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Descubra qual é o protetor solar ideal para sua pele

A primavera e o verão são as estações em que mais ficamos ao ar livre. Com dias mais longos e ensolarados, a exposição ao Sol aumenta. Por isso, é essencial usar protetor solar diariamente. Mas, sempre surge aquela dúvida na hora da compra: qual é o protetor ideal para o seu tipo de pele?

Escolher o filtro solar errado pode resultar em diversos problemas, como vermelhidão, queimaduras, oleosidade e acne. Além disso, a exposição incorreta aos raios solares traz perigos à longo prazo, como o envelhecimento precoce e o melanoma, um tipo de câncer.

“Nem sempre escolher o produto adequado para cada tipo de pele é uma tarefa fácil. Devemos levar em consideração diversos fatores importantes, como tipo e cor da cútis, sensibilidade, presença de manchas e sardas e a quantidade de tempo que a pessoa fica exposta ao Sol. Como regra geral, um protetor solar com FPS30 e proteção aos raios UVA/UVB funciona bem para a maioria da população brasileira”, explica a dermatologista Flávia Ravelli.

Confira as dicas da Dra Flávia sobre os filtros solares mais adequados para diferentes tipos de pele e não deixe de consultar o seu dermatologista:

Oleosa e com acne: o ideal é usar produtos com textura em gel, gel-creme ou fluída, que tenham toque seco e ofereçam controle de oleosidade.

Normal e mista: produtos com textura sérum e gel-creme são as melhores opções para preservar sua hidratação natural da pele sem deixá-la oleosa.

Seca: texturas cremosas costumam funcionar bem. Outra opção nesse caso é utilizar um creme anti-idade ou um hidratante antes de aplicar o protetor solar.

Com manchas: para quem sofre com esse problema, escolher o protetor correto é essencial. O ideal é usar produtos que ofereçam cor de base e uniformizem o tom da pele. Além disso, é necessário oferecer proteção ampliada contra os raios UVA/UVB e a luz visível - aquela emitida pelo Sol, por lâmpadas e eletrônicos. Também é interessante dar preferência aos protetores solares que contam com ações clareadoras e vitamina C.

Homens: o público masculino costuma se adaptar bem aos protetores solares com textura sérum, já que espalha fácil e não deixa a pele esbranquiçada.

ROC®, uma das marcas mais recomendadas por dermatologistas no Brasil, oferece um portfólio completo, que atende diferentes necessidades. Desenvolvidos no Brasil, especialmente para as brasileiras, os protetores solares da marca contam com avançada tecnologia e oferecem benefícios extras, como controle da oleosidade, uniformização do tom de pele e proteção à luz visível.

 

A superação da crise fiscal exige uma nova postura da Receita Federal

A Receita Federal do Brasil (RFB) é um dos principais órgãos do Estado brasileiro, responsável pela arrecadação dos tributos federais e contribuições previdenciárias. Em meio à crise fiscal, o papel da Receita Federal na arrecadação, fiscalização, controle aduaneiro e combate à sonegação torna-se ainda mais relevante.

Como instituição fundamental para o país, é preciso que a RFB tenha capacidade para enfrentar desafios em tempos de crise e consiga atender as demandas da sociedade. Foi em busca desses objetivos que se construiu uma proposta visando a modernização e a melhoria da gestão do órgão. Esse projeto foi incorporado à reestruturação salarial dos servidores da Carreira de Auditoria da Receita Federal, composta desde sua criação pelos cargos de Analista-Tributário e Auditor-Fiscal.

Infelizmente, o texto encaminhado à Câmara dos Deputados, Projeto de Lei nº 5.864/2016, trouxe alterações que foram discutidas apenas com uma parte dos servidores da Carreira e, ainda, desestruturava o outro cargo, com prejuízos ao funcionamento do órgão. É importante destacar que essas inovações não foram discutidas com os demais servidores e com setores da sociedade.

Entendemos que ao tratar de mudanças na estrutura dos cargos da Carreira de um dos órgãos mais importantes do Estado brasileiro é fundamental que haja um amplo debate e, principalmente, a possibilidade de correção e de melhorias no texto. Por isso, foi essencial o trabalho da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, instalada para analisar o Projeto de Lei 5.864/2016, que dispõe sobre mudanças na Carreira de Auditoria e promove a reestruturação salarial de seus servidores.

Após amplos debates e inúmeras reuniões com todos os interessados, o relator do Projeto de Lei 5.864/2016, deputado federal Welington Roberto (PR/PB), apresentou um substitutivo ao texto original que traz reconhecimento ao cargo de Analista-Tributário. O relator também contemplou outras categorias que integram o quadro de servidores da Receita Federal e fez questão de ressaltar o esforço para elaboração de um relatório justo contemplando, acima de tudo, os interesses da instituição e da sociedade.

Por ter consciência de seu valor para a Receita Federal, os Analistas-Tributários diuturnamente buscaram no Congresso Nacional corrigir as distorções incorporadas ao texto original do Projeto de Lei nº 5.864/2016, defendendo mudanças que resultassem em um ganho real de eficiência para o órgão. Nos debates realizados na Comissão Especial, a representação dos Analistas-Tributários defendeu diversas alterações no texto encaminhado pelo Executivo e, de forma alguma, essas reivindicações prejudicam ou avançam sobre atribuições, direitos ou atividades de outros servidores.

De forma clara, objetiva e transparente, os Analistas-Tributários defendem uma Receita Federal que privilegie a eficiência e a eficácia na gestão, o aproveitamento pleno da mão de obra qualificada de seus servidores, focando sempre no aprimoramento da realização de suas atribuições. Até por isso, nossa atuação no Congresso Nacional tem contrariado interesses, justamente pelo enfrentamento que fazemos a projetos e propostas que buscam única e exclusivamente assegurar o monopólio da Administração Tributária e Aduaneira. Nossas propostas, inclusive, resgatam o escopo original do projeto da própria administração da Receita Federal, que visa a criação do Bônus de Eficiência, implementar meios modernos de gestão com impactos positivos em áreas essenciais do órgão, como arrecadação, fiscalização, cobrança e controle aduaneiro. Buscamos o reconhecimento do Analista-Tributário, servidor de nível superior da Carreira de Auditoria da Receita Federal, que desempenha atividades da Administração Tributária e Aduaneira em todas as unidades da Receita Federal instaladas em Portos, Aeroportos, Postos de Fronteiras, Agências, Delegacias, Inspetorias e Alfândegas.

A superação da crise fiscal exige uma nova postura da Receita Federal do Brasil. A aprovação do texto substitutivo do Projeto de Lei 5.864/2016 traz uma série de respostas aos problemas do órgão ao avançar na definição e no reconhecimento das atividades desempenhadas pelos servidores da RFB e ao garantir meios que podem tornar mais eficiente a Administração Tributária e Aduaneira do país. Por esses motivos, os Analistas-Tributários da Receita Federal defendem a aprovação do texto substitutivo do Projeto de Lei 5.864/2016, em tramitação na Câmara dos Deputados.

Sílvia de Alencar - Presidente do Sindireceita

 

AMRIGS promove ações de estímulo à prevenção do câncer de mama

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) está engajada na campanha pelo Outubro Rosa. O objetivo é promover a conscientização da importância da prevenção do câncer de mama. O prédio da entidade, localizado na Avenida Ipiranga, 5311, em Porto Alegre, está com iluminação especial na cor rosa e as mídias digitais também reforçam o trabalho de incentivo ao autoexame.

As ações da AMRIGS se somam a uma série de iniciativas em todo o estado que buscam a detecção precoce da doença, e, por consequência, a redução da mortalidade por ela causada. O câncer de mama é, hoje, uma das principais causas de falecimento de mulheres em todo o mundo. As estatísticas apontam para um aumento de sua incidência tanto nos países ricos quanto naqueles que estão em desenvolvimento.

O médico José Luiz Pedrini, sócio da AMRIGS e vice-presidente para a Região Sul da Sociedade Brasileira de Mastologia, ressalta que a enfermidade é um dos maiores temores das mulheres, afetando a percepção da sexualidade e a própria autoestima das pacientes. Relativamente raro antes dos 35 anos de idade, sua frequência cresce rápida e progressivamente acima desta faixa etária.

Segundo Pedrini, no Brasil, são registrados 58 mil novos casos da doença por ano e 15 mil mortes. No Rio Grande do Sul, são 5.500 novas incidências anuais e 1.200 óbitos. O médico também destaca que os sintomas do câncer de mama palpável são o nódulo ou tumor no seio, acompanhado, ou não, de dor mamária. Podem surgir alterações na pele que recobre a mama, como abaulamentos ou retrações ou um aspecto semelhante à casca de uma laranja. Podem também surgir nódulos palpáveis na axila.

Pedrini enfatiza a necessidade das mulheres realizarem, periodicamente, os exames que detectam o problema. São eles: o autoexame, que deve ser feito mensalmente, e que, em muitos casos, ajudam a vislumbrar os tumores menores, permitindo tratamentos menos agressivos nas mamas; o exame médico anual; e os exames de imagens, representados por mamografia, ecografia e, em casos especiais, a ressonância magnética.

Redação: César Moraes

 

Qual a melhor maneira de pagar um imóvel?

Adquirir um imóvel é um passo importante na vida de qualquer pessoa. Seja para investir ou morar, a compra de um imóvel envolve uma série de fatores que precisam ser avaliados antes de realizar o sonho da casa nova. Um dos itens que geram mais confusão para os compradores é a forma de pagamento. Para isso, a Coordenadora Financeira do Grupo Thá, Claudia Meira, explica sobre as diversas modalidades de pagamento e esclarece as dúvidas mais frequentes, como, por exemplo, a utilização do FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.

De acordo com a especialista, nas compras à vista de imóveis prontos ou na planta, o comprador realiza o pagamento total da unidade no momento da compra, restando apenas as taxas de Escritura e Registro do Imóvel. Já nas compras a prazo de imóveis na planta e com quitação por recursos próprios, o comprador adquire o bem seguindo cronograma de pagamentos definido no contrato com os valores e datas de vencimento de cada parcela. “As parcelas sempre serão corrigidas pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M), não contemplando subsídio de financiamento bancário, FGTS ou carta de crédito até a conclusão da obra. Como hoje o cenário e o mercado nos fazem buscar linhas de Financiamento à Produção (SFH) com bancos para término destas obras, dependendo do formato desta parceria com a Instituição Financeira pode existir também a possibilidade do financiamento na planta.”, afirma Claudia.

Nas compras a prazo, o comprador adquire o apartamento na planta, seguindo cronograma de pagamentos definido no contrato com os valores e datas de vencimento de cada parcela, incluindo a parcela de financiamento, que serão corrigidos pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M). “O comprador pode se decidir pela utilização de recursos do FGTS, ele pode utilizar a carta de crédito de consórcio, bem como optar por financiamento bancário junto ao agente financeiro”, diz Claudia, que destaca que a escolha do banco pode ser feita de acordo com a preferência do cliente.

No caso de compras de imóveis com a utilização do FGTS, é bom ficar atento a algumas recomendações. De acordo com a Caixa Econômica Federal, os requisitos do comprador para usar os recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) na compra do imóvel são: ter no mínimo três anos de trabalho sob o regime do FGTS, mesmo que em períodos ou empresas diferentes; não possuir financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), em qualquer parte do país; não ser possuidor, promitente comprador, proprietário, usufrutuário ou cessionário de outro imóvel residencial urbano, concluído ou em construção no município onde mora ou onde exerce seu trabalho principal, nos municípios limítrofes e na região metropolitana; estar com as prestações do seu financiamento em dia, na data em que pedir para usar o FGTS; ser titular ou coobrigado no financiamento que pretende pagar parte do valor das prestações.

Claudia destaca ocasiões em que não se pode utilizar o FGTS. “Na aquisição de um imóvel comercial, ou para reformar um imóvel de que já é dono, comprar terrenos sem construção e até mesmo comprar material de construção e imóveis para terceiros não é permitida a utilização do FGTS  e se atentar para o valor máximo de avaliação do imóvel que hoje é de R$ 750 mil para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal e de R$ 650 mil para os demais estados.”, diz a Coordenadora.

Aprovação do Financiamento

Escolhidos imóvel e a modalidade de pagamento, o segundo passo é o aval do banco financiador, que tem critérios próprios para análise e aprovação do crédito.  “É necessário que o candidato a dono de um imóvel seja correntista do banco que irá financiar o bem, além de entregar toda a documentação necessária, que será avaliada sobre a ótica jurídica”, diz Claudia. A especialista destaca ainda a importância de reunir a documentação necessária, do contrário, será necessário interromper o processo para regularização, o que compromete o prazo previsto para a contratação da operação.

Última atualização ( Ter, 18 de Outubro de 2016 10:02 )
 

Segunda edição do Exame de Suficiência ocorre neste domingo

Segunda edição do Exame de Suficiência ocorre neste domingo
Atenção ao horário de verão. Prova começa às 9h30, horário de Brasília
A Fundação Brasileira de Contabilidade (FBC) realiza, no próximo domingo (16/10), a segunda edição de 2016 do Exame de Suficiência do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). A prova busca aferir conhecimentos básicos para o exercício da contabilidade e a aprovação é condição indispensável para obtenção do registro profissional.
A prova será aplicada às 9h30, no horário de Brasília, e cerca de 50 mil candidatos realizarão o Exame, em 119 municípios do País. Como será o primeiro dia do horário de verão, haverá quatro horários locais de prova. Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Cataria e São Paulo, os inscritos farão a prova às 9h30 horário local; Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins a prova será aplicada às 8h30 no horário local;Amazônia Rondônia e Roraima, às 7h30 no horário local; e no Acre, os candidatos farão a prova às 6h30 no horário local.
“Este ano, coincidiu de o Exame de Suficiência ocorrer durante a vigência do horário de verão, mas é importante salientar que a prova será aplicada às 9h30, no horário oficial de Brasília, conforme previsto no edital”, afirmou o vice-presidente de Registro do CFC, Marco Aurélio de Almeida. O candidato deve se apresentar no local da prova ao menos 30 minutos antes do horário de início do Exame.
O Exame tem 50 questões e, a exemplo do que ocorreu na primeira edição deste ano, realizada em abril, o conteúdo de contabilidade geral ganhou mais espaço, agora são 22 perguntas sobre o assunto. Língua portuguesa aplicada, que antes tinha duas questões, passou a ter uma. A prova ainda contempla contabilidade de custos, contabilidade aplicada ao setor público, contabilidade gerencial, controladoria, noções de direito e legislação aplicada, matemática financeira e estatística, teoria da contabilidade, legislação e ética profissional, princípios de contabilidade e normas brasileiras de contabilidade, auditoria contábil e perícia contábil. “A prova é elabora de maneira criteriosa. São 18 etapas para garantir que o candidato tenha uma prova equilibrada e que afira o conhecimento mínimo necessário para o exercício profissional”, afirma o integrante da Comissão do Exame de Suficiência da FBC, Oscar Lopes.
O aumento de questões relacionadas à contabilidade geral era um pleito antigo dos professores e coordenadores de cursos de ciências contábeis e, segundo Lopes, a receptividade das alterações realizadas na prova do primeiro semestre foram positivas. “O feedback tem sido muito positivo. Com o aumento de conteúdo sobre contabilidade geral, destacamos o conhecimento prático do aluno”, disse.
Para quem vai fazer a prova, Lopes recomenda revisar, especialmente, as Normas Brasileiras de Contabilidade. “Não há mistério na prova. O conteúdo abordado é o mesmo visto ao longo do curso. Não cai nada diferente. Com a convergência das normas brasileiras às aceitas internacionalmente, é preciso ficar atendo às mudanças, lembrando que são abordadas as regras que entraram em vigor até 90 dias antes da prova, ou seja, até o dia 16 de julho”, conta.
Da primeira edição de 2016 participaram 47.869 candidatos e 17.576 foram aprovados, 41,86% do total. Para a prova que será realizada domingo, estão inscritas 47.384 pessoas.
Podem fazer a prova bacharéis e alunos dos cursos de ciências contábeis no último ano da graduação. Após a aprovação no Exame, o profissional deve acessar o site do Conselho Regional de Contabilidade (CRC) de sua jurisdição e preencher o pré-registro online. Depois dessa etapa, deve pagar as taxar referentes ao registro, à carteira de identidade profissional e à anuidade. De posse dos comprovantes de pagamento, o profissional deve se dirigir ao CRC ou à delegacia do Conselho Regional da jurisdição em que fez o pré-registro, levando duas fotos 3x4, diploma, RG, CPF, comprovante de regularidade com o serviço militar – para o gênero masculino –, título de eleitor e comprovante de endereço.
O candidato inscrito no Exame de Suficiência deve comparecer ao local da prova portando RG, comprovante de inscrição, caneta azul ou preta. Para saber onde realizará o Exame, acesso o site da FBC (confira aqui).
Sobre o CFC
O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) é uma autarquia federal, dotada de personalidade jurídica de direito público, criada pelo Decreto-Lei nº 9.295/46, de 27 de maio de 1946. O principal objetivo do CFC é registrar, normatizar, fiscalizar, promover a educação continuada e editar normas brasileiras de contabilidade de natureza técnica e profissional. O conselho conta com um representante de cada Estado e do Distrito Federal. Atualmente, existem mais de 530 mil profissionais no País, incluindo contadores e técnicos em contabilidade.

Atenção ao horário de verão. Prova começa às 9h30, horário de Brasília

A Fundação Brasileira de Contabilidade (FBC) realiza, no próximo domingo (16/10), a segunda edição de 2016 do Exame de Suficiência do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). A prova busca aferir conhecimentos básicos para o exercício da contabilidade e a aprovação é condição indispensável para obtenção do registro profissional.

A prova será aplicada às 9h30, no horário de Brasília, e cerca de 50 mil candidatos realizarão o Exame, em 119 municípios do País. Como será o primeiro dia do horário de verão, haverá quatro horários locais de prova. Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Cataria e São Paulo, os inscritos farão a prova às 9h30 horário local; Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins a prova será aplicada às 8h30 no horário local;Amazônia Rondônia e Roraima, às 7h30 no horário local; e no Acre, os candidatos farão a prova às 6h30 no horário local.

“Este ano, coincidiu de o Exame de Suficiência ocorrer durante a vigência do horário de verão, mas é importante salientar que a prova será aplicada às 9h30, no horário oficial de Brasília, conforme previsto no edital”, afirmou o vice-presidente de Registro do CFC, Marco Aurélio de Almeida. O candidato deve se apresentar no local da prova ao menos 30 minutos antes do horário de início do Exame.

O Exame tem 50 questões e, a exemplo do que ocorreu na primeira edição deste ano, realizada em abril, o conteúdo de contabilidade geral ganhou mais espaço, agora são 22 perguntas sobre o assunto. Língua portuguesa aplicada, que antes tinha duas questões, passou a ter uma. A prova ainda contempla contabilidade de custos, contabilidade aplicada ao setor público, contabilidade gerencial, controladoria, noções de direito e legislação aplicada, matemática financeira e estatística, teoria da contabilidade, legislação e ética profissional, princípios de contabilidade e normas brasileiras de contabilidade, auditoria contábil e perícia contábil. “A prova é elabora de maneira criteriosa. São 18 etapas para garantir que o candidato tenha uma prova equilibrada e que afira o conhecimento mínimo necessário para o exercício profissional”, afirma o integrante da Comissão do Exame de Suficiência da FBC, Oscar Lopes.

O aumento de questões relacionadas à contabilidade geral era um pleito antigo dos professores e coordenadores de cursos de ciências contábeis e, segundo Lopes, a receptividade das alterações realizadas na prova do primeiro semestre foram positivas. “O feedback tem sido muito positivo. Com o aumento de conteúdo sobre contabilidade geral, destacamos o conhecimento prático do aluno”, disse.

Para quem vai fazer a prova, Lopes recomenda revisar, especialmente, as Normas Brasileiras de Contabilidade. “Não há mistério na prova. O conteúdo abordado é o mesmo visto ao longo do curso. Não cai nada diferente. Com a convergência das normas brasileiras às aceitas internacionalmente, é preciso ficar atendo às mudanças, lembrando que são abordadas as regras que entraram em vigor até 90 dias antes da prova, ou seja, até o dia 16 de julho”, conta.

Da primeira edição de 2016 participaram 47.869 candidatos e 17.576 foram aprovados, 41,86% do total. Para a prova que será realizada domingo, estão inscritas 47.384 pessoas.

Podem fazer a prova bacharéis e alunos dos cursos de ciências contábeis no último ano da graduação. Após a aprovação no Exame, o profissional deve acessar o site do Conselho Regional de Contabilidade (CRC) de sua jurisdição e preencher o pré-registro online. Depois dessa etapa, deve pagar as taxar referentes ao registro, à carteira de identidade profissional e à anuidade. De posse dos comprovantes de pagamento, o profissional deve se dirigir ao CRC ou à delegacia do Conselho Regional da jurisdição em que fez o pré-registro, levando duas fotos 3x4, diploma, RG, CPF, comprovante de regularidade com o serviço militar – para o gênero masculino –, título de eleitor e comprovante de endereço.

O candidato inscrito no Exame de Suficiência deve comparecer ao local da prova portando RG, comprovante de inscrição, caneta azul ou preta. Para saber onde realizará o Exame, acesso o site da FBC (confira aqui).

Sobre o CFC

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) é uma autarquia federal, dotada de personalidade jurídica de direito público, criada pelo Decreto-Lei nº 9.295/46, de 27 de maio de 1946. O principal objetivo do CFC é registrar, normatizar, fiscalizar, promover a educação continuada e editar normas brasileiras de contabilidade de natureza técnica e profissional. O conselho conta com um representante de cada Estado e do Distrito Federal. Atualmente, existem mais de 530 mil profissionais no País, incluindo contadores e técnicos em contabilidade.

 

Dia Mundial da Obesidade: data conscientiza sobre a importância da manutenção de peso adequado

O excesso de peso é hoje um dos fatores de risco reconhecidos como importantes para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, porque pode provocar aumento da pressão arterial e dos níveis de glicose no sangue. O tema é tão importante que anualmente é celebrado o Dia Mundial da Obesidade em 11 de outubro. Uma pessoa é classificada com excesso de peso quando seu Índice de Massa Corpórea (IMC) é superior a 25 e com obesidade, quando esse valor é maior que 30. Para calcular o IMC, basta dividir o peso (em quilos) pelo quadrado da altura (em metros).

Estudo¹ divulgado no início desse ano aponta que a incidência de alguns tipos de doenças do coração e infartos são maiores em pessoas com sobrepeso. A relação entre a obesidade e doenças cardiovasculares foi examinada em mais de 5000 pessoas, entre homens e mulheres, e a análise concluiu que o excesso de peso é um fator de risco independente, principalmente nas mulheres.

Para o cardiologista Marcelo Bertolami, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, outros hábitos ruins podem aumentar o risco para doenças. “Sedentarismo, tabagismo e uma alimentação desbalanceada, por exemplo, aumentam consideravelmente o risco de o indivíduo ter um problema no coração no futuro. Além disso, a obesidade abdominal, ou seja, a circunferência da cintura, é um fator de risco ainda maior do que o excesso de peso corporal”, completa.

Uma maneira simples de alterar um quadro de sobrepeso ou obesidade e melhorar a saúde do coração é mudar alguns hábitos diários. Por isso, Dr. Marcelo dá três dicas simples para quem quer ver essa mudança acontecer. Anote e coloque em prática agora mesmo!

Caminhar por, no mínimo, 30 minutos já pode fazer diferença!
A prática de exercícios físicos não só contribui para manter o peso corporal e fortalecer a musculatura, como também ajuda a controlar os níveis de colesterol no sangue, outro fator que pode causar doenças do coração.

Dieta? Não! Alimentação equilibrada (e sem passar fome!)
Uma alimentação variada garante uma oferta adequada de nutrientes e gorduras boas que são fundamentais para contribuir para a saúde cardiovascular. E, como também vale considerar o controle de peso, é importante que o valor calórico total seja adequado.

  • Gorduras boas: presentes no salmão e atum, nos óleos vegetais e produtos feitos à base deles, como cremes vegetais. A inclusão de gorduras boas na alimentação ajuda a manter níveis adequados de colesterol.
  • Fibras: opte por alimentos ricos em fibras, como as versões integrais dos pães, biscoitos e massas; além de incluir aveia no dia a dia. Elas ajudam a deixar mais lenta a absorção dos açúcares e gorduras consumidos.

Rotina é tudo, acredita?
É necessário e muito importante manter os exames de rotina em dia, realizando-os ao menos uma vez ao ano. Medir a pressão arterial, níveis de colesterol e glicose é fundamental para que seu médico avalie como está sua saúde. Além disso, o acompanhamento com uma nutricionista também ajuda a manter uma alimentação equilibrada e específica para sua rotina e preferências.

Referência:

  1. Obesity as an independent risk factor for cardiovascular disease: a 26-year follow-up of participants in the Framingham Heart Study. H B Hubert, M Feinleib, P M McNamara and W P Castelli
 
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