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5 dicas de como ocupar o seu tempo ocioso no trabalho

“Por mais que a empresa seja capaz de manter seus processos equilibrados e bem distribuídos, é inevitável que os colaboradores fiquem ociosos de vez em quando — especialmente quando precisam cumprir tarefas que dependem de outras pessoas”, explica José Roberto Marques, Master Coach e Presidente do IBC. Para evitar que esses momentos sejam totalmente improdutivos, é importante adotar estratégias para aproveitar o tempo ocioso de forma positiva.

Aqui vão as dicas!

Resolva as pendências

Usar o tempo livre para rever algumas questões que ficaram em stand-by é uma excelente forma de colocar as tarefas em dia e manter as atividades organizadas.

Planeje

Aproveitar o tempo ocioso no trabalho para planejar outras tarefas é outra forma de manter suas demandas organizadas. Para isso, liste as tarefas que deverão ser realizadas, distribuindo-as conforme as prioridades.

Busque conhecimento

Procure usar o tempo livre no trabalho para buscar mais conhecimentos na sua área. Leia livros, procure notícias, faça pesquisas e mantenha-se informado. Usar o seu tempo ocioso para estudar e alimentar o conhecimento nunca será uma atividade perdida. Agindo assim, o seu tempo será melhor administrado, além de conseguir novas informações, dados e experiências.

Organize

Manter seu local de trabalho limpo e organizado permite que seu trabalho e suas atividades seja mais produtivo. Por isso, usar seu tempo ocioso para organizar a mesa e as gavetas, por exemplo, é uma excelente ideia. Cuidar do seu ambiente de trabalho e estar atento à organização dos seus objetos, passa mais confiança e credibilidade as pessoas que estão ao seu redor.

Relaxe

Se o trabalho tem sido puxado e a cobrança também tem sido expressiva, não há problema algum usar o tempo ocioso para relaxar e descansar a mente e o corpo.

 

A escolha correta do sexo do animal facilita a convivência

A comunicação entre os animais é vital para a sua sobrevivência na natureza, tendo em vista que são seres sociais, acostumados a viver em matilhas desde a antiguidade, com características marcantes no seu comportamento. Na maioria das vezes, a relação entre o animal e o seu tutor, fica comprometida devido a uma falha na comunicação ou na escolha errada do sexo do animal.
"O animal sente e reage de acordo com os estímulos promovidos pelo ambiente, portanto se houver respeito e carinho, a reação do animal será à altura, mas existe uma grande diferença no comportamento da fêmea em relação ao do macho", orienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.tur.br) e idealizadora do Dia Nacional de Adotar um Animal.
As fêmeas geralmente são mais dóceis, meigas e apegadas aos membros da família. Costumam fazer mais companhia e serem mais caseiras. Raramente fogem de casa. Os machos possuem um temperamento mais constante, pois são menos atingidos pelas oscilações hormonais, embora sejam em geral, mais transgressores. Com seu forte espírito explorador e reprodutivo, o macho se aventura, pulando até muros, com muito mais facilidade.
Para a espécie canina as pessoas da casa são membros de sua matilha. Porém, os machos, estão sempre disputando a liderança dessa matilha, enquanto as fêmeas dificilmente o fazem, aceitando as ordens com facilidade, sendo, portanto, mais fáceis de serem educadas, raramente elas tentam impor suas vontades.
As fêmeas são mais receptivas aos ensinamentos relativos à higiene, em especial quanto ao ato de urinar, que para elas significa simplesmente esvaziar a bexiga, enquanto que para os machos representa demarcação de seu território. Por isso, é mais difícil ensiná-lo a urinar apenas no local desejado. Os machos têm mais exuberância na aparência física, inclusive no que diz respeito à pelagem. Em certas raças, possuem massa muscular muito mais desenvolvida, sendo considerados mais bonitos e fortes que as fêmeas.
"Quanto à eficiência na guarda, o macho é sem dúvida mais imponente, em geral, são mais agressivos e alertas. Requer  cuidados especiais, se o local onde for ficar não for bem cercado, pois ele poderá ser atraído por odores que despertam seu interesse, como os de cadelas no cio ou de presas para caçar, e isto, propiciará a ocorrência de acidentes e, até seu desaparecimento", enfatiza Vininha F.Carvalho
Uma boa opção é combinar um macho com uma fêmea, aliando as qualidades de cada um. Juntar mais de um macho com uma fêmea, não é recomendável, podendo provocar brigas entre os machos. Várias fêmeas e um macho podem causar brigas de ciúmes entre as fêmeas. Várias fêmeas e machos também gera um ambiente de disputa e brigas. Portanto, formar um casal é o ideal.
Para maiores informações, acesse: www.adotarebomdemais.com.br

A comunicação entre os animais é vital para a sua sobrevivência na natureza, tendo em vista que são seres sociais, acostumados a viver em matilhas desde a antiguidade, com características marcantes no seu comportamento. Na maioria das vezes, a relação entre o animal e o seu tutor, fica comprometida devido a uma falha na comunicação ou na escolha errada do sexo do animal.

"O animal sente e reage de acordo com os estímulos promovidos pelo ambiente, portanto se houver respeito e carinho, a reação do animal será à altura, mas existe uma grande diferença no comportamento da fêmea em relação ao do macho", orienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.tur.br) e idealizadora do Dia Nacional de Adotar um Animal.

As fêmeas geralmente são mais dóceis, meigas e apegadas aos membros da família. Costumam fazer mais companhia e serem mais caseiras. Raramente fogem de casa. Os machos possuem um temperamento mais constante, pois são menos atingidos pelas oscilações hormonais, embora sejam em geral, mais transgressores. Com seu forte espírito explorador e reprodutivo, o macho se aventura, pulando até muros, com muito mais facilidade.

Para a espécie canina as pessoas da casa são membros de sua matilha. Porém, os machos, estão sempre disputando a liderança dessa matilha, enquanto as fêmeas dificilmente o fazem, aceitando as ordens com facilidade, sendo, portanto, mais fáceis de serem educadas, raramente elas tentam impor suas vontades.

As fêmeas são mais receptivas aos ensinamentos relativos à higiene, em especial quanto ao ato de urinar, que para elas significa simplesmente esvaziar a bexiga, enquanto que para os machos representa demarcação de seu território. Por isso, é mais difícil ensiná-lo a urinar apenas no local desejado. Os machos têm mais exuberância na aparência física, inclusive no que diz respeito à pelagem. Em certas raças, possuem massa muscular muito mais desenvolvida, sendo considerados mais bonitos e fortes que as fêmeas.

"Quanto à eficiência na guarda, o macho é sem dúvida mais imponente, em geral, são mais agressivos e alertas. Requer  cuidados especiais, se o local onde for ficar não for bem cercado, pois ele poderá ser atraído por odores que despertam seu interesse, como os de cadelas no cio ou de presas para caçar, e isto, propiciará a ocorrência de acidentes e, até seu desaparecimento", enfatiza Vininha F.Carvalho

Uma boa opção é combinar um macho com uma fêmea, aliando as qualidades de cada um. Juntar mais de um macho com uma fêmea, não é recomendável, podendo provocar brigas entre os machos. Várias fêmeas e um macho podem causar brigas de ciúmes entre as fêmeas. Várias fêmeas e machos também gera um ambiente de disputa e brigas. Portanto, formar um casal é o ideal.

Para maiores informações, acesse: www.adotarebomdemais.com.br

 

Aumento Peniano

Em meio a uma cultura machista, é crescente número de homens que buscam por alternativas que prometem aumentar o órgão, mas será que funcionam mesmo?

Não é de hoje que assuntos ligados à sexualidade são um dos mais comentados no dia a dia, nas mesas de bar, entre outros. Maior exemplo disso é a já tradicional pergunta: “Tamanho do pênis faz diferença?”. Em paralelo, é incontável o número de opções oferecidas para quem está descontente com o volume do seu – desde o uso de extensores a tratamentos mais invasivos. Entretanto, o que mais preocupa é que uma parcela cada vez mais intensa de homens - de todas as idades - está disposta a entrar em uma sala de cirurgia para aumentar o órgão. Recente levantamento da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica apontou que, apenas em 2014, foram realizadas 15.414 procedimentos cirúrgicos para ampliar o pênis no planeta.

“É natural o desejo do homem por um pênis maior, na sociedade sexista em que vivemos. Considerando que para o senso comum o tamanho do membro está diretamente ligado a virilidade e ao poder. O perigo está em acreditar/optar por ‘meios milagrosos’ para aumentar ou engrossá-los diante a ideia de que pênis maior traz orgasmos mais intensos, fato que não é verdadeiro”, explica o médico Sérgio Iankowski, especialista em Andrologia – tratando de sexualidade e saúde masculina há mais de 30 anos.

Amostragens indicam que o comprimento médio em ereção é de 14 cm, podendo ir de 9 cm até 19 cm. Ao mesmo tempo, na atualidade, não há técnica cirúrgica confirmando a obtenção de bons resultados, tampouco qualquer dado científico que possibilitem a um médico fazer uso de tratamentos em homens com pênis normal. Segundo Sérgio Iankowski, muitos homens se submetem a ser cobaias. “Em alguns casos, são colocados aparelhos com duas hastes metálicas e um anel de plástico que tracionam de forma contínua o órgão, colocando em risco o pênis - que pode necrosar. Sendo assim, o problema não será o tamanho do pênis, mas em como se administra isso, pois estar de bem consigo mesmo é o que atrai olhares e desejo”, destaca o especialista.

Pornografia – cuidado! Existem padrões falsos e modelos aleatórios entre os atores de filmes pornográficos, o que distorce o conceito real, acrescenta.

Micro pênis

Há situações em que o pênis é muito pequeno, sendo que no pior dos casos existe um problema denominado micro pênis – ficando o tamanho do mesmo entre 5 e 10 cm ereto. Desta forma, uma das operações disponíveis consiste em cortar um ligamento na base do pênis para fazer com que ele fique cerca de 2,5 centímetros maior quando flácido. Trata-se de uma solução para o chamado ‘bullying de vestiário’: ereto, o pênis continuará tendo o mesmo comprimento que tinha antes da cirurgia, porém mais grosso. Os médicos injetam gordura retirada do estômago ou das nádegas do próprio paciente. Em alguns casos, adiciona-se ainda ácido hialurônico. A intervenção é ambulatorial e feita no consultório sem risco nenhum. Não apenas melhora a função sexual, mas também ajuda a melhorar a autoestima.

Na última década, o aumento da demanda em procedimentos para ampliar o pênis dobrou no Reino Unido, segundo dados da Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos Estéticos. Mas o fenômeno é global! O mais recente estudo da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica revelou que em 2014 foram feitas 15.414 operações de aumento de pênis no mundo. A Alemanha é o país com o maior número de cirurgias, um total de 2.786, seguida pela Venezuela (473). O Brasil ficou em sétimo, com 219 procedimentos.

 

Trabalho é o que mais afasta casais brasileiros, segundo pesquisa

Trabalho é o que mais afasta casais brasileiros, segundo pesquisa
No ranking das principais razões de afastamento aparecem também a falta de atenção, problemas financeiros, maior dedicação aos filhos e rotina.
São Paulo, 10 de fevereiro, 2017- O primeiro motivo que pode acabar com a intimidade e atrapalhar a vida a dois é o trabalho. Segundo pesquisa do Instituto do Casal, mais de 40% dos entrevistados apontaram que a maior dedicação à vida profissional que ao casamento é a causa número um para o afastamento conjugal.
Segundo Denise Miranda de Figueiredo, terapeuta de casal e uma das coordenadoras da pesquisa, vivemos uma realidade politica, social e econômica que tem exigido das pessoas um grau de dedicação e comprometimento com o trabalho que tem afetado as relações afetivas.
“Hoje, segundo dados da Organização Mundial do Trabalho (OIT),  mais de 33% dos profissionais que compõem o mercado de trabalho têm uma jornada de mais de 44 horas semanais e 19,1% trabalham mais de 48 horas semanais. Além disso, 87% das mulheres que trabalham fora realizam tarefas domésticas, ou seja, têm a chamada dupla jornada”, explica Denise.
Para Marina Simas de Lima, terapeuta de casal e uma das coordenadoras da pesquisa, não foi surpresa que o trabalho tenha aparecido em primeiro lugar no ranking. “O medo de perder o emprego é legítimo perante o momento atual, basta acompanhar os noticiários para ver os índices de desemprego subindo e empresas fechando. Com isso, as pessoas estão se dedicando ao máximo à profissão e descuidando dos relacionamentos”.
Para Denise, dedicar-se ao trabalho também é uma das formas indiretas de investir no casamento, mas está longe de ser o suficiente para se alcançar uma relação de qualidade. “É comum pensar que depois do casamento as coisas funcionam automaticamente, ou seja, não é preciso mais cuidar, conversar, dar atenção, fazer carinhos ou preocupar-se com o bem-estar do outro. Sabemos que muitos casais caem nessa armadilha, que gera distanciamento e sérios problemas na vida a dois”.
Isso nos traz um desafio: como administrar o tempo para investir nas relações afetivas com qualidade, sem deixar papel profissional de lado?
Segundo as especialistas, tudo na vida precisa ter um equilíbrio. “A vida profissional é uma fonte de realização para muitas pessoas e precisamos respeitar isso. Por outro lado, o casamento também pode ser realizador, mas requer investimentos diários de ambos. O segredo é encontrar um ponto de equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho, aos filhos e ao relacionamento”.
O Instituto do Casal preparou duas dicas simples, que podem ajudar muito nesse dilema:
Da porta de casa pra fora: Deixe os problemas profissionais na empresa. Lembre-se que no dia seguinte você terá a chance de encontrá-los novamente.
Desligue-se: Evite ler e-mails, responder mensagens ou atender telefonemas do trabalho quando estiver com sua família. Mesmo que você tenha pouco tempo, faça esse período valer à pena, esteja por completo.

No ranking das principais razões de afastamento aparecem também a falta de atenção, problemas financeiros, maior dedicação aos filhos e rotina.

O primeiro motivo que pode acabar com a intimidade e atrapalhar a vida a dois é o trabalho. Segundo pesquisa do Instituto do Casal, mais de 40% dos entrevistados apontaram que a maior dedicação à vida profissional que ao casamento é a causa número um para o afastamento conjugal.

Segundo Denise Miranda de Figueiredo, terapeuta de casal e uma das coordenadoras da pesquisa, vivemos uma realidade politica, social e econômica que tem exigido das pessoas um grau de dedicação e comprometimento com o trabalho que tem afetado as relações afetivas.

“Hoje, segundo dados da Organização Mundial do Trabalho (OIT),  mais de 33% dos profissionais que compõem o mercado de trabalho têm uma jornada de mais de 44 horas semanais e 19,1% trabalham mais de 48 horas semanais. Além disso, 87% das mulheres que trabalham fora realizam tarefas domésticas, ou seja, têm a chamada dupla jornada”, explica Denise.

Para Marina Simas de Lima, terapeuta de casal e uma das coordenadoras da pesquisa, não foi surpresa que o trabalho tenha aparecido em primeiro lugar no ranking. “O medo de perder o emprego é legítimo perante o momento atual, basta acompanhar os noticiários para ver os índices de desemprego subindo e empresas fechando. Com isso, as pessoas estão se dedicando ao máximo à profissão e descuidando dos relacionamentos”.

Para Denise, dedicar-se ao trabalho também é uma das formas indiretas de investir no casamento, mas está longe de ser o suficiente para se alcançar uma relação de qualidade. “É comum pensar que depois do casamento as coisas funcionam automaticamente, ou seja, não é preciso mais cuidar, conversar, dar atenção, fazer carinhos ou preocupar-se com o bem-estar do outro. Sabemos que muitos casais caem nessa armadilha, que gera distanciamento e sérios problemas na vida a dois”.

Isso nos traz um desafio: como administrar o tempo para investir nas relações afetivas com qualidade, sem deixar papel profissional de lado?

Segundo as especialistas, tudo na vida precisa ter um equilíbrio. “A vida profissional é uma fonte de realização para muitas pessoas e precisamos respeitar isso. Por outro lado, o casamento também pode ser realizador, mas requer investimentos diários de ambos. O segredo é encontrar um ponto de equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho, aos filhos e ao relacionamento”.

O Instituto do Casal preparou duas dicas simples, que podem ajudar muito nesse dilema:

Da porta de casa pra fora: Deixe os problemas profissionais na empresa. Lembre-se que no dia seguinte você terá a chance de encontrá-los novamente.

Desligue-se: Evite ler e-mails, responder mensagens ou atender telefonemas do trabalho quando estiver com sua família. Mesmo que você tenha pouco tempo, faça esse período valer à pena, esteja por completo.

 

FGTS: consulta do saldo das contas inativas pode ser feita pelo celular

A Medida Provisória 763/2016, que permitirá a retirada do saldo de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), deve beneficiar 10,2 milhões de trabalhadores, segundo o Governo Federal. A Caixa Econômica Federal divulgará o cronograma de saque em fevereiro, mas o trabalhador já pode conferir se tem contas inativas até 31 de dezembro de 2015, incluídas nos termos da MP, bem como o saldo, diretamente no celular pelo aplicativo gratuito do FGTS. Disponível para os sistemas operacionais Android, IOS (Apple) e Windows Phone, o aplicativo CAIXA FGTS foi baixado mais 2,7 milhões de vezes desde o seu lançamento, em março de 2016.

“No dia seguinte ao anúncio do Governo Federal, o volume de acessos em busca de informações subiu 10 vezes” afirma o gerente nacional de FGTS da CAIXA, Henrique José Santana. “Temos observado que as consultas aos nossos canais se mantêm uma vez e meia maiores, desde então”, completa Santana.

Com o aplicativo, o trabalhador consegue ainda acompanhar, em tempo real, a evolução dos depósitos realizados pelo empregador, ou atualizar o endereço na base do Fundo de Garantia, por exemplo.

Outro canal eletrônico lançado em 2016 – quando o FGTS completou 50 anos – e que também obteve grande sucesso, foi o SMS FGTS. Mais de 12 milhões de trabalhadores já aderiram ao serviço, que envia uma mensagem de texto no celular sempre que há movimentação no Fundo. Isso vale para depósito mensal feito pelo empregador, saldo atualizado com juros e correção monetária ou liberação de saque. No ano passado, segundo a CAIXA, 37 milhões de trabalhadores, em média, receberam depósitos todos os meses.

Uma das vantagens do SMS, ressalta Santana, é que, caso haja alguma ocorrência na conta vinculada, o trabalhador poderá procurar a empresa e solicitar a imediata regularização, ao invés de deixar isso para o momento em que for sacar. O trabalhador cadastrado no SMS FGTS também poderá receber informações sobre o saldo de suas contas inativas e orientações sobre os procedimentos para o saque do dinheiro. A adesão ao SMS FGTS pode ser feita no site www.fgts.gov.br ou pelo telefone 0800 726 0207, opção 3.

 

Inadimplência desacelera em 2016 e fecha dezembro com 58,3 milhões de brasileiros negativados

Em 2016, o PIB brasileiro caiu pela segunda vez consecutiva e no último trimestre ajustes começaram a ser realizados para que o país consiga sair da crise. Ainda assim, 2017 inicia com uma conjuntura econômica em recessão. Diante desse quadro, o número de negativados cresceu, alcançando 58,3 milhões de consumidores em dezembro de 2016, segundo estimativa do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Apesar de expressivo, o número mostra uma desaceleração da taxa de crescimento da inadimplência. Em janeiro de 2016, a estimativa era de 57,6 milhões de consumidores, o que mostra um aumento de 700 mil casos ao longo do ano. No mesmo período de 2015, porém, o aumento foi de 2,5 milhões.
O dado revela que 39% da população brasileira adulta está registrada em listas de inadimplentes, enfrentando dificuldades para realizar compras a prazo, fazer empréstimos, financiamentos ou contrair crédito. “A explicação para a desaceleração do crescimento da inadimplência desde o primeiro trimestre do ano reside no fato de que o próprio cenário de recessão da economia, que reduziu a capacidade de pagamento das famílias, também restringiu a tomada de crédito por parte dos consumidores”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro. “Isso quer dizer que o consumidor encontra mais dificuldade para se endividar e, sem se endividar, não pode ficar inadimplente”, explica.


Queda da inadimplência na variação mensal

Apesar do crescimento do número de negativados no acumulado de 2016, o dado de dezembro ficou abaixo do observado em novembro. O indicador mensal de devedores apresentou um recuo de -0,41%. Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, “o movimento é típico da época, que concentra o pagamento de direitos como o décimo terceiro. A injeção desse recurso na economia é uma oportunidade para o consumidor com dívidas quitar suas pendências.”
Já na comparação entre 2016 e 2015, o indicador avançou 1,44% - a menor variação para um ano desde o início da série histórica. “O dado confirma a tendência de desaceleração da inadimplência observada desde o primeiro trimestre de 2016”, afirma Kawauti.

Sudeste concentra maior número absoluto de inadimplentes

De acordo com o indicador, a região Sudeste concentra o maior número absoluto de consumidores negativados no país: 24,23 milhões de brasileiros, o que representa 37,3% da população adulta da região. A segunda região com maior número absoluto de devedores é o Nordeste, que conta com 15,74 milhões de negativados, ou 39,7% da população. Em seguida, aparecem o Sul, com 7,96 milhões de inadimplentes (35,8% da população adulta), o Norte, com 5,34 milhões de devedores (46,0% do total da população residente) e o Centro-Oeste, que por sua vez, aparece com um total de 4,99 milhões de inadimplentes, ou 43,8% da sua população. 

Quase metade da população entre 30 e 39 anos está negativada

A estimativa por faixa etária revela que é entre os 30 e 39 anos que se observa a maior frequência de negativados. Em dezembro, quase metade da população nesta faixa etária (49,38%) tinha o nome inscrito em alguma lista de devedores - um total de 16,81 milhões. Também merece destaque uma porcentagem significativa da população com idade entre 25 e 29 anos (46,65%) estar negativada, assim como os consumidores com idade entre 40 e 49 anos (46,24% em situação de inadimplência).
Entre os mais jovens, com idade entre 18 e 24 anos, a proporção cai para 19,38% - em número absoluto, 4,63 milhões. Já a população idosa, considerando-se a faixa etária entre 65 a 84 anos, a proporção é de 29,50%, o que representa 4,58 milhões de pessoas. 


Número de dívidas diminuem 2,24% em novembro

O indicador do SPC Brasil e da CNDL também analisa o volume de dívidas em nome de pessoas físicas. Neste caso, a variação negativa foi de -2,24%na comparação anual - dezembro de 2016 frente ao mesmo mês de 2015.
O setor de comunicação, que engloba atrasos em contas de telefonia, internet e TV por assinatura, foi o que mostrou a maior queda de dívidas em dezembro. Na comparação anual, as pendências de pessoas físicas com o setor caíram -17,77%. Os atrasos no comércio apresentaram uma retração de -3,90% e as dívidas bancárias, que contemplam atrasos no cartão de crédito, financiamentos, empréstimos e seguros, cresceram +0,78%. O setor que apresentou a maior alta foi o de água e luz, cujo crescimento foi de 13,62%, também na variação anual.
Em termos de participação, considerando-se mais uma vez o total do Brasil,os bancos concentram a maior parte das dívidas existem no país: 48,26%. Em seguida, aparece o Comércio, com 20,04% desse total; o setor de Comunicação (13,07%) e o de Água e Luz, concentrando 8,55% do total de pendências.


Metodologia

O indicador de inadimplência do consumidor sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados às quais o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) têm acesso. As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação.

 
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