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Entretenimento

Me Gusta de setembro com grandes atrações musicais e gastronomia na Praça Daltro Filho

A Me Gusta, feira ao ar livre que já faz parte da agenda cultural de Porto Alegre, chega 21ª edição, neste domingo 18 de setembro, entre 12h e 22h. Desta vez o evento ocorre na rua da Praça Daltro Filho no centro de Porto Alegre, também conhecida como Praça dos Antiquários e Praça do Capitólio.
A ideia é, como sempre, ocupar espaços públicos, integrar as pessoas com a cidade e valorizar a economia criativa, oferecendo muita arte, moda, música, gastronomia e diversão.  Serão cerca de 100 expositores distribuídos nas categorias vestuário, variedades, arte, música e alimentação. São marcas novas e independentes, artesanatos, brechós, sebos, vinis, delícias gastronômicas e mais.  Os shows ficam por conta de Zamba Ben (Samba Rock / Groove), Nome na Lista (Rock) e Os Baurets - Tributo Mutantes (Rock).
Sempre com expectativa de grandes públicos o evento já ocupou espaços com rua da República, Praça Garibaldi, Largo Zumbi dos Palmares, Praça Itália, Escadaria da Borges de Medeiros e a rua General Alves no centro de Porto Alegre. Serviço: ME GUSTA #21: ARTE, MODA, MÚSICA E VARIEDADES ONDE: Praça Daltro Filho (Av. Borges de Medeiros esquina com Rua Demétrio Ribeiro) em frente ao CapitólioQUANDO: Domingo dia 18 de setembro de 2016, das 12h às 22h QUANTO: Entrada Franca Créditos das Fotos: Me Gusta (Anselmo Cunha)

Programação:

16:30 - Zamba Ben

18:00 - Roda de conversa, em pauta: Feminismo e políticas LGBT

 

19:30 - Nome na lista

21:00 - Os Baurets



Sobre a Me Gusta
Uma tarde até o anoitecer. Uma festa na rua, uma feira, um bazar, um festival de gente bonita, elegante e sincera. Uma composição de ideias e pessoas que criam e fazem acontecer. Um mix cultural que ocupa a cidade com muita alegria. A Me Gusta é tudo isso e mais um pouco: combina arte, moda e acessórios, música e variedades. Essa mistura cultural só pode dar coisa boa.

 

Última atualização ( Qui, 15 de Setembro de 2016 14:51 )
 

Canoas Coletivo de Dança faz duas apresentações no Porto Alegre Em Cena

“Whatsapp para Shakespeare é uma bela, dinâmica e intensa homenagem feita pelo Canoas Coletivo de Dança ao maior dramaturgo inglês de todos os tempos. Com direção artística da coreógrafa Carlota Albuquerque e direção geral de Joana Willadino, a montagem aborda o universo de William Shakespeare com breves diálogos (ao estilo “whats”) para tratar das conflituosas e intensas relações de amor e poder – temas sempre atuais e acima de qualquer tecnologia. São esses curtos diálogos que ganham movimentos em uma poética dança urbana exaustivamente trabalhada pelo grupo criado em 2015 por bailarinos atuantes há mais de cinco anos e residentes na cidade de Canoas. O espetáculo será apresentado pela primeira vez em Porto Alegre nos dias 16 e 17 de setembro, às 21h, Teatro da Santa Casa (Avenida Independência, 75).

O grupo apresentou “Whatsapp para Shakespeare” apenas no Rio de Janeiro, a convite da Cia de Ballet da Cidade de Niterói, com quem os bailarinos já haviam dividido o palco com “Anatome”, espetáculo que deu origem ao coletivo, que garantiu o reconhecimento com o Prêmio Klauss Vianna 2015, categoria Criação Artística - Novos Talentos, do Funarte, além de ter sido selecionado para a 22ª edição do Porto Alegre em Cena.

O Canoas Coletivo de Dança é formado por Carini Pereira, Caroline Fossá, Danielle da Rosa, Douglas Vargas, Guilherme Silva, Leonardo Patro, Leslie Taube e Roberto Mendes e contará com a participação especial de Tom Peres.

 

Projeto Gema: Série de documentários apresenta a diversidade da música produzida no Rio Grande do Sul

 

Uma série de documentários em curta metragem irá mostrar a pluralidade da música produzida no Rio Grande do Sul. A iniciativa faz parte do Gema - projeto de pesquisa e registros multimídias, idealizado pelo pesquisador e produtor cultural Lucas Luz, contemplado pelo edital Natura Musical. Lucas reuniu um grupo de músicos e pesquisadores que, com a consultoria de Arthur de Faria e Pedrinho Figueiredo, percorreram o Estado realizando vivências e interações com diferentes músicos, mestres, grupos e comunidades tradicionais. O resultado dessa viagem são dez documentários em curta-metragem, podcasts, fotos e textos, que serão publicados no site www.projetogema.com.br. Também será lançada uma revista com fotos e um pequeno perfil dos protagonistas registrados, para distribuição gratuita em escolas e pontos de cultura.
Os protagonistas desta história são os índios Mbya-Guarani da Aldeia Tekoa Guaviraty Porã, de Santa Maria; Regional do Ibicuí, formado por negros quilombolas que cultivam a tradição da gaita, em Santana do Livramento; Bonitinho, guitar-hero conhecido por animar bailes e salões de CTGs pelo estado; Maçambique de Osório, um dos grupos tradicionais mais antigos do RS, formado por negros devotos de Nossa Senhora do Rosário; Goela Seca, bandinha típica alemã da cidade de Feliz; Adelar Bertussi, um dos maiores gaiteiros do Brasil e grande divulgador do bugio, ritmo genuíno gaúcho, com origens indígenas; Luis Vagner, guitarreiro, suingueiro, cantor e compositor; Antônio Carlos de Xangô, um dos mais velhos pais-de-santo do Estado; Mestre Paraquedas, mestre griô, contador de histórias, artista plástico, pesquisador e compositor; e Mestre Renato, mestre de terno de reis e luthier de violas, violões, violinos, cavaquinhos e bandolins.
O projeto registra as diferentes faces que compõem o universo da música produzida no Rio Grande do Sul. É fruto de uma pesquisa que envolve os elementos e a linguagem musical presente em tradições ancestrais e folclóricas do território gaúcho, transmitidas pela interação entre diferentes povos, como espanhóis, portugueses, índios, africanos, italianos e alemães, entre outros, e seus contextos, como o rural e o urbano. O conteúdo produzido para diferentes plataformas mostra as características plurais da música produzida no Estado, comprovando o quanto ela é universal e, acima de tudo, brasileira. “É a busca por uma quebra de preconceitos e para que entendamos as nossas particularidades musicais. Traremos uma colaboração ao desenvolvimento do universo cultural do Rio Grande do Sul, apresentando, de forma didática, informações sobre alguns músicos e gêneros musicais praticados em nosso território”, explica Luz.
O projeto foi contemplado pelo edital Rio Grande do Sul do programa Natura Musical com apoio e financiado pelo Pró-cultura RS LIC (Lei de Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul. “Com a criação em 2014 de um edital exclusivo para o patrocínio da produção musical gaúcha, o Natura Musical tem a oportunidade de reconhecer e valorizar a cena local, em todas as suas vertentes, tradicional ou contemporânea. O projeto Gema nos ajudará a mapear e contar a história dessa produção”, diz Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura.
EXIBIÇÃO ONLINE E SESSÕES COMENTADAS
Os dez documentários, registros fotográficos, textos e entrevistas serão divulgados entre os meses de setembro e dezembro no ambiente digital no site www.projetogema.com.br e fanpage www.facebook.com/ProjetoGema. Além disso, haverá sessões comentadas em Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo e Caxias do Sul, com a participação da equipe do projeto. (*Confira abaixo o cronograma completo dos lançamentos e sessões comentadas).
VILLA MIMOSA
No dia 23/9 haverá uma sessão comentada na Villa Mimosa, em Canoas. Serão apresentados os cinco primeiros documentários, que abordam a cultura dos músicos da Aldeia Guarani Mbya Tekoá Guaviraty; Regional do Quilombo Ibicuí da Armada, Bonitinho, Maçambique de Osório e Bandinha Típica Alemã Goela Seca, com bate-papo com a equipe que realizou o projeto.
EQUIPE
A equipe responsável pelo projeto é formada por Lucas Luz (pesquisador e produtor cultural), Ismael Corrêa de Oliveira (músico e pesquisador), Rafael Dezesseis (músico e sound designer), Francisco Cadaval (diretor de vídeo) e Mario Ferrari (diretor de arte e multimeios). Como consultores, figuram ainda no projeto Arthur de Faria e Pedrinho Figueiredo.
Natura Musical
O Natura Musical, programa reconhecido por seu papel na renovação e preservação da música brasileira, completou dez anos de atuação em 2015, contabilizando o apoio à realização de mais de 1250 produtos culturais (cerca de 1100 shows, 106 CDs, 21 DVDs, 18 livros e 5 filmes), com 1,3 milhão de pessoas diretamente impactadas e cerca de 118 milhões investidos (60% de recursos próprios e 40% de verbas incentivadas). Hoje proporciona o lançamento de uma média de 20 discos por ano, além de patrocinar cerca de 150 shows pelo Brasil, gratuitos ou a preços mais populares do que o mercado oferece tradicionalmente.
O programa patrocina projetos prioritariamente por meio de editais públicos, que selecionam projetos de diversos formatos e estágios da produção cultural em nível nacional, com uso das Leis Rouanet e Audiovisual, e em nível regional, com uso de ICMS, conforme a disponibilidade de recursos. A partir de 2016, o programa vai ampliar sua presença na programação cultural, com o patrocínio a uma nova casa de espetáculos em São Paulo e ao Auditório Natura Musical, no MIS, no Rio de Janeiro, com o objetivo de criar palcos permanentes para novos talentos e artistas consagrados. No ambiente digital, os canais Natura Musical são plataforma para o lançamento de singles, obras completas e outros conteúdos musicais exclusivos dos projetos patrocinados, com acesso gratuito.

 

Uma série de documentários em curta metragem irá mostrar a pluralidade da música produzida no Rio Grande do Sul. A iniciativa faz parte do Gema - projeto de pesquisa e registros multimídias, idealizado pelo pesquisador e produtor cultural Lucas Luz, contemplado pelo edital Natura Musical. Lucas reuniu um grupo de músicos e pesquisadores que, com a consultoria de Arthur de Faria e Pedrinho Figueiredo, percorreram o Estado realizando vivências e interações com diferentes músicos, mestres, grupos e comunidades tradicionais. O resultado dessa viagem são dez documentários em curta-metragem, podcasts, fotos e textos, que serão publicados no site www.projetogema.com.br. Também será lançada uma revista com fotos e um pequeno perfil dos protagonistas registrados, para distribuição gratuita em escolas e pontos de cultura.

Os protagonistas desta história são os índios Mbya-Guarani da Aldeia Tekoa Guaviraty Porã, de Santa Maria; Regional do Ibicuí, formado por negros quilombolas que cultivam a tradição da gaita, em Santana do Livramento; Bonitinho, guitar-hero conhecido por animar bailes e salões de CTGs pelo estado; Maçambique de Osório, um dos grupos tradicionais mais antigos do RS, formado por negros devotos de Nossa Senhora do Rosário; Goela Seca, bandinha típica alemã da cidade de Feliz; Adelar Bertussi, um dos maiores gaiteiros do Brasil e grande divulgador do bugio, ritmo genuíno gaúcho, com origens indígenas; Luis Vagner, guitarreiro, suingueiro, cantor e compositor; Antônio Carlos de Xangô, um dos mais velhos pais-de-santo do Estado; Mestre Paraquedas, mestre griô, contador de histórias, artista plástico, pesquisador e compositor; e Mestre Renato, mestre de terno de reis e luthier de violas, violões, violinos, cavaquinhos e bandolins.

O projeto registra as diferentes faces que compõem o universo da música produzida no Rio Grande do Sul. É fruto de uma pesquisa que envolve os elementos e a linguagem musical presente em tradições ancestrais e folclóricas do território gaúcho, transmitidas pela interação entre diferentes povos, como espanhóis, portugueses, índios, africanos, italianos e alemães, entre outros, e seus contextos, como o rural e o urbano. O conteúdo produzido para diferentes plataformas mostra as características plurais da música produzida no Estado, comprovando o quanto ela é universal e, acima de tudo, brasileira. “É a busca por uma quebra de preconceitos e para que entendamos as nossas particularidades musicais. Traremos uma colaboração ao desenvolvimento do universo cultural do Rio Grande do Sul, apresentando, de forma didática, informações sobre alguns músicos e gêneros musicais praticados em nosso território”, explica Luz.

O projeto foi contemplado pelo edital Rio Grande do Sul do programa Natura Musical com apoio e financiado pelo Pró-cultura RS LIC (Lei de Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul. “Com a criação em 2014 de um edital exclusivo para o patrocínio da produção musical gaúcha, o Natura Musical tem a oportunidade de reconhecer e valorizar a cena local, em todas as suas vertentes, tradicional ou contemporânea. O projeto Gema nos ajudará a mapear e contar a história dessa produção”, diz Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura.

EXIBIÇÃO ONLINE E SESSÕES COMENTADAS

Os dez documentários, registros fotográficos, textos e entrevistas serão divulgados entre os meses de setembro e dezembro no ambiente digital no site www.projetogema.com.br e fanpage www.facebook.com/ProjetoGema. Além disso, haverá sessões comentadas em Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo e Caxias do Sul, com a participação da equipe do projeto. (*Confira abaixo o cronograma completo dos lançamentos e sessões comentadas).

VILLA MIMOSA

No dia 23/9 haverá uma sessão comentada na Villa Mimosa, em Canoas. Serão apresentados os cinco primeiros documentários, que abordam a cultura dos músicos da Aldeia Guarani Mbya Tekoá Guaviraty; Regional do Quilombo Ibicuí da Armada, Bonitinho, Maçambique de Osório e Bandinha Típica Alemã Goela Seca, com bate-papo com a equipe que realizou o projeto.

EQUIPE

A equipe responsável pelo projeto é formada por Lucas Luz (pesquisador e produtor cultural), Ismael Corrêa de Oliveira (músico e pesquisador), Rafael Dezesseis (músico e sound designer), Francisco Cadaval (diretor de vídeo) e Mario Ferrari (diretor de arte e multimeios). Como consultores, figuram ainda no projeto Arthur de Faria e Pedrinho Figueiredo.

Natura Musical

O Natura Musical, programa reconhecido por seu papel na renovação e preservação da música brasileira, completou dez anos de atuação em 2015, contabilizando o apoio à realização de mais de 1250 produtos culturais (cerca de 1100 shows, 106 CDs, 21 DVDs, 18 livros e 5 filmes), com 1,3 milhão de pessoas diretamente impactadas e cerca de 118 milhões investidos (60% de recursos próprios e 40% de verbas incentivadas). Hoje proporciona o lançamento de uma média de 20 discos por ano, além de patrocinar cerca de 150 shows pelo Brasil, gratuitos ou a preços mais populares do que o mercado oferece tradicionalmente.

O programa patrocina projetos prioritariamente por meio de editais públicos, que selecionam projetos de diversos formatos e estágios da produção cultural em nível nacional, com uso das Leis Rouanet e Audiovisual, e em nível regional, com uso de ICMS, conforme a disponibilidade de recursos. A partir de 2016, o programa vai ampliar sua presença na programação cultural, com o patrocínio a uma nova casa de espetáculos em São Paulo e ao Auditório Natura Musical, no MIS, no Rio de Janeiro, com o objetivo de criar palcos permanentes para novos talentos e artistas consagrados. No ambiente digital, os canais Natura Musical são plataforma para o lançamento de singles, obras completas e outros conteúdos musicais exclusivos dos projetos patrocinados, com acesso gratuito.

Última atualização ( Ter, 13 de Setembro de 2016 16:29 )
 

Polonês Michał Cieślakowski ministra curso em Porto Alegre

Adolescer estará em cartaz nos dias dias 16 e 17 de setembro, sexta e sábado, no Teatro da Amrigs em Porto Alegre.  Os ingressos antecipados podem ser adquiridos na Loja Imaginarium (Iguatemi), no Laçador de Ofertas e na bilheteria no Teatro.

Com 14 anos de história, Adolescer se destaca por ser o único no país que muda constantemente seu texto, se adaptando conforme as novidades que surgem a todo momento. Seu texto já foi modificado mais de 40 vezes ao longo dos anos e já foi visto por mais de 2 milhões de espectadores. A cada temporada há novas cenas, novas coreografias, mudanças no elenco, na proposta musical e na linguagem. O resultado é que o público sempre assistirá a um espetáculo diferente, mesmo que ele já tenha visto em outras edições.

Outro fator para tamanho sucesso nos palcos gaúchos é o uso da tecnologia e interatividade, usadas em cena pelos atores, que ficam com seus celulares e câmeras GoPro conectados na web.   Ao fim de cada sessão, o público pode conferir as imagens nas redes sociais.

Em 2016 Adolescer tem apresentado ao público uma nova temporada que traz entre os destaques os sonhos dos jovens. Questões como descobrir sua verdadeira vocação, compreender o que realmente se gosta e a importância de se perseguir seus sonhos, ganharão evidência na temática da peça neste ano.  A pedido de diversos jovens, outro tema atual e bastante perigoso entre os adolescente também será posto em questão: o nude.  Envios de “nude selfie”  se tornaram recorrentes entre a gurizada, e o risco da brincadeira virar um pesadelo é alertado em uma das novas cenas de Adolescer.

Nesta ano a temporada também faz um alerta aos pais, especialmente em relação a importância da figura paterna. A ausência de um pai não pode ser substituída ou compensada pela mãe. Também de acordo com Augusto Cury, esta nova geração está sentindo muito a ausência dos pais, que tentam compensar e completar o vazio com novas tecnologias, como computadores, smartphones e tablets. Segundo Cury, o excesso desses estímulos faz com que os jovens percam as habilidades sócio emocionais mais importantes, como de se colocar no lugar do outro, pensar antes de agir, expor e não impor suas ideias e aprender a agradecer. Para a diretora Vanja Ca Michel, a tecnologia faz parte da evolução, mas é preciso que haja um equilíbrio e que os pais estejam presentes em todo o convívio e novas descobertas de seus filhos.

Vanja Ca Michel é quem assina o roteiro, a produção e a direção do espetáculo que faz uma reflexão sobre o comportamento e as situações típicas da adolescência.  O texto reúne alguns fragmentos de Moacyr Scliar, do psiquiatra José Outeiral e dos psicanalistas Rubem Alves e Cybelle Weinberg.

Vale salientar que Adolescer é indicado não somente para o público adolescente, mas também para todos os pais que buscam uma harmonia no relacionamento com seus filhos.

Adolescer em cartaz no Teatro da Amrigs

16 e 17 de setembro (sexta e sábado)

Teatro da AMRIGS – Av. Ipiranga, 5311 – Porto Alegre

Horário: 20h30min

Telefone: (51) 3014-2001

Duração: 90 min

Indicação: Adultos e adolescentes a partir de 10 anos

Ingressos*

R$60,00 – INTEIRA

R$30,00 – MEIA

Meia Entrada para: estudantes, idosos

Ponto de venda: Bilheteria do Teatro da Amrigs, Laçador de Ofertas e Imaginarium (Iguatemi)

Informações: (51) 91159024 | 33430832

Última atualização ( Ter, 13 de Setembro de 2016 14:35 )
 

Rock Santo Forte apresenta Rock Elétrico

Nos dias 16, 17 e 18 de setembro (sexta, sábado e domingo), a banda Rock Santo Forte apresenta o show autoral “Acreditei”, dentro da programação do evento de lançamento da campanha de financiamento coletivo para a reforma elétrica do Teatro de Arena. Sexta e sábado às 21h e domingo as 19h no Teatro de Arena (altos do viaduto da avenida Borges de Medeiros, 835 – Centro Histórico), o evento contará ainda com a participação da banda Hempadura na sexta-feira, Gabriel e Banda e a dupla Valenttine no sábado e no domingo haverá a cerimônia de lançamento da campanha com a presença do Diretor do Teatro de Arena Clóvis Rocha e a Presidente da Associação de Amigos do Teatro de Arena Margarida Peixoto, o encerramento do evento contará coma participação especialíssima do Cantor Bebeto Alves.

A campanha de financiamento coletivo para a reforma elétrica do teatro é a primeira de uma série de ações que estão sendo organizadas através da parceria da direção do teatro com a associação de amigos, visando as melhorias necessárias para o bom funcionamento do Teatro, que é um dos ícones culturais da cidade de Porto Alegre.

A Rock Santo Forte, tendo sido agraciada através da chamada pública para ocupação do Teatro e sabendo das condições técnicas do mesmo tomou a iniciativa e ofereceu a doação de parte da bilheteria de seu show para ser investido na reforma, no mesmo periodo em que a direção e associação organizavam a campanha, somou-se então as duas ações e convidou-se alguns músicos autorais de diferentes vertentes para compor essa programação. Além desses, o convite mais especial foi para o Cantos Bebeto Alves que faz parte da história do Teatro.

O Show contará com a iluminação cênica de José Renato Lopes e Patrik Simões na sonorização. Confira nos links abaixo, duas músicas do repertorio e o videoclipe experimental. Outras informações podem ser obtidas em www.facebook.com/rsantoforte.

Serviço:

Dia: 16,17 e 18 de setembro de 2016

Hora: 21h (sexta e sábado) e 19h (domingo)
Local: Teatro de Arena (altos do viaduto da Borges de Medeiros, 835). Ingressos: R$ 20,00 - A lotação é limitada a 110 lugares.

Ingressos antecipados no local de terça a sexta das 14h as 18h

Aceitamos todos os cartões

 

 

Bienal Chico Lisboa chega a Canoas nesta quinta-feira

A partir desta quinta-feira, 8 de setembro, Canoas recebe a I Bienal Chico Lisboa – Itinerância 2016. A mostra itinerante poderá ser conferida de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 14h às 19h, na Casa das Artes Villa Mimosa (Av. Guilherme Schell, 6270) com entrada franca, mediante agendamento prévio pelo telefone (51) 3428.5789. Também haverá espaço para uma conversa com os artistas participantes da exposição no dia 10 de setembro, às 15h, no mesmo local. A atração é promovida pelo Sistema Fecomércio-RS/Sesc em parceria com a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Cultura e da Associação Chico Lisboa. Mais informações podem ser obtidas junto ao Sesc Canoas (Av. Guilherme Schell, 5340), pelo telefone (51) 3464-6909, no site www.sesc-rs.com.br/canoas e na página www.facebook.com/sesccanoas.

Em 2015, a Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa realizou em Porto Alegre, de forma colaborativa, a I Bienal C, composta de dez mostras em nove espaços da Capital. Participaram 200 artistas visuais, cuja produção contribui significativamente para o enriquecimento cultural em âmbito estadual e nacional. O desejo de dar continuidade às conexões construídas durante o evento entre o público, os coletivos de arte e os artistas que vivem e trabalham no RS, motivou a Associação Chico Lisboa a realizar, este ano, o projeto de mostras itinerantes da I Bienal C. A seleção das obras foi orientada por critérios de adequação às dimensões e às peculiaridades de diferentes espaços expositivos e viabilidade de transporte e de preservação, de forma a sintetizar o espírito do diálogo e das conexões promovido pela I Bienal C.
Os artistas participantes são Adriana Giora, Ana Isabel Lovatto, Bina Monteiro, Carmen Sansone, Cláudia Menezes, Clelia Camargo, Daiana Schröpel, Danny Bittencourt, Ena Lautert, Fabriano Rocha, Fátima Pinto, Fernanda Martins Costa, Graça Craidy, Graça Marques, Karla Santos, Lecy Fischer, Lia Braga, Lizandra Caon, Luci Sgorla, Magna Sperb, Maísa Stolz, Marcia De Antoni, Mariah de Olivieri, Marisa Grahl, Maristela Winck, Neca Sparta, Ney Caminha, Rafael Dambros, Rejane Karam, Rosane Morais e Selir Straliotto.
70 anos Sesc e Senac – O mês de setembro de 2016 é de comemorar o aniversário do Sesc e Senac, que vem há 70 anos ajudando o setor do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado a crescer. Desde 1946, foram mais de 960 milhões de atendimentos que tornaram essas instituições referência em desenvolvimento social, atendendo a sociedade brasileira com educação profissional, cultura, saúde, turismo, assistência, esporte e lazer. A capilaridade do Sesc e Senac, braços sociais do Sistema Fecomércio-RS, também deve ser considerada como um diferencial. Hoje, são mais de 100 Unidades espalhadas nos 497 municípios, além das unidades móveis.

I Bienal C – Canoas
Abertura: 08 de setembro, às 19h
Data visitação: 09 de setembro a 16 de outubro
Horário: terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 14h às 19h
Local: Casa das Artes Villa Mimosa (Av. Guilherme Schell, 6270)
Entrada gratuita mediante agendamento pelo telefone (51) 3428-5789

 
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