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Inadimplência das empresas volta a acelerar em setembro e cresce 12,20%

Região Nordeste lidera a alta dos atrasos em nome de pessoas jurídicas. Maior parte das empresas devedoras é do ramo do comércio
O número de empresas inadimplentes voltou a acelerar em setembro deste ano, após desacelerar por dois meses seguidos. De acordo com o indicador calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a alta foi de 12,20% na comparação com setembro do ano passado. Apesar do patamar ainda elevado, o crescimento da inadimplência em setembro é o terceiro menos intenso observado nos últimos nove meses da série histórica. Além do aumento no número de empresas inadimplentes, houve também um crescimento na variação da quantidade de dívidas em atraso em nome de pessoas jurídicas: 14,55% a mais em setembro frente a igual mês de 2015. Já na passagem de agosto de 2016 para o último mês de setembro, sem ajuste sazonal, a alta foi de 1,26% na quantidade de empresas inadimplentes e de 1,09% no volume de dívidas.
Os dados levam em consideração todas as regiões brasileiras com exceção do Sudeste, onde vigora no estado de São Paulo a Lei Estadual nº 15.659 que dificulta a negativação de pessoas físicas e jurídicas. Segundo o indicador, a região em que mais aumentou o número de empresas negativadas no último mês foi o Nordeste, com avanço de 14,62% na comparação com igual período de 2015. Em seguida aparece o Norte, que registrou avanço de 12,69% na mesma base de comparação, o Centro-Oeste (11,22) e o Sul (9,78%).
Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a recessão econômica afeta a capacidade das empresas de honrarem seus compromissos, principalmente por conta dos juros elevados, que encarecem o custo do capital. “A atividade econômica ainda enfraquecida prejudica o faturamento das empresas e, consequentemente a sua capacidade de pagamento. Se o cenário de recuperação econômica se confirmar, o que ainda não parece tão claro, podemos esperar uma desaceleração mais intensa no ritmo ainda alto do crescimento da inadimplência”, explica Pinheiro.
O setor que concentra o maior número de empresas negativadas é o de comércio. Mais da metade (50,29%) das empresas inadimplentes são estabelecimentos comerciais. O ramo de serviços aparece  com a segunda maior participação, concentrando 34,53% do total de pessoas jurídicas negativadas. No mês de setembro, o principal crescimento de empresas inadimplentes foi no setor de serviços, com variação de 15,22%. Em seguida, aparecem o comércio (11,67%), a indústria (11,51%) e a agricultura (7,33%).
De acordo com o indicador do SPC Brasil, o setor credor que apresentou o maior crescimento das dívidas de pessoas jurídicas - ou seja, para quem as empresas estão devendo - são o comércio (17,95%), seguidas das indústrias (17,14%). Completam o ranking de setor credor o segmento de serviços, que engloba bancos e financeiras (13,92%) e de agricultura (0,25%).
Metodologia
O indicador de inadimplência das empresas sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), com exceção da região Sudeste, uma vez que a chamada “Lei do AR” impõe dificuldades para negativação no estado de São Paulo. As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação.

Região Nordeste lidera a alta dos atrasos em nome de pessoas jurídicas. Maior parte das empresas devedoras é do ramo do comércio

O número de empresas inadimplentes voltou a acelerar em setembro deste ano, após desacelerar por dois meses seguidos. De acordo com o indicador calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a alta foi de 12,20% na comparação com setembro do ano passado. Apesar do patamar ainda elevado, o crescimento da inadimplência em setembro é o terceiro menos intenso observado nos últimos nove meses da série histórica. Além do aumento no número de empresas inadimplentes, houve também um crescimento na variação da quantidade de dívidas em atraso em nome de pessoas jurídicas: 14,55% a mais em setembro frente a igual mês de 2015. Já na passagem de agosto de 2016 para o último mês de setembro, sem ajuste sazonal, a alta foi de 1,26% na quantidade de empresas inadimplentes e de 1,09% no volume de dívidas.

Os dados levam em consideração todas as regiões brasileiras com exceção do Sudeste, onde vigora no estado de São Paulo a Lei Estadual nº 15.659 que dificulta a negativação de pessoas físicas e jurídicas. Segundo o indicador, a região em que mais aumentou o número de empresas negativadas no último mês foi o Nordeste, com avanço de 14,62% na comparação com igual período de 2015. Em seguida aparece o Norte, que registrou avanço de 12,69% na mesma base de comparação, o Centro-Oeste (11,22) e o Sul (9,78%).

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a recessão econômica afeta a capacidade das empresas de honrarem seus compromissos, principalmente por conta dos juros elevados, que encarecem o custo do capital. “A atividade econômica ainda enfraquecida prejudica o faturamento das empresas e, consequentemente a sua capacidade de pagamento. Se o cenário de recuperação econômica se confirmar, o que ainda não parece tão claro, podemos esperar uma desaceleração mais intensa no ritmo ainda alto do crescimento da inadimplência”, explica Pinheiro.

O setor que concentra o maior número de empresas negativadas é o de comércio. Mais da metade (50,29%) das empresas inadimplentes são estabelecimentos comerciais. O ramo de serviços aparece  com a segunda maior participação, concentrando 34,53% do total de pessoas jurídicas negativadas. No mês de setembro, o principal crescimento de empresas inadimplentes foi no setor de serviços, com variação de 15,22%. Em seguida, aparecem o comércio (11,67%), a indústria (11,51%) e a agricultura (7,33%).

De acordo com o indicador do SPC Brasil, o setor credor que apresentou o maior crescimento das dívidas de pessoas jurídicas - ou seja, para quem as empresas estão devendo - são o comércio (17,95%), seguidas das indústrias (17,14%). Completam o ranking de setor credor o segmento de serviços, que engloba bancos e financeiras (13,92%) e de agricultura (0,25%).

Metodologia

O indicador de inadimplência das empresas sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), com exceção da região Sudeste, uma vez que a chamada “Lei do AR” impõe dificuldades para negativação no estado de São Paulo. As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação.

 

Franquias crescem 9% no 2º trimestre deste ano

São Paulo – De acordo com levantamento feito pela ABF – Associação Brasileira de Franchising, o mercado de franquias apontou crescimento de 9% no 2º trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. O segmento saltou de R$ 32.537 para R$ 35.180 bilhões em faturamento. Além dos bolsos que engordaram, o setor empregou mais de 1 milhão de pessoas.

A taxa de desempregados no País também levou muitos brasileiros a abrir o próprio negócio por necessidade. Afinal, de acordo com o relatório feito pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), o Brasil deve fechar o ano com 11,2% de pessoas sem uma ocupação - um ponto percentual acima do previsto pelo FMI em abril. Para 2017, o desemprego deve chegar à marca de 11,5%.

Como algumas franquias apresentam baixo valor de investimento acabam sendo uma alternativa para quem quer empreender ou está desempregado. Uma saída tem sido a utilização do FGTS acumulado por anos de trabalho e a multa rescisória, em caso de demissão, como capital rápido para dar entrada em um novo negócio.

“Abrir o próprio negócio pode ser uma forma de se reerguer no mercado. Em média, como as taxas de abertura da franquia são mais amenas e não pesam tanto no bolso, é uma forma interessante de começar, já que o franqueado, na maioria das vezes, consegue o retorno do investimento em poucos meses”, explica o empresário e consultor Luciano Lugli, especialista em gestão de projetos e estratégia de negócios, fundador da franquia Especialista do Lar, de reparos e construção, do Grupo E-Lar.

“Em geral, as franquias apresentam um modelo de negócio sólido e com uma margem de lucratividade e retorno perene ao longo dos meses. Logo, isso oferece estabilidade e menos risco em tempos de crise”, acrescenta Lugli.

Para saber mais acesse: www.especialistadolar.com.br

Expansão

A franquia Especialista do Lar oferece serviços de manutenção, reparo, construção e reforma para residências, condomínios e empresas, além de projetos de adaptação para pessoas com necessidades de mobilidade. Projeta abrir 20 novas franquias e 2 filiais próprias até o final de 2017. O objetivo, além de aumentar a participação no segmento conhecido popularmente como “marido de aluguel”, é engordar a receita em mais de R$ 5 milhões, contra R$ 2,5 milhões previstos até o fim desse ano que, se confirmar, representa um aumento de 50% de crescimento.

A taxa de abertura da franquia é R$ 50 mil e o investimento para a implantação da unidade franqueada é em torno de R$ 40 mil para uma área a partir de 30 m². O faturamento estimado para o franqueado varia de R$ 30 a R$ 80 mil, de acordo com o modelo de atuação escolhido pelo empreendedor.

Entre os serviços oferecidos estão hidráulica, elétrica, pintura, vidraçaria, alvenaria, gesso, montagem de móveis, forros, telhados, jardinagem, limpeza de piscina, telhado e caixa d’água, instalação e manutenção de ar-condicionado, entre outros. A empresa tem em seu plano de negócios o modelo de franquias, com perspectivas de expansão em território nacional e em países do Mercosul.

 

Apenas três em cada dez comerciantes vão investir para o Natal; expectativa é de vendas 1,8% menores no final do ano

Com expectativas pouco otimistas para as vendas de fim de ano, os comerciantes brasileiros vão evitar novas contratações e farão poucos investimentos para o período natalino. Segundo uma pesquisa realizada em todas as capitais e no interior pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) somente três em cada dez (27,9%) comerciantes pretendem investir em seus estabelecimentos para o Natal - no ano passado o percentual era de 32,8%. Os que garantem que não farão investimentos somam 65,4% dos varejistas consultados. A intenção de realizar novas contratações, incluindo mão de obra temporária, também é pequena: apenas 13,9% disseram que irão aumentar o quadro de funcionários no período. A maioria (84,8%) não contratou e nem pretende contratar mão de obra extra. Na média, os comerciantes entrevistados projetam uma queda de 1,8% no volume de vendas para o final deste ano na comparação com o mesmo período de 2015.
Quatro em cada dez (37,3%) comerciantes acreditam que as vendas de final de ano serão iguais as de 2015, período em que o país já enfrentava os efeitos da crise econômica. Os que acreditam em vendas mais fracas representam 28,0% dos empresários consultados, ao passo que os otimistas somam 23,6% da amostra. Na comparação com 2015, houve um crescimento de comerciantes que acreditam em vendas equivalentes as do ano passado. Dentre aqueles que acreditam em vendas piores neste fim de ano, a realidade econômica do país ajuda a explicar o pessimismo: 22,4% citam o desemprego como justificativa, enquanto 16,9% mencionam o orçamento mais apertado das famílias. Um em cada dez (11,7%) comerciantes demitiu algum funcionário nos últimos três meses, sendo que mais da metade (52,3%) desses varejistas tomaram a decisão dada a necessidade de reduzir a folha de pagamento da empresa, ainda que precisasse do funcionário.
Para os economistas do SPC Brasil, a baixa intenção de investimentos para atender à demanda típica do Natal - a mais importante em volume de vendas e faturamento para o varejo - é um reflexo direto do desânimo e da baixa confiança provocada pelos resultados ruins da economia brasileiras nos últimos anos. “Os empresários sabem que os efeitos da recessão impactam diretamente no bolso dos consumidores. Com a economia ainda fragilizada pela inflação alta, pela diminuição dos postos de trabalho e pela queda no poder de compra das famílias, o comércio varejista não espera uma reação muito positiva nas vendas deste Natal. Os consumidores tenderão a frear os gastos, possivelmente comprando presentes mais baratos, e provavelmente presenteando menos pessoas”, explica a economista-chefe do SPC Brasil Marcela Kawauti.
47% dos que não investem acham que o Natal será fraco; mais de um terço tive faturamento abaixo no esperado nos últimos meses
A preparação dos empresários para o último trimestre do ano funciona sempre como um termômetro para antecipar possíveis resultados do período natalino. Neste ano, contudo, as expectativas têm sido modestas para grande parte do empresariado do ramo do comércio. A pesquisa revela que levando em consideração os comerciantes que não irão realizar investimentos no período (65,4%), as principais razões são a baixa perspectiva de aumento da demanda de clientes (46,9%) e desalento com o histórico de vendas ao longo de 2016 (13,1%).
Exemplo de que 2016 não foi um ano positivo para o comércio é que mais de um terço (34,3%) dos comerciantes alega que teve faturamento abaixo do esperado nos últimos três meses. Pouco mais da metade (52,7%) faturou dentro do esperado, enquanto apenas 8,0% foram surpreendidos positivamente com o faturamento da empresa no período.
Para os comerciantes que têm intenção de investir no estabelecimento para o Natal - e que representam a minoria dos entrevistados -, os principais tipos de investimentos serão ampliação do estoque (52,5%), aumento da variedade de produtos (41,5%) e divulgação da empresa (26,7%).
Já com relação as contratações típicas para esse período, considerando apenas aqueles que pretendem contratar algum temporário, a maior parte (45,6%) não pretende efetivá-lo após o término do contrato. Quase um terço (32,7%) desses empresários disseram que projetam efetivar de um a cinco funcionários, ao passo que 20,3% estão indecisos ou não quiseram responder. A maior parte das contratações, sejam elas temporárias ou efetivas, serão formalizadas com carteira assinada (39,6%) ou por meio de terceirização (24,6%), mas a informalidade estará presente em 31,0% das novas admissões.
Metodologia
Foram ouvidos 605 comerciantes das capitais e interior do país. A margem de erro é de 3,0 p.p. com um intervalo de confiança de 95%.

Com expectativas pouco otimistas para as vendas de fim de ano, os comerciantes brasileiros vão evitar novas contratações e farão poucos investimentos para o período natalino. Segundo uma pesquisa realizada em todas as capitais e no interior pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) somente três em cada dez (27,9%) comerciantes pretendem investir em seus estabelecimentos para o Natal - no ano passado o percentual era de 32,8%. Os que garantem que não farão investimentos somam 65,4% dos varejistas consultados. A intenção de realizar novas contratações, incluindo mão de obra temporária, também é pequena: apenas 13,9% disseram que irão aumentar o quadro de funcionários no período. A maioria (84,8%) não contratou e nem pretende contratar mão de obra extra. Na média, os comerciantes entrevistados projetam uma queda de 1,8% no volume de vendas para o final deste ano na comparação com o mesmo período de 2015.

Quatro em cada dez (37,3%) comerciantes acreditam que as vendas de final de ano serão iguais as de 2015, período em que o país já enfrentava os efeitos da crise econômica. Os que acreditam em vendas mais fracas representam 28,0% dos empresários consultados, ao passo que os otimistas somam 23,6% da amostra. Na comparação com 2015, houve um crescimento de comerciantes que acreditam em vendas equivalentes as do ano passado. Dentre aqueles que acreditam em vendas piores neste fim de ano, a realidade econômica do país ajuda a explicar o pessimismo: 22,4% citam o desemprego como justificativa, enquanto 16,9% mencionam o orçamento mais apertado das famílias. Um em cada dez (11,7%) comerciantes demitiu algum funcionário nos últimos três meses, sendo que mais da metade (52,3%) desses varejistas tomaram a decisão dada a necessidade de reduzir a folha de pagamento da empresa, ainda que precisasse do funcionário.

Para os economistas do SPC Brasil, a baixa intenção de investimentos para atender à demanda típica do Natal - a mais importante em volume de vendas e faturamento para o varejo - é um reflexo direto do desânimo e da baixa confiança provocada pelos resultados ruins da economia brasileiras nos últimos anos. “Os empresários sabem que os efeitos da recessão impactam diretamente no bolso dos consumidores. Com a economia ainda fragilizada pela inflação alta, pela diminuição dos postos de trabalho e pela queda no poder de compra das famílias, o comércio varejista não espera uma reação muito positiva nas vendas deste Natal. Os consumidores tenderão a frear os gastos, possivelmente comprando presentes mais baratos, e provavelmente presenteando menos pessoas”, explica a economista-chefe do SPC Brasil Marcela Kawauti.

47% dos que não investem acham que o Natal será fraco; mais de um terço tive faturamento abaixo no esperado nos últimos meses

A preparação dos empresários para o último trimestre do ano funciona sempre como um termômetro para antecipar possíveis resultados do período natalino. Neste ano, contudo, as expectativas têm sido modestas para grande parte do empresariado do ramo do comércio. A pesquisa revela que levando em consideração os comerciantes que não irão realizar investimentos no período (65,4%), as principais razões são a baixa perspectiva de aumento da demanda de clientes (46,9%) e desalento com o histórico de vendas ao longo de 2016 (13,1%).

Exemplo de que 2016 não foi um ano positivo para o comércio é que mais de um terço (34,3%) dos comerciantes alega que teve faturamento abaixo do esperado nos últimos três meses. Pouco mais da metade (52,7%) faturou dentro do esperado, enquanto apenas 8,0% foram surpreendidos positivamente com o faturamento da empresa no período.

Para os comerciantes que têm intenção de investir no estabelecimento para o Natal - e que representam a minoria dos entrevistados -, os principais tipos de investimentos serão ampliação do estoque (52,5%), aumento da variedade de produtos (41,5%) e divulgação da empresa (26,7%).

Já com relação as contratações típicas para esse período, considerando apenas aqueles que pretendem contratar algum temporário, a maior parte (45,6%) não pretende efetivá-lo após o término do contrato. Quase um terço (32,7%) desses empresários disseram que projetam efetivar de um a cinco funcionários, ao passo que 20,3% estão indecisos ou não quiseram responder. A maior parte das contratações, sejam elas temporárias ou efetivas, serão formalizadas com carteira assinada (39,6%) ou por meio de terceirização (24,6%), mas a informalidade estará presente em 31,0% das novas admissões.

Metodologia

Foram ouvidos 605 comerciantes das capitais e interior do país. A margem de erro é de 3,0 p.p. com um intervalo de confiança de 95%.

 

Vendas no dia das Crianças caem 9,02%, a terceira retração seguida

 

Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que a retomada da confiança dos consumidores ainda não se refletiu, efetivamente, em aumento do consumo. As vendas a prazo na semana anterior ao Dia das Crianças (entre 5 e 11 de outubro), que é a segunda data mais lucrativa para o varejo no segundo semestre, caíram -9,02% na comparação com 2015. Trata-se do terceiro ano consecutivo de retração. Apesar disso, a queda verificada pelo indicador foi menos intensa do que em outras datas comemorativas neste ano, como Dia das Mães (-16,40%) e Dia dos Namorados (-15,23%).
No ano passado as vendas no Dia das Crianças haviam registrado uma variação negativa de -8,95%  - queda equivalente a observada neste ano - e em 2014, retração de -1,50%. Em anos anteriores, os resultados foram positivos, mas em desaceleração: crescimentos de +3,15% (2013), +4,83% (2012), +5,91% (2011) e +8,5% (2010).
Segundo o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, o resultado é consequência da crise econômica. “Com o acesso ao crédito mais difícil, os juros elevados e a inflação mais alta, o poder de compras do brasileiro fica cada vez mais limitado”, explica. “Os consumidores estão mais preocupados em não comprometer o próprio orçamento com compras parceladas, por isso optaram por presentes mais baratos e geralmente pagos à vista", diz Pinheiro.
Neste ano, segundo um levantamento do SPC Brasil, os presentes mais procurados seriam as roupas (42,8%), bonecos e bonecas (36,5%) e jogos educativos (24,8%). O gasto media girava em torno de R$ 222,00.
Metodologia
O cálculo de vendas a prazo é baseado no volume de consultas realizadas ao banco de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), com abrangência nacional, entre os dias 5 e 11 de outubro deste ano

 

Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que a retomada da confiança dos consumidores ainda não se refletiu, efetivamente, em aumento do consumo. As vendas a prazo na semana anterior ao Dia das Crianças (entre 5 e 11 de outubro), que é a segunda data mais lucrativa para o varejo no segundo semestre, caíram -9,02% na comparação com 2015. Trata-se do terceiro ano consecutivo de retração. Apesar disso, a queda verificada pelo indicador foi menos intensa do que em outras datas comemorativas neste ano, como Dia das Mães (-16,40%) e Dia dos Namorados (-15,23%).

No ano passado as vendas no Dia das Crianças haviam registrado uma variação negativa de -8,95%  - queda equivalente a observada neste ano - e em 2014, retração de -1,50%. Em anos anteriores, os resultados foram positivos, mas em desaceleração: crescimentos de +3,15% (2013), +4,83% (2012), +5,91% (2011) e +8,5% (2010).

Segundo o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, o resultado é consequência da crise econômica. “Com o acesso ao crédito mais difícil, os juros elevados e a inflação mais alta, o poder de compras do brasileiro fica cada vez mais limitado”, explica. “Os consumidores estão mais preocupados em não comprometer o próprio orçamento com compras parceladas, por isso optaram por presentes mais baratos e geralmente pagos à vista", diz Pinheiro.

Neste ano, segundo um levantamento do SPC Brasil, os presentes mais procurados seriam as roupas (42,8%), bonecos e bonecas (36,5%) e jogos educativos (24,8%). O gasto media girava em torno de R$ 222,00.


Metodologia


O cálculo de vendas a prazo é baseado no volume de consultas realizadas ao banco de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), com abrangência nacional, entre os dias 5 e 11 de outubro deste ano

Última atualização ( Qui, 13 de Outubro de 2016 15:08 )
 

Comércio espera que o Dia das Crianças impulsione vendas de outubro

O comércio varejista gaúcho espera que a celebração do Dia das Crianças, em 12 de outubro, ajude a incrementar as vendas do mês, superando em até 7% o volume comercializado em setembro. A expectativa é apontada no levantamento realizado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul - FCDL-RS.
O crescimento esperado é de até 15% nas vendas de artigos de uso pessoal, no qual se incluem os brinquedos; de 14% em vestuário e calçados; de 11% em móveis; de 10% em eletrodomésticos; de 7% em publicações e papelaria; e de 6% para produtos de informática e de telefonia.
- Tradicionalmente o mês de outubro representa uma elevação expressiva nas vendas do comércio varejista. Embora ainda estejamos vivendo uma crise econômica que impacta de maneira muito forte o orçamento das famílias brasileiras, já observamos sinais de reação em alguns segmentos e a expectativa é que o Dia das Crianças já concretize este alento para o varejo gaúcho - aponta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.
Em relação ao que se prevê como opções de compras dos pais para os pequenos, a FCDL-RS acredita que os presentes deverão ter menos tecnologia e menor vinculação com grifes famosas de heróis infantis, em virtude da necessidade do consumidor encontrar preços mais atrativos. Calcula-se um volume de vendas semelhante ao de 2015, mas com um ticket médio um pouco menor, na casa dos R$ 90,00.
- Com as taxas de juros astronômicas do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito, as famílias estão optando por fazer compras à vista, com custo menor. Isso deve se manter, também, nas aquisições para esta data especial. Por isso, entendemos que bonecas, jogos manuais e carrinhos deverão ser os presentes mais vendidos neste ano. A exceção deve ficar no caso de smartphones, muito pela moda do jogo Pokemon-Go, que exige aparelhos com sistema operacional mais moderno - enfatiza Vitor Koch.
A FCDL-RS lembra aos lojistas que as crianças são exigentes e que influenciam decisivamente na compra que os pais poderão fazer. Então, o comerciante precisa recepcionar muito bem toda a família e mimar seus pequenos consumidores. A sugestão da entidade associativista é apostar em um ambiente que chame a atenção da criançada, e, se for possível, na oferta de guloseimas e brindes para elas.

Redação: César Moraes

Última atualização ( Sex, 07 de Outubro de 2016 17:01 )
 

Inadimplência das empresas cresce 11% em agosto, mas desacelera pelo quinto mês consecutivo, mostra SPC Brasil e CNDL

Inadimplência das empresas cresce 11% em agosto, mas desacelera pelo quinto mês consecutivo, mostra SPC Brasil e CNDL
Entre as quatro regiões analisadas, Nordeste teve a maior alta anual no número de empresas devedoras. Sudeste não foi considerado devido à lei que dificulta a negativação de pessoas físicas e jurídicas em São Paulo
O crescimento do número de empresas inadimplentes desacelerou pelo quinto mês consecutivo, mas ainda é bastante elevado, de acordo com dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O total de pessoas jurídicas com pendências atrasadas cresceu 10,78% em agosto na comparação com o mesmo mês do ano anterior, percentual referente a quatro regiões pesquisadas - Centro-Oeste, Norte, Nordeste e Sul. A região Sudeste não foi considerada devido à Lei Estadual nº 15.659 que vigora no estado de São Paulo e dificulta a negativação de pessoas físicas e jurídicas no estado.
Entre as regiões analisadas, o Nordeste foi a que apresentou a maior variação no número de empresas com o CNPJ registrado nas listas de negativados: um avanço anual de 13,52%. No Norte, a inadimplência de pessoas jurídicas também registrou forte avanço, crescendo 10,66% na comparação entre agosto e o mesmo mês do ano anterior. As regiões Centro-Oeste e Sul apresentaram variações menores do número de devedores, mas, ainda assim, os números são expressivos: 9,86% e 8,17%, respectivamente.
“A inadimplência das empresas cresceu significativamente no final de 2015 e desde o segundo trimestre de 2016 vem mostrando acomodação. Porém, este crescimento mais discreto da inadimplência das empresas não está ligado a uma melhora na sua capacidade de pagamento”, explica o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “O principal fator influenciador é relacionado ao aumento da restrição ao crédito, principalmente via aumento das taxas de juros, critérios mais rígidos para concessão de crédito por parte dos bancos e à maior incerteza por parte dos empresários, o que acaba levando o segmento a contrair menos dívidas, adiando novos investimentos e contendo avanços da inadimplência.”
“As dificuldades econômicas persistem e o cenário de desemprego elevado e de queda do faturamento das empresas continua afetando a capacidade de pagamento tanto das empresas quanto da população”, analisa o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.
Setor de Serviços concentra maior parte das dívidas pendentes
O setor de Serviços, que engloba os bancos e financeiras, lidera a participação no total de dívidas em atraso das empresas em todas as regiões pesquisadas, ou seja, para quem as empresas e pessoas estão devendo. Em todas as quatro regiões analisadas, o setor concentra mais da metade do total de dívidas em atraso. O segundo maior credor em todas as regiões é o setor de Comércio.
Considerando o total de dívidas em atraso pendentes das empresas, o destaque também fica no Nordeste: um aumento de 16,58% na comparação entre agosto de 2016 e o mesmo mês do ano anterior. Na região Norte, o crescimento do número de dívidas de pessoas jurídicas também foi alto, de 13,68% e, com variação menor, aparecem o Centro-Oeste (11,51%) e o Sul (10,74%).

Entre as quatro regiões analisadas, Nordeste teve a maior alta anual no número de empresas devedoras. Sudeste não foi considerado devido à lei que dificulta a negativação de pessoas físicas e jurídicas em São Paulo

O crescimento do número de empresas inadimplentes desacelerou pelo quinto mês consecutivo, mas ainda é bastante elevado, de acordo com dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O total de pessoas jurídicas com pendências atrasadas cresceu 10,78% em agosto na comparação com o mesmo mês do ano anterior, percentual referente a quatro regiões pesquisadas - Centro-Oeste, Norte, Nordeste e Sul. A região Sudeste não foi considerada devido à Lei Estadual nº 15.659 que vigora no estado de São Paulo e dificulta a negativação de pessoas físicas e jurídicas no estado.

Entre as regiões analisadas, o Nordeste foi a que apresentou a maior variação no número de empresas com o CNPJ registrado nas listas de negativados: um avanço anual de 13,52%. No Norte, a inadimplência de pessoas jurídicas também registrou forte avanço, crescendo 10,66% na comparação entre agosto e o mesmo mês do ano anterior. As regiões Centro-Oeste e Sul apresentaram variações menores do número de devedores, mas, ainda assim, os números são expressivos: 9,86% e 8,17%, respectivamente.

“A inadimplência das empresas cresceu significativamente no final de 2015 e desde o segundo trimestre de 2016 vem mostrando acomodação. Porém, este crescimento mais discreto da inadimplência das empresas não está ligado a uma melhora na sua capacidade de pagamento”, explica o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “O principal fator influenciador é relacionado ao aumento da restrição ao crédito, principalmente via aumento das taxas de juros, critérios mais rígidos para concessão de crédito por parte dos bancos e à maior incerteza por parte dos empresários, o que acaba levando o segmento a contrair menos dívidas, adiando novos investimentos e contendo avanços da inadimplência.”

“As dificuldades econômicas persistem e o cenário de desemprego elevado e de queda do faturamento das empresas continua afetando a capacidade de pagamento tanto das empresas quanto da população”, analisa o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.

Setor de Serviços concentra maior parte das dívidas pendentes

O setor de Serviços, que engloba os bancos e financeiras, lidera a participação no total de dívidas em atraso das empresas em todas as regiões pesquisadas, ou seja, para quem as empresas e pessoas estão devendo. Em todas as quatro regiões analisadas, o setor concentra mais da metade do total de dívidas em atraso. O segundo maior credor em todas as regiões é o setor de Comércio.

Considerando o total de dívidas em atraso pendentes das empresas, o destaque também fica no Nordeste: um aumento de 16,58% na comparação entre agosto de 2016 e o mesmo mês do ano anterior. Na região Norte, o crescimento do número de dívidas de pessoas jurídicas também foi alto, de 13,68% e, com variação menor, aparecem o Centro-Oeste (11,51%) e o Sul (10,74%).

 
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