Jornal Correio de Notícias

Página Inicial | Geral

Geral

Canoas Shopping realiza ação que incentiva a leitura em homenagem ao Dia Nacional do Livro.

De 25 a 31 de outubro acontece no Canoas Shopping o movimento “Esqueça um Livro”, que incentiva as pessoas a deixarem livros em lugares públicos juntamente com bilhetes incentivando que eles sejam repassados após a leitura. A ação é em homenagem ao Dia Nacional do Livro, comemorado em 29 de outubro.

Para participar é simples: basta “esquecer” um livro em um lugar do shopping, juntamente com um recado explicando que ele pode ser levado gratuitamente, desde que ele seja novamente esquecido depois de lido. O objetivo é dividir conhecimento e o prazer de ler, participando de uma ação que facilita o acesso aos livros e incentiva a leitura.

Inspirado em um movimento que começou nos Estados Unidos no ano 2000 o movimento “Esqueça um Livro” foi criado pelo jornalista Felipe Brandão em 2007 e desde então acontece periodicamente.

A criação do Dia Nacional do Livro faz referência à fundação da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, ocorrida em 29 de outubro de 1810, quando D. João VI trouxe para o Brasil milhares de volumes da Real Biblioteca Portuguesa.

Sobre o Canoas Shopping:

Fundado em 29 de abril de 1998, o Canoas Shopping está localizado na cidade de Canoas, Região Metropolitana de Porto Alegre/RS. Possui 37.820m2 de ABL, 1,37 mil vagas de estacionamento coberto e uma grande praça de alimentação com uma diversidade de mix que atende as mais variadas preferências gastronômicas.

Desde 2006 o Canoas Shopping é administrado pela Mais Valor Planejamento e Gestão de Negócios, de Santo André/SP.  Além do Rio Grande do Sul, que representa 30% dos seus negócios, a Mais Valor atua também nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco e no Distrito Federal.

www.canoasshopping.com.br

 

21 de setembro – Dia do Adolescente Jovens também precisam se vacinar

Você sabia que os adolescentes também devem ser vacinados? Embora muitas vezes associada apenas às crianças e aos idosos, a vacinação também é importante para essa faixa etária.1 Segundo o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), jovens de até 19 anos precisam seguir o esquema vacinal recomendado e devem atualizar a caderneta de vacinação, caso alguma dose esteja em aberto ou alguma vacina não tenha sido administrada na infância.2,3

Dados de um estudo realizado nos Estados Unidos revelam que a grande maioria dos jovens e pais acredita que a vacinação é importante nesta faixa etária, mas as taxas de cobertura vacinal estão abaixo das metas nacionais e internacionais. O estudo mostra também que apenas 44% dos médicos alertam os adolescentes sobre as vacinas faltantes ou atrasadas que devem ser administradas.4

De acordo com a Dra. Bárbara Furtado, gerente médica de vacinas da GSK, imunização do adolescente é fundamental. “Os adolescentes podem ser portadores de bactérias sem desenvolverem doenças, como é o caso da Neisseria meningitidis, bactéria causadora da Meningite Meningocócica. Ela pode estar presente na nasofaringe de cerca de 10% dos adolescentes saudáveis. Por isso, é primordial vaciná-los, não só para proteção individual deles, mas também para diminuir a circulação da bactéria”.4,5

Atualmente, a rede pública de saúde disponibiliza aos adolescentes vacinas contra diversas doenças como Hepatite B, doençameningocócica C (conjugada), febre amarelasarampo, caxumba e rubéola (através da vacina tríplice viral), difteria e tétano (vacina dupla adulto), além de HPV.3 Porém, além dessas vacinas disponíveis na rede pública, existem as da rede privada, com algumas diferenças de disponibilidade.2,3

Veja, abaixo:

Meningococo C (bactéria causadora da meningite meningocócica, entre outras doenças): o Programa Nacional de Imunizações (PNI) disponibiliza a vacina contra o meningococo C para adolescentes de 11 a 14 anos.3 A SBIm recomenda em seu calendário duas doses da vacina meningocócica conjugada ACWY para não vacinados na infância e, para vacinados na infância, uma dose de reforço aos 11 anos ou cinco anos após o último reforço na infância. No calendário da SBIm também são recomendadas duas doses da vacina contra o meningococo B.2

- Hepatite A e Hepatite B: de acordo com o calendário da SBIm, adolescentes não imunizados devem ser vacinados o mais precocemente possível. O esquema preconiza duas doses para Hepatite A e três para Hepatite B. A vacina combinada para as Hepatites A e B pode ser uma opção a ser adotada. Neste caso, duas doses são recomendadas até os 16 anos e, para maiores dessa idade, três doses, assegurando seis meses entre a primeira e a última aplicação.2,4 Para adolescentes, o PNI disponibiliza apenas a vacina contra a Hepatite B e recomenda três doses, de acordo com a situação vacinal do adolescente.3 A vacina Hepatite A está disponível para adolescentes apenas na rede privada de vacinação e no PNI está disponível apenas para crianças.2,3

- Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola): o PNI disponibiliza duas doses de acordo com a situação vacinal do adolescente.3 A SBIm destaca que, em casos de surtos de caxumba e risco para a doença, uma terceira dose pode ser considerada. Lembrando que esta vacina é contraindicada em grávidas.2,4

- Tríplice bacteriana acelular (difteria, tétano e coqueluche): a SBIm recomenda que a vacina tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (dTpa) deve ser atualizada na adolescência. Para aqueles com o esquema básico de vacinação completo, uma dose de reforço deve ser administrada (respeitando o intervalo de 10 anos entre as doses de reforço). Para aqueles com esquema incompleto, é recomendado uma dose de dTpa a qualquer momento e completar a vacinação básica com dT (dupla adulto – difteria e tétano) de forma a totalizar três doses de vacina contendo o componente tetânico. Para não vacinados ou com histórico vacinal desconhecido, uma dose de dTpa e duas doses de dT são recomendadas.2,4

O PNI disponibiliza apenas a vacina dT e recomenda uma dose de reforço a cada 10 anos.3 Vale ressaltar que adolescentes grávidas devem receber uma dose de dTpa a cada gestação, a partir da 20ª semana. Para as gestantes, a vacina dTpa está disponível tanto na rede pública quanto na rede privada.3,4

Varicela/Catapora: A SBIm recomenda em seu calendário para suscetíveis duas doses com intervalo de três meses (para menores de 13 anos) e com intervalo de um a dois meses (para maiores de 13 anos).2 No PNI a vacina não está disponível para adolescentes e ela é contraindicada em gestantes.3,4

- HPV: a vacina deve ser aplicada o mais precocemente possível, entre os 9 e 14 anos, para aproveitar a resposta imune superior nas fases mais iniciais da adolescência. O calendário da SBIm recomenda duas doses, com intervalo de seis meses, para meninas e meninos menores de 15 anos. Para adolescentes com 15 anos ou mais, não imunizados anteriormente, o esquema é de três doses.2,4 No PNI a vacina está disponível para meninas de 9 a 14 anos e para meninos de 11 a 14 anos, e a recomendação são duas doses.3

- Febre Amarela: o PNI e a SBIm recomendam uma dose única da vacina. Mas, segundo a SBIm, de acordo com o risco epidemiológico, uma segunda dose pode ser considerada.2-4

Gripe (Influenza): a SBIm preconiza uma dose anual.2 No PNI, a vacina está disponível para grupos de maior risco de complicações: indivíduos com 60 anos ou mais de idade, crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores da saúde, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade, os funcionários do sistema prisional e professores das escolas públicas e privadas.6

Além disso, na rede privada, está disponível a vacina contra gripe causada por 4 tipos de vírus influenza (vacina tetravalente). Já o PNI, oferece a vacina contra a gripe causada por 3 tipos de vírus influenza (vacina trivalente).2,7

Campanha - Dia do Adolescente – 21 de setembro

Com o objetivo de alertar os adolescentes e os pais sobre a importância da vacinação nessa etapa da vida, a GSK lança campanhas digitais com o YouTuber Christian Figueiredo e a Dra. Ana Escobar, pediatra e consultora do programa Bem-Estar, da TV Globo. As ações são em comemoração ao Dia do Adolescente, que é celebrado dia 21 de setembro.

Usando uma linguagem jovem e descontraída, o YouTuber Christian Figueiredo irá conversar com a Dra. Bárbara Furtado, gerente médica de vacinas da GSK, sobre prevenção, doenças e a importância da imunização. O vídeo desse bate-papo será veiculado nos canais da GSK. Além disso, durante uma semana, Christian fará diversas publicações temáticas em suas redes sociais.

“Com esse vídeo e essa campanha esperamos levar um tema importante de utilidade pública e informações ligadas à saúde, de forma divertida e leve, aos pais e os adolescentes. Nessa fase os jovens passam a ter contato com muita gente, vão a lugares muito cheios, como festas e boates, por isso devem se prevenir contra diversas doenças através da vacinação”, conta Dra. Bárbara Furtado.

A outra ação será feita com a Dra. Ana Escobar. Com o objetivo de falar com pais e mães dos adolescentes, a médica irá publicar em suas redes sociais durante uma semana diversos conteúdos e irá tirar dúvidas sobre as vacinas recomendadas nessa fase da vida.

Sobre a GSK

Uma das indústrias farmacêuticas líderes no mundo, a GSK está empenhada em melhorar a qualidade de vida humana permitindo que as pessoas façam mais, sintam-se melhor e vivam mais. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.

 

Chocolateria Brasileira inaugura duas unidades em Canoas

A Chocolateria Brasileira, franquia de chocolates finos, inaugura dois quiosques no município de Canoas, no Rio Grande do Sul, um no Canoas Shopping e outro no ParkShopping Canoas. As inaugurações fazem parte do plano de expansão da marca, que pretende chegar a 30 unidades em operação no Brasil até o fim deste ano. Hoje, a rede conta com seis unidades próprias, localizadas em Alphaville/Barueri, Itatiba e na capital de São Paulo, e mais 18 lojas franqueadas nos estados de São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Distrito Federal, Paraná e Rio Grande do Sul. A Chocolateria Brasileira tem planos de ultrapassar a casa de 400 unidades no país no prazo de 10 anos.


Serviço:

Unidade ParkShopping Canoas: Av. Farroupilha, 4.545 – Marechal Rondon – Canoas (RS) – Localização do Quiosque – Piso térreo - Q208

Horário de funcionamento: De segunda a sábado das 10h às 22h. Domingo das 14h às 20h.

Contato: (51) 99271-3486 / 98435-6861

E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.


Unidade Canoas Shopping: Av. Guilherme Schell, 6.750 – Centro – Canoas (RS) – Localização do Quiosque – Q77

Horário de funcionamento: De segunda a sábado das 10h às 22h. Domingo das 14h às 20h.

Contato: (51) 99271-3486 / 98435-6861

E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.



SOBRE A CHOCOLATERIA BRASILEIRA

Unindo qualidade e sabor, a Chocolateria Brasileira traz ao mercado nacional produtos finos e desenvolvidos com matéria prima de primeira linha. No cardápio, barras, trufas e bombons, embalados individualmente ou em kits, se unem ao aroma do delicioso café, capaz de arrancar suspiro do mais distraído consumidor. No mercado desde 2015, a rede é hoje comandada por Christian Neugebauer, herdeiro de uma família que há mais de 100 anos atua no segmento de confeitaria e chocolates. Recentemente formatado no modelo de franquias, possui 24 unidades distribuídas no Brasil, em formatos de loja, quiosque e home-based (porta a porta). Mais informações: www.chocolateriabrasileira.com.br

 

'Apagão' no atendimento do Samu Estadual afeta 7 milhões de gaúchos

 

Uma situação inédita foi presenciada pelo Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) na noite desta segunda-feira,13/08. A paralisação de telefonistas e rádio-operadores da central de regulação do Samu Estadual, devido a por atrasos em salários que teriam de ser pagos por uma terceirizada, gerou um apagão no serviço por horas. A central de regulação, situada na zona leste de Porto Alegre (na avenida Bento Gonçalves, 3722), cobre uma população de 7 milhões de gaúchos, que ficou quase cinco horas sem atendimento.
"Não podemos fazer nada. É outro sistema (usado pela telefonia e pelos rádio-operadores), e nossa função é fazer a tele-medicina, orientar o atendimento de acordo com a gravidade", disse uma das médicas que estava no local.
Segundo o Simers, que foi à sede da Central de Regulação, nenhum chamado de urgência e emergência foi atendido a partir das 19h. Os médicos e enfermeiros que estavam de plantão não podiam fazer nada. Na parede, a projeção de telas do sistema mostrava gráficos com as chamadas (e seus números de telefone) entrando. O volume só crescia, assim como o tempo sem resposta.
A diretora do Simers Clarissa Bassin descreveu o quadro como de apagão. "O 192 está inoperante. Só funciona em quatro cidades - apenas Porto Alegre Caxias do Sul, Bagé e Pelotas, que têm serviços próprios municipais", alertou Clarissa. "Isso significa desassistência completa a milhões de gaúchos", lamentou a dirigente. Clarissa saiu do Samu e foi ao plantão do Palácio da Polícia, onde registrou ocorrência de omissão de socorro (FOTO) do Estado por não assegurar o funcionamento do serviço.
Somente após as 23h uma telefonista foi deslocada à central para dar conta de dezenas de chamados simultâneos. "Ela está aqui, enquanto atende uma ligação, outras nove estão na espera. Também continuamos sem rádio-operador, que faz o contato com as ambulâncias. Com isso, muitas nem são acionadas", resume uma médica reguladora. Por turno de seis horas, trabalham 12 telefonistas e quatro rádio-operadores para dar conta da demanda.
O Simers acompanha há anos a precariedade do Samu Estadual, indicando o agravamento das condições nos últimos meses. Nesta segunda-feira, o quadro chegou a um nível insustentável. Outra situação igualmente de risco é o número insuficiente de médicos reguladores. Nesta noite, havia metade do número - eram cinco onde deveria ter 10. Não há contração de mais médicos. Há turnos com apenas um regulador.  Por turno de trabalho, cada profissional atende 280 chamados, nos quais precisa orientar sobre o tipo de assistência. Esta situação já foi denunciada ao Ministério Público Estadual.

Foto: SIMERS

Última atualização ( Ter, 14 de Agosto de 2018 14:48 )
 

RGE e RGE Sul realizam 31.550 inspeções na rede elétrica no primeiro semestre

As equipes da RGE e RGE Sul realizaram, no primeiro semestre deste ano, 31.550 inspeções nas suas redes de energia elétrica para identificar adulterações e conexões clandestinas, os populares gatos. Deste total, 7.242 ligações apresentaram algum tipo de problema, correspondendo a 22,9% do total. A estimativa é que 9,6 mil residências pudessem ser abastecidas por um ano com a energia que deixou de passar pelos medidores dos clientes inspecionados de janeiro a julho e que tinham irregularidades. Isso corresponde a uma cidade do porte de Sarandi, de 21 mil habitantes, localizada no Norte gaúcho.

As inspeções são realizadas para evitar problemas na rede de distribuição de energia elétrica e garantir a segurança da população. O foco dessas ações, contínuas em todas as distribuidoras do Grupo CPFL Energia, é evitar acidentes com as ligações precárias e que não observam os padrões e normas técnicas. As fraudes e furtos de energia são crimes previstos no Código Penal, e a pena pode variar de um a quatro anos de detenção. Além disso, para os fraudadores também são cobrados os valores retroativos referentes ao período em que ocorreu o roubo, acrescidos de multa. As distribuidoras RGE e RGE Sul, além das demais pertencentes ao Grupo CPFL, têm atuado em parceria com o poder público para coibir estas práticas.

A RGE e a RGE Sul têm intensificado as ações conjuntas com a Polícia Civil gaúcha para coibir a prática. Nos primeiros seis meses deste ano, uma média de 40 ligações clandestinas foram detectadas por dia nas inspeções das distribuidoras. Mesmo que as ações policiais tenham foco principal os clientes comerciais e empresariais, as operações da distribuidora também abrangem os clientes residenciais, que integram a maior parcela dos clientes ativos.

Segundo o Gerente de Serviços de Recuperação de Energia da RGE e da RGE Sul, Alexsandro da Silva Souza, uma vez identificada qualquer tipo de alteração na medição da energia consumida, são realizados os cálculos da quantidade de energia furtada e fixada a cobrança do valor que não passou pela medição. "O Grupo CPFL utiliza modernas tecnologias que, através de algoritmos, identificam possíveis sinais de desvio de energia, além da instalação de medidores que mostram, de forma imediata, uma manipulação indevida no equipamento ou o não registro de algum valor consumido“, explica Souza. Desta forma, as inspeções são realizadas buscando ter o maior nível de assertividade.

Para identificar os fraudadores, além das inspeções de campo, os profissionais trabalham com o cruzamento de dados de consumo e inteligência artificial, que permitem identificar com mais precisão possíveis fraudes. Geralmente os casos que apresentam irregularidades constatadas nas inspeções já apresentavam indícios no levantamento prévio feito pelos sistemas do Grupo CPFL, controlador da RGE e RGE Sul.

Rastrear e fazer o desligamento dessas ligações clandestinas é uma questão de segurança para a população. Também ajuda a evitar curtos-circuitos que afetam a rede e que, em muitos casos, provocam o desligamento e a queima de equipamentos e eletrodomésticos de ruas inteiras. Consumidores que adotam esta prática, popularmente conhecida como "gato", também estão colocando em risco as suas vidas e da população. Pessoas não habilitadas que tentam manipular o medidor de energia ou realizar ligação direta na rede elétrica correm o risco de choque e acidentes graves, que podem ser fatais.

As ligações irregulares também são responsáveis pela sobrecarga da rede de energia elétrica que deixa o sistema de distribuição mais suscetível à interrupção. A regularização destes clientes não apenas traz cidadania para essa parcela da população, como também beneficia todos os consumidores com um serviço de melhor qualidade.

As cidades que tiveram o maior número de inspeções

Cidade

Inspeções (jan-jul)

Irregularidades

%

Gravataí

2987

445

14,89

Canoas

2221

472

21,25

Santa Maria

1627

409

25,13

Caxias do Sul

1569

431

27,46

Cachoeirinha

1382

232

16,78

São Leopoldo

1119

284

25,37

Santa Cruz do Sul

1087

114

10,48

Novo Hamburgo

942

332

35,24

Sapiranga

825

123

14,9

Sapucaia do Sul

811

158

19,48

Uruguaiana

525

190

36,19

Bento Gonçalves

522

230

44,06

Passo Fundo

503

151

30,01

Taquara

485

103

21,23

Campo Bom

440

95

21,59

Santo Ângelo

378

105

27,77

Santa Rosa

316

88

27,84

Farroupilha

314

93

29,61

Sobre a RGE

A Rio Grande Energia (RGE) é a distribuidora de energia elétrica da região norte-nordeste do Estado do Rio Grande do Sul. Originada do modelo de concessão pública para distribuição de energia elétrica em 21 de outubro de 1997, a empresa atende 255 municípios gaúchos, o que representa 54% do total de municípios do Estado.

A área de cobertura da RGE divide-se em duas grandes regionais: a Centro, com sede em Passo Fundo, e a Leste, com sede em Caxias do Sul. São 90.718 km² - 34% do território do Estado. Agrupadas, essas regiões apresentam um dos melhores índices sociais e econômicos do Brasil e também são as responsáveis pelo maior polo agrícola, pecuário, industrial e turístico do estado.

A RGE busca os mais altos níveis de eficiência no atendimento aos seus clientes sendo parceira dos municípios gaúchos no desenvolvimento econômico do RS dentro de sua área de concessão. Desde 2006 a RGE passou a fazer parte integralmente do grupo CPFL Energia, o maior grupo privado do setor elétrico brasileiro.

Sobre a RGE Sul

A RGE Sul Distribuidora de Energia S/A é uma das distribuidoras de energia elétrica do Grupo CPFL Energia no Rio Grande do Sul e tem atuação na Região Metropolitana, Centro, Vales e região Oeste do Rio Grande do Sul.

A concessionária atende a 1,3 milhão de clientes em 118 municípios gaúchos, tem 100 mil km² de área de abrangência e 65 mil Km de rede de distribuição. A base de suas operações fica em São Leopoldo.

A RGE Sul se orienta pela Gestão de Qualidade Total para atingir, cada vez mais, altos níveis de eficiência para seus consumidores sendo parceira dos municípios gaúchos no desenvolvimento econômico do RS dentro de sua área de concessão. Desde 2016 a RGE Sul passou a fazer parte integralmente do grupo CPFL Energia, o maior grupo privado do setor elétrico brasileiro.

Sobre a CPFL Energia

A CPFL Energia, há 105 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização e serviços. Desde janeiro de 2017, o Grupo faz parte da State Grid, estatal chinesa que é a segunda maior organização empresarial do mundo e a maior companhia de energia elétrica, atendendo 88% do território chinês e com operações na Itália, Austrália, Portugal, Filipinas e Hong Kong.

Com 14% de participação, a CPFL Energia é vice-líder no mercado de distribuição, totalizando cerca de 9,4 milhões de clientes em 679 cidades, entre os estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. Na comercialização, é uma das líderes no mercado livre, com participação de mercado de 14% na venda para consumidores finais. É líder na comercialização de energia incentivada para clientes livres entre as comercializadoras.

Na geração, é a terceira maior agente privada do País, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis, como grandes hidrelétricas, usinas eólicas, térmicas a biomassa, Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e usina solar. Ao final do primeiro trimestre de 2018, a capacidade instalada do Grupo CPFL alcançou 3.283 MW.

A CPFL Energia possui ações listadas no Novo Mercado da B3 e ADR Nível III na NYSE, além de participar do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3 pelo 13º ano consecutivo. O Grupo também ocupa posição de destaque como um dos maiores investidores brasileiros em arte, cultura e esporte.

 

Isolamento provoca problemas de saúde nos idosos

O mês de julho é marcado pelo Dia dos Avós, momento que muitos se lembram como a sociedade desrespeita os direitos dos idosos, além das injustiças cometidas pelo Estado com essa população. Porém, uma grande parte das pessoas se esquece do desprezo e descaso cometido contra indivíduos nessa idade dentro da própria família.

Um estudo feito no ano passado nos Estados Unidos comprovou que a solidão entre idosos possui uma ligação com um número maior de doenças crônicas. Conforme a pesquisa, o isolamento é capaz de elevar as chances de morte em até 14%. Isso ocorre porque, o estresse causado pela solidão pode levar a inflamações celulares que interferem no sistema imunológico, deixando o corpo mais suscetível a doenças. Diante disso, a solidão na terceira idade chega a ser tão prejudicial quanto o tabagismo ou o consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Estima-se que esse sentimento aumenta em quase 30% os riscos de doenças coronarianas e acidentes vasculares.

De acordo o psicólogo, com especialização em Neuropsicologia, Luciano Alves, seguindo a ideia do pensamento sistêmico os efeitos provocados na saúde, em virtude desse isolamento, são devastadores. “O isolamento social pode ter um impacto muito grande nos idosos, tanto psicológica, quanto fisicamente. A sensação de solidão afeta a saúde de diversas formas, podendo, por exemplo, aumentar o estresse, reduzir a autoestima ou contribuir para a depressão. E todos esses fatores influenciam na saúde física”, afirma ele, lembrando que também é importante compreender os aspectos hereditários, emocionais e transgeracionais das doenças para que se abra uma nova possibilidade de cura. “Existem diversas razões dentro do campo do pensamento sistêmico para explicar o motivo de muitas pessoas, apesar do grande avanço da medicina, não mostrarem reações positivas aos tratamentos convencionais. Através do estudo do sistema é possível perceber que existe uma ligação entre a doença, o comportamento do paciente e as dinâmicas familiares ocultas que podem impedir o caminho para a cura e a saúde”.

De acordo com o pensamento sistêmico, sd doenças também podem ser vistas como processos que produzem cura, sobretudo para a nossa alma, além disso, alguns sintomas estão nitidamente relacionados a diversos acontecimentos e condições que provocaram nas pessoas a perda da vinculação com a família ou a insegurança percebida quanto a essa vinculação, ou ainda as dinâmicas de culpa ou de destinos trágicos na família que criam experiências de medo, insegurança e dor. “Um novo olhar para nossa saúde e o que significam realmente as doenças que nos assolam é mais do que necessário. A doença nunca age apenas sobre o doente, ela age sobre o doente e seu sistema familiar. Isso porque, todos nós estamos conectados aos nossos sistemas de referência, sejam eles nossas famílias, grupos, comunidades ou instituições às quais pertencemos. Muitas vezes, estes nossos vínculos ocorrem de forma disfuncional e somos influenciados no presente, com limitações, dificuldades, conflitos e até adoecimentos que chegam por ressonância pelas histórias de todos aqueles que nos antecederam em nossos sistemas familiares”, conclui.

 
Página 1 de 216

Publicidade

Publicidade

Blogs

Enquete

Você é favor da convocação de Eleições Gerais no Brasil
 

Twitter CN

    Newsletter

    Expediente

    EXPEDIENTE
    Rua Santos Ferreira, 50
    Canoas - RS
    CEP 92020-000
    Fone: (51) 3032-3190
    e-mail: redacao@jornal
    correiodenoticias.com.br

    Banner
    Banner
    Banner

    TurcoDesign - Agencia de Publicidade Digital