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Stock Car participa do Salão do Automóvel com diversas atrações

Mal o champanhe terá secado no macacão dos pilotos após a etapa de Goiânia da Stock Car, que acontece no próximo final de semana, e a principal categoria do automobilismo brasileiro já estará em ação participando do Salão do Automóvel de São Paulo, que acontece de 10 a 20 de novembro na São Paulo Expo Exhibition & Convention Center (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, Água Funda - São Paulo-SP).
Considerada uma das dez melhores categorias de carros turismo do planeta, a Stock Car terá um estande de 216 metros quadrados expondo um carro oficial da categoria, simuladores oficiais onde os visitantes poderão tentar estabelecer a volta mais rápida - no concurso pela melhor volta, irão concorrer a brindes e ingressos exclusivos VIP para a etapa final da temporada, que acontece dia 11 de dezembro em Interlagos.
Além da exposição do carro e dos simuladores, haverá o "Mural dos Campeões" com autógrafos de todos os pilotos e aberto para os visitantes também deixarem sua assinatura registrada. Para as crianças, uma atração à parte no estande: uma minipista exclusiva onde os pequenos poderão ‘pilotar’ os minicarros do Brasileiro de Marcas.
O estande da Stock Car terá também visitas de pilotos da categoria. Bia Figueiredo, Guga Lima, Lucas Foresti, Rafael Suzuki, Allam Khodair, Raphael Abbate, Denis Navarro, Felipe Lapennna e Tuka Rocha são os primeiros confirmados. Eles participarão de sessões de autógrafos com os visitantes e também desafiarão o público em uma ‘batalha’ pela melhor volta no simulador de pista.
Os ingressos podem ser comprados pelo site oficial de vendas, o www.ticketsforfun.com.br, bem como no site oficial do evento, o www.salaodoautomovel.com.br. Na compra de uma entrada, o visitante ganha desconto para adquirir ingressos para a etapa final da Stock Car, que acontece no Autódromo de Interlagos em 11 de dezembro.
Mobil, CVC e EMS são os fornecedores oficiais da categoria no Salão do Automóvel.

 

 

Saúde em dia: dieta equilibrada promove a manutenção do peso de maneira segura

Muito mais do que uma questão estética, o peso é também um indicador de saúde. Alterações significativas, seja para mais ou para menos, podem representar tanto uma melhoria no estilo de vida quanto problemas no organismo. E, em ambos os casos, existe uma relação direta com a dieta – seja parte de um tratamento ou de uma reeducação alimentar, ela é determinante para que o indivíduo alcance o peso ideal e, posteriormente, o mantenha estável. Esse é um dos maiores desafios enfrentados por aqueles que encararam mudanças no cardápio e alcançaram o peso adequado. Como manter a nova medida a longo prazo? A resposta está, novamente, na dieta: a alimentação balanceada e diversificada é capaz de assegurar que esse indicador corresponda a um organismo sadio e devidamente nutrido.

O que é uma dieta saudável?

Atualmente muito tem se falado a respeito da alimentação saudável, não somente pela questão estética, mas principalmente por sua relação com a longevidade e qualidade de vida. Contudo, o conceito de dieta muitas vezes é mal interpretado, sendo associado exclusivamente à regimes ou cardápios restritivos. De acordo com a nutricionista Joana Carollo “Muito mais do que isso, a dieta é o conjunto de hábitos alimentares regulares do indivíduo que, obviamente, podem variar ao longo da vida. Em alguns casos, ela pode ser alterada para atingir algum objetivo específico ou complementar um tratamento clínico. ”

De acordo com a profissional da Nova Nutrii, para ser considerada saudável, a dieta deve ser equilibrada a ponto de oferecer variados nutrientes de forma balanceada. Dessa forma é possível garantir que o indivíduo mantenha seu estado nutricional – e seu peso – sadios e estáveis. “Essa dieta deve oferecer de forma proporcional carboidratos, proteínas, gorduras e fibras, atentando também para as vitaminas e sais minerais.” – explica. Neste âmbito, podemos classificar uma alimentação saudável como aquela que atende 3 princípios básicos: Equilíbrio, Variedade e Moderação.

Ponto de equilíbrio

O conceito de dieta ideal é bastante abrangente, podendo variar de acordo com as necessidades individuais de cada pessoa. Um atleta certamente terá necessidades nutricionais distintas de um indivíduo que se recupera de uma cirurgia, por exemplo. Contudo, em ambos os casos, manter o peso é uma questão de saúde que requer, essencialmente, de equilíbrio alimentar.

Nesse sentido, é preciso alcançar o balanço energético, ou seja, o ponto de equilíbrio entre a quantidades de calorias que o indivíduo consome e gasta ao longo do dia. Conforme explica a nutricionista “É como uma conta matemática: quando alguém ingere mais calorias do que gasta, certamente ganhará peso. Em contrapartida, se o consumo calórico for menor que o gasto, acontece a redução dessa medida. Logo, para que o peso se mantenha estável é preciso que a ingestão e o gasto calórico sejam proporcionais. ”

Sendo assim, é preciso que o cardápio esteja de acordo com os novos hábitos do indivíduo – se ele adotou a prática esportiva para a redução ou ganho de peso, deverá levar em conta suas novas necessidades energéticas na hora de compor a dieta. Da mesma forma, alguém que se recupera de um tratamento clínico, deverá considerar seu período de repouso e a necessidade específica de nutrientes tanto para manter o peso quanto para a boa recuperação. Afinal, ainda que o equilíbrio calórico seja primordial para a manutenção do peso, a boa saúde depende essencialmente da oferta variada de nutrientes.

Cardápio Variado

Tão importante quanto a quantidade de alimentos consumida ao longo do dia é sua variedade. Não somente para tornar o cardápio mais atrativo, mais sobretudo para ampliar a oferta nutricional, uma vez que os variados grupos de alimentos oferecem nutrientes distintos. Ainda que essas necessidades variem de acordo com o perfil individual de cada pessoa, em geral, é recomendado que o cardápio de adulto saudável inclua:

  • Carboidratos: Essenciais para a oferta de energia, esses alimentos são indispensáveis na alimentação saudável. Seu consumo deve ser qualificado, ou seja, o ideal é optar por tipos complexos, que liberam energia de forma moderada e evitam os picos de glicose. É recomendado que esses alimentos componham cerca de ¼ do prato. “Um bom exemplo é a é a combinação de feijão com arroz (preferencialmente integral). Tubérculos como a batata e a mandioca também são boas opções, porém deve-se ter cuidado com o modo de preparo, evitando frituras e versões processadas desses alimentos – o que, além de aumentar seu valor calórico, pode reduzir seu valor nutricional. ”
  • Proteínas: Importantes para a construção de músculos e tecidos, as proteínas também são essenciais para a saúde da pele, unhas e cabelos. Assim como os carboidratos, devem compor ¼ do prato saudável, seja através de fontes animais ou vegetais “Pode-se optar por uma porção de bife de frango ou bovino (preferencialmente magro). Também existem opções vegetais como a ervilha, a lentilha e o grão de bico que podem ajudar a suprir o aporte necessário de proteínas”
  • Legumes e verduras: Fontes riquíssimas de vitaminas e sais minerais, os vegetais são primordiais na alimentação saudável. Como são, em geral, menos calóricos, hortaliças e vegetais folhosos podem compor até 50% do prato. “O ideal é variar, tanto para deixar o prato mais colorido e saboroso, quanto para diversificar o aporte de nutrientes. Uma salada verde composta de alface, rúcula e tomate ou um refogado de brócolis e couve são boas opções. ”
  • Frutas: Outra fonte importante de micronutrientes, as frutas podem tanto ajudar a compor os lanches intermediários quanto na preparação de sucos naturais. Também servem como alternativa para evitar o consumo de sobremesas açucaradas e doces industrializados. Contudo “é sempre recomendado consumi-las in natura, quando possível com a casca. Assim como os vegetais e cereais integrais, são importantes fontes de fibras, que também tem um papel importante num prato saudável. ” Recomenda-se o consumo de cerca de 5 porções de frutas ao longo do dia, levando em consideração, obviamente, o tamanho desse alimento “Meia manga, duas fatias de mamão ou uma banana grande são exemplos de porção. ”

Moderação sempre

Um hábito muito comum entre aqueles que seguem dietas, especialmente sem orientação, é abandonar as práticas seguidas durante o período de mudanças. Contudo, uma dieta bem orientada visa reeducar o indivíduo afim de que ele possa fazer escolhas acertadas naturalmente, a ponto de que elas se tornem espontâneas.

Uma das bases da boa dieta é aprender a alimentar-se de forma moderada, fazendo escolhas de forma prudente e na medida adequada. Exagerar num alimento, mesmo que ele seja saudável, implicará num consumo superior de calorias, bem como negligenciar determinados alimentos, deixando-os fora do cardápio, poderá resultar na carência nutricional. Neste âmbito, a dieta saudável deve ter:

  • Valor calórico adequado: levando em conta o balanço energético, buscar consumir a quantidade de calorias ideal para seu perfil metabólico. Para tal, é indispensável  consultar um nutricionista afim de saber qual sua necessidade individual que, dependendo do seu estilo de vida, sexo, peso e idade pode variar para mais ou para menos;

  • Atenção com os ingredientes: o consumo excessivo de gorduras trans, açúcar e sal podem prejudicar significativamente a saúde e o peso. Procure sempre alimentar-se de maneira mais natural e caseira possível, evitando produtos ultraprocessados como congelados, refrigerantes e guloseimas. Ingredientes culinários processados também merecem atenção: óleos, azeites e temperos devem ser utilizados com moderação.

É preciso suplementar?

Restrições alimentares ou um estilo de vida corrido podem fazer com que a suplementação seja necessária, mesmo que a pessoa siga um cardápio considerado saudável. “Nestes casos, a adoção de um complemento alimentar juntamente com a dieta padrão pode facilitar a manutenção do peso e auxiliar no aporte necessário de calorias, proteínas e micronutrientes essenciais. Esses produtos agem como coadjuvantes, enriquecendo o plano alimentar.” Porém, é importante lembrar que a orientação de um nutricionista é indispensável, somente ele poderá indicar quais mudanças devem ser feitas na dieta tanto para garantir a manutenção do peso quanto da saúde.

Fonte: Nova Nutrii

 

Mercado imobiliário começa a perceber recuperação

O primeiro semestre de 2016 não foi favorável ao mercado imobiliário, que viu seus estoques estacionando, com pouco investimento pelo consumidor, que depende do crédito e do financiamento imobiliário para adquirir a tão sonhada casa própria. Fato é que a crise que assolou o país está ficando para trás e fazendo com que aos poucos o consumidor retome a confiança no mercado imobiliário.

De acordo o economista José Pio Martins, outras crises virão. “Essa não é a primeira crise pela qual passamos e nem mesmo será a última, e geralmente, este é o ciclo da crise: há um retraimento, justamente pela incerteza do dia de amanhã, mas há também novas perspectivas, porque é na crise que novos cenários e novas possibilidades se desenham”, diz o economista.

Pio afirma que há um déficit habitacional no Brasil de 7 milhões de moradias, isso sem contar o crescimento anual da população, que é cerca de 1 milhão e 600 mil pessoas. “Para que cada brasileiro pudesse ter uma moradia, anualmente teriam que ser construídas 400 mil novas habitações, isso sem contar o déficit existente”, diz.

Boa hora para comprar um imóvel

Vários fatores impactaram para que a busca de imóveis diminuísse, entre eles, o desemprego e a alta dos juros. “A taxa de juros subiu, tivemos altos índices de desemprego e as expectativas se deterioraram. A aquisição de um imóvel é diferente de aquisição de um bem de consumo, e por isso, as pessoas preferiram segurar o seu dinheiro na incerteza do dia de amanhã”, diz o economista.

Pio ainda destaca que fugir do “efeito manada” é a melhor estratégia para quem quer investir. “Costumo sempre usar uma frase do Warren Buffett, que diz: quando todo mundo está agitado, eu me recolho, quando todos estão deprimidos, eu vou ao mercado comprar. Pois é justamente quando há um clima negativo, com preços em baixa, que há uma liquidação do estoque, para que venha uma nova fase”, afirma o especialista.

Para o CFO do Grupo Thá, Alexandre Leal, o crescimento das linhas alternativas e programas de crédito, assim como a diversificação das instituições financeiras, é bastante favorável, pois oferece ao consumidor várias possibilidades e modalidades de compra. “A obtenção de crédito é fundamental. Quanto mais crédito houver, mais as incorporadoras vendem. Quando os bancos públicos recuam, as instituições financeiras privadas encontram uma oportunidade de mercado. Quanto mais agentes financeiros atuando no mercado, melhor para o consumidor, pois dessa forma ele consegue escolher qual a melhor linha de crédito e que instituição oferece condições mais flexíveis para financiamentos”, diz.

De acordo com Pio, o sistema habitacional e financeiro deverá ser remodelado pelos bancos nos próximos anos. “Com a abertura do mercado e os bancos se tornando cada vez mais protagonistas nos financiamentos imobiliários, acredito que em breve os bancos reestruturem os seus sistemas de financiamento. Os bancos gostam de financiamento imobiliário por uma razão: porque ao mesmo tempo que a pessoa tem um passivo, ela também tem um ativo, e o ativo é a garantia, é o próprio bem”, afirma o economista.

Para o CEO do Grupo Thá, Arsenio de Almeida Neto, o ano de 2017 trará boas surpresas, e o mercado poderá retomar o fôlego, inclusive com novos lançamentos. “Estamos com uma visão otimista do mercado como um todo. Novos lançamentos estão previstos, e nossos estoques já estão muito abaixo do mesmo período do ano passado. O cenário nacional e a política econômica antecipam dias melhores no mercado da construção civil, que sentiu um impacto muito negativo com a crise econômica e política do país, temos que ser cautelosos, porém, otimistas”, conclui.

 

Proteína animal no topo do pódio olímpico

A proteína animal aparece nas primeiras posições do ranking de alimentos mais consumidos pelos mais de 28 mil atletas e integrantes das delegações que passaram pela Vila Olímpica para competirem nos Jogos Rio 2016. A carne bovina foi medalha de ouro, com consumo de 689 toneladas, no caso dos participantes olímpicos, e 132 toneladas, no dos paraolímpicos, num total de 821 toneladas. A medalha de prata ficou com ovos, com um total de 364 toneladas consumidas ao longo das duas competições, e o bronze foi conquistado pela carne de peixe, com 309 toneladas. Os dados são da Sapore, empresa de restaurantes corporativos que foi a responsável pelo serviço de alimentação da Vila Olímpica.

Ao todo, cerca de 2 milhões de refeições foram servidas entre os dias 5 de julho e 20 de setembro – período que compreendeu desde o início das operações de alimentação dos Jogos Olímpicos até a saída dos últimos atletas paralímpicos -, no principal restaurante instalado na Vila Olímpica. O número chega a ser superior ao do volume diário servido pela companhia em seus mais de mil restaurantes espalhados pelo Brasil.

 

Mulheres têm mais chances de ter um AVC

Dia 29 de outubro é o Dia Mundial de Combate ao AVC (Acidente Vascular Cerebral), ou derrame cerebral. O AVC é um entupimento ou rompimento de vasos que levam sangue ao cérebro, o que ocasiona uma paralisia na área em que acabou ficando sem a circulação sanguínea adequada. Segundo o Dr. Elia Ascer, cardiologista do Docway (www.docway.co), existem dois tipos de AVC: o Isquêmico, quando ocorre o entupimento dos vasos que levam o sangue até o cérebro; e o Hemorrágico, que rompe os vasos sanguíneos provocando sangramentos no cérebro. 

Dados da Organização Mundial de AVC a World Stroke Organization apontam que seis em cada dez mortes por Acidente Vascular Cerebral acontecem com mulheres, devido ao número aumentado de fatores de risco. Ainda segundo dados da organização, uma a cada cinco mulheres pode sofrer um AVC. “Até os 50 anos as chances que AVC são maiores nos homens, porém, após essa idade, elas igualam ou até aumentam nas mulheres devido as grandes mudanças que o organismo feminino apresenta”, explica o médico.

Segundo o especialista, o uso de pílulas anticoncepcionais (especialmente no caso de mulheres com hipertensão), a reposição hormonal após a menopausa, colesterol, diabetes, além da mudança do estilo de vida da mulher, acabam aumentando os riscos de um AVC. “O estilo de vida da mulher mudou muito nos últimos anos, o aumento do consumo de bebidas alcoólicas, do tabagismo, do stress, atrelados a todos os outros sintomas, aumentam os riscos da patologia”, comenta.

O AVC na mulher é sempre mais agressivo, podendo deixar sequelas graves. Por isso, estar atenta aos sintomas e ao estilo de vida é fundamental para essa prevenção. “Com cuidados básicos e maior atenção conseguimos atenuar os danos causados pelo AVC, ao menor sinal a vítima deve ser levada imediatamente ao hospital, já que os danos são consideravelmente menores se o atendimento for rápido”, detalha Ascer.

Independente do tipo de acidente que a paciente deve, suas consequências são sempre danosas, já que o AVC é um dos que mais impactam na capacidade de realização de tarefas, até mesmo as mais simples. “O tratamento e a reabilitação dependem das particularidades do caso, já que o Acidente Vascular Cerebral acontece em determinadas intensidades, desde a menor que pode não causar sequelas, as mais graves, que podem impossibilitar a pessoa de sair da cama e até levar a morte”, conta o especialista.

Para finalizar, Ascer lembra que muitos são os fatores que contribuem para o Acidente Vascular Cerebral, alguns não podem ser mudados, como a idade. Porém, outros fatores que podem levar ao problema como a hipertensão, a diabetes e a obesidade podem ser diagnosticados tratados. “Hábitos saudáveis e pratica de atividades físicas, ajudam a prevenir doenças e a diminuir as chances da paciente sofrer um AVC”, completa.

 

Governo desampara contribuintes

Depois de considerar inconstitucional a desaposentadoria na última quarta-feira, 26 de outubro, o Supremo Tribunal Federal (STF) cancelou o direito de quem está inativo a optar por uma aposentadoria melhor no futuro e para isso retornar ao mercado de trabalho e continuar a contribuir com a Previdência Social. Além de contribuir para piorar a realidade de quem depende de seu benefício para se manter, a Corte não deu resposta à principal pergunta sobre este julgamento: qual a contrapartida para quem voltou a contribuir para ter um salário-de-benefício maior?

Diversas entidades de defesa de aposentados, pensionistas e demais beneficiários do INSS se manifestaram contra esse silêncio do Supremo em relação ao tratamento a ser dado a quem contribuiu com os cofres do Instituto. “Antes existia o pecúlio e com isso o INSS devolvia ao aposentado que continuou contribuindo todas as suas contribuições de uma única vez. Mas desde 1994 esta modalidade de contribuição foi extinta. Precisamos de uma manifestação do Executivo sobre o que será feito para reparar esta crueldade imposta aos contribuintes”, comentou o advogado e consultor jurídico do CENTRO BRASILEIRO DE APOIO AO APOSENTADO E TRABALHADOR (CEBRAAT), Carlos Elias.

O questionamento do Dr. Carlos Elias também é feito pelo Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP). A presidente da Entidade, Adriane Bramante, até mesmo sugeriu a adoção de medidas alternativas para o ressarcimento aos segurados. “Não se sabe ainda se terão que devolver ou não [o benefício], isso vai depender de caso a caso, talvez o INSS faça uma compensação administrativa até pelo caráter alimentar da aposentadoria”, especulou Adriane em matéria publicada pela Agência Brasil.

Alarde desnecessário

A decisão de classificar a desaposentação (ou desaposentadoria) como inconstitucional teve como justificativa o desgaste financeiro do INSS em 30 anos. A informação passada pelo Governo é de que o déficit poderia chegar a mais de R$ 180 bi. Mas de acordo com uma corrente de especialistas contrários à idéia de rombo na previdência, este “prejuízo” seria dado se as aposentadorias novas fossem remuneradas pelo valor do teto, que hoje é de R$  5.189,82.

“Os aposentados não podem ser penalizados por causa de decisões erradas do Executivo Nacional. Acreditamos que a pauta será reencaminhada ao Congresso para nova discussão da forma de ressarcimento a quem continuou a contribuir para o INSS depois de aposentado e agora foi totalmente desamparado pelo governo federal”, finalizou o dr. Carlos  Elias.

 
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