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Entidades sindicais apoiam proposta da OAB substitutiva à Reforma da Previdência

Na manhã desta quarta-feira, 15, após reunião realizada em Brasília (DF) com representação da Associação Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), um grupo de entidades sindicais de 12 estados (CE, ES, DF, GO, MA, MG, PA, PR, RJ, RS, SC e SP), lideradas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh), decidiu apoiar o documento criado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em substituição à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, que trata da Reforma da Previdência.

“Nos reunimos com um representante da Anfip para termos total entendimento da reforma previdenciária e, depois de um amplo diálogo interno, decidimos que seria de extrema importância para os trabalhadores brasileiros nos unimos à OAB para tentar mudar o formato da PEC 287. Se aceitarmos teor da proposta da forma que foi colocada, iremos sucatear a Seguridade Social e se aposentar será quase impossível”, alertou Moacyr Roberto Tesch Auersvald, presidente da Contratuh e diretor da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST).

Entre as mudanças sugeridas pelo substitutivo, estão a eliminação de idade mínima obrigatória para toda e qualquer aposentadoria, a vedação de remissões e de anistias para devedores da Previdência Social e a vedação de que os recursos da Seguridade Social possam ser desviados ou desvinculados de sua finalidade constitucional (o que afasta os impactos negativos da Desvinculação das Receitas da União - DRU no equilíbrio orçamentário do sistema). Mas as entidades fazem ressalvas ao documento da OAB, como a questão da não acumulação de pensão com aposentadoria no mesmo regime e a igualdade de idades entre homens e mulheres -- hoje a diferença do só existe para trabalhadores rurais e deficientes.

“O contexto dessa reforma é o de sempre: o mercado buscando novos mecanismos de auferir lucro, pois a previdência tem uma parte significativa da iniciativa privada. A proposta de reforma precisa ser mais inclusiva, em prol da justiça social. Não se pode apenas retirar direitos adquiridos”, explicou o auditor fiscal da Previdência Floriano Martins de Sá Neto, vice-presidente de Política de Classe da Anfip.

Entidades discordam de “rombo na Previdência”

A Reforma da Previdência é um dos temas mais polêmicos do governo Michel Temer. Em proposta enviada pelo governo ao Congresso Nacional no fim de 2016, a idade mínima para todos os trabalhadores aposentarem será de 65 anos e haverá uma regra de transição a partir dos 50 anos. Segundo o governo, a Previdência fechou 2016 com um rombo de R$ 149,73 bilhões.

“Esse discurso é falacioso. Déficit da Previdência não existe, pois ela não tem receita única e faz parte da Seguridade Social. Se formos falar em déficit ou superávit, tem que ser num conjuntos da Seguridade. Em 2015, por exemplo, em plena crise econômica, somando receitas e despesas, houve saldo de 11 bilhões de reais”, explicou Floriano de Sá.

 

Compostagem doméstica: fácil e sustentável

A compostagem é o processo de reaproveitamento da matéria orgânica encontrada no lixo, na intenção de transformá-la em uma fonte de nutrientes que quando misturada a terra funciona como fertilizante. A técnica muito utilizada em grande escala na agricultura também pode ser reproduzida domesticamente e aplicada em plantas, hortas e jardins.

Para Bruno José Esperança, diretor geral da Esalflores, maior floricultura e Garden Center do Sul do país, o processo de compostar é um grande aliado no cuidado com o meio ambiente, pois colabora com a redução dos resíduos orgânicos produzidos em residências. “A compostagem permite que restos de alimentos e outros tipos de sobras orgânicas sejam reaproveitadas contribuindo com a diminuição do volume de compostos descartados em lixões. Além de evitar a utilização de fertilizantes sintéticos”, explica Bruno.

O especialista ainda alerta que é preciso ter cuidado com os resíduos utilizados. “Nem todos os restos orgânicos podem ser utilizado na compostagem. Lixo comum, restos de carne, laticínios e óleos não são indicados. Já restos de verduras e legumes, cascas de frutas, borras de café, cascas de ovos e serragem são ideais”, detalha.

Passo a passo para montagem da composteira caseira

O processo de compostagem doméstica é simples e exige apenas 3 caixas plásticas escuras (sendo uma com tampa), folhas secas e galhos pequenos e cerca de 100 minhocas. “As caixas serão empilhadas em três níveis. Nas duas caixas superiores será feira a compostagem, elas devem ter pequenos furos que serão responsáveis pela comunicação entre uma caixa e outra. A caixa inferior será utilizada apenas para coletar o resíduo líquido orgânico”, explica Esperança.

O primeiro passo é forrar o fundo da caixa superior com as folhas secas e pequenos galhos ou serragem. Esta primeira camada vai funcionar como dreno para a composteira. Em seguida deve-se colocar a terra com minhocas e logo acima os resíduos orgânicos. É importante que os resíduos sejam cobertos com outra camada de folhas secas para contribuir com oxigenação.

Depois disso é só fechar a caixa e fazer depósitos diários até que ela seja preenchida. Assim que estiver completa basta passar essa caixa para baixo e subir uma vazia para recomeçar o processo. Não sendo necessário inserir novas minhocas. “Após três meses em média, já é possível coletar o húmus que pode ser utilizado como adubo. Na última caixa ficará acumulado o resíduo líquido orgânico. Diluído ele pode ser usado para regar plantas e hortas”, completa o especialista.

 

Com metodologia inovadora, Espaço da Arte consolida modelo que une educação, empreendedorismo e arte

Fazer da arte uma forma de viver, trabalhar, educar. O Espaço da Arte, associação fundada há 12 anos no Rio Grande do Sul, conseguiu unir o que muitas vezes parece difícil. Com uma metodologia própria e inovadora, a entidade usa a arte para transformar a vida de milhares de pessoas sem abrir mão de um modelo de negócio sustentável. Já foram mais de 9 mil alunos, de um projeto que já passou por 36 cidades e atualmente está em 14 municípios. A maioria deles, situados no interior do Rio Grande do Sul.

Idealizado pelo empreendedor do ramo artístico, Fernando Tepasse, o Espaço da Arte possui uma metodologia descentralizada e com diferentes frentes de atuação. Nas oficinas de teatro e dança, realiza parcerias com órgãos públicos, associações e entidades. Com isso, consegue levar suas aulas mesmo a pequenas comunidades, que têm acesso aos cursos com custos subsidiados. “Atendemos desde crianças a partir de seis anos até adultos. Nosso objetivo não é formar profissionais, ainda que isso aconteça, mas sim trabalhar o desenvolvimento integral do ser humano a partir da arte”, explica Tepasse.

A partir das oficinas, o Espaço da Arte também trabalha na criação de espetáculos temáticos para empresas, órgãos públicos, escolas e associações. “São peças de teatro com uma temática específica que pode ser a valorização do trabalho em uma determinada empresa, ações de saúde e educação para prefeituras e entidades, dentre outras iniciativas”, ressalta o fundador. Nesse eixo de trabalho, o Espaço da Arte tem sido responsável por ações de conscientização sobre temas como Aids, Bullying, uso indevido de drogas, incentivo à socialização, e outras situações sensíveis à sociedade, ampliando seus campos de atuação para além da educação e da cultura.

ARTE QUE TRANSFORMA – O mote central do trabalho do Espaço da Arte é utilizar a arte como forma de transformar a vida das pessoas. Nesse eixo se integram todas as ações desenvolvidas pela entidade. “É uma visão global daquilo que a arte pode oferecer nos mais variados níveis e educação desenvolvimento humano. É utilizar a arte para promover reflexões, mudanças de paradigmas, conscientização. É isso que as entidades com as quais temos parcerias procuram no Espaço da Arte, e é isso que diferencia a nossa metodologia”, destaca Tepasse.

Nesses 12 anos de atuação, o trabalho do Espaço da Arte se consolidou a partir da união da arte, pensada a partir de uma concepção que tem base no respeito, no carinho e no comprometimento com as pessoas, com o profissionalismo. Indo além daquilo que tradicionalmente se oferece, a entidade se envolve em projetos que possibilitam ao aluno uma transformação na forma como ele enxerga a vida, criando laços de carinho, ampliando horizontes a partir da arte. Eventos como retiros e Encontro da Arte levam o participante a formar laços de pertencimento a um grupo, a uma causa. “Nós atuamos de uma forma completamente descentralizada, mas integrada em todos os seus níveis em um processo que usa a arte como mecanismo de autoconhecimento, de integração entre as pessoas e a conscientização para uma vida plena”, observa Tepasse.

ESPAÇO DA ARTE - O Espaço da Arte é uma associação sem fins lucrativos, fundada por Fernando Tepasse em março de 2004, na cidade de Bom Princípio. Tem como missão utilizar a arte-educação como instrumento de socialização, desenvolvimento humano e artístico, realizar projetos e ações em saúde e assistência social através da arte, criar e produzir espetáculos e eventos culturais. Já atuou em 36 cidades do RS, com oficinas de teatro e dança, para mais de 9 mil alunos, desde sua fundação. Hoje está presente em 14 municípios gaúchos, em Porto Alegre, região metropolitana, Vales do Caí, Sinos, Taquari e Serra, contando com mais de mil alunos e atuando de maneira descentralizada, em parceria com prefeituras, entidades, organizações e iniciativa privada.

 

 

Caravana de Natal Coca-Cola chega a Canoas e Esteio nesta quarta-feira

O Natal é uma das datas mais especiais do ano e repleta de momentos únicos e marcantes. Um deles é a Caravana de Natal Coca-Cola, que leva famílias inteiras às ruas para acompanhar a passagem dos caminhões iluminados da marca. Neste ano, o tema central da campanha de final de ano é a gratidão e incentiva o público a celebrar e agradecer com Coca-Cola. Promovida pela Vonpar, a Caravana chega a Canos e Esteio nesta quarta-feira, 14 de dezembro, e promete emocionar o público.

O Papai Noel em seu trenó e os caminhões poderão ser vistos pelos moradores circulando por algumas das principais avenidas e ruas de Canoas a partir das 20h.  A chegada em Esteio está prevista para as 21h30. Os horários podem sofrer alterações sem aviso prévio por conta de problemas de trânsito e condições climáticas.

Em Canoas, o comboio parte da Rua Dr. Barcellos com o viaduto da BR-116 e segue pelas ruas Vitor Barreto, Domingos Martins, Quinze de Janeiro, Ipiranga, ingressa na  Avenida Vitor Barreto, pega a Rua Monte Caseros e atravessa a rodovia, e encerra o percurso na cidade pelas ruas Boqueirão, Liberdade e Dona Rafaela até retornar a BR-116.

Ao chegar a Esteio, os caminhões partem da Avenida Presidente Vargas com a Rua Mauricio Cardoso e passam ainda pelas avenidas Padre Claret, Luiz Pasteur e encerram na Porto Alegre com a João Paulo I.

A Caravana é composta por quatro caminhões completamente iluminados. Ainda acompanham o trenó e o carro de som. Para conhecer a programação completa acesse o site www.natal.cocacola.com.br

Itinerário – 14/12/16

CANOAS – 20h

Rua Dr. Barcellos com Viaduto da BR-116 / Rua Vitor Barreto / Rua Domingos Martins / Rua Quinze de Janeiro / Rua Ipiranga / Av. Vitor Barreto / Rua Monte Caseros atravessa a rodovia / Rua Boqueirão / Rua Liberdade / Rua Dona Rafaela com BR-116

ESTEIO – 21h30:

Av. Pres.Vargas com Rua Mauricio Cardoso / Av. Padre Claret / Av. Luiz Pasteur / Av. Porto Alegre com Av. João Paulo I.

 

Flores contribuem para a composição de ambientes internos

A primavera traz mais verde e colorido para as ruas das cidades. Mas em outras estações, como o verão, pode-se ter essa sensação de aconchego e alegria que vem das plantas e flores. É só trazer para dentro de casa essas cores, desde que com cuidado para que elas possam viver mais.

“Falta verde e vida em nosso cotidiano e as flores trazem essa beleza e estética para dentro de casa”, destaca a arquiteta e designer Katalin Stammer, supervisora dos cursos de Design de Interiores e Design de Jardins do Centro Europeu. “Assim como a composição de cores dos objetos no ambiente, os tons das folhas e cores das flores influenciam no efeito geral da composição. Essa é uma solução simples para alterar a cara da sua casa e renovar as energias”, indica a arquiteta e designer.

Katalin destaca, também, que é necessário ter um olhar atento para o ambiente e identificar se é quente, úmido, iluminado ou escuro para escolher a melhor planta para cada local e casa. “As flores são muito sensíveis e precisam de um cuidado especial para que elas continuem bonitas e saudáveis durante o maior tempo possível. Mas ao contrário do que muitos pensam, não é tão complicado assim. Dedicando alguns minutos do dia para as plantas, é fácil ter uma casa aconchegante, colorida e perfumada”, detalha.

Para a profissional, plantas como astromélia, orquídea e gloxínia são ótimas opções para quem pretende dar um toque especial aos ambientes internos. “Essas são algumas flores que costumo usar em meus projetos. Elas têm cores interessantes e são facilmente encontradas nas principais floriculturas do país, além de permanecerem bonitas por um bom período”, conta Katalin.

Jardins de Verão

Para quem tem jardim em casa e pretende deixá-lo ainda mais florido, algumas plantas acabam combinando mais com a estação mais quente do ano, tanto nos aspectos estruturais quanto na resistência ao calor. “Nessa época, algumas flores ajudam a colorir o ambiente, especialmente o beijo americano, a vinca, a sálvia, a onze horas e a margarida”, indica o biólogo e consultor de vendas da Esalflores, Luis Henrique Cunha Vieira. “O ideal é regar as plantas duas vezes por semana. Além disso, é importante borrifá-las em dias secos e quentes”, explica.

Já para o outono e para o inverno, as flores mais indicadas são o amor perfeito e a boca de leão. A begônia, flor classificada como perene, ou seja, que possui um ciclo de vida permanente é outra espécie aconselhada. Por se adaptar muito bem às variações climáticas, ela pode ser uma boa opção para o ano todo. “Para manter um jardim sempre florido, é necessário que as pessoas pesquisem um pouco e peçam a ajuda de especialistas para encontrar a planta ideal para cada estação do ano. Com um pouco de cuidado, é possível atingir essa meta com facilidade”, completa o biólogo.

 

Esporte contribui para novas conexões cerebrais, afirma neuropediatra

As férias estão chegando e é o momento perfeito para incentivar as crianças a praticar esportes ou atividades físicas. O esporte beneficia o desenvolvimento infantil, contribuindo com a neuroplasticidade, ou seja, com a formação de novas conexões neuronais. A atividade física promove não só a neurogênese (formação de novos neurônios), como também a neovascularização e a reorganização neuronal, fabricando mais neurotransmissores e receptores, possibilitando o registro de novas informações, ampliando o conhecimento e o desenvolvimento global da criança.
Segundo Dra. Karina Weinamann, neuropediatra da NeuroKinder, é muito mais fácil aprender na infância. “No cérebro infantil há muito mais conexões cerebrais (sinapses) que no cérebro do adulto, o que chamamos de "exuberância sináptica", que pode continuar até o início da adolescência, possibilitando o aprendizado de novas habilidades na infância. Por isso, dizemos que o cérebro infantil em desenvolvimento é plástico, ou seja, capaz de reorganizar-se em padrões e sistemas de conexões sinápticas para melhor adequar o organismo em crescimento às novas capacidades intelectuais e comportamentais da criança”, explica Dra. Karina.
De acordo com a médica, existe uma área no cérebro chamada de núcleo acumbens, diretamente ligada ao "sistema de recompensa", responsável por nos proporcionar a sensação de prazer. Nas crianças, essa região está bastante ativa. “Estudos mostram, em modelo experimental, que até o fim da adolescência o núcleo acumbens perde até um terço do número de receptores de dopamina (psicoestimulante) que tinha na infância”, diz a médica.
7 benefícios dos esportes para crianças e adolescentes
Contribui no desenvolvimento da motricidade, aprimorando a coordenação motora, agilidade, força muscular, equilíbrio dinâmico
Ajuda no aperfeiçoamento do potencial cognitivo e da habilidade emocional
Melhora a capacidade de aprendizagem, por meio do aumento da concentração, atenção, memória e planejamento
Aumenta a autoestima
Ensina a respeitar regras, honrar responsabilidades e adquirir disciplina
Combate a fadiga, diminuindo os níveis de estresse, regulando a ansiedade e combatendo o risco de depressão infantil
Do ponto de vista sistêmico, aumenta a imunidade, combate a obesidade, aumenta a produção de massa óssea e ainda contribui para adequação da qualidade do sono
Prática esportiva na infância requer cuidados
Embora o esporte tenha muitos benefícios, é preciso alguns cuidados. Para a psicóloga Thais Quaranta, o esporte deve ser escolhido por vontade própria da criança, deve gerar experiências de sucesso, que sejam motivadoras e divertidas, sempre respeitando o limite de condicionamento físico de cada um.
“É muito importante que até os 12 anos não seja estimulada a competição, dando preferência às atividades com objetivo lúdico e recreativo, evitando esportes que levam a muita rivalidade. Isso porque pode gerar frustrações, provocar choro, sentimentos depressivos ou até agressões, já que para a criança a realidade de perdedor é pouco aceita porque as crianças são muito concretas e têm baixa capacidade de abstração”, explica Thais.
Por último, Dra. Karina recomenda que o esporte precisa sempre ser supervisionado por um educador físico, assim como até os quatro anos deve ser de curta duração e no máximo duas vezes por semana.

As férias estão chegando e é o momento perfeito para incentivar as crianças a praticar esportes ou atividades físicas. O esporte beneficia o desenvolvimento infantil, contribuindo com a neuroplasticidade, ou seja, com a formação de novas conexões neuronais. A atividade física promove não só a neurogênese (formação de novos neurônios), como também a neovascularização e a reorganização neuronal, fabricando mais neurotransmissores e receptores, possibilitando o registro de novas informações, ampliando o conhecimento e o desenvolvimento global da criança.

Segundo Dra. Karina Weinamann, neuropediatra da NeuroKinder, é muito mais fácil aprender na infância. “No cérebro infantil há muito mais conexões cerebrais (sinapses) que no cérebro do adulto, o que chamamos de "exuberância sináptica", que pode continuar até o início da adolescência, possibilitando o aprendizado de novas habilidades na infância. Por isso, dizemos que o cérebro infantil em desenvolvimento é plástico, ou seja, capaz de reorganizar-se em padrões e sistemas de conexões sinápticas para melhor adequar o organismo em crescimento às novas capacidades intelectuais e comportamentais da criança”, explica Dra. Karina.

De acordo com a médica, existe uma área no cérebro chamada de núcleo acumbens, diretamente ligada ao "sistema de recompensa", responsável por nos proporcionar a sensação de prazer. Nas crianças, essa região está bastante ativa. “Estudos mostram, em modelo experimental, que até o fim da adolescência o núcleo acumbens perde até um terço do número de receptores de dopamina (psicoestimulante) que tinha na infância”, diz a médica.

7 benefícios dos esportes para crianças e adolescentes

Contribui no desenvolvimento da motricidade, aprimorando a coordenação motora, agilidade, força muscular, equilíbrio dinâmico

Ajuda no aperfeiçoamento do potencial cognitivo e da habilidade emocional

Melhora a capacidade de aprendizagem, por meio do aumento da concentração, atenção, memória e planejamento

Aumenta a autoestima

Ensina a respeitar regras, honrar responsabilidades e adquirir disciplina

Combate a fadiga, diminuindo os níveis de estresse, regulando a ansiedade e combatendo o risco de depressão infantil

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Prática esportiva na infância requer cuidados

Embora o esporte tenha muitos benefícios, é preciso alguns cuidados. Para a psicóloga Thais Quaranta, o esporte deve ser escolhido por vontade própria da criança, deve gerar experiências de sucesso, que sejam motivadoras e divertidas, sempre respeitando o limite de condicionamento físico de cada um.

“É muito importante que até os 12 anos não seja estimulada a competição, dando preferência às atividades com objetivo lúdico e recreativo, evitando esportes que levam a muita rivalidade. Isso porque pode gerar frustrações, provocar choro, sentimentos depressivos ou até agressões, já que para a criança a realidade de perdedor é pouco aceita porque as crianças são muito concretas e têm baixa capacidade de abstração”, explica Thais.

Por último, Dra. Karina recomenda que o esporte precisa sempre ser supervisionado por um educador físico, assim como até os quatro anos deve ser de curta duração e no máximo duas vezes por semana.

 
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