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Como se proteger dos temporais

Durante os temporais é mais comum a queda de árvores e o rompimento de fios da rede elétrica, expondo quem está em trânsito e até mesmo dentro de casa a acidentes com energia. Não raras vezes, as vítimas de choques-elétricos deixam de adotar comportamentos que evitam a exposição ao risco, como buscar abrigos em áreas cobertas ou evitar usar aparelhos eletroeletrônicos conectados por cabo.
“O perigo das chuvas fortes com raios se estende às residências porque os raios podem recair sobre a rede elétrica, gerar sobretensão e se propagar pela rede”, alerta o engenheiro eletricista do Programa Casa Segura, do Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre). Nesse caso, segundo o especialista, a rede, normalmente de 110V ou 220 V, ao receber uma descarga mais alta tem um pico de energia que percorre o cabeamento até o imóvel, ocasionando a queima de eletrodomésticos e colocando em risco de choque-elétrico quem estiver fazendo uso do chuveiro ou telefone fixo.
Para evitar acidentes e diminuir o risco de choque-elétrico durante as chuvas fortes acompanhadas de raios e ventania, Moreno alerta sobre as precauções a tomar.
Na rua:
1) Não se aproxime, sob nenhuma hipótese, de fios rompidos nem toque qualquer tipo de cabo solto ou partido.
2) Busque abrigo imediatamente, em estabelecimentos comerciais ou outras áreas de alvenaria, cobertas.
3) Não fique debaixo de árvores ou estruturas metálicas.
4) Nunca tente atravessar áreas alagadas. Caso um cabo de alta tensão tenha se rompido e ainda esteja energizado, estando na água, a pessoa poderá receber uma descarga forte. A água das enchentes conduz eletricidade facilmente e, dependendo da tensão da fiação da rede elétrica e da proximidade do pedestre com o cabo energizado o choque pode ser fatal, mesmo sem tocar na fiação.
5) Evite áreas abertas como praias, lagos, rios, parques, praças, quadras e campos de futebol durante os temporais com raios. Nessas áreas há perigo real de ser atingido por uma descarga elétrica.
6) Não toque pessoas ou objetos que estejam em contato com a rede elétrica.
7) Afaste-se de cercas e quaisquer outras estruturas metálicas. Caso não estejam aterradas e haja uma descarga elétrica, o contato com essas estruturas pode representar risco de choque-elétrico grave.
8) Caso um fio caia sobre o veículo, permaneça dentro do carro.
9) No caso de alagamentos, a casa atingida por inundação pode ter suas instalações elétricas comprometidas, com danos às partes metálicas dos dispositivos elétricos ou deterioração da isolação dos fios e cabos elétricos. Portanto, imediatamente após a inundação:
i – Desligar a chave geral do imóvel.
ii – Fazer a limpeza dos pontos de energia afetados pela água, retirando o barro e limpando interruptores, tomadas, caixas e fiações. Não utilizar água ou produtos químicos para essa limpeza, dando preferência ao uso de um pano úmido. Secar na sequência com um pano seco.
iii – Quando há incidência de raios, a rede elétrica pode ser atingida. Nesse caso, ocorrendo uma sobretensão da rede elétrica da rua, ela pode chegar às residências, ocasionando a queima de aparelhos conectados às tomadas, independente de ligados ou não.
Em casa:
1) Desligue todos os equipamentos eletroeletrônicos, retirando-os da tomada.
2) Adie o uso do telefone, da TV e da internet por cabo, pois uma descarga elevada pode percorrer essas fiações. Também não faça uso de secadores, chapinhas ou ferro elétrico.
3) Evite ligar o chuveiro elétrico, pois caso haja uma sobretensão no circuito elétrico do chuveiro, uma parte da descarga elétrica pode ser transferida para a água, colocando quem estiver no banho em risco de choque elétrico grave. A recomendação vale também para torneiras elétricas.
4) Desligue os fios de antena dos aparelhos. Uma sobretensão também pode se propagar por esses fios, danificando aparelhos eletroeletrônicos.
5) Não faça uso de secadores, chapinhas ou ferro elétrico durante.
6) Afaste-se de portas metálicas, janelas e tomadas.
7) Renove as instalações elétricas a cada 10 anos e certifique-se de que haja um sistema de aterramento adequado instalado na residência, que inclua o fio terra, além do dispositivo DPS (protetor de surto). Isso reduz os riscos de queimas de equipamentos eletroeletrônicos por surtos de tensão provocados por raios e aumenta a segurança dos moradores.
Sobre o Procobre
O Programa Casa Segura é uma iniciativa do Procobre (Instituto Brasileiro do Cobre), instituição sem fins lucrativos que faz parte da Internacional Copper Association (ICA). Líder mundial na promoção do cobre, metal que sempre se fez presente na evolução das civilizações, o Procobre tem como missão difundir informações sobre os atributos técnicos e científicos do cobre, gerar pesquisas, desenvolver processos e produtos tecnológicos e criar novos usos para o metal. Seus dois maiores desafios são posicionar a indústria do cobre como um setor fundamental para responder às necessidades da sociedade e posicionar o cobre como um material que atende às preocupações do desenvolvimento sustentável. Site: www.procobre.org

Durante os temporais é mais comum a queda de árvores e o rompimento de fios da rede elétrica, expondo quem está em trânsito e até mesmo dentro de casa a acidentes com energia. Não raras vezes, as vítimas de choques-elétricos deixam de adotar comportamentos que evitam a exposição ao risco, como buscar abrigos em áreas cobertas ou evitar usar aparelhos eletroeletrônicos conectados por cabo.

“O perigo das chuvas fortes com raios se estende às residências porque os raios podem recair sobre a rede elétrica, gerar sobretensão e se propagar pela rede”, alerta o engenheiro eletricista do Programa Casa Segura, do Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre). Nesse caso, segundo o especialista, a rede, normalmente de 110V ou 220 V, ao receber uma descarga mais alta tem um pico de energia que percorre o cabeamento até o imóvel, ocasionando a queima de eletrodomésticos e colocando em risco de choque-elétrico quem estiver fazendo uso do chuveiro ou telefone fixo.

Para evitar acidentes e diminuir o risco de choque-elétrico durante as chuvas fortes acompanhadas de raios e ventania, Moreno alerta sobre as precauções a tomar.

Na rua:

1) Não se aproxime, sob nenhuma hipótese, de fios rompidos nem toque qualquer tipo de cabo solto ou partido.

2) Busque abrigo imediatamente, em estabelecimentos comerciais ou outras áreas de alvenaria, cobertas.

3) Não fique debaixo de árvores ou estruturas metálicas.

4) Nunca tente atravessar áreas alagadas. Caso um cabo de alta tensão tenha se rompido e ainda esteja energizado, estando na água, a pessoa poderá receber uma descarga forte. A água das enchentes conduz eletricidade facilmente e, dependendo da tensão da fiação da rede elétrica e da proximidade do pedestre com o cabo energizado o choque pode ser fatal, mesmo sem tocar na fiação.

5) Evite áreas abertas como praias, lagos, rios, parques, praças, quadras e campos de futebol durante os temporais com raios. Nessas áreas há perigo real de ser atingido por uma descarga elétrica.

6) Não toque pessoas ou objetos que estejam em contato com a rede elétrica.

7) Afaste-se de cercas e quaisquer outras estruturas metálicas. Caso não estejam aterradas e haja uma descarga elétrica, o contato com essas estruturas pode representar risco de choque-elétrico grave.

8) Caso um fio caia sobre o veículo, permaneça dentro do carro.

9) No caso de alagamentos, a casa atingida por inundação pode ter suas instalações elétricas comprometidas, com danos às partes metálicas dos dispositivos elétricos ou deterioração da isolação dos fios e cabos elétricos. Portanto, imediatamente após a inundação:

i – Desligar a chave geral do imóvel.

ii – Fazer a limpeza dos pontos de energia afetados pela água, retirando o barro e limpando interruptores, tomadas, caixas e fiações. Não utilizar água ou produtos químicos para essa limpeza, dando preferência ao uso de um pano úmido. Secar na sequência com um pano seco.

iii – Quando há incidência de raios, a rede elétrica pode ser atingida. Nesse caso, ocorrendo uma sobretensão da rede elétrica da rua, ela pode chegar às residências, ocasionando a queima de aparelhos conectados às tomadas, independente de ligados ou não.

Em casa:

1) Desligue todos os equipamentos eletroeletrônicos, retirando-os da tomada.

2) Adie o uso do telefone, da TV e da internet por cabo, pois uma descarga elevada pode percorrer essas fiações. Também não faça uso de secadores, chapinhas ou ferro elétrico.

3) Evite ligar o chuveiro elétrico, pois caso haja uma sobretensão no circuito elétrico do chuveiro, uma parte da descarga elétrica pode ser transferida para a água, colocando quem estiver no banho em risco de choque elétrico grave. A recomendação vale também para torneiras elétricas.

4) Desligue os fios de antena dos aparelhos. Uma sobretensão também pode se propagar por esses fios, danificando aparelhos eletroeletrônicos.

5) Não faça uso de secadores, chapinhas ou ferro elétrico durante.

6) Afaste-se de portas metálicas, janelas e tomadas.

7) Renove as instalações elétricas a cada 10 anos e certifique-se de que haja um sistema de aterramento adequado instalado na residência, que inclua o fio terra, além do dispositivo DPS (protetor de surto). Isso reduz os riscos de queimas de equipamentos eletroeletrônicos por surtos de tensão provocados por raios e aumenta a segurança dos moradores.

Sobre o Procobre

O Programa Casa Segura é uma iniciativa do Procobre (Instituto Brasileiro do Cobre), instituição sem fins lucrativos que faz parte da Internacional Copper Association (ICA). Líder mundial na promoção do cobre, metal que sempre se fez presente na evolução das civilizações, o Procobre tem como missão difundir informações sobre os atributos técnicos e científicos do cobre, gerar pesquisas, desenvolver processos e produtos tecnológicos e criar novos usos para o metal. Seus dois maiores desafios são posicionar a indústria do cobre como um setor fundamental para responder às necessidades da sociedade e posicionar o cobre como um material que atende às preocupações do desenvolvimento sustentável. Site: www.procobre.org

 

SUL: Vendas recuam 12,7% nos 12 meses fechados em setembro

Os Indicadores Abrainc-Fipe revelam que o total lançado nos últimos 12 meses foi de 67.495 unidades, o que representa uma queda de 1,1% face ao observado no período precedente. De janeiro a setembro deste ano, foram lançadas 46.140 unidades, volume 8,1% superior ao observado no mesmo período de 2015. Em relação ao mês de setembro, as empresas lançaram 7.554 unidades, o que reflete uma queda de 25,2% frente ao volume lançado no mesmo mês de 2015.

Os dados das 20 empresas associadas que participam do estudo mostram que, nos últimos 12 meses, foram vendidas 103.179 unidades, volume 12,7% inferior ao total de vendas do período precedente. No acumulado até setembro de 2016, as vendas somaram 76.414 unidades, queda de 10,6% frente ao número no mesmo período de 2015. Em setembro de 2016, dados das empresas pesquisadas indicam que foram vendidas 9.345 unidades, o que representa uma queda de 5% em relação às vendas do mesmo mês de 2015.

As entregas de novos imóveis somaram 133.198 unidades nos últimos 12 meses, número 9,1% inferior ao total de entregas no período precedente. No acumulado de 2016, as entregas totalizaram 101.446 unidades, crescimento de 7% ao observado na mesma base de 2015. Em setembro de 2016, foram entregues 14.874 unidades, o correspondente a um aumento de 38,1% frente ao número de unidades entregues ao mesmo mês de 2015.

Acesse a série histórica aqui.

O estudo revela ainda que, no final de setembro de 2016, as empresas disponibilizavam 117.669 unidades para compra. No mesmo período, foi vendido o equivalente a 7,6% da oferta do mês, percentual que representa uma queda de 0,8 ponto percentual em relação ao calculado para setembro de 2015, que ficou em 8,4%.

Dessa forma, estima-se que a oferta final de setembro seja suficiente para garantir o abastecimento do mercado durante 13,2 meses, se o ritmo de vendas do mês, 9,3 mil unidades, for mantido.

Nos últimos 12 meses, foram distratadas 46.033 unidades, uma queda de 0,9% face ao total de distratos observados no período anterior. No acumulado de 2016, o total de distratos foi de 34.140 unidades, patamar 4,4% inferior ao observado até setembro de 2015. No mês de setembro de 2016, foram distratadas 3.819 unidades, o que representa uma queda de 8,1% frente ao número absoluto de distratos observados no mesmo mês de 2015.

Se considerados os distratos como proporção das vendas por safra de lançamento, as unidades vendidas no primeiro trimestre de 2014 apresentam a taxa de distratos mais elevada da série histórica: 21,4%.

Região Sul

A região Sul teve 432 unidades lançadas em agosto, tendo a sua participação em 9,4% no total nacional. Foram vendidas 922 unidades, alcançando 9,9% do número vendido no Brasil pelas associadas ABRAINC.

No mês de agosto foram entregues 1.266 unidades de imóveis no Sul, com 11,9% do total de entregas no Brasil. Os dados mostram ainda que, em agosto, a região tinha 9,6 mil unidades disponíveis para compra, alcançando a fatia de 8,2% do número nacional.

Metodologia do estudo

Os Indicadores ABRAINC-Fipe são elaborados pela Fipe com informações de 20 das 34 associadas da ABRAINC que atuam em todo o país. Dessas 34 empresas, oito ingressaram à entidade em junho deste ano. Com isso, no decorrer dos próximos meses, o estudo deve ganhar a participação dessas associadas para a compilação dos dados.

O estudo, lançado em agosto de 2015, vem sendo construído pela Fipe desde janeiro de 2014, é o primeiro conjunto de indicadores do setor imobiliário obtidos nacionalmente.

Para a composição dos Indicadores são consideradas informações sobre lançamentos, vendas, entregas, oferta final e distratos do mercado primário de imóveis residenciais e comerciais. Divulgados mensalmente, os números são referentes ao mês de setembro de 2016.

Os dados que compõem os Indicadores são fornecidos à Fipe mensalmente pelas empresas associadas à Abrainc. Após compilar os dados, é feita cuidadosa verificação para garantir a consistência das informações e, se for o caso, as empresas são contatadas para eventuais ajustes ou validação. Em seguida, com os dados validados, os Indicadores Abrainc-Fipe são calculados e, posteriormente, disponibilizados.

Sobre a ABRAINC

A ABRAINC foi constituída em 2013 com o objetivo de levar mais eficiência à gestão, qualificar e aprimorar o processo da incorporação imobiliária. Atualmente a ABRAINC reúne 34 companhias de capital aberto e/ou com presença nacional/ relevância regional. Seu objetivo é representar essas empresas, fortalecendo o setor e contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país e de suas cidades. A associação atua em defesa da responsabilidade socioambiental, da ética, da integridade e das conformidades técnica, fiscal e urbanística.

Entre os principais temas em debate atualmente na associação estão as questões referentes aos processos de incorporação, ao impacto dos empreendimentos nas cidades, à burocracia nas diversas fases do negócio, à produtividade do setor e à ampliação do crédito e do financiamento.

Fazem parte da ABRAINC a Alphaville Urbanismo, BSP Empreendimentos Imobiliários, Bueno Netto, Brookfield, Canopus, Canopus Maranhão, Cury, Cyrela, Direcional, Econ, Emccamp, Esser, Even, EZtec, Gafisa, Pacaembu, Helbor, HM, MRV, Odebrecht Realizações, Namour, Niss, Patrimar, PDG, Plano & Plano, Rodobens, Rossi, Setin, Tecnisa, Tenda, Toledo Ferrari, Trisul, You Inc. e Yuny.

 

O que esperar da Black Friday 2016

A Black Friday é um evento tradicional dos Estados Unidos, onde é realizada desde os anos 80, um dia após o Dia de Ação de Graças. No Brasil, ela começou a aparecer no calendário do comércio há cerca de quatro anos. Nesse período, a data se transformou em um dos momentos mais esperados pelo varejo.
Por aqui, a data que, no início, era só um dia, hoje dura praticamente um mês. Quando falamos do ambiente virtual, o evento superou a tendência de crescimento apresentada pelo mercado – o e-commerce teve um crescimento nominal de 15% em 2015 quando comparado ao ano anterior, já a Black Friday apresentou uma evolução de 38% no mesmo período. Com isso, nesses primeiros quatro anos presente no país, a data saiu de um patamar de R$ 100 milhões na primeira edição, para incríveis R$ 1,6 bilhão na última edição, realizada em 2015. Espetacular, não é mesmo?
O que está por vir na edição 2016
Uma pesquisa encomendada pelo Google e realizada pela Provokers em setembro deste ano buscou traçar e entender as expectativas do consumidor brasileiro perante a Black Friday 2016. Foram 800 respondentes, todos brasileiro entre 18 a 54 anos, de cinco regiões, pertencentes as classes econômicas A, B e C.
Os resultados coletados foram motivadores. Segundo o levantamento, 74% dos entrevistados se mostraram ansiosos para a Black Friday, sendo fatores de decisão para a compra: Preço (42%), Pagamento Parcelado (21%) e Confiança na Loja (17%). Ainda segundo as respostas colhidas, a data se mostra um bom momento para a aquisição das categorias Smartphones, Informática em Geral, TV’s, Equipamentos Audiovisuais, Eletrodomésticos e Eletro Portáteis. Sensacional, não? Mas como sua loja pode se destacar?
Como destacar sua loja na Black Friday 2016
O primeiro passo, e essencial, é contar com uma plataforma de e-commerce que ofereça uma estrutura robusta, com diversidade nos métodos de pagamento e features que farão a diferença para o fluxo de compra do consumidor. A seguir, é importante garantir que seu fornecedor de tecnologia esteja comprometido com o sucesso de seus clientes na Black Friday - preparando e revisando toda a estrutura, para proporcionar uma experiência impecável em desempenho.
Além disso, é importante dispor de um suporte especializado para atuar durante todo o evento – assim você tem certeza que conseguirá solucionar eventuais problemas de forma rápida e imediata, afinal, a única preocupação do lojista nessa data deve ser vender, não é mesmo?
Os cuidados técnicos não são tudo. É importante se atentar a alguns pontos cruciais na visão dos consumidores. A mesma pesquisa do Google citada anteriormente levantou, por exemplo, que para 63% dos entrevistados, o importante é que o site passe credibilidade - ou seja, eles querem se sentir tranquilos para inserir suas informações sem medo. Por isso, um check-out transparente, informações claras sobre os seus serviços e um bom sistema antifraude são essenciais. Já para 37% o diferencial está mesmo em um processo de compra simples, rápido e sem complicação. Nesse sentido, é importante que você gaste um tempo com a usabilidade e fluxo de operações da sua loja. Por último, o conhecimento da marca pode ser um fator de desempate segundo os abordados, sendo citado por 29% da amostra.
E aí, você está preparado para a Black Friday 2016?
*Mauricio Trezub é diretor de e-commerce da TOTV

A Black Friday é um evento tradicional dos Estados Unidos, onde é realizada desde os anos 80, um dia após o Dia de Ação de Graças. No Brasil, ela começou a aparecer no calendário do comércio há cerca de quatro anos. Nesse período, a data se transformou em um dos momentos mais esperados pelo varejo.

Por aqui, a data que, no início, era só um dia, hoje dura praticamente um mês. Quando falamos do ambiente virtual, o evento superou a tendência de crescimento apresentada pelo mercado – o e-commerce teve um crescimento nominal de 15% em 2015 quando comparado ao ano anterior, já a Black Friday apresentou uma evolução de 38% no mesmo período. Com isso, nesses primeiros quatro anos presente no país, a data saiu de um patamar de R$ 100 milhões na primeira edição, para incríveis R$ 1,6 bilhão na última edição, realizada em 2015. Espetacular, não é mesmo?

O que está por vir na edição 2016

Uma pesquisa encomendada pelo Google e realizada pela Provokers em setembro deste ano buscou traçar e entender as expectativas do consumidor brasileiro perante a Black Friday 2016. Foram 800 respondentes, todos brasileiro entre 18 a 54 anos, de cinco regiões, pertencentes as classes econômicas A, B e C.

Os resultados coletados foram motivadores. Segundo o levantamento, 74% dos entrevistados se mostraram ansiosos para a Black Friday, sendo fatores de decisão para a compra: Preço (42%), Pagamento Parcelado (21%) e Confiança na Loja (17%). Ainda segundo as respostas colhidas, a data se mostra um bom momento para a aquisição das categorias Smartphones, Informática em Geral, TV’s, Equipamentos Audiovisuais, Eletrodomésticos e Eletro Portáteis. Sensacional, não? Mas como sua loja pode se destacar?

Como destacar sua loja na Black Friday 2016

O primeiro passo, e essencial, é contar com uma plataforma de e-commerce que ofereça uma estrutura robusta, com diversidade nos métodos de pagamento e features que farão a diferença para o fluxo de compra do consumidor. A seguir, é importante garantir que seu fornecedor de tecnologia esteja comprometido com o sucesso de seus clientes na Black Friday - preparando e revisando toda a estrutura, para proporcionar uma experiência impecável em desempenho.

Além disso, é importante dispor de um suporte especializado para atuar durante todo o evento – assim você tem certeza que conseguirá solucionar eventuais problemas de forma rápida e imediata, afinal, a única preocupação do lojista nessa data deve ser vender, não é mesmo?

Os cuidados técnicos não são tudo. É importante se atentar a alguns pontos cruciais na visão dos consumidores. A mesma pesquisa do Google citada anteriormente levantou, por exemplo, que para 63% dos entrevistados, o importante é que o site passe credibilidade - ou seja, eles querem se sentir tranquilos para inserir suas informações sem medo. Por isso, um check-out transparente, informações claras sobre os seus serviços e um bom sistema antifraude são essenciais. Já para 37% o diferencial está mesmo em um processo de compra simples, rápido e sem complicação. Nesse sentido, é importante que você gaste um tempo com a usabilidade e fluxo de operações da sua loja. Por último, o conhecimento da marca pode ser um fator de desempate segundo os abordados, sendo citado por 29% da amostra.

E aí, você está preparado para a Black Friday 2016?

Mauricio Trezub é diretor de e-commerce da TOTV

 

Cuidados durante os temporais

O período chuvoso aumenta a incidência de ventos e descargas atmosféricas (raios) e consequentemente os riscos para pessoas e equipamentos elétricos. Segundo dados do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Brasil é atingido anualmente por mais de 100 milhões de raios, sendo o país campeão na incidência desse fenômeno no mundo.

De acordo com um levantamento feito pelo Elat, o Rio Grande do Sul é o Estado brasileiro em que é registrado o maior número de descargas atmosféricas que tocam o solo por quilômetro quadrado.

Os raios podem atingir pessoas e imóveis diretamente ou mesmo por meio de objetos metálicos ou equipamentos elétricos, telefonia, antenas externas, rede de TV e Internet via cabo ou rede de energia elétrica. O aumento dos vendavais também tem sido sentido nos últimos temporais. Os vendavais provocam quedas de galhos e de árvores inteiras sobre veículos e pessoas e acarretam sérios danos ao sistema elétrico, causando desligamentos.

Para a proteção das instalações elétricas internas e dos aparelhos elétricos de residências, lojas comércios e demais construções é necessário fazer o aterramento nas tomadas e instalar equipamentos denominados de DPS – Dispositivo de Proteção contra Surtos, conforme norma técnica da ABNT NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Dispositivos como filtros de linha, estabilizadores e nobreaks também tendem a atenuar pequenas variações elétricas e picos de energia que chegam até os eletrônicos. Apesar de serem utilizados bastante em computadores, esses aparelhos também são recomendados para outros produtos.

Raios e ventos igualmente podem ocasionar o rompimento e queda de fios e cabos no solo. Os sistemas de distribuição de energia elétrica das empresas do Grupo CPFL Energia no Rio Grande do Sul, a RGE e RGE Sul, possuem para-raios e equipamentos de proteção, que servem para desligar automaticamente o fornecimento de energia nos casos de queda de cabos. Mesmo assim, ninguém deve se aproximar ou tocar na fiação caída. Diante dos prejuízos materiais e físicos é preciso estar atento quando uma tempestade se aproxima e tomar alguns cuidados.

Dicas e cuidados para evitar acidentes durante os temporais:

  • ·         Nunca utilize telefone com fio ou aparelho conectado à tomada durante uma forte tempestade com incidência de raios;
  • ·         Se precisar fazer uma ligação, dê preferência aos celulares;
  • ·         Deixe para carregar o smartphone em outro momento e sempre opte por usar o notebook na bateria e pela rede Wi-Fi, dispensando o uso de fios;
  • ·         Os cabos telefônicos, cabos de TV por assinatura e fiação de antenas são capazes de conduzir a corrente elétrica até os aparelhos. Por isso, é aconselhável retirar os aparelhos eletrônicos mais sensíveis das conexões com rede de telefonia, TV a cabo e antena externa;
  • ·         Sempre que puder, instale dispositivos de proteção contra surtos e aterre a rede elétrica da residência ou comércio;
  • ·         Ao ver um fio caído na rua, a pessoa deve manter uma distância segura. Não se deve se aproximar ou tocar nos cabos e deve acionar a responsável imediatamente;
  • ·         Quando ouvir os trovões, nunca fique em campo aberto. Procure abrigo imediatamente em construções e feche os vidros e janelas;
  • ·         Durante temporais, evite aglomerações;
  • ·         Evite ser o ponto mais alto das proximidades ou estar próximo dele;
  • ·         Se não for possível se abrigar, agache-se, com as mãos na nuca e pés juntos;
  • ·         Não fique embaixo de árvores ou próximo a torres e não deixe veículos sob as árvores durante vendavais;
  • ·         Nunca fique dentro ou perto de reservatórios de água, como piscinas, o mar, lagos ou rios;
  • ·         Não fique perto de construções ou objetos metálicos que tenham ligações com o exterior, como janelas, cercas ou varais metálicos;
  • ·         Não segure objetos metálicos nas mãos, se estiver em campo aberto;
  • ·         Se estiver na estrada ou na rua, dentro de um veículo, feche os vidros e permaneça no seu interior.

Recomendações em inundações

Outro grave problema que chega com a temporada de chuvas, é o das inundações que se tornam comuns em algumas áreas da cidade. Nesses locais, além da inspeção que é feita pelos profissionais das distribuidoras, a distribuidora de energia orienta a população a tomar alguns cuidados. Embora a empresa realize vistorias em áreas alagadas para verificar se há algum risco para o fornecimento de energia ou para as pessoas, a população pode e deve se precaver.

Se a água chegar à altura de algumas tomadas mais baixas, a recomendação é para que os moradores desliguem os disjuntores de suas residências. Isso evita que a corrente de energia se propague pela água. Caso a água ameace atingir a caixa do medidor, o cliente deve contatar a RGE e a RGE Sul, para que seja desligada a energia da casa.

 

Saiba quais são as regras para viajar de avião com medicamentos

Com alguns feriados à vista e o fim do ano se aproximando, é chegada a hora de começar a planejar suas viagens. Entretanto, para evitar imprevistos é importante ficar atento a certas regras, como o transporte de medicamentos, em especial, os de uso contínuo.

Para alertar os viajantes, a Allianz Global Assistance, líder global no segmento de seguro e assistência viagem, que no Brasil atua como representante de seguro da Allianz Seguros, separou algumas dicas importantes sobre o tema, que podem evitar muita “dor de cabeça” para você

O Coordenador Médico da Allianz Global Assistance, José Sallovitz, responde às principais dúvidas sobre o tema.

Levando a farmácia na bagagem

Faço uso de medicação de uso contínuo. Eu posso viajar? Quais cuidados devo ter?

Os passageiros que fazem uso de medicação contínua ou controlada podem viajar tranquilamente, desde que tomem algumas medidas preventivas. “Apesar de não ser obrigatório, em viagens dentro do Brasil, é indicado levar uma prescrição médica, registrada no nome do viajante, constando os medicamentos desse tipo que estão sendo transportados. Já no exterior, com diferentes normas sanitárias, é recomendado que o passageiro leve consigo também uma versão em inglês da receita e, se possível, a nota fiscal dos medicamentos”, explica o médico.

Qual a quantidade de medicamentos que eu posso transportar?

Isso varia de acordo com o tempo que você irá passar fora. Segundo o doutor José Sallovitz, uma boa dica é levar uma quantidade extra, para uma semana a mais, por exemplo, caso a sua viagem de retorno tenha que ser adiada.

Consigo comprar meus medicamentos de uso contínuo e controlado no exterior?

A prescrição médica brasileira não tem validade no exterior. Para isso, o viajante teria que passar numa consulta em um hospital local e solicitar uma receita do país em visita. “Vale ressaltar que consultas clínicas não emergenciais, como essa, não estão cobertas pelo seguro viagem. Por isso, previna-se e leve a quantidade adequada dos seus medicamentos”, esclarece Sallovitz.

Durante a viagem, onde devo carregar meus medicamentos?

“Leve sempre na sua bagagem de mão e dentro dos blísteres, a embalagem original do medicamento. Caso um imprevisto como extravio da mala aconteça, você terá os seus remédios consigo, o que no caso de medicamentos de uso contínuo são de extrema importância”, alerta o doutor.

E os medicamentos de uso de rotina, que não precisam de receita. Posso leva-los sem preocupação?

Segundo Sallovitz, essa é uma questão importante. “Alguns medicamentos de uso irrestrito aqui no Brasil, como a Dipirona Sódica, são proibidos em certos países, como nos Estados Unidos”. Outro ponto de atenção é o uso de anti-inflamatórios. “Em muitos países do exterior a sua compra só é possível com uma prescrição médica local. Por isso, vale a pena levar em sua bagagem esse remédio, mesmo que seja apenas por precaução”, afirma.

Sobre a Allianz Global Assistance

A Allianz Global Assistance é líder em serviços de assistência 24 horas nos segmentos Automotivo, Viagem, Residencial, Saúde e Vida. São 34 centros de operações, cobrindo todos os continentes: 16 mil colaboradores falando 70 idiomas, 400 mil prestadores de serviços e 180 correspondentes, atuando em 75 países. No Brasil são 20 anos de atuação, com cerca de 1.700 profissionais, uma célula médica com equipe bilíngue e 14.000 prestadores de serviços que vivem para ajudar.

 

Morte súbita de atletas e em academias, como acontece e de que forma pode ser evitada

Segundo a mitologia grega, Pheidippides correu até Atenas com a tarefa de anunciar a vitória dos gregos sobre os persas e morreu ao dar a notícia ao povo ateniense. Provavelmente, este foi o primeiro relato de morte súbita relacionada ao exercício físico que se tem notícia. Embora a estimativa desse mal acontecer não seja grande em pessoas que fazem atividade física regular - - uma a cada 165 mil -  a probabilidade pode aumentar para os indivíduos com menor exposição a exercícios, os chamados atletas de final de semana. O risco de infarto agudo no miocárdio aumenta em 19, oito e duas, respectivamente, para pessoas que fazem exercícios uma ou duas, três ou quatro e cinco ou mais vezes por semana.

Como a procura por academias nessa época do ano aumenta em média 50% em relação a outros meses, em busca do corpo perfeito para o verão, é fundamental redobrar a atenção para o problema, e o melhor caminho é evitar exageros e principalmente prevenir. A dra. Karina Hatano, médica do exercício e do esporte explica que a morte súbita é dividida em dois grupos. “O primeiro com pessoas acima de 35 anos de idade, que sofrem um infarto por conta da aterosclerose, o entupimento das veias com gordura depositada ao longo do tempo. O segundo são daquelas abaixo dos 35 que possuem arritmias ou alterações na estrutura cardíaca congênitas como causa principal”, define a médica também responsável pela avaliação pré-participação esportiva dos jogadores profissionais de futebol do campeonato paulista.

Mas o mal poderia ser perfeitamente evitado. A avaliação médica feita por um especialista na área de esporte, seja para atletas profissionais ou amadores, pode detectar eventuais problemas de saúde.

O médico do esporte investiga a história do paciente, faz testes e solicita exames, entre eles o do coração para detectar alguma alteração inclusive genética. Fornece ainda orientação alimentar e de treino mais adequado para aumentar a eficácia das atividades. A avaliação, segundo a doutora Karina deve ser feita pelo menos uma vez ao ano, sempre com o intuito de se preservar a saúde. Isso porque o esporte ativa o sistema simpático, que aumenta a quantidade de adrenalina. E pessoas com propensão ou problema detectado podem vir a ter arritmia cardíaca e consequentemente um infarto fulminante caso não façam um programa adequado de exercícios para suas condições.

Substâncias utilizadas com o objetivo de acelerar o metabolismo ou de promover a “queima de gorduras”, e aumento da massa também são potenciais causas de morte súbita. “O anabolizante, por exemplo, aumenta os músculos, mas, como o coração também é um músculo fica em tamanho muito maior do que deve ser, elevando assim, exponencialmente, a possibilidade de uma parada cardíaca”, alerta a doutora. E atenta também quanto à sobrecarga exagerada: “algumas pessoas praticam atividade até a exaustão extrema. Não precisa disso para se entrar em forma”.

A má formação venosa no cérebro, ruptura da aorta, desidratação severa, infecções no coração são outros problemas que podem levar à morte súbita. Daí a importância de se procurar um médico antes de começar a malhar.

Abaixo os sinais de que o atleta pode vir a se tornar uma vítima morte súbita caso não tome as devidas precauções:

  • Batedeira no peito
  • Desmaios, ainda que raros
  • Eventuais arritmias
  • Alimentação e hidratação inadequadas
  • Caso familiar de morte por infarto antes dos 50 anos de idade
  • Falta de ar frequente

Sobre a Dra. Karina Hatano

Karina Hatano é médica do exercício e do esporte, mestre em Medicina Esportiva pela Universidade Federal de São Paulo, onde também realizou a Residência Médica em Medicina do Esporte, além de acumular especialização em fisiologia do exercício e nutrologia. Preceptora da Medicina Esportiva da Universidade Federal de São Paulo e professora da Liga de medicina esportiva da UNIFESP, também é responsável pela saúde de atletas de alta performance de diversas modalidades esportivas, como da seleção brasileira de natação e das confederações brasileiras de baseball e softball.

 
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