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Bibi recebe prêmio ADBV em qualidade de exportação

No dia 21 de junho, acontece a premiação “Top de Marketing e Vendas ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil)”, que tem como principal objetivo reconhecer e destacar, anualmente, empresas com atividades exportadoras de produtos e serviços, fabricados e/ou comercializados no Rio Grande do Sul que obtiveram o melhor desempenho, quantitativo ou qualitativo, no segmento exportador no ano anterior (2015).

A Calçados Bibi vai receber o prêmio em uma das categorias qualitativas, a de Destaque Mercadológico, que é para empresas que se destacaram pela sua capacidade mercadológica no mercado externo, seja em termos de consolidação de marca, seja em termos de gestão dos canais de distribuição e comercialização. Atualmente, a marca está presente em mais de 60 países, nos cinco continentes.

O Prêmio Exportação RS é realizado por um Conselho composto pelas principais instituições públicas e privadas ligadas ao mercado exportador. Além de promover as atividades vinculadas ao prêmio, o Conselho identifica, indica e valida as empresas que apresentaram em suas exportações os melhores resultados qualitativos e quantitativos, a partir da análise de dados fornecidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

PRODUTOS ATÓXICOS

A Bibi é pioneira no Brasil na produção de produtos livres de substâncias tóxicas, ou seja, que não são nocivas à saúde dos pequenos. Desde 2014, a empresa trabalha em parceria com o IBTeC (Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos) para monitorar toda a cadeia de matérias-primas e utilizar somente materiais que estão de acordo com os padrões internacionais quanto a substâncias tóxicas. É uma atitude que assegura o desenvolvimento saudável das crianças e a tranquilidade das mães e dos pais.

SAIBA MAIS SOBRE A CALÇADOS BIBI

Fundada em 1949, a Calçados Bibi é referência no mercado de calçados infantis. Com fábricas em Parobé (RS) e em Cruz das Almas (BA), produz cerca de 2,6 milhões de pares ao ano. Presente em mais de 60 países nos cinco continentes, no Brasil está em mais de 3.500 mil pontos de venda multimarcas, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de 70 lojas.

A marca de calçados infantis é pioneira e líder em desenvolver produtos a partir de pesquisas e estudos científicos. Conquistou reconhecimento do setor a partir do trabalho que desenvolve com os calçados fisiológicos e no emprego de tecnologia da palmilha Fisioflex Bibi – que proporciona a sensação de andar descalço no seu público-alvo: as crianças. A empresa é ainda certificada pelo Selo Prata de Sustentabilidade, que atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais, bem como o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo programa Origem Sustentável: Ambiental, Econômico e Social.

Comprometida com o respeito à infância e à sustentabilidade, a Calçados Bibi tem seu próprio Código de Conduta, visando sempre a ética, a transparência, a agilidade e o bom convívio. Desta forma, a empresa leva seus valores não só ao mercado brasileiro mas também aos mercados mais competitivos do mundo, como Estados Unidos e Ásia, incluindo o Japão, construindo assim uma marca global de desejo.

 

Alta das vendas em abril não reverte tendência de queda no ano

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a alta de 0,5% observada na comparação mensal nos dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) divulgados nesta terça-feira, 14 de junho,  pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra sinais pontuais de melhora nas vendas no varejo, mas ele alerta que ainda é cedo para falar em reversão da tendência de queda nos dados anuais, tendo em vista o cenário de recessão econômica com inflação elevada e baixa confiança dos empresários e dos consumidores. “As vendas no varejo têm sido influenciadas negativamente pelo desaquecimento da economia, aumento do desemprego e seu impacto sobre a renda e a confiança do consumidor. Além disso, a inflação ainda acima da meta oficial continua corroendo o poder de compra da população e a taxa de juros em patamar elevado encarece as parcelas das compras financiadas, desestimulando principalmente o consumo de itens de maior valor”, explica o presidente da instituição.

Para Pellizzaro Junior, o brasileiro ainda está reticente quando o assunto é consumo. “Com a confiança do consumidor em baixa e com os bancos e comércio mais criteriosos na concessão de financiamentos, é mais fraca a evolução do crédito na economia. Além disso, o apetite do consumidor para contrair novas dívidas está em desaceleração, uma vez que há grande incerteza no ambiente econômico”, explica.


Vendas sobem no mensal, mas acumulam queda no ano

Segundo o IBGE, as vendas no varejo restrito subiram 0,5% em abril na comparação com março, mas caíram 6,7% frente ao mesmo mês do ano passado. No acumulado deste ano, a retração é de 6,9%. Os setores que se destacaram positivamente na passagem de março para abril foram supermercados, hipermercados, produtos alimentícios, fumo e bebidas (1,1%), tecidos, vestuários e calçados (3,7%) e artigos de uso pessoal e domésticos (2,8%). Quando considerado o varejo ampliado, que inclui vendas de automóveis e de materiais de construção, a queda foi de 1,4% na variação mensal e de 9,1% na comparação anual.

 

Vendas parceladas no Dia dos Namorados caem 15%, a terceira retração consecutiva, mostra indicador do SPC Brasil

As expectativas pessimistas dos comerciantes brasileiros se confirmaram e o comércio varejista amargou o pior resultado dos últimos sete anos para o Dia dos Namorados. De acordo com o indicador calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), as vendas a prazo caíram 15,23%, entre os dias 5 e 11 de junho, na comparação com o mesmo período do ano passado. Desde 2011 o comércio vem desacelerando o seu ritmo de crescimento para a data, sendo que nos últimos dois anos as vendas haviam registrado resultado negativo. Em anos anteriores, as variações foram de -7,82% (2015), -8,63% (2014), +7,72% (2013), +9,08% (2012), +10,80% (2011) e 7,00% (2010).

O Dia dos Namorados é a terceira data mais lucrativa para o comércio, ficando atrás somente do Natal e do Dia das Mães. Segundo uma pesquisa de intenção de compras feita pelo SPC Brasil, os produtos mais procurados neste período seriam os itens de vestuário, calçados, perfumaria, floricultura, jóias e bijuteria

s.

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, o varejo já não conta com os mesmos fatores que ajudaram a impulsionar o setor em anos anteriores, como o alto nível de emprego, crescimento real da renda e a oferta de crédito mais barata aos consumidores. Desse modo, a incerteza com relação ao futuro da economia brasileira tem impactado nos compromissos financeiros como o parcelamento de compras. “Considerando o fraco desempenho das outras datas comemorativas ao longo de 2015 e no início de 2016, a expectativa dos lojistas já era baixa. A piora das condições econômicas, como o aumento do desemprego, da inadimplência e o crédito mais restrito, vem exercendo forte impacto sobre o consumidor, que acaba sendo obrigado a limitar e rever seus gastos para salvar as finanças. Quando o brasileiro precisa pagar contas atrasadas ou fazer ginástica para conseguir honrar seus compromissos financeiros, uma medida de contenção é evitar novos gastos e, nesses casos, presentear outras pessoas muitas vezes deixa de ser prioridade”, avalia Pinheiro.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, “a intenção de presentear ainda é alta, mas neste ano houve um redirecionamento para os presentes mais baratos e geralmente pagos à vista, tendo em vista que os consumidores estão mais preocupados em não comprometer o próprio orçamento com compras parceladas”.

Sobre o desempenho do varejo para as próximas datas comemorativas, a economista pondera anda, que, embora os dados de confiança comecem a mostrar interrupção da piora que era vista desde 2014, ainda é cedo para afirmar que haverá um impacto positivo nas datas do segundo semestre.  “Para que a melhora efetiva seja sentida pelos comerciantes é preciso que se verifique uma tendência de melhora na confiança dos consumidores, calcada no avanço da renda e do emprego, o que num cenário otimista deve se efetivar apenas em 2017”, explica.

 

Quase metade dos brasileiros que possuem cheque nunca usam pré-datado

Um velho conhecido dos brasileiros, o cheque pré-datado encontra-se em desuso em todo o país, principalmente nas capitais. É o que mostra uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL): quase metade dos consumidores que possuem cheque (47,5%) nunca utilizam essa forma de pagamento na modalidade pré-datada. Esse percentual aumenta ainda mais entre os residentes das capitais (57,6%) enquanto diminui na comparação com os moradores do interior (38,3%).

Os principais motivos para a baixa utilização do uso do cheque pré-datado são a preferência pelo cartão de crédito na hora de parcelar devido à maior segurança (35,8%), a falta de praticidade (24,8%) e a preferência pelo pagamento à vista (19,5%).

Já entre os brasileiros que usam o cheque pré-datado, para quatro em cada dez (38,6%) ter um prazo maior para o pagamento é a principal justificativa, seguida de poder fazer compra mesmo quando não tem dinheiro (16,6%) e poder parcelar as compras (12,0%). Roupas e eletrodomésticos são os principais produtos comprados com cheques, mencionados por 22,9% e 19,1% respectivamente, seguidos por produtos alimentícios (17,9%) e eletroeletrônicos (15,2%).


Controle dos gastos ainda é feito no papel

Resistindo às formas de controle de gastos mais modernas, como aplicativos no celular, os consumidores que utilizam cheque pré-datado têm como principal mecanismo a anotação em cadernos e agendas, feito por 37,0% dos entrevistados pelo SPC Brasil e pela CNDL. Um terço afirma que anota o valor pago no próprio canhoto e apenas 18,1% fazem os registros em alguma planilha no computador.

Para o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, ainda que o uso do cheque como forma de pagamento não seja muito usual, ele deve entrar na lista de prioridades de controle de gastos, já que é uma modalidade que permite o parcelamento de compras.

“O fato do consumidor poder dividir o valor de algum produto em várias vezes já implica em um maior controle dos gastos para que ele não perca o controle do total de parcelas que tem acumuladas e desorganize suas finanças pessoais, iniciando uma bola de neve de dívidas”, explica Vignoli. “Cada gasto deve ser incluído no planejamento financeiro pessoal e tanto o valor total da compra como o valor individual de cada parcela deve ser analisado previamente, além da taxa de juros que pode estar embutida no valor final, para só então definir se a compra de fato cabe no bolso”.


Metodologia

A pesquisa traça o perfil de 674 consumidores de todas as regiões brasileiras, homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos e pertencentes às todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais e a margem de confiança, de 95%.

 

12º Encontro do Comércio - CDL/Canoas

Última atualização ( Ter, 31 de Maio de 2016 17:02 )
 

A demanda por moeda estrangeira e os eventos políticos

A pergunta “Qual o melhor momento para comprar dólar?” é frequente. Porém, será que esse momento realmente existe? As pessoas estão sempre de olho nas oportunidades e em busca de uma melhor cotação no momento da compra. De fato, os dias com maior demanda geralmente são aqueles nos quais as moedas sofrem desvalorização. Por exemplo, no dia 8 de abril, uma queda de 2.6% na cotação do dólar aumentou em 15% o tráfego no site da BeeCâmbio, casa de câmbio online, e em 50% o número de vendas.

Entretanto, nem sempre o aumento da demanda é causado apenas pela queda nas cotações, o impacto é multiplicado quando fatos políticos acompanham a desvalorização. No dia 4 de março, dia da condução coercitiva do ex-presidente Lula pela polícia federal, o tráfego no site foi 344% maior que a média diária e as vendas aumentaram 844%. O mais interessante é que, apesar do dólar ter recuado 5,93% na semana, no dia 4 a queda foi de somente 1,09%, ou seja, menos da metade daquela observada no dia 8 de abril, e mesmo assim o impacto na demanda foi muito maior.

Este fenômeno não ficou reservado ao dia 4 de março, os últimos meses foram marcados por uma sucessão de fatos políticos entre eles, delações, manifestações, prisões de senadores, medidas judiciais, operações da polícia federal e votações no processo de impeachment, todos estes com impacto semelhante na demanda por moedas estrangeiras. Isso prova que existem outros fatores além do preço da moeda que afetam a decisão do consumidor sobre a melhor hora de comprar.

De acordo com Fernando Pavani, sócio-diretor da BeeCâmbio, este fenômeno ocorre por 2 motivos principais: “Estes fatos são amplamente noticiados pela mídia, portanto mesmo aqueles que não acompanham as preços diariamente acabam tomando ciência das variações. Além disso, as pessoas que fazem reserva de valor veem esses fatos como indícios de instabilidade econômica, levando-os a adquirir moeda nos momentos de baixa.”

Contudo, nem todo fato político age a favor da demanda. A nomeação do ex-presidente Lula para o ministério da casa civil resultou em uma alta de 2,08% na moeda americana, o que contribuiu para uma queda de 47% no tráfego do site, redução de 13% no número de operações e tickets 10% abaixo da média.

Apesar das pessoas comprarem mais em dias que a desvalorização das moedas é acompanhada de fatos políticos, isso não quer dizer que o momento seja o ideal para efetuar a compra. Para conseguir bons preços é importante acompanhar as cotações diariamente, uma vez que há a possibilidade da moeda desejada ser cotada abaixo da média e sem o alarme da mídia. É possível acompanhar cotações do dólar turismo diariamente ou intraday na página de cotação da BeeCâmbio.

 
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