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Susana Vieira vem a Porto Alegre com a comédia UMA SHIRLEY QUALQUER, dirigida por Miguel Falabella

 

A pior solidão é a que se sente quando se está acompanhado. Atire a primeira pedra quem nunca conversou com as paredes. Elas podem não ser as companheiras mais eloquentes, mas ao menos sabem ouvir, coisa rara hoje em dia. Que o diga Shirley Valentim! Casada, mãe de dois filhos, ela divide suas angústias com a parede, sua companheira de todas as horas. Ela busca entender aonde foram parar seus sonhos, o que aconteceu com sua vida. Quando surge uma oportunidade de conhecer a Grécia com sua melhor amiga, sem a família, Shirley decide embarcar nessa viagem, uma jornada ao encontro do seu verdadeiro eu. Esse tema universal conquistou plateias do mundo inteiro desde sua estreia, em 1986.
Agora a comédia Shirley Valentine, de Willy Russel, ganha nova montagem brasileira, chamada Uma Shirley Qualquer, com Susana Vieira no papel título e direção de Miguel Falabella. Com realização da Chaim Produções e produção da Opus Promoções, o espetáculo chega a Porto Alegre para sessões nesta sexta e sábado, dias 26 e 27 de novembro, no Teatro do Bourbon Country. Os ingressos estão à venda. Confira o serviço completo abaixo.
A versão original foi um sucesso imediato quando estreou em Londres, sendo agraciado com o Laurence Olivier Awards de melhor comédia e melhor atriz (Pauline Collins).  Em 1989, entrou em cartaz na Broadway e Pauline Collins venceu o Tony. Nesse mesmo ano, estreou a versão cinematográfica, também com Pauline Collins, indicada ao Oscar e ao Globo de Ouro e vencedora do Bafta.
Shirley está cansada da indiferença do marido, Joel, cuja principal preocupação é saber se terá carne no jantar. Os filhos Milandra e Jorge cresceram e só se lembram da mãe na hora dos problemas. Quando sua melhor amiga, Wanda, a presenteia com uma viagem para a Grécia, Shirley cria coragem e embarca escondida de Joel. É um voo rumo à liberdade, à possibilidade de reencontro com a menina sonhadora e cheia de vida que Shirley foi um dia. O texto fala do ser humano, daquele instante em que se percebe que o tempo passou e a vida ficou parada em alguma esquina. E mostra que nunca é tarde para recomeçar.
Susana Vieira apaixonou-se pela peça à primeira leitura. “Quando Miguel me entregou o texto, fiquei encantada, fascinada pelo humor da personagem, pela força e coragem que ela tem de ir atrás da felicidade. Shirley vai à luta. Todas nós mulheres temos várias coisas dela, por mais diferentes que possamos ser”, afirma a atriz. Apesar da dureza da vida, Shirley jamais perde o bom humor. E tem a parede e a plateia como seus confidentes. “É um monólogo, mas não me vejo sozinha em cena, seremos o público e eu”, celebra.
O texto passeia pela comédia com muita sutileza, gerando uma identificação imediata do público. O original de Willy Russel, assim como a versão de Falabella, traz um olhar afetivo sobre o ser humano e as relações familiares, com uma abordagem longe de estereótipos, com personagens cheios de verdade e sede de vida, que levam o espectador da gargalhada ao nó no peito em segundos. “O humor é a forma mais verdadeira e humana de chegar ao coração das pessoas”, exalta Falabella.
A parceria entre a atriz e Miguel tem uma longa história e rendeu um dos maiores sucessos do teatro brasileiro, ‘A Partilha’ (de 1990), que gerou uma bem sucedida continuação: ‘A Vida Passa’. “Eu e Susana tivemos um encontro de vida e estamos sempre juntos, é uma festa”, vibra Falabella. “A minha vida artística se divide antes e depois dele. Tenho uma carreira muito feliz, mas, fazendo ‘A Partilha’, ele nos uniu para sempre. É um prazer imenso, porque ele é um grande diretor, que tira o que o ator tem de melhor. E, como somos dois comediantes, damos risada de tudo o tempo todo. Temos o mesmo tempo de comédia. Somos amigos para sempre”, festeja Susana.
Ficha Técnica
Versão Brasileira e Direção: Miguel Falabella
Produção Geral: Sandro Chaim
Cenário: Marco Aurélio Pacheco
Figurino: Karla Vivian
Designer de Luz: Adriana Ortiz
Trilha Sonora: Sérvulo Augusto
Produtor Executivo: Edgard Jordão
Realização: Chaim Produções
Produção: Opus Promoções
SERVIÇO
UMA SHIRLEY QUALQUER
Dias 26 e 27 de novembro
Sábado, às 21h
Domingo, às 20h
Teatro do Bourbon Country (Av. Túlio de Rose, 80 / 2º andar – Shopping Bourbon Country)
www.teatrodobourboncountry.com.br

 

A pior solidão é a que se sente quando se está acompanhado. Atire a primeira pedra quem nunca conversou com as paredes. Elas podem não ser as companheiras mais eloquentes, mas ao menos sabem ouvir, coisa rara hoje em dia. Que o diga Shirley Valentim! Casada, mãe de dois filhos, ela divide suas angústias com a parede, sua companheira de todas as horas. Ela busca entender aonde foram parar seus sonhos, o que aconteceu com sua vida. Quando surge uma oportunidade de conhecer a Grécia com sua melhor amiga, sem a família, Shirley decide embarcar nessa viagem, uma jornada ao encontro do seu verdadeiro eu. Esse tema universal conquistou plateias do mundo inteiro desde sua estreia, em 1986.

Agora a comédia Shirley Valentine, de Willy Russel, ganha nova montagem brasileira, chamada Uma Shirley Qualquer, com Susana Vieira no papel título e direção de Miguel Falabella. Com realização da Chaim Produções e produção da Opus Promoções, o espetáculo chega a Porto Alegre para sessões nesta sexta e sábado, dias 26 e 27 de novembro, no Teatro do Bourbon Country. Os ingressos estão à venda. Confira o serviço completo abaixo.

A versão original foi um sucesso imediato quando estreou em Londres, sendo agraciado com o Laurence Olivier Awards de melhor comédia e melhor atriz (Pauline Collins).  Em 1989, entrou em cartaz na Broadway e Pauline Collins venceu o Tony. Nesse mesmo ano, estreou a versão cinematográfica, também com Pauline Collins, indicada ao Oscar e ao Globo de Ouro e vencedora do Bafta.

Shirley está cansada da indiferença do marido, Joel, cuja principal preocupação é saber se terá carne no jantar. Os filhos Milandra e Jorge cresceram e só se lembram da mãe na hora dos problemas. Quando sua melhor amiga, Wanda, a presenteia com uma viagem para a Grécia, Shirley cria coragem e embarca escondida de Joel. É um voo rumo à liberdade, à possibilidade de reencontro com a menina sonhadora e cheia de vida que Shirley foi um dia. O texto fala do ser humano, daquele instante em que se percebe que o tempo passou e a vida ficou parada em alguma esquina. E mostra que nunca é tarde para recomeçar.

Susana Vieira apaixonou-se pela peça à primeira leitura. “Quando Miguel me entregou o texto, fiquei encantada, fascinada pelo humor da personagem, pela força e coragem que ela tem de ir atrás da felicidade. Shirley vai à luta. Todas nós mulheres temos várias coisas dela, por mais diferentes que possamos ser”, afirma a atriz. Apesar da dureza da vida, Shirley jamais perde o bom humor. E tem a parede e a plateia como seus confidentes. “É um monólogo, mas não me vejo sozinha em cena, seremos o público e eu”, celebra.

O texto passeia pela comédia com muita sutileza, gerando uma identificação imediata do público. O original de Willy Russel, assim como a versão de Falabella, traz um olhar afetivo sobre o ser humano e as relações familiares, com uma abordagem longe de estereótipos, com personagens cheios de verdade e sede de vida, que levam o espectador da gargalhada ao nó no peito em segundos. “O humor é a forma mais verdadeira e humana de chegar ao coração das pessoas”, exalta Falabella.

A parceria entre a atriz e Miguel tem uma longa história e rendeu um dos maiores sucessos do teatro brasileiro, ‘A Partilha’ (de 1990), que gerou uma bem sucedida continuação: ‘A Vida Passa’. “Eu e Susana tivemos um encontro de vida e estamos sempre juntos, é uma festa”, vibra Falabella. “A minha vida artística se divide antes e depois dele. Tenho uma carreira muito feliz, mas, fazendo ‘A Partilha’, ele nos uniu para sempre. É um prazer imenso, porque ele é um grande diretor, que tira o que o ator tem de melhor. E, como somos dois comediantes, damos risada de tudo o tempo todo. Temos o mesmo tempo de comédia. Somos amigos para sempre”, festeja Susana.

Ficha Técnica

Versão Brasileira e Direção: Miguel Falabella

Produção Geral: Sandro Chaim

Cenário: Marco Aurélio Pacheco

Figurino: Karla Vivian

Designer de Luz: Adriana Ortiz

Trilha Sonora: Sérvulo Augusto

Produtor Executivo: Edgard Jordão

Realização: Chaim Produções

Produção: Opus Promoções


SERVIÇO

UMA SHIRLEY QUALQUER

Dias 26 e 27 de novembro

Sábado, às 21h

Domingo, às 20h

Teatro do Bourbon Country (Av. Túlio de Rose, 80 / 2º andar – Shopping Bourbon Country)

www.teatrodobourboncountry.com.br

Última atualização ( Sex, 25 de Novembro de 2016 10:21 )
 

Espetáculo musical Vox Habilis com o Coro Jovem do IPDAE é destaque cultural da semana em Canoas

Diversas atrações estão na programação cultural da semana no Sesc Canoas. O destaque é o espetáculo musical Vox Habilis com o Coro Jovem do IPDAE, que se apresenta dia 18 de novembro, às 20h, no Teatro do Sesc Canoas (Av. Guilherme Schell, 5340). A entrada é franca, mediante doação de 1kg de alimento não perecível. A retirada de ingressos deve ser feita no local uma hora antes do evento. Também estão na programação mediação de histórias, sessão de cinema e espetáculo teatral. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3464-6909 e na página www.facebook.com.br/sesccanoas.

O Coro Jovem do IPDAE iniciou suas atividades em 2014, com alunos oriundos da disciplina de Prática Coral Juvenil, da Escola de Música do IPDAE. O grupo constitui um coro misto, cantando musicas a duas, três e quatro vozes (SATB). O coro possui repertório eclético, desde peças sacras e profanas da Idade Média e da Renascença, até a música brasileira erudita e popular da atualidade, com destaque para repertório escrito especialmente para tal formação. A regência e direção musical são de Cuca Medina. O Coro tem se apresentado em eventos como a Feira do 61ª Feira do Livro de Porto Alegre, Igreja São José, Sociedade Hebraica e Câmara dos Vereadores de Porto Alegre. Confira abaixo a programação cultural da semana no Sesc Canoas.

Sobre o Sonora Brasil - Promovido pelo Sesc, o projeto é considerado o maior do País em circulação musical e, em 2015 promoveu 480 concertos em mais de 130 cidades brasileiras. Desde a sua primeira edição, em 1998, já passaram pelo projeto cerca de 80 grupos em mais de 3.900 apresentações por todo o país, alcançando um público superior a 520 mil espectadores. No Rio Grande do Sul, as atividades do Sonora Brasil integram a agenda do Arte Sesc – Cultura por toda parte.

 

Cissa Guimarães apresenta Doidas e Santas no Theatro São Pedro nos dias 18, 19 e 20 de novembro

Vista por mais de 300 mil pessoas entre Rio de Janeiro, São Paulo e mais de 22 cidades brasileiras, a comédia romântica Doidas e Santas se consagrou como um dos espetáculos de maior sucesso da cena teatral carioca. A montagem com texto de Regiana Antonini, livremente inspirado no livro homônimo de Martha Medeiros, e dirigida por Ernesto Piccolo retorna a Porto Alegre, onde realiza temporada no Theatro São Pedro nos dias 18, 19 e 20 de novembro, sexta-feira e sábado às 21h  e domingo às 18h. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do teatro.

Doidas e Santas é um projeto idealizado por Cissa Guimarães e sua primeira produção em mais de 30 anos de carreira no teatro. A atriz sempre desejou levar à cena um trabalho que expressasse as inquietações da mulher moderna com relação à vida contemporânea, que exige conjugar marido, filhos, realização profissional e ainda beleza e bom humor. Cissa encontrou nos textos de Martha Medeiros a motivação para tocar seu projeto e, depois de conversar com a escritora, convidou o amigo de mais de 30 anos, Ernesto Piccolo, para dirigi-la. Piccolo é diretor de Divã, sucesso teatral de Lilia Cabral, também adaptado de obra homônima de Martha Medeiros, e ainda da bem-sucedida A História de Nós 2.

O livro de Martha Medeiros é uma coletânea de crônicas independentes que forneceram a matéria-prima para Regiana Antonini construir a trama bem-humorada desta mulher moderna, que identificamos a todo o momento e em qualquer parte. Regiana acrescentou ainda à dramaturgia algumas histórias divertidas que ela mesma viveu, e que, por afinidade, poderiam muito bem ser encontradas no livro de Martha.

No palco, acompanhamos a trajetória de Beatriz (Cissa Guimarães), uma psicanalista em crise no casamento. Seu marido (Giuseppe Oristânio) é turrão e machista e não tolera a ideia da separação. Fechando o elenco, temos 'as mulheres da vida' de Beatriz: irmã, mãe e filha, personagens vividas pela atriz Josie Antello. O público vivencia alegrias, desilusões, neuroses da vida urbana, o prazer que se esconde no dia a dia, as relações amorosas e o poder transformador da coragem e do afeto. O cenário é de Sérgio Marimba, a iluminação de Jorginho de Carvalho, a trilha sonora de Rodrigo Penna e os figurinos de Helena Araujo e Djalma Brilhante.

DESTAQUES DA CRÍTICA CARIOCA

Fé na trama e no texto! O texto tem humor próprio resultando em um espetáculo divertido e ágil. Cissa expressa bem simplicidade e complexidade, alegria e tristeza, ingenuidade e sabedoria.

Bárbara Heliodora - Jornal O Globo

Cissa Guimarães está muito convincente no papel principal, usando impostação de voz e movimentos corporais na medida certa. (...) Sem recorrer à caricatura, Josie Antello faz graça explorando peculiaridades nos modos de falar e nos gestos de cada uma das três personagens que representa.

Carlos Henrique Braz - Veja Rio

O tema 'separação' é bem explorado e provoca boas gargalhadas ... Além de encarar sua personagem com muita veracidade, Cissa exibe excelente forma física e cativa a plateia. Josie rege com maestria suas três personagens.

Adriana Lins - Revista Contigo

SINOPSE

A psicanalista Beatriz (Cissa Guimarães) vive uma crise. Embora no auge da carreira profissional, a vida pessoal anda um caos. Sua mãe, a extravagante dona Elda (Josie Antello), voltou a morar com ela e vive às turras com sua filha adolescente (também Josie Antello). E o marido Orlando (Giuseppe Oristânio), após vinte anos de casamento, está cada vez mais distante, mais surdo, mais mudo, mais morno, mais jogado no sofá. Um casamento acomodado e duas gerações em crise. Assim, não há 'santa' que aguente, qualquer uma fica 'doida'.

Durante uma visita da irmã caçula, a solteirona-não-tão-convicta-assim Berenice (ainda Josie Antello, numa impagável composição tríplice) tem uma conversa reveladora que faz com que Beatriz decida dar um basta. Separa-se de um inconformado Orlando e resolve abraçar os prazeres da vida e da juventude mais uma vez.

Sai para as noites, canta, dança, conhece um rapaz... Beatriz acha que preencheu o vazio, que botou a vida nos trilhos. Até que uma longa conversa com a mãe, sobre o passado e as esperanças para o futuro, faz reacender uma fagulha. Aponta a dorzinha da saudade. E a campainha toca...

FICHA TÉCNICA

Texto: Regiana Antonini

Direção: Ernesto Piccolo

Assistente de direção: João Velho

Elenco: Cissa Guimarães, Giusepe Oristanio e Josie Antello.

Direção Musical: Rodrigo Penna

Cenário: Sérgio Marimba

Iluminação: Jorginho de Carvalho

Figurino: Helena Araujo e Djalma Brilhante

Design Gráfico: Thomaz Velho

Fotos: Nana Moraes

Op. de Luz: Vilmar Olos

Op. de Som: Thiago Silva

Dir. de Palco: Hildo de Assis

Contrarregra: Elquires Souza

Camareiro: Cleiton Souza

Assistente de Produção: Mayara Maia

Produção executiva: Daniela Paita

Direção de Produção: Cássia Vilasbôas

Idealização do Projeto: Cissa Guimarães

Assessoria de Imprensa em Porto Alegre: Silvia Abreu

Produção Local: Little John Entretenimento

Realização: NOVE Produções e BG produções

SERVIÇO ESPETÁCULO:

Doidas e Santas. Espetáculo com Cissa Guimarães Giusepe Oristanio e Josie Antello.

Datas: 18, 19 e 20 de novembro de 2016

Horários: Sexta-feira e Sábado - 21h |Domingo: 18h

Local: Theatro São Pedro - Praça Marechal Deodoro, s/n° | Centro Histórico | Porto Alegre/RS
Telefones: (51) 3227.5100 | 3227.5300

Ingressos:

Plateia: R$ 100,00
Cadeira Extra: R$ 100,00
Camarote Central: R$ 90,00
Camarote Lateral: R$ 80,00
Galerias: R$ 40,00

 

Landau apresenta novo repertório “Luau do Landau” em Canoas, com músicas inéditas e autorais

Com toda a astúcia em desbancar rótulos no meio musical, o cantor e compositor Landau, lança músicas inéditas e autorais no “Luau do Landau”.

Com mais de 15 anos de estrada e em seu 8º lançamento, o autor do hit Lata Velha (tema do quadro do programa Caldeirão do Huck que completa 10 anos), já dividiu os microfones com personalidades como Zeca Baleiro, Zé Geraldo e Eduardo Araújo têm se tornado um dos principais nomes da música independente no Brasil.

Dessa vez, o 3º DVD é gravado em Arraial D´Ajuda (BA), na paradisíaca praia da Pitinga.  Cenário imprevisível pra quem acompanha a carreira do artista, que teve no último CD, a inspiração no Hard Rock dos anos 70

Quem conhece o estilo do Landau, sabe que mesmo no novo formato, a sua essência está sempre ali: traz uma liberdade em conceito e cria o seu próprio, levantando a bandeira do rock rural.

Não é novidade que o Brasil sempre foi rico em misturas. Mas dizer, há algumas décadas, que misturar Bob Dylan, fragmentos da psicodelia hippie woodstockiana como Eagles e Zé Ramalho era uma missão impossível. E o rock rural, híbrido, apareceu para somar tudo isso à personalidade assumidamente caipira.

Agora, a poesia é mais forte do que o rifle. “Esse novo projeto acontece numa atmosfera mais limpa, pra alinhar mais a ideia de VERDADE das letras do repertório. Não é balada, nem romântico, fala de ganhos e perdas com os altos e baixos da vida”, divide Landau.

A música autoral e inédita “Guerreiro da Luz” homenageia a mãe durante a dificuldade que viveu na luta contra o câncer, simbolizando a força, o foco e a fé: “Segure a minha mão, a caminhada é longa pra seguir. Eu te conto aquela história dos anjos da Pedra da Cruz”. Neto Rockefeller, de renome internacional, deixa sua marca e explora a clássica guitarra dos filmes de Velho Oeste de Clint Eastwood, que retratam histórias de índios e cowboys, o caminho do meio que Landau sempre andou.

Com arranjos redondos, a faixa “Tudo sempre dá certo traz um otimismo importante de existir, entre trancos e barrancos: “Foi preciso começar pelo fim, me perder pelo meio, pra perceber que quanto mais erro, dá certo. Tudo sempre dá certo”.

Amor sem Fim” e “Buraco e Quebra Mola”, músicas autorais já clássicas do artista, ganham a versão do Luau com tanto encaixe que parecem ter nascido no projeto.

As influências de Landau podem circular entre o country, o rock e o blues mundial como Johnny Cash, Bob Dylan, Creedence e Eric Clapton. Na veia nacional, o artista valoriza o blues brasileiro como de Celso Blues Boy e também o Argentino Pappo´s Blues, e especialmente para este projeto, o “Luau do Landau” veste ainda mais a camisa da MPB, por fazer uma homenagem aos rebeldes e clássicos da vertente que influenciaram a sua estrada.

Além de canções autorais, aproveita para apresentar releituras criativas das fortes letras atemporais dos artistas: Zé RamalhoRaul SeixasZé Geraldo, Sá e Guarabyra, Belchior entre outros.

Quem tiver em Canoas dia 19 de novembro, poderá conferir o show do Landau e novo repertório no Brechó Pub.

Luau do Landau em Canoas

Dia 19/11 em Brechó Pub

Às 21h

R$ 10 entrada

R. Felipe de Noronha, 285 - Mal. Rondon, Canoas – RS

 

Concerto de encerramento da Feira do Livro de Porto Alegre acontece neste domingo

A série Concertos Comunitários realiza neste domingo, às 11h, no Teatro Carlos Urbim, o Concerto de encerramento da 62a edição da Feira do Livro de Porto Alegre. A apresentação, com patrocínio do Grupo Zaffari e realização da Opus Promoções e do Ministério da Cultura, marca o último fim de semana do evento literário.Com regência do maestro Evandro Matté, o concerto terá participação da Orquestra Unisinos Anchieta, do solista Rafael Gubert e da soprano Elisa Lopes interpretando clássicos do cinema. No repertório, estão as trilhas sonoras dos filmes O Poderoso Chefão, A Noviça Rebelde e Casablanca, além de canções das animações infantis A Bela Adormecida, Tarzan e O Rei Leão.  A entrada é franca. Confira o serviço completo abaixo.Orquestra Unisinos AnchietaFundada em 1996, pelo Maestro José Pedro Boéssio, a Orquestra Unisinos Anchieta realiza uma programação artística diversificada, atendendo a diferentes perfis de público, buscando a renovação de ideias, abordagens e leituras, além de promover associações inesperadas pela música de concerto, contemporânea e popular. A proposta, além da simples oferta de apresentação da orquestra, objetiva garantir o acesso não apenas à música de concerto, mas a outras linguagens vinculadas às raízes musicais brasileiras e ao repertório de importantes compositores populares. Vencedora do Prêmio Açorianos de Música em 2005, a orquestra entrega ao público o diferencial de espetáculos com inclusão de outras linguagens cênicas, tais como, teatro, dança e artes plásticas. Importantes concertistas e músicos de distintos estilos atuaram com a orquestra, entre eles Altamiro Carrilho, Emmanuele Baldini, Fred Mills, Kleiton & Kledir, Pierre Dutot, Renato Borghetti, Yang Liu, entre outros. Nos últimos anos, a Orquestra Unisinos Anchieta tem apresentado diferentes séries de concerto, com destaque para as óperas Il Campanello di Notte e Rita (Donizetti) e Bastien Bastienne (Mozart). A direção artística e regência da orquestra estão sob a responsabilidade do maestro Evandro Matté.Evandro Matté | RegenteÉ diretor artístico e maestro da Orquestra Unisinos Anchieta; diretor artístico e maestro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e diretor artístico do Festival Internacional SESC de Música, que acontece em Pelotas. Realizou sua formação musical na UFRGS, na University of Georgia (EUA) e no Conservatoire de Bordeaux (FRA). Trompetista da Ospa desde 1990, é também coordenador cultural da Unisinos.  Esteve à frente de orquestras do Uruguai, Estados Unidos, Argentina, França, China, República Checa e Alemanha. É coordenador do Show Musical Anchieta e do projeto social Vida com Arte, que atende 250 crianças, proporcionando inclusão social através da música. É pós-graduado em Gestão Empresarial.Elisa Lopes | SopranoGraduada em Música (ênfase em canto lírico) pela UFRGS, a soprano porto-alegrense Elisa Lopes atuou como solista com as principais orquestras do Rio Grande do Sul. Destacam-se importantes concertos e montagens de ópera com a OSPA, Orquestra Unisinos e OSUCS. Trabalhou em master classes e festivais sob a orientação de renomados professores de canto como Neyde Thomas, Luisa Gianinni e Homero Velho.Rafael Gubert | SolistaFoi vocalista do Akashic, banda que lhe proporcionou experiência internacional e que conta com dois CDs. Em 2001, foi premiado com o Oscar della Musica em Roma, na Itália. Em 2002 participou da gravação do CD Gemini do guitarrista português Paulo Barros, que foi lançado na Europa pela Point – Music e na América do Sul pela Hellion Records. Desde 2003, realiza trabalho acústico com Tita Sachet e desde 2008 é vocalista da banda  Hardrockers. Em agosto de 2014, cantou Angelotti na Tosca da OSPA, no Theatro São Pedro, sob a regência de Enrique Ricci (Argentina) e Sharpless em Madama Butterfly, com a Orquestra Filarmônica da PUCRS, sob a regência de Mario Perusso (Argentina). Em 2015, foi solista ao lado de Bibi Ferreira no Concerto do Dia das Mães, sob a regência de Evandro Matté, com a Orquestra Unisinos Anchieta, no Auditório Araújo Vianna.Orquestra Unisinos AnchietaRegência: Evandro MattéViolinosBrigitta CalloniFabrício BassoGabriel CorreaGean VeigaGeraldo Moori | SpallaIris AndradeKauê TrojanLeonardo BockRosane BenícioSilvane GuerraSilvio SouzaViolasAndré MeneghelloNaila Cristina D. da SilvaMaria F. CanabarroTiago NeskeVioloncelosDiego S. BiasibettiDouglas AraujoContrabaixosMárcio FischFábio AlvesFlautaFabiane OliveiraOboéViktória TatourPercussãoDouglas GutjahrPianoDaniel BenitzProdução: Cinara Beineke, David Castro, Fábio Kremer e Katielle HendlerSecretaria executiva: Ana Cristina FronerSERVIÇOCONCERTO DE ENCERRAMENTO DA FEIRA DO LIVRODia 13 de novembroDomingo, às 11h62ª Feira do Livro de Porto AlegreTeatro Carlos Urbim (Av. Sepúlveda entre Av. Mauá e Rua Siqueira Campos)ENTRADA FRANCA
A série Concertos Comunitários realiza neste domingo, às 11h, no Teatro Carlos Urbim, o Concerto de encerramento da 62a edição da Feira do Livro de Porto Alegre. A apresentação, com patrocínio do Grupo Zaffari e realização da Opus Promoções e do Ministério da Cultura, marca o último fim de semana do evento literário.
Com regência do maestro Evandro Matté, o concerto terá participação da Orquestra Unisinos Anchieta, do solista Rafael Gubert e da soprano Elisa Lopes interpretando clássicos do cinema. No repertório, estão as trilhas sonoras dos filmes O Poderoso Chefão, A Noviça Rebelde e Casablanca, além de canções das animações infantis A Bela Adormecida, Tarzan e O Rei Leão.  A entrada é franca. Confira o serviço completo abaixo.
Orquestra Unisinos Anchieta
Fundada em 1996, pelo Maestro José Pedro Boéssio, a Orquestra Unisinos Anchieta realiza uma programação artística diversificada, atendendo a diferentes perfis de público, buscando a renovação de ideias, abordagens e leituras, além de promover associações inesperadas pela música de concerto, contemporânea e popular. A proposta, além da simples oferta de apresentação da orquestra, objetiva garantir o acesso não apenas à música de concerto, mas a outras linguagens vinculadas às raízes musicais brasileiras e ao repertório de importantes compositores populares. Vencedora do Prêmio Açorianos de Música em 2005, a orquestra entrega ao público o diferencial de espetáculos com inclusão de outras linguagens cênicas, tais como, teatro, dança e artes plásticas. Importantes concertistas e músicos de distintos estilos atuaram com a orquestra, entre eles Altamiro Carrilho, Emmanuele Baldini, Fred Mills, Kleiton & Kledir, Pierre Dutot, Renato Borghetti, Yang Liu, entre outros. Nos últimos anos, a Orquestra Unisinos Anchieta tem apresentado diferentes séries de concerto, com destaque para as óperas Il Campanello di Notte e Rita (Donizetti) e Bastien Bastienne (Mozart). A direção artística e regência da orquestra estão sob a responsabilidade do maestro Evandro Matté.
Evandro Matté | Regente
É diretor artístico e maestro da Orquestra Unisinos Anchieta; diretor artístico e maestro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e diretor artístico do Festival Internacional SESC de Música, que acontece em Pelotas. Realizou sua formação musical na UFRGS, na University of Georgia (EUA) e no Conservatoire de Bordeaux (FRA). Trompetista da Ospa desde 1990, é também coordenador cultural da Unisinos.  Esteve à frente de orquestras do Uruguai, Estados Unidos, Argentina, França, China, República Checa e Alemanha. É coordenador do Show Musical Anchieta e do projeto social Vida com Arte, que atende 250 crianças, proporcionando inclusão social através da música. É pós-graduado em Gestão Empresarial.
Elisa Lopes | Soprano
Graduada em Música (ênfase em canto lírico) pela UFRGS, a soprano porto-alegrense Elisa Lopes atuou como solista com as principais orquestras do Rio Grande do Sul. Destacam-se importantes concertos e montagens de ópera com a OSPA, Orquestra Unisinos e OSUCS. Trabalhou em master classes e festivais sob a orientação de renomados professores de canto como Neyde Thomas, Luisa Gianinni e Homero Velho.
Rafael Gubert | Solista
Foi vocalista do Akashic, banda que lhe proporcionou experiência internacional e que conta com dois CDs. Em 2001, foi premiado com o Oscar della Musica em Roma, na Itália. Em 2002 participou da gravação do CD Gemini do guitarrista português Paulo Barros, que foi lançado na Europa pela Point – Music e na América do Sul pela Hellion Records. Desde 2003, realiza trabalho acústico com Tita Sachet e desde 2008 é vocalista da banda  Hardrockers. Em agosto de 2014, cantou Angelotti na Tosca da OSPA, no Theatro São Pedro, sob a regência de Enrique Ricci (Argentina) e Sharpless em Madama Butterfly, com a Orquestra Filarmônica da PUCRS, sob a regência de Mario Perusso (Argentina). Em 2015, foi solista ao lado de Bibi Ferreira no Concerto do Dia das Mães, sob a regência de Evandro Matté, com a Orquestra Unisinos Anchieta, no Auditório Araújo Vianna.
Orquestra Unisinos Anchieta
Regência: Evandro Matté
Violinos
Brigitta Calloni
Fabrício Basso
Gabriel Correa
Gean Veiga
Geraldo Moori | Spalla
Iris Andrade
Kauê Trojan
Leonardo Bock
Rosane Benício
Silvane Guerra
Silvio Souza
Violas
André Meneghello
Naila Cristina D. da Silva
Maria F. Canabarro
Tiago Neske
Violoncelos
Diego S. Biasibetti
Douglas Araujo
Contrabaixos
Márcio Fisch
Fábio Alves
Flauta
Fabiane Oliveira
Oboé
Viktória Tatour
Percussão
Douglas Gutjahr
Piano
Daniel Benitz
Produção: Cinara Beineke, David Castro, Fábio Kremer e Katielle Hendler
Secretaria executiva: Ana Cristina Froner
SERVIÇO
CONCERTO DE ENCERRAMENTO DA FEIRA DO LIVRO
Dia 13 de novembro
Domingo, às 11h
62ª Feira do Livro de Porto Alegre
Teatro Carlos Urbim (Av. Sepúlveda entre Av. Mauá e Rua Siqueira Campos)
ENTRADA FRANCA

A série Concertos Comunitários realiza neste domingo, às 11h, no Teatro Carlos Urbim, o Concerto de encerramento da 62a edição da Feira do Livro de Porto Alegre. A apresentação, com patrocínio do Grupo Zaffari e realização da Opus Promoções e do Ministério da Cultura, marca o último fim de semana do evento literário.Com regência do maestro Evandro Matté, o concerto terá participação da Orquestra Unisinos Anchieta, do solista Rafael Gubert e da soprano Elisa Lopes interpretando clássicos do cinema. No repertório, estão as trilhas sonoras dos filmes O Poderoso Chefão, A Noviça Rebelde e Casablanca, além de canções das animações infantis A Bela Adormecida, Tarzan e O Rei Leão.  A entrada é franca. Confira o serviço completo abaixo.Orquestra Unisinos AnchietaFundada em 1996, pelo Maestro José Pedro Boéssio, a Orquestra Unisinos Anchieta realiza uma programação artística diversificada, atendendo a diferentes perfis de público, buscando a renovação de ideias, abordagens e leituras, além de promover associações inesperadas pela música de concerto, contemporânea e popular. A proposta, além da simples oferta de apresentação da orquestra, objetiva garantir o acesso não apenas à música de concerto, mas a outras linguagens vinculadas às raízes musicais brasileiras e ao repertório de importantes compositores populares. Vencedora do Prêmio Açorianos de Música em 2005, a orquestra entrega ao público o diferencial de espetáculos com inclusão de outras linguagens cênicas, tais como, teatro, dança e artes plásticas. Importantes concertistas e músicos de distintos estilos atuaram com a orquestra, entre eles Altamiro Carrilho, Emmanuele Baldini, Fred Mills, Kleiton & Kledir, Pierre Dutot, Renato Borghetti, Yang Liu, entre outros. Nos últimos anos, a Orquestra Unisinos Anchieta tem apresentado diferentes séries de concerto, com destaque para as óperas Il Campanello di Notte e Rita (Donizetti) e Bastien Bastienne (Mozart). A direção artística e regência da orquestra estão sob a responsabilidade do maestro Evandro Matté.Evandro Matté | RegenteÉ diretor artístico e maestro da Orquestra Unisinos Anchieta; diretor artístico e maestro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e diretor artístico do Festival Internacional SESC de Música, que acontece em Pelotas. Realizou sua formação musical na UFRGS, na University of Georgia (EUA) e no Conservatoire de Bordeaux (FRA). Trompetista da Ospa desde 1990, é também coordenador cultural da Unisinos.  Esteve à frente de orquestras do Uruguai, Estados Unidos, Argentina, França, China, República Checa e Alemanha. É coordenador do Show Musical Anchieta e do projeto social Vida com Arte, que atende 250 crianças, proporcionando inclusão social através da música. É pós-graduado em Gestão Empresarial.Elisa Lopes | SopranoGraduada em Música (ênfase em canto lírico) pela UFRGS, a soprano porto-alegrense Elisa Lopes atuou como solista com as principais orquestras do Rio Grande do Sul. Destacam-se importantes concertos e montagens de ópera com a OSPA, Orquestra Unisinos e OSUCS. Trabalhou em master classes e festivais sob a orientação de renomados professores de canto como Neyde Thomas, Luisa Gianinni e Homero Velho.Rafael Gubert | SolistaFoi vocalista do Akashic, banda que lhe proporcionou experiência internacional e que conta com dois CDs. Em 2001, foi premiado com o Oscar della Musica em Roma, na Itália. Em 2002 participou da gravação do CD Gemini do guitarrista português Paulo Barros, que foi lançado na Europa pela Point – Music e na América do Sul pela Hellion Records. Desde 2003, realiza trabalho acústico com Tita Sachet e desde 2008 é vocalista da banda  Hardrockers. Em agosto de 2014, cantou Angelotti na Tosca da OSPA, no Theatro São Pedro, sob a regência de Enrique Ricci (Argentina) e Sharpless em Madama Butterfly, com a Orquestra Filarmônica da PUCRS, sob a regência de Mario Perusso (Argentina). Em 2015, foi solista ao lado de Bibi Ferreira no Concerto do Dia das Mães, sob a regência de Evandro Matté, com a Orquestra Unisinos Anchieta, no Auditório Araújo Vianna.Orquestra Unisinos AnchietaRegência: Evandro MattéViolinosBrigitta CalloniFabrício BassoGabriel CorreaGean VeigaGeraldo Moori | SpallaIris AndradeKauê TrojanLeonardo BockRosane BenícioSilvane GuerraSilvio SouzaViolasAndré MeneghelloNaila Cristina D. da SilvaMaria F. CanabarroTiago NeskeVioloncelosDiego S. BiasibettiDouglas AraujoContrabaixosMárcio FischFábio AlvesFlautaFabiane OliveiraOboéViktória TatourPercussãoDouglas GutjahrPianoDaniel BenitzProdução: Cinara Beineke, David Castro, Fábio Kremer e Katielle HendlerSecretaria executiva: Ana Cristina FronerSERVIÇOCONCERTO DE ENCERRAMENTO DA FEIRA DO LIVRODia 13 de novembroDomingo, às 11h62ª Feira do Livro de Porto AlegreTeatro Carlos Urbim (Av. Sepúlveda entre Av. Mauá e Rua Siqueira Campos)ENTRADA FRANCA

A série Concertos Comunitários realiza neste domingo, às 11h, no Teatro Carlos Urbim, o Concerto de encerramento da 62a edição da Feira do Livro de Porto Alegre. A apresentação, com patrocínio do Grupo Zaffari e realização da Opus Promoções e do Ministério da Cultura, marca o último fim de semana do evento literário.

Com regência do maestro Evandro Matté, o concerto terá participação da Orquestra Unisinos Anchieta, do solista Rafael Gubert e da soprano Elisa Lopes interpretando clássicos do cinema. No repertório, estão as trilhas sonoras dos filmes O Poderoso Chefão, A Noviça Rebelde e Casablanca, além de canções das animações infantis A Bela Adormecida, Tarzan e O Rei Leão.  A entrada é franca. Confira o serviço completo abaixo.

Orquestra Unisinos Anchieta

Fundada em 1996, pelo Maestro José Pedro Boéssio, a Orquestra Unisinos Anchieta realiza uma programação artística diversificada, atendendo a diferentes perfis de público, buscando a renovação de ideias, abordagens e leituras, além de promover associações inesperadas pela música de concerto, contemporânea e popular. A proposta, além da simples oferta de apresentação da orquestra, objetiva garantir o acesso não apenas à música de concerto, mas a outras linguagens vinculadas às raízes musicais brasileiras e ao repertório de importantes compositores populares. Vencedora do Prêmio Açorianos de Música em 2005, a orquestra entrega ao público o diferencial de espetáculos com inclusão de outras linguagens cênicas, tais como, teatro, dança e artes plásticas. Importantes concertistas e músicos de distintos estilos atuaram com a orquestra, entre eles Altamiro Carrilho, Emmanuele Baldini, Fred Mills, Kleiton & Kledir, Pierre Dutot, Renato Borghetti, Yang Liu, entre outros. Nos últimos anos, a Orquestra Unisinos Anchieta tem apresentado diferentes séries de concerto, com destaque para as óperas Il Campanello di Notte e Rita (Donizetti) e Bastien Bastienne (Mozart). A direção artística e regência da orquestra estão sob a responsabilidade do maestro Evandro Matté.

Evandro Matté | Regente

É diretor artístico e maestro da Orquestra Unisinos Anchieta; diretor artístico e maestro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e diretor artístico do Festival Internacional SESC de Música, que acontece em Pelotas. Realizou sua formação musical na UFRGS, na University of Georgia (EUA) e no Conservatoire de Bordeaux (FRA). Trompetista da Ospa desde 1990, é também coordenador cultural da Unisinos.  Esteve à frente de orquestras do Uruguai, Estados Unidos, Argentina, França, China, República Checa e Alemanha. É coordenador do Show Musical Anchieta e do projeto social Vida com Arte, que atende 250 crianças, proporcionando inclusão social através da música. É pós-graduado em Gestão Empresarial.

Elisa Lopes | Soprano

Graduada em Música (ênfase em canto lírico) pela UFRGS, a soprano porto-alegrense Elisa Lopes atuou como solista com as principais orquestras do Rio Grande do Sul. Destacam-se importantes concertos e montagens de ópera com a OSPA, Orquestra Unisinos e OSUCS. Trabalhou em master classes e festivais sob a orientação de renomados professores de canto como Neyde Thomas, Luisa Gianinni e Homero Velho.

Rafael Gubert | Solista

Foi vocalista do Akashic, banda que lhe proporcionou experiência internacional e que conta com dois CDs. Em 2001, foi premiado com o Oscar della Musica em Roma, na Itália. Em 2002 participou da gravação do CD Gemini do guitarrista português Paulo Barros, que foi lançado na Europa pela Point – Music e na América do Sul pela Hellion Records. Desde 2003, realiza trabalho acústico com Tita Sachet e desde 2008 é vocalista da banda  Hardrockers. Em agosto de 2014, cantou Angelotti na Tosca da OSPA, no Theatro São Pedro, sob a regência de Enrique Ricci (Argentina) e Sharpless em Madama Butterfly, com a Orquestra Filarmônica da PUCRS, sob a regência de Mario Perusso (Argentina). Em 2015, foi solista ao lado de Bibi Ferreira no Concerto do Dia das Mães, sob a regência de Evandro Matté, com a Orquestra Unisinos Anchieta, no Auditório Araújo Vianna.

Orquestra Unisinos Anchieta

Regência: Evandro Matté

Violinos

Brigitta Calloni

Fabrício Basso

Gabriel Correa

Gean Veiga

Geraldo Moori | Spalla

Iris Andrade

Kauê Trojan

Leonardo Bock

Rosane Benício

Silvane Guerra

Silvio Souza

Violas

André Meneghello

Naila Cristina D. da Silva

Maria F. Canabarro

Tiago Neske

Violoncelos

Diego S. Biasibetti

Douglas Araujo

Contrabaixos

Márcio Fisch

Fábio Alves

Flauta

Fabiane Oliveira

Oboé

Viktória Tatour

Percussão

Douglas Gutjahr

Piano

Daniel Benitz

Produção: Cinara Beineke, David Castro, Fábio Kremer e Katielle Hendler

Secretaria executiva: Ana Cristina Froner

SERVIÇO

CONCERTO DE ENCERRAMENTO DA FEIRA DO LIVRO

Dia 13 de novembro

Domingo, às 11h

62ª Feira do Livro de Porto Alegre

Teatro Carlos Urbim (Av. Sepúlveda entre Av. Mauá e Rua Siqueira Campos)

ENTRADA FRANCA

 

Fado e Poemas de Fernando Pessoa fazem parte do repertório de shows de Joana Reais, de 10 a 14 de novembro, em Porto Alegre e Canoas

Trata-se de um espetáculo intimista e de encanto, por entre fados clássicos e fados contemporâneos, numa homenagem ao estilo musical português elevado a Patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO que não deixará ninguém indiferente.

Joana Reais, cantora portuguesa radicada em São Paulo desde 2015, é a voz deste elogio à terra que a viu nascer – Lisboa – e das suas interseções por esse mundo fora, acompanhada pelos músicos Beto Chedid na guitarra portuguesa, Diego Costa no violão e Cézar Ferreira no acordeon.

O Fado, antes de ter sido música, era um sentimento português descrito frequentemente nos poemas de Luís de Camões. Como qualquer arte viva, sofreu influências – árabes, irlandesas, escandinavas, brasileiras, africanas – e tem na sua origem ligações com outros estilos musicais. Por esta razão, não será de estranhar que nesta GRANDE NOITE DE FADOS se vislumbre uma milonga, um samba ou até uma valsa.

Ficha Técnica:

Joana Reais: voz e direção musical
Beto Chedid: guitarra portuguesa
Diego Costa: guitarra acústica
Cezar Ferreira: acordeon, como convidado

PESSOA EM MIM, uma interpretação musical para a obra de Fernando Pessoa

O espetáculo PESSOA EM MIM tem a direção artística assinada pela cantora portuguesa Joana Reais que, em conjunto com o violonista e compositor brasileiro Beto Chedid, elaborou uma dramaturgia teatro-musical a partir da obra do maior poeta português do séc. XX.

Este é um espetáculo de canções autorais e algumas releituras de grandes compositores portugueses, exclusivamente composto por poesias de FERNANDO PESSOA.

PESSOA EM MIM procura traduzir em linguagem musical o universo multifacetado, ora duro, ora doce, ora pessimista, ora crente nas sensações como base de toda a arte, ora metafísico, ora à procura do prazer das coisas, do maior poeta português do séc. XX. Nos seus heterônimos, mas, e sobretudo, em Fernando Pessoa, a poesia é dotada de uma nova musicalidade, de uma adjetivação expressiva, de uma pontuação emotiva, de uma grande utilização de comparações, metáforas e oxímoros (vários paradoxos) – afinal de contas, falamos de um dos protagonistas do Modernismo Português.

Embora extremamente expressiva, a linguagem pessoana é simples e fiel à tradição poética lusitana (não longe, muitas vezes, da quadra popular) daí que este espetáculo seja em torno de uma voz. Daí que o foco não seja nem uma instrumentação numerosa, nem um cenário elaborado, mas a emoção. A emoção do dizer, do saber dizer. A interpretação de uma cantora/atriz/performer que navegará por entre verdades e fingimentos, consciências e desilusões, sonhos e realidades.

Ficha Técnica:

Joana Reais: Direção Artística e Voz

Beto Chedid: Guitarra Portuguesa e Violão Acústico 
Diego Costa: Violão Acústico 
Cezar Ferreira: Gaita-ponto (acordeon diatônico) 
Romes Pinheiro: Luz e Som


Serviço:

Grande Noite de Fados-Dia 10 de Novembro, quinta-feira, às 21 horas Greta Café e Bistrô (Av. João Wallig, 788, Porto Alegre - RS)-Dia 11 de novembro, sexta-feira, às 20 horas
Casa das Artes Villa Mimosa (Av. Guilherme Schell, nº 6270, Canoas - RS)-Dia 13 de novembro, domingo, às 20h30min  Café Fon Fon (Rua Vieira de Castro, 22, Porto Alegre - RS)
Pessoa em Mim-Dia 12 de novembro, sábado, às 20 horas
Casa das Artes Villa Mimosa (Av. Guilherme Schell, nº 6270, Canoas - RS)
-Dia 14 de novembro, segunda-feira, às 20 horas
62ª Feira do Livro de Porto Alegre

 
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