulgado nesta quarta-feira, 30 de novembro, pelo Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais/Ministério da Saúde.

Embora o documento se proponha a contribuir para o monitoramento do HIV e da AIDS e para subsidiar as decisões nos níveis federal, estadual e municipal, as informações não incorporam os problemas estruturantes na construção da resposta à epidemia, como as desigualdades sociais, de gênero, de raça e de acesso ao tratamento e à informação. Neste contexto, destacamos o silêncio do Ministério da Saúde sobre a ausência de políticas de enfrentamento ao estigma, a discriminação e o preconceito – a principal combinação do vírus ideológico que afeta negativamente a resposta àepidemia do HIV e da AIDS no país.

Para a ABIA, enquanto o Estado brasileiro ignorar a necessidade de campanhas de conscientização e ações educativas sobre a sexualidade e não reconhecer a importância da participação social na construção das políticas de prevenção e também no debate sobre os preços dos medicamentos será impossível realizar com êxito o enfrentamento da doença.

Confira a seguir os comentários dos especialistas da ABIA sobre os dados divulgados pelo Ministério da Saúde durante uma coletiva para a imprensa:

DADOS EPIDEMIOLÓGICOS

“O boletim epidemiológico mostra o panorama da doença no Brasil e indica que 827 mil pessoas vivem com HIV/AIDS no país”

”O principal objetivo do MS hj é cobrir o gap de 372 mil pessoas que ainda não estão em tratamento”

“De acordo com o Boletim Epidemiológico, 112 mil pessoas que vivem com HIV não sabem”

Na maioria dos Estados, o nível de informação sobre AIDS é extremamente baixo. Um exemplo emblemático é o Rio Grande do Sul, que concentra dados epidemiológicos alarmantes. No Estado mais afetado, praticamente não existem campanhas de conscientização, ações educativas, distribuição de preservativos, nada. Juan Carlos Raxach, coordenador de projetos da ABIA

VULNERABILIDADE DOS JOVENS

“A epidemia de AIDS no Brasil tem se concentrado principalmente, entre populações vulneráveis e nos mais jovens.”

“Dois motivos explicam a vulnerabilidade dos jovens: menor inserção nos serviços de saúde e menor adesão ao tratamento.”

O que vulnerabiliza os jovens é o aumento do preconceito, do conservadorismo que impede maior inserção dos temas de sexualidade e gênero nas escolas, a falta de treinamento das equipes das unidades básicas de saúde e o desmonte de um esquema de atenção integral e multidisciplinar, que resultam em parte do financiamento insuficiente do SUSVagner de Almeida, coordenador de projetos da ABIA

SOBRE O TRATAMENTO

“Desde que iniciou o tratamento para todos, o Brasil teve o incremento de 38% de pessoas em tratamento”

“Em relação ao tratamento da doença, o número subiu de 44%, em 2012, para 64%, em 2015, ou 455 mil pessoas”

“De janeiro a outubro de 2016, 34 mil novas pessoas com HIV e AIDS entraram em tratamento pelo SUS”

A compra de medicamentos consumiu em 2015 cerca de 69% do orçamento da AIDS. Os dados de 2016 tendem a apontar para um aumento desta proporção, deixando cada vez menos recursos disponíveis para ações de comunicação, prevenção, articulação da sociedade civil. Para atingir 100% de cobertura do tratamento de forma sustentável é urgente uma atuação mais estratégica para a redução constante dos preços dos medicamentos, por meio do uso de mecanismos legais de defesa da saúde e por um combate sério a abusos cometidos por empresas farmacêuticas, especialmente abusos relacionados ao patenteamento e ao bloqueio do uso de genéricos”,Veriano Terto Jr., coordenador da área de acesso ao tratamento da ABIA

OFERTA DE MEDICAMENTOS

“Ministro da saúde, @RicardoBarrosPP conseguiu redução de 70% no preço do remédio dolutegravir p/ o tratamento da AIDS”

“A substituição do efavirenz p/ pacientes que iniciam terapia antirretroviral acontecerá no 1º semestre de 2017”

Em relação ao Dolutegravir, o preço que ano passado estava em R$ 31,82 por comprimido (U$ 9,88) caiu para R$ 6,02 (U$ 1,53), após a efetiva negociação. Mas cabe lembrar que a negociação só foi iniciada intensa pressão da sociedade civil pela incorporação do medicamento como tratamento inicial.Além dissoenquanto o Brasil paga U$ 558 por paciente/ano já foram anunciadas versões genéricas que custarão U$ 44. Portanto, para manter os preços em constante queda é necessário tornar as negociações mais transparentes, com participação social, e assegurar um exame rigoroso de pedidos de patente, para evitar monopólios indevidos que podem não apenas impedir a compra de genéricos, mas também impedir a combinação deste medicamento com outros”. Pedro Villardi, coordenador de projetos da ABIA

“Em fev. de 2017 distribuiremos medicamentos p/ a pop. de homens que fazem sexo c/ homens como prevenção.”

Uma das principais barreiras para a ampla utilização no SUS de novas estratégias de prevenção, como a Prep (profilaxia pré-exposição) é aquisição do medicamentoTruvada. Apesar de ser a combinação de dois medicamentos já em domínio público, a empresa Gilead está tentando patentear o Truvada no Brasil para cobrar altos preços. O pedido de Patente do Truvada já foi rejeitado pelos órgãos examinadores, mas a Gilead está usando manobras para reverter esta decisão. Essa disputa prejudica produtores de genéricos que já estão prontos para entrar no mercado brasileiro e prejudica sobretudo à resposta à epidemia no Brasil que está passando por um momento muito alarmante. Por isso estamos combatendo este patenteamento imerecido e pedindo que a Gilead desista por meio da hashtag #TruvadaLivre”.VerianoTerto Jr., coordenador da área de acesso ao tratamento da ABIA


 

NOTA PÚBLICA DO MPD - MOVIMENTO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DEMOCRÁTICO

REPULSA À DESCONFIGURAÇÃO DAS DEZ MEDIDAS ANTICORRUPÇÃO

O MINISTÉRIO PÚBLICO DEMOCRÁTICO, diante do resultado da votação das Dez Medidas, nesta madrugada, pela Câmara dos Deputados, vem a público manifestar a VEEMENTE REPULSA a completa desfiguração do projeto de combate à corrupção, que se transformou em projeto de destruição do Ministério Público e da Magistratura nacionais, exatamente, no momento, em que se buscava construir uma Justiça igual para todos.

O que se buscava era a punição dos corruptos e a recuperação do dinheiro da população, mas a grande maioria dos Deputados preferiu punir Juízes e Promotores. Da proposta original, subscrita por mais de dois milhões de cidadãos, quase nada resta, foi transformada num PASSE LIVRE PARA CORRUPTOS, que não serão mais punidos e sequer terão de devolver o dinheiro subtraído dos cofres públicos. É estarrecedor!

Necessário registrar que houve 132 Deputados que votaram com a população, mas não foi suficiente; mais de 300 escolheram defender seus próprios interesses. O projeto, ainda, irá para votação no Senado. Esperamos que as demais Instituições da República, cientes de sua responsabilidade, ATENDAM aos verdadeiros anseios sociais de uma pátria mais JUSTA e LIVRE da pandemia DA CORRUPÇÃO. A mobilização de todos os cidadãos CONTINUA ESSENCIAL para construirmos, juntos, um Brasil, onde se possa viver com dignidade.

Diretoria

MPD - Movimento do Ministério Público Democrático

 

Jogo de cartas sobre amor e sexo é ótima dica para presente de Natal

Em ano de crise econômica é sempre bom contar com dicas de presentes úteis e com preço acessível. Essa é a proposta do jogo “Puxa conversa casal”, das psicólogas Denise Miranda de Figueiredo e Marina Simas de Lima, especialistas em casal e família.


O jogo, que já está indo para a sua segunda edição, tem formato e proposta inovadores. Ele contém 100 cartas sobre amor e sexo. A ideia é tirar uma carta e falar sobre o tema.
É uma forma lúdica e divertida de falar abertamente sobre o relacionamento. Além de ser um ótimo presente para casais, também pode ser útil para psicólogos que atuam com terapia de casal e podem usar as cartas como uma ferramenta nos atendimentos.

Serviço:
Puxa Conversa Casal – 100 cartas para falar de amor e sexo
Autoras: Denise Miranda de Figueiredo e Marina Simas de Lima
Editora Matrix
Preço sugerido: R$ 32

 

Proteja seu pet de sustos com fogos de artifício

Os animais de estimação tendem a se assustar com os barulhos de fogos e rojões, comuns nesse período de festas de final de ano. Muitos entram em pânico e mudam radicalmente o comportamento. Segundo o veterinário e fundador da Animal Place, Dr. Jorge Morais, existem algumas maneiras de amenizar o medo, ansiedade, stress e irritabilidade de cães e gatos. “Técnicas de adestramento, o uso de medicamentos e coadjuvantes terapêuticos, como os florais, podem ajudar a aliviar o estresse, mas faz-se necessário uma consulta com profissionais especializados que ajudarão a identificar o melhor tratamento para o animal”, comenta.
No entanto, o veterinário lista algumas dicas que garantem condições mínimas de segurança e um ambiente mais tranquilo para os pets durante os festejos, veja abaixo:
  • Acomode o pet em um cômodo da casa onde possa mantê-lo em segurança e que tenha o menor ruído possível.
  • Não deixe o cão preso em correntes na hora dos fogos, na hora do pânico ele pode se machucar.
  • Mantenha portas e janelas trancadas, evitando que o animal fuja e até mesmo se perca. Se morar em apartamento, verifique se as telas de proteção estão firmes.
  • Tape os ouvidos do animal com um chumaço de algodão parafinado (hidrófobo). Não se esqueça de retirá-los assim que o barulho cessar, já que podem causar infecções caso fiquem por muito tempo.
  • Existem uma técnica chamada de TTouch, que consiste em atar o cão com um pano para que a circulação sanguínea do corpo do animal seja estimulada, diminuindo assim, as tensões e a irritabilidade.
  • Nunca deixe o pet sozinho nesses momentos de pânico e medo. A companhia do dono ajuda a passar mais segurança e amenizar esses momentos ruins.
Última atualização ( Qua, 30 de Novembro de 2016 09:42 )
 
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