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Expansão da diversidade e dos horizontes literários marca programação da Feira do ivro de Porto Alegre

Expansão da diversidade e dos horizontes literários marca programação da Feira do ivro de Porto Alegre
A 62ª Feira do Livro de Porto Alegre lança sua programação oficial nesta quinta-feira. O anúncio será feito na manhã do dia 20 de outubro, às 9h, em café da manhã para imprensa e convidados na Sala Larisa do Master Premium Grande Hotel (Rua Riachuelo, 1.070 - Centro, Porto Alegre/RS). Na ocasião, serão anunciados os principais destaques do evento, a região homenageada e a campanha publicitária que divulga a Feira em 2016.
Neste ano, o evento conta com área total de 10 mil m², sendo 6 mil m² de área coberta. São 93 bancas de venda de livros na Área Geral, 12 na Área Infantil e 6 na Área Internacional – movida para o interior do primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul, a fim de aproveitar as estruturas permanentes existentes na Praça da Alfândega. O prédio histórico acolhe também alguns espaços da Área Infantil, como a Biblioteca Moacyr Scliar e a Bebeteca, além da Estação da Acessibilidade - que oferece, entre outros serviços, passeios guiados para cegos e surdocegos, tradução em libras, programação da Feira em braille e empréstimo de cadeiras de rodas.
Na programação para adultos, os destaques são os autores estrangeiros vindos de países como Noruega, França, Peru, Espanha, Martinica, México e África do Sul, entre outros, além de uma comitiva de nove escritores açorianos, que representam a Região Autônoma dos Açores, homenageada deste ano. As atividades acontecem no Santander Cultural, Memorial do Rio Grande do Sul, Teatro Carlos Urbim, Tenda de Pasárgada, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Armazém Literário da Corag, Theatro São Pedro e Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa do Rio Grande Sul. Entre os nomes de destaque, estão Leandro Karnal, Adriana Calcanhotto, Jeremías Gamboa, Antonio Iturbe, Jorge Volpi, Teresa Cárdenas, Mino Carta, Paulo Henrique Amorim, Daniel Galera, Jean-Paul Delfino, Juan Gómez Bárcena, Regina Zilberman, Leonardo Sakamoto, Patrick Chamoiseau e David Grossman, que integra a programação da Feira através de uma parceria com o Fronteiras do Pensamento, além da patrona Cintia Moscovich.
A literatura e a cultura dos Açores é representada por autores dedicados a diferentes gêneros literários, como poesia, narrativa, crítica, roteiro e literatura para crianças, além de pesquisadores e linguistas. São eles: Eduíno de Jesus, Francisco Cota Fagundes, Joel Neto, Jorge Forjaz, Madalena San-Bento, Nuno Costa Santos, Paula de Sousa Lima, Urbano Bettencourt e Vasco Pereira Costa.
A programação infantil e juvenil acontece no Teatro Carlos Urbim, no QG dos Pitocos, na Tenda de Pasárgada, na Biblioteca Moacyr Scliar, no Auditório e na Sala de Vídeo do Memorial do Rio Grande do Sul. Entre os destaques da programação, estão Otávio Jr., Thalita Rebouças, Katia Canton, Georgina Martins, Rogério Andrade Barbosa, além dos autores que encontram alunos de escolas pelos programas de leitura Adote um Escritor (parceria entre Câmara Rio-Grandense do Livro e Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre que completa 15 anos de existência) e Lendo pra Valer, parceria com a Secretaria de Estado da Educação.
Estão previstas mais de 700 sessões de autógrafos que acontecem na Praça de Autógrafos, na Praça da Alfândega. As sessões de obras coletivas, com mais de quatro autores, acontecem no primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul. Mais de dois mil escritores autografam neste ano.
A 62ª Feira do Livro de Porto Alegre ocorre de 28 de outubro a 15 de novembro e é uma realização da Câmara Rio-Grandense do Livro em parceria com Ministério da Cultura e Secretaria de Estado da Cultura, e conta com os Patrocinadores máster: Braskem, Celulose Riograndense, Grupo Zaffari e BNDES. Patrocínio da Área Infantil e Juvenil: Petrobras. Banco Oficial da Feira: Banrisul, Seja Vero. Financiamento: Pró-cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
Sobre a Feira do Livro de Porto Alegre
A primeira edição da Feira do Livro de Porto Alegre ocorreu em 1955 por incentivo do jornalista Say Marques, diretor-secretário do Diário de Notícias, junto aos livreiros e editores da cidade. O evento, o maior do gênero a céu aberto da América Latina, é considerado referência no país por seu caráter democrático e pela consistência do trabalho que desenvolve na área da promoção da literatura e da formação de leitores. Realizada desde sua primeira edição na Praça da Alfândega, Centro Histórico da capital gaúcha, a Feira é dividida em Área Geral, Área Internacional e Área Infantil e Juvenil. Centenas de escritores, ilustradores, contadores de histórias participam do evento, que conta com sessões de autógrafos, mesas-redondas, oficinas, palestras e programações artísticas, entre outras atividades. Alguns desses eventos são realizados no Memorial do Rio Grande do Sul, Santander Cultural, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Armazém Literário da Corag, Theatro São Pedro e Auditório Dante Barone da Assembleia Legislativa.
Em 2006, a Feira do Livro de Porto Alegre recebeu a medalha da Ordem do Mérito Cultural, concedida pela Presidência da República, que a reconheceu como um dos mais importantes eventos culturais do Brasil. Um ano antes, havia sido declarada bem do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e, em 2010, foi o primeiro bem registrado, pela Prefeitura de Porto Alegre, como integrante do Patrimônio Histórico e Cultural Imaterial da cidade.
Sobre a Câmara Rio-Grandense do Livro
A Câmara Rio-Grandense do Livro, organizadora da Feira do Livro de Porto Alegre, é uma sociedade civil sem fins lucrativos, que tem por finalidade unir entidades e empresas que trabalham pelo livro, promovendo sua defesa e seu fomento, a difusão do gosto pela leitura, a formação de leitores e o fortalecimento do setor livreiro. A entidade conta com mais de uma centena de associados, entre editores, livreiros, distribuidores e outras instituições que se dedicam à produção, à comercialização e à difusão do livro, todas com sede ou filial no Rio Grande do Sul.
Vitor Diel
Jornalista
Câmara Rio-Grandense do Livro

A 62ª Feira do Livro de Porto Alegre lança sua programação oficial nesta quinta-feira. O anúncio será feito na manhã do dia 20 de outubro, às 9h, em café da manhã para imprensa e convidados na Sala Larisa do Master Premium Grande Hotel (Rua Riachuelo, 1.070 - Centro, Porto Alegre/RS). Na ocasião, serão anunciados os principais destaques do evento, a região homenageada e a campanha publicitária que divulga a Feira em 2016.

Neste ano, o evento conta com área total de 10 mil m², sendo 6 mil m² de área coberta. São 93 bancas de venda de livros na Área Geral, 12 na Área Infantil e 6 na Área Internacional – movida para o interior do primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul, a fim de aproveitar as estruturas permanentes existentes na Praça da Alfândega. O prédio histórico acolhe também alguns espaços da Área Infantil, como a Biblioteca Moacyr Scliar e a Bebeteca, além da Estação da Acessibilidade - que oferece, entre outros serviços, passeios guiados para cegos e surdocegos, tradução em libras, programação da Feira em braille e empréstimo de cadeiras de rodas.

Na programação para adultos, os destaques são os autores estrangeiros vindos de países como Noruega, França, Peru, Espanha, Martinica, México e África do Sul, entre outros, além de uma comitiva de nove escritores açorianos, que representam a Região Autônoma dos Açores, homenageada deste ano. As atividades acontecem no Santander Cultural, Memorial do Rio Grande do Sul, Teatro Carlos Urbim, Tenda de Pasárgada, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Armazém Literário da Corag, Theatro São Pedro e Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa do Rio Grande Sul. Entre os nomes de destaque, estão Leandro Karnal, Adriana Calcanhotto, Jeremías Gamboa, Antonio Iturbe, Jorge Volpi, Teresa Cárdenas, Mino Carta, Paulo Henrique Amorim, Daniel Galera, Jean-Paul Delfino, Juan Gómez Bárcena, Regina Zilberman, Leonardo Sakamoto, Patrick Chamoiseau e David Grossman, que integra a programação da Feira através de uma parceria com o Fronteiras do Pensamento, além da patrona Cintia Moscovich.

A literatura e a cultura dos Açores é representada por autores dedicados a diferentes gêneros literários, como poesia, narrativa, crítica, roteiro e literatura para crianças, além de pesquisadores e linguistas. São eles: Eduíno de Jesus, Francisco Cota Fagundes, Joel Neto, Jorge Forjaz, Madalena San-Bento, Nuno Costa Santos, Paula de Sousa Lima, Urbano Bettencourt e Vasco Pereira Costa.

A programação infantil e juvenil acontece no Teatro Carlos Urbim, no QG dos Pitocos, na Tenda de Pasárgada, na Biblioteca Moacyr Scliar, no Auditório e na Sala de Vídeo do Memorial do Rio Grande do Sul. Entre os destaques da programação, estão Otávio Jr., Thalita Rebouças, Katia Canton, Georgina Martins, Rogério Andrade Barbosa, além dos autores que encontram alunos de escolas pelos programas de leitura Adote um Escritor (parceria entre Câmara Rio-Grandense do Livro e Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre que completa 15 anos de existência) e Lendo pra Valer, parceria com a Secretaria de Estado da Educação.

Estão previstas mais de 700 sessões de autógrafos que acontecem na Praça de Autógrafos, na Praça da Alfândega. As sessões de obras coletivas, com mais de quatro autores, acontecem no primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul. Mais de dois mil escritores autografam neste ano.

A 62ª Feira do Livro de Porto Alegre ocorre de 28 de outubro a 15 de novembro e é uma realização da Câmara Rio-Grandense do Livro em parceria com Ministério da Cultura e Secretaria de Estado da Cultura, e conta com os Patrocinadores máster: Braskem, Celulose Riograndense, Grupo Zaffari e BNDES. Patrocínio da Área Infantil e Juvenil: Petrobras. Banco Oficial da Feira: Banrisul, Seja Vero. Financiamento: Pró-cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Sobre a Feira do Livro de Porto Alegre

A primeira edição da Feira do Livro de Porto Alegre ocorreu em 1955 por incentivo do jornalista Say Marques, diretor-secretário do Diário de Notícias, junto aos livreiros e editores da cidade. O evento, o maior do gênero a céu aberto da América Latina, é considerado referência no país por seu caráter democrático e pela consistência do trabalho que desenvolve na área da promoção da literatura e da formação de leitores. Realizada desde sua primeira edição na Praça da Alfândega, Centro Histórico da capital gaúcha, a Feira é dividida em Área Geral, Área Internacional e Área Infantil e Juvenil. Centenas de escritores, ilustradores, contadores de histórias participam do evento, que conta com sessões de autógrafos, mesas-redondas, oficinas, palestras e programações artísticas, entre outras atividades. Alguns desses eventos são realizados no Memorial do Rio Grande do Sul, Santander Cultural, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Armazém Literário da Corag, Theatro São Pedro e Auditório Dante Barone da Assembleia Legislativa.

Em 2006, a Feira do Livro de Porto Alegre recebeu a medalha da Ordem do Mérito Cultural, concedida pela Presidência da República, que a reconheceu como um dos mais importantes eventos culturais do Brasil. Um ano antes, havia sido declarada bem do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e, em 2010, foi o primeiro bem registrado, pela Prefeitura de Porto Alegre, como integrante do Patrimônio Histórico e Cultural Imaterial da cidade.

Sobre a Câmara Rio-Grandense do Livro

A Câmara Rio-Grandense do Livro, organizadora da Feira do Livro de Porto Alegre, é uma sociedade civil sem fins lucrativos, que tem por finalidade unir entidades e empresas que trabalham pelo livro, promovendo sua defesa e seu fomento, a difusão do gosto pela leitura, a formação de leitores e o fortalecimento do setor livreiro. A entidade conta com mais de uma centena de associados, entre editores, livreiros, distribuidores e outras instituições que se dedicam à produção, à comercialização e à difusão do livro, todas com sede ou filial no Rio Grande do Sul.


Vitor Diel - Jornalista - Câmara Rio-Grandense do Livro

 

Última atualização ( Ter, 18 de Outubro de 2016 10:08 )
 

Você sabe o que é Diabesidade?

O termo Diabesidade é utilizado para referir-se a perigosa junção de duas doenças já conhecidas: diabetes e obesidade. Embora a terminologia seja recente, criada há cerca uma década por epidemiologistas, dezenas de milhões de pessoas no mundo são atingidas pelas duas doenças.
Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada em 2015 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, 56,9% das pessoas com mais de 18 anos estão com excesso de peso. A obesidade é considerada porta de entrada para uma série de doenças como o próprio diabetes, hipertensão e câncer.
A pesquisa da PNS indica ainda que o diabetes atinge 9 milhões de brasileiros – o que corresponde a 6,2% da população adulta. As mulheres (7%) apresentaram maior proporção da doença do que os homens (5,4%) – 5,4 milhões de mulheres contra 3,6 milhões de homens.
A perigosa soma de diabetes e obesidade pode acarretar riscos de saúde ainda maiores para os diabesos, pessoas acometidas pelas duas doenças. “Tratar obesidade significa prevenir dezenas de doenças”, enfatiza o endocrinologista Flávio Cadegiani, especialista em obesidade e emagrecimento.
Para o médico, as instituições de saúde devem reestruturar a forma como é realizado o tratamento de obesidade e diabetes. “A ausência de política pública adequada para tratamento clínico de é um dos argumentos que permitem o rápido aumento do número de pessoas obesas. Precisamos de ações mais efetivas e incisivas sobre estes problemas”, observa Cadegiani.
O endocrinologista explica que o atendimento às pessoas com estas patologias deve ser incisivo e intenso. “Para prevenir complicações como infarto, derrame, cânceres, doenças pulmonares, problemas no fígado e dezenas de outras doenças, o diabeso precisa de condutas e tratamentos mais intensos e metas mais audaciosas de parâmetros clínicos como peso, circunferência abdominal; e laboratoriais, exames de fígado, colesterol e açúcar”.
O 1º Summit Brasil de Diabesidade (Diabetes+Obesidade) será realizado em Brasília, em 22 de outubro de 2016, a partir das 8h. Idealizado pelo endocrinologista Flávio Cadegiani, o evento é pioneiro no que diz respeito à discussão sobre a junção destas doenças e tem como objetivo discutir novas abordagens para as doenças e apresentar as novidades médicas relacionadas ao tratamento da Diabesidade, com divulgação de novos estudos e dados ainda não publicados.
Além de convidados de renome nacional e internacional, aulas também serão ministradas pelo esloveno Andrej Janez, doutor e chefe do departamento de Endocrinologia do Hospital de Ljubljana, Eslovênia, convidado atual da UCLA San Diego, uma das maiores autoridades em medicamentos para obesidade e diabetes.
O encontro será no o Centro Internacional de Convenções de Brasília. Médicos de todas as áreas da saúde podem participar. Inscrições podem ser realizadas por meio do site http://www.diabesidadebrasil.com/inscricoes-online.

O termo Diabesidade é utilizado para referir-se a perigosa junção de duas doenças já conhecidas: diabetes e obesidade. Embora a terminologia seja recente, criada há cerca uma década por epidemiologistas, dezenas de milhões de pessoas no mundo são atingidas pelas duas doenças.

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada em 2015 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, 56,9% das pessoas com mais de 18 anos estão com excesso de peso. A obesidade é considerada porta de entrada para uma série de doenças como o próprio diabetes, hipertensão e câncer.

A pesquisa da PNS indica ainda que o diabetes atinge 9 milhões de brasileiros – o que corresponde a 6,2% da população adulta. As mulheres (7%) apresentaram maior proporção da doença do que os homens (5,4%) – 5,4 milhões de mulheres contra 3,6 milhões de homens.

A perigosa soma de diabetes e obesidade pode acarretar riscos de saúde ainda maiores para os diabesos, pessoas acometidas pelas duas doenças. “Tratar obesidade significa prevenir dezenas de doenças”, enfatiza o endocrinologista Flávio Cadegiani, especialista em obesidade e emagrecimento.

Para o médico, as instituições de saúde devem reestruturar a forma como é realizado o tratamento de obesidade e diabetes. “A ausência de política pública adequada para tratamento clínico de é um dos argumentos que permitem o rápido aumento do número de pessoas obesas. Precisamos de ações mais efetivas e incisivas sobre estes problemas”, observa Cadegiani.

O endocrinologista explica que o atendimento às pessoas com estas patologias deve ser incisivo e intenso. “Para prevenir complicações como infarto, derrame, cânceres, doenças pulmonares, problemas no fígado e dezenas de outras doenças, o diabeso precisa de condutas e tratamentos mais intensos e metas mais audaciosas de parâmetros clínicos como peso, circunferência abdominal; e laboratoriais, exames de fígado, colesterol e açúcar”.

O 1º Summit Brasil de Diabesidade (Diabetes+Obesidade) será realizado em Brasília, em 22 de outubro de 2016, a partir das 8h. Idealizado pelo endocrinologista Flávio Cadegiani, o evento é pioneiro no que diz respeito à discussão sobre a junção destas doenças e tem como objetivo discutir novas abordagens para as doenças e apresentar as novidades médicas relacionadas ao tratamento da Diabesidade, com divulgação de novos estudos e dados ainda não publicados.

Além de convidados de renome nacional e internacional, aulas também serão ministradas pelo esloveno Andrej Janez, doutor e chefe do departamento de Endocrinologia do Hospital de Ljubljana, Eslovênia, convidado atual da UCLA San Diego, uma das maiores autoridades em medicamentos para obesidade e diabetes.

O encontro será no o Centro Internacional de Convenções de Brasília. Médicos de todas as áreas da saúde podem participar. Inscrições podem ser realizadas por meio do site http://www.diabesidadebrasil.com/inscricoes-online.

 

Transtornos de aprendizagem afetam 6% das crianças em idade escolar

Uma das queixas mais comuns apresentadas por pais de crianças e adolescentes é o mau desempenho escolar. O que muitos pais não sabem é que um boletim ruim pode ter ligação com os transtornos de aprendizagem, que afetam cerca de 6% das crianças em idade escolar no mundo.
Segunda a psicóloga Thais Quarta, sócia-diretora da NeuroKinder, é importante entender que, na maioria dos casos, dificuldades escolares podem ter repercussões emocionais, familiares, sociais e individuais que podem durar anos e afetar o processo de aprendizado até a vida adulta. “Por isso, é preciso investigar a causa, que pode estar relacionada a algum transtorno da aprendizagem ou ser apenas uma dificuldade de aprendizagem”, explica Thais.
Dificuldade escolar e transtornos de aprendizagem são conceitos diferentes!
Segundo a neuropsicopedagoga, Viviani Zumpano, a dificuldade escolar está relacionada com lacunas no processo de aprendizagem que podem ser geradas pelo modo como a criança está sendo ensinada (método de ensino), ou até mesmo por imaturidade do estudante. “Nesses casos, também é comum encontrar problemas na dinâmica familiar e na condição emocional da criança, como separação dos pais, mudança de escola, entre outros fatores”, afirma Viviani.
Já os transtornos de aprendizagem são problemas neurobiológicos, relacionados à aquisição e ao desenvolvimento de funções cerebrais envolvidas na aprendizagem, que ocorrem em todos os estágios do desenvolvimento da criança.
Os transtornos não são consequência da falta de oportunidade de aprender, nem acontecem por motivo de doenças ou traumatismos que afetam o cérebro. Eles ocorrem quando há alguma anormalidade no processo cognitivo e derivam de algum tipo de disfunção biológica, sem afetar o quociente de inteligência (QI).
“A criança com algum transtorno de aprendizado é capaz de aprender, porém, de uma maneira diferente. Uma equipe interdisciplinar, formada por psicólogos, neuropediatras, psicopedagogos, fonoaudiólogos, entre outros profissionais, pode orientar os pais e os professores para que juntos possam oferecer à criança ou ao adolescente um processo de aprendizagem baseado na utilização de instrumentos pedagógicos, adequados para cada tipo de transtorno”, explica Viviani.
Conheça os principais transtornos de aprendizagem
Dislexia: Provavelmente o transtorno de aprendizagem mais conhecido. Afeta a capacidade de fluência na leitura das palavras. Como resultado, a criança pode apresentar dificuldades de linguagem, impedindo um desenvolvimento adequado do vocabulário. Embora todos os fatores necessários para ler estejam presentes, como inteligência e motivação, a criança não consegue realizar a leitura porque tem dificuldade para identificar as letras com precisão e velocidade para formar as sílabas.
Discalculia: É a dificuldade no aprendizado dos números e das operações aritméticas. Crianças com discalculia possuem uma maneira diferente de compreender o raciocínio matemático.
Disgrafia: É uma disfunção no desenvolvimento do ato de escrever letras ou números. A criança pode apresentar uma letra anormal em relação ao padrão esperado, ou seja, uma caligrafia deficiente, com letras mal elaboradas e sem proporção. Isso acontece porque a criança não consegue associar o desenho da letra à sua representação e, na tentativa de controlar essa dificuldade, escreve devagar e mistura as letras, tornando a escrita ilegível e desorganizada.
Disortografia: É o transtorno de aprendizagem que dificulta a escrita. A criança pode trocar, omitir ou inverter as letras, porém, não interfere na qualidade da letra, como acontece na disgrafia. Também há dificuldade em usar parágrafos, acentos, pontos e construir frases conexas, assim como é comum a criança trocar as letras que têm sons parecidos, como o “v” pelo “f”, o “x” pelo “ch”, etc.
Transtorno de Aprendizagem Não Verbal: (TANV): Embora raro, o TANV tem um impacto importante no processo do aprendizado. A criança pode apresentar dificuldades na coordenação motora, na cognição, na percepção espacial e nas habilidades sociais. Amarrar os sapatos e andar de bicicleta, por exemplo, podem ser atividades difíceis para essas crianças, assim como desenhar e entender os aspectos da interação social.
Esses são os principais transtornos de aprendizagem, embora existam outros. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, mais eficientes se tornarão as intervenções para proporcionar um processo de aprendizado significativo para as nossas crianças e jovens.
“Precisamos sempre encorajar as crianças a persistirem no processo de aprendizado, elogiando suas conquistas, por menores que sejam. Pais e professores são os principais mediadores do processo de aprender de uma criança, por isso devem ficar atentos aos sinais apresentados”, conclui Viviani.

Uma das queixas mais comuns apresentadas por pais de crianças e adolescentes é o mau desempenho escolar. O que muitos pais não sabem é que um boletim ruim pode ter ligação com os transtornos de aprendizagem, que afetam cerca de 6% das crianças em idade escolar no mundo.

Segunda a psicóloga Thais Quarta, sócia-diretora da NeuroKinder, é importante entender que, na maioria dos casos, dificuldades escolares podem ter repercussões emocionais, familiares, sociais e individuais que podem durar anos e afetar o processo de aprendizado até a vida adulta. “Por isso, é preciso investigar a causa, que pode estar relacionada a algum transtorno da aprendizagem ou ser apenas uma dificuldade de aprendizagem”, explica Thais.

Dificuldade escolar e transtornos de aprendizagem são conceitos diferentes!

Segundo a neuropsicopedagoga, Viviani Zumpano, a dificuldade escolar está relacionada com lacunas no processo de aprendizagem que podem ser geradas pelo modo como a criança está sendo ensinada (método de ensino), ou até mesmo por imaturidade do estudante. “Nesses casos, também é comum encontrar problemas na dinâmica familiar e na condição emocional da criança, como separação dos pais, mudança de escola, entre outros fatores”, afirma Viviani.

Já os transtornos de aprendizagem são problemas neurobiológicos, relacionados à aquisição e ao desenvolvimento de funções cerebrais envolvidas na aprendizagem, que ocorrem em todos os estágios do desenvolvimento da criança.

Os transtornos não são consequência da falta de oportunidade de aprender, nem acontecem por motivo de doenças ou traumatismos que afetam o cérebro. Eles ocorrem quando há alguma anormalidade no processo cognitivo e derivam de algum tipo de disfunção biológica, sem afetar o quociente de inteligência (QI).

“A criança com algum transtorno de aprendizado é capaz de aprender, porém, de uma maneira diferente. Uma equipe interdisciplinar, formada por psicólogos, neuropediatras, psicopedagogos, fonoaudiólogos, entre outros profissionais, pode orientar os pais e os professores para que juntos possam oferecer à criança ou ao adolescente um processo de aprendizagem baseado na utilização de instrumentos pedagógicos, adequados para cada tipo de transtorno”, explica Viviani.

Conheça os principais transtornos de aprendizagem

Dislexia: Provavelmente o transtorno de aprendizagem mais conhecido. Afeta a capacidade de fluência na leitura das palavras. Como resultado, a criança pode apresentar dificuldades de linguagem, impedindo um desenvolvimento adequado do vocabulário. Embora todos os fatores necessários para ler estejam presentes, como inteligência e motivação, a criança não consegue realizar a leitura porque tem dificuldade para identificar as letras com precisão e velocidade para formar as sílabas.

Discalculia: É a dificuldade no aprendizado dos números e das operações aritméticas. Crianças com discalculia possuem uma maneira diferente de compreender o raciocínio matemático.

Disgrafia: É uma disfunção no desenvolvimento do ato de escrever letras ou números. A criança pode apresentar uma letra anormal em relação ao padrão esperado, ou seja, uma caligrafia deficiente, com letras mal elaboradas e sem proporção. Isso acontece porque a criança não consegue associar o desenho da letra à sua representação e, na tentativa de controlar essa dificuldade, escreve devagar e mistura as letras, tornando a escrita ilegível e desorganizada.

Disortografia: É o transtorno de aprendizagem que dificulta a escrita. A criança pode trocar, omitir ou inverter as letras, porém, não interfere na qualidade da letra, como acontece na disgrafia. Também há dificuldade em usar parágrafos, acentos, pontos e construir frases conexas, assim como é comum a criança trocar as letras que têm sons parecidos, como o “v” pelo “f”, o “x” pelo “ch”, etc.

Transtorno de Aprendizagem Não Verbal: (TANV): Embora raro, o TANV tem um impacto importante no processo do aprendizado. A criança pode apresentar dificuldades na coordenação motora, na cognição, na percepção espacial e nas habilidades sociais. Amarrar os sapatos e andar de bicicleta, por exemplo, podem ser atividades difíceis para essas crianças, assim como desenhar e entender os aspectos da interação social.

Esses são os principais transtornos de aprendizagem, embora existam outros. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, mais eficientes se tornarão as intervenções para proporcionar um processo de aprendizado significativo para as nossas crianças e jovens.

“Precisamos sempre encorajar as crianças a persistirem no processo de aprendizado, elogiando suas conquistas, por menores que sejam. Pais e professores são os principais mediadores do processo de aprender de uma criança, por isso devem ficar atentos aos sinais apresentados”, conclui Viviani.

 

Dificuldades no ambiente de trabalho são as principais causas da rotatividade de funcionários

A rotatividade de funcionários é o fluxo de colaboradores que entram e saem de uma empresa. Este movimento, também conhecido no mercado como turnover, não possui um padrão de ocorrência, mas, quando se torna alto, acaba sendo prejudicial para as organizações. Em uma companhia com altas taxas de troca de profissionais, os serviços não progridem porque diversas pessoas ocupam o mesmo cargo e a atividade que estava sendo desenvolvida anteriormente pode não seguir da mesma forma. Outro fator gerado por este movimento são os custos em demissões e contratações. Portanto, para que uma empresa possa manter a equipe motivada e consiga reter os seus talentos é necessário conhecer as causas da rotatividade para preveni-la.

Doenças, mudanças e viagens são algumas das razões que levam um funcionário a deixar o seu emprego. Mas, o motivo que mais resulta neste movimento são as dificuldades no ambiente de trabalho. “Problemas internos envolvendo o ambiente de serviço, benefícios, liderança, plano de carreira e rotina são fatores capazes de desmotivar um profissional e levá-lo a buscar outras companhias para trabalhar”, explica José Roberto Marques, master coach senior e presidente do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC).

Para um colaborador alcançar altos níveis de produtividade é necessário que se sinta confiante e seguro em seu ambiente de trabalho. Portanto, um local hostil, que reprima e humilhe as pessoas faz com que ocorra uma diminuição de desempenho e também a perda de interesse em continuar na organização. “Uma empresa não é apenas tijolos e cimento. É feita de pessoas. São os funcionários que a fazem ir para frente. Por isso é necessário que o líder preste atenção nas necessidades de cada colaborador e procure desenvolver um modelo eficiente de gestão”, afirma Marques.

Outro elemento que está entre os principais motivos de rotatividade é a baixa remuneração e a falta de benefícios. As pessoas trabalham para pagar suas contas e quando recebem menos do que precisam, saem em busca de um lugar que ofereça uma renda maior e mais justa. Benefícios como transporte, auxílio alimentício e descontos em serviços e produtos de parceiros entram neste cenário como um diferencial.

A liderança também é decisiva no momento de reter talentos. O papel do líder é o de manter sua equipe motivada para que consigam atingir os seus potenciais, mas, quando esta função é exercida com autoridade, impaciência e falta de respeito, acaba gerando uma desmotivação em seus funcionários, que se sentem desvalorizados e agredidos. Na liderança é importante proporcionar aos seus colaboradores um plano de carreira. “Ao entrar em uma empresa, as pessoas esperam um crescimento em conformidade com o progresso alcançado em suas atividades. Dessa forma, a falta de perspectiva na organização fará com que o colaborador procure um lugar em que possa continuar o seu desenvolvimento profissional”, revela o master coach senior.

Por sua vez, a rotina deve fazer parte da lista de preocupações dos líderes. A falta de crescimento, variedade de trabalho e aprendizado é capaz de influenciar na alta rotatividade de profissionais. Executar a mesma função todos os dias gera um cotidiano maçante e improdutivo.

Ou seja, se você deseja uma equipe competente e que continue contribuindo para o progresso da companhia, é importante prestar atenção em todos esses itens. “Oferecer um ambiente produtivo faz com que as pessoas se sintam mais valorizadas em seus empregos. É importante dar oportunidades de crescimento e uma remuneração adequada às suas funções. Dessa maneira, eles se sentirão motivados e manterão um nível de produção alto e qualificado, pois saberão que estão em um local que reconhece seus esforços e acredita em seus potenciais”, diz Marques.

 

Cinco coisas que você precisa saber antes de guardar o dente de leite do seu filho

Quem diria que aqueles dentinhos que a gente fala para a criançada deixar debaixo do travesseiro poderia revolucionar a medicina. Sim, os dentes de leite não alimentam apenas a imaginação infantil sobre a fada do dente, como também a de muitos cientistas ao redor do mundo que estão transformando as células-tronco de sua polpa em diferentes tecidos do nosso corpo, como ossos, cartilagens, músculos, órgãos, entre outros. Sabendo disso, cuidar dos dentes de leite é importante para todos e fundamental para quem quer guardar suas células-tronco e se prevenir para o futuro.

Mas e aí? Como funciona a extração do dentinho para guardar as suas células? Abaixo, seguem cinco dicas feitas pela R-Crio, Centro de Tecnologia Celular especializado em armazenar as células-tronco dos dentes de leite.

1- Extração: nada de amarrar barbantes, linhas, fio dental e arrancar o dentinho no tranco

Todo tesouro deve ser bem cuidado. As células-tronco são muito especiais, mas não podem ser retiradas de um dentinho que já caiu. Não vale fazer a extração de qualquer jeito, em qualquer lugar e por qualquer pessoa; ela deve ser feita por um dentista confiável, com toda experiência e que esteja credenciado a um Centro de Tecnologia Celular (CTC).

2- Higiene é fundamental

Na nossa boca estão presentes diversas bactérias que podem comprometer o dente quando retirado em casa. O dentista é o melhor profissional para orientar e fazer a extração. Ela deve ocorrer quando o dentinho ainda possuir um terço da raiz ou estiver aparentemente mole. Isso também pode evitar quaisquer possíveis traumas à criança.

Para garantir a qualidade do material, o dentinho precisa ser extraído por um dentista no consultório. Após esse procedimento, o material deve ser enviado em até 48 horas para o laboratório, onde as células-tronco serão extraídas e multiplicadas, além de passarem por testes que comprovarão sua qualidade e aplicabilidade. Ou seja, não valem dentinhos deixados no travesseiro, caixinhas ou gavetas para “recordação”.

3- Armazenamento: a fada do dente fica no laboratório

É no laboratório que a mágica acontece. Lá as células-tronco são extraídas e expandidas, para no final serem armazenadas em tanques de nitrogênio líquido, a -196°C. O armazenamento deve, necessariamente, ser feito junto a um Centro de Tecnologia Celular (CTC) especializado em células-tronco de polpa de dente de leite, que esteja credenciado ao Conselho Federal de Odontologia (CFO) e tenha as licenças de funcionamento emitidas pela Anvisa. A R-Crio, Centro de Tecnologia Celular especializado em armazenar as células-tronco do dente de leite com laboratório em Campinas (SP), já nasceu com esse propósito e atua no Brasil inteiro.

4- Regeneração: de olho na medicina do futuro

Por apresentarem grande potencial para auxiliar na regeneração de diversos tecidos humanos, atualmente diversas pesquisas com células-tronco estão sendo realizadas. Ao extrair e armazenar as células do dentinho do seu filho, você – mãe ou pai – está assegurando a possibilidade de tratamentos inovadores com base nas pesquisas que envolvem a medicina regenerativa, em caso de futura necessidade, inclusive no tratamento de diabetes, Alzheimer, problemas cardíacos, entre outros problemas.

5- Referências: o dente de leite levou nossos cientistas à Nasa

De acordo com dados do National Institutes of Health (NIH), existem no mundo mais de cinco mil testes clínicos com células-tronco, em estágio avançado. Somente em 2015 foram feitos mais de 533 estudos clínicos utilizando as células-tronco mesenquimais, boa parte delas provenientes da polpa do dente de leite. As pesquisas sobre células-tronco mesenquimais foram abordadas em abril deste ano no Space Life Sciences Laboratory (uma parceria entre o Governo da Flórida e a NASA), nos Estados Unidos por especialistas da R-Crio, que foram convidados para se apresentarem por lá. E a parceria não parou por aí. Juntos, muitas novidades sobre ciência e educação estão por vir.

 

Pesquisa revela que 55,9% dos casais estão insatisfeitos com a vida sexual

 

Pesquisa revela que 55,9% dos casais estão insatisfeitos com a vida sexual
Uma pesquisa realizada pelo Instituto do Casal, especializado em relacionamentos e sexualidade humana, revelou que 55,9% dos casais consideram a vida sexual ruim ou regular. Segundo o estudo, realizado entre os meses de setembro e outubro deste ano, com 510 pessoas que compartilham uma vida a dois, 72,9% dos entrevistados relatam mudanças expressivas na relação sexual depois do casamento.
A pesquisa “Como anda a sua satisfação conjugal”, coordenada pelas psicólogas Denise Miranda de Figueiredo e Marina Simas de Lima, ambas terapeutas de casal e família e fundadoras do Instituto do Casal, procurou identificar o que os casais brasileiros pensam sobre sexo, intimidade, resolução de conflitos, medos e outros fatores que permeiam o relacionamento a dois. Cerca de 70% dos entrevistados têm entre 31 e 50 anos e mantêm relacionamentos estáveis há mais de dois anos e aproximadamente 80% da população entrevistada tem filhos.
“Embora algumas pessoas relataram melhorias na vida sexual pós casamento ou união estável, a maioria do entrevistados afirmou que o sexo piorou depois da união, sendo a rotina, os filhos e a queda na frequência das relações os principais fatores para a piora da qualidade da vida sexual”, afirma a psicóloga Denise Miranda de Figueiredo.
Para Marina Simas de Lima, a pesquisa só corroborou o que é visto no dia a dia do consultório: “A maioria dos casais não sabe lidar com a questão da rotina e com as mudanças que a vida a dois traz. As pessoas mudam com o passar do tempo e são muitos os fatores que o casal tem que lidar”, afirma Marina.
Parceiros caretas
Embora 72,3% dos entrevistados afirmaram que se sentem à vontade para falar sobre as fantasias sexuais, um número considerável de comentários mostra que ainda há muitos tabus que cercam a realização dessas fantasiais. “O que nos chama a atenção é que nos relatos as mulheres descrevem seus parceiros como quadrados ou moralistas, e isso seria uma das razões que as inibem a falarem sobre seus desejos e fantasias”, comenta Marina.
Medo do quê?
Supreendentemente, o principal medo apontado pelos entrevistados foi o de ter doenças na família, seguido de ficar viúvo (a). “Acreditamos que esses resultados estão relacionados com a faixa etária da maior parte da população que respondeu a pesquisa, o ciclo vital atual e inseguranças de como conduziriam a família sozinhos”, explica Denise.
Em terceiro lugar aparece o medo de deixar de ser amado (a), seguido de ser traído e perder o desejo sexual. Para Marina, esses medos representam a forma de vivenciar o amor líquido. “Hoje em dia o amor não é mais aquele do “até que a morte nos separe”, mas sim aquele que diz “que seja infinito enquanto dure”, ou seja, se não está bom, as pessoas desfazem e reconstroem com outros parceiros”.
E o que pode atrapalhar os casais?
A pesquisa revelou que o trabalho é o que mais afasta o (a) parceiro (a), interferindo na qualidade das relações. Depois, problemas financeiros e criação dos filhos, assim como a falta de ajuda de um dos parceiros nas tarefas domésticas e nos cuidados com a casa são os fatores mais estressantes para os casais. “Pessoas que se dedicam exageradamente ao trabalho podem estar fugindo de uma situação ruim no relacionamento. “Hoje o mercado de trabalho exige muito mais das pessoas, mais atividades fora de casa, mais especializações e desafios a serem cumpridos, o que nos faz pensar que os casais da atualidade estão com dificuldade de administrarem a vida, distribuindo um tempo de qualidade para o relacionamento”, afirma Denise.
Como anda nosso diálogo?
Um dos quesitos mais importantes em um relacionamento é o diálogo. A pesquisa apresentou uma dualidade: 63,45% dos entrevistados afirmam que conversam duas ou mais horas por dia. “ Porém, na prática observamos uma realidade trazida por esses casais bem diferente. Eles ou elas nos relatam que têm tido pouco tempo para dialogarem com seus parceiros, o que afeta a intimidade e a qualidade dessas relações. Que diálogos são esses? Tema para uma próxima pesquisa”, explica Denise.
Um ponto relevante da pesquisa foi destacar que 87,6 dos casais dizem ter projetos em comum, o que se torna fundamental na construção de vínculos e para fortalecimento e a continuidade das relações.
Quando perguntados sobre como solucionam os conflitos da vida a dois, os casais dizem preferir buscar um acordo que seja para bom para os dois, seguido de resolver o problema em outro momento. “O nosso questionamento é: será que resolvem ou simplesmente acumulam problemas ao longo da relação, transformando-os em ressentimentos? Entendemos que a resolução de conflitos se faz fundamental, assim como a empatia (se colocar no lugar do outro), a disponibilidade, o diálogo e o afeto. Acreditamos que com essas competências os casais consigam alcançar um entendimento, tendo chances melhores de viver uma vida a dois mais harmônica”, dizem Marina e Denise.
O que realmente importa?
A pesquisa mostrou ainda quais são os fatores mais importantes em um relacionamento. No ranking dos cinco mais votados estão: afeto/carinho, amor, ter planos e sonhos em comum, fidelidade e sexo. No último lugar ficou a paixão. Também é interessante perceber que as pessoas ainda esperam a fidelidade e uma vida sexual satisfatória, mesmo em tempos de “amor líquido”, explica Marina.
“Mesmo vivendo um cenário em que mudanças significativas acontecem nos relacionamentos afetivos e sexuais, a pesquisa mostrou que os padrões aprendidos pelas antigas gerações ainda imperam na maneira como os casais se relacionam atualmente”, diz Denise.
Por onde for, quero ser seu par
Se você tem curiosidade em descobrir o que os casais brasileiros gostam de fazer juntos, lá vai. Segundo a pesquisa, viajar é o programa predileto de 7 em cada 10 casais. Depois, comer, ver filmes, fazer amor e trocar carinhos são as atividades mais realizadas pelos entrevistados quando estão juntos. “Fomos surpreendidas com a ideia de que fazer amor não aparece tão em destaque quanto viajar, comer e ver filmes. Isso significa que nessa faixa etária e para essa população que respondeu a pesquisa, a parceria, a amizade e a cumplicidade são mais importantes que o sexo em si”, concluem as psicólogas.

 

Uma pesquisa realizada pelo Instituto do Casal, especializado em relacionamentos e sexualidade humana, revelou que 55,9% dos casais consideram a vida sexual ruim ou regular. Segundo o estudo, realizado entre os meses de setembro e outubro deste ano, com 510 pessoas que compartilham uma vida a dois, 72,9% dos entrevistados relatam mudanças expressivas na relação sexual depois do casamento.

A pesquisa “Como anda a sua satisfação conjugal”, coordenada pelas psicólogas Denise Miranda de Figueiredo e Marina Simas de Lima, ambas terapeutas de casal e família e fundadoras do Instituto do Casal, procurou identificar o que os casais brasileiros pensam sobre sexo, intimidade, resolução de conflitos, medos e outros fatores que permeiam o relacionamento a dois. Cerca de 70% dos entrevistados têm entre 31 e 50 anos e mantêm relacionamentos estáveis há mais de dois anos e aproximadamente 80% da população entrevistada tem filhos.

“Embora algumas pessoas relataram melhorias na vida sexual pós casamento ou união estável, a maioria do entrevistados afirmou que o sexo piorou depois da união, sendo a rotina, os filhos e a queda na frequência das relações os principais fatores para a piora da qualidade da vida sexual”, afirma a psicóloga Denise Miranda de Figueiredo.

Para Marina Simas de Lima, a pesquisa só corroborou o que é visto no dia a dia do consultório: “A maioria dos casais não sabe lidar com a questão da rotina e com as mudanças que a vida a dois traz. As pessoas mudam com o passar do tempo e são muitos os fatores que o casal tem que lidar”, afirma Marina.

Parceiros caretas

Embora 72,3% dos entrevistados afirmaram que se sentem à vontade para falar sobre as fantasias sexuais, um número considerável de comentários mostra que ainda há muitos tabus que cercam a realização dessas fantasiais. “O que nos chama a atenção é que nos relatos as mulheres descrevem seus parceiros como quadrados ou moralistas, e isso seria uma das razões que as inibem a falarem sobre seus desejos e fantasias”, comenta Marina.

Medo do quê?

Surpreendentemente, o principal medo apontado pelos entrevistados foi o de ter doenças na família, seguido de ficar viúvo (a). “Acreditamos que esses resultados estão relacionados com a faixa etária da maior parte da população que respondeu a pesquisa, o ciclo vital atual e inseguranças de como conduziriam a família sozinhos”, explica Denise.

Em terceiro lugar aparece o medo de deixar de ser amado (a), seguido de ser traído e perder o desejo sexual. Para Marina, esses medos representam a forma de vivenciar o amor líquido. “Hoje em dia o amor não é mais aquele do “até que a morte nos separe”, mas sim aquele que diz “que seja infinito enquanto dure”, ou seja, se não está bom, as pessoas desfazem e reconstroem com outros parceiros”.

E o que pode atrapalhar os casais?

A pesquisa revelou que o trabalho é o que mais afasta o (a) parceiro (a), interferindo na qualidade das relações. Depois, problemas financeiros e criação dos filhos, assim como a falta de ajuda de um dos parceiros nas tarefas domésticas e nos cuidados com a casa são os fatores mais estressantes para os casais. “Pessoas que se dedicam exageradamente ao trabalho podem estar fugindo de uma situação ruim no relacionamento. “Hoje o mercado de trabalho exige muito mais das pessoas, mais atividades fora de casa, mais especializações e desafios a serem cumpridos, o que nos faz pensar que os casais da atualidade estão com dificuldade de administrarem a vida, distribuindo um tempo de qualidade para o relacionamento”, afirma Denise.

Como anda nosso diálogo?

Um dos quesitos mais importantes em um relacionamento é o diálogo. A pesquisa apresentou uma dualidade: 63,45% dos entrevistados afirmam que conversam duas ou mais horas por dia. “ Porém, na prática observamos uma realidade trazida por esses casais bem diferente. Eles ou elas nos relatam que têm tido pouco tempo para dialogarem com seus parceiros, o que afeta a intimidade e a qualidade dessas relações. Que diálogos são esses? Tema para uma próxima pesquisa”, explica Denise.

Um ponto relevante da pesquisa foi destacar que 87,6 dos casais dizem ter projetos em comum, o que se torna fundamental na construção de vínculos e para fortalecimento e a continuidade das relações.

Quando perguntados sobre como solucionam os conflitos da vida a dois, os casais dizem preferir buscar um acordo que seja para bom para os dois, seguido de resolver o problema em outro momento. “O nosso questionamento é: será que resolvem ou simplesmente acumulam problemas ao longo da relação, transformando-os em ressentimentos? Entendemos que a resolução de conflitos se faz fundamental, assim como a empatia (se colocar no lugar do outro), a disponibilidade, o diálogo e o afeto. Acreditamos que com essas competências os casais consigam alcançar um entendimento, tendo chances melhores de viver uma vida a dois mais harmônica”, dizem Marina e Denise.

O que realmente importa?

A pesquisa mostrou ainda quais são os fatores mais importantes em um relacionamento. No ranking dos cinco mais votados estão: afeto/carinho, amor, ter planos e sonhos em comum, fidelidade e sexo. No último lugar ficou a paixão. Também é interessante perceber que as pessoas ainda esperam a fidelidade e uma vida sexual satisfatória, mesmo em tempos de “amor líquido”, explica Marina.

“Mesmo vivendo um cenário em que mudanças significativas acontecem nos relacionamentos afetivos e sexuais, a pesquisa mostrou que os padrões aprendidos pelas antigas gerações ainda imperam na maneira como os casais se relacionam atualmente”, diz Denise.

Por onde for, quero ser seu par

Se você tem curiosidade em descobrir o que os casais brasileiros gostam de fazer juntos, lá vai. Segundo a pesquisa, viajar é o programa predileto de 7 em cada 10 casais. Depois, comer, ver filmes, fazer amor e trocar carinhos são as atividades mais realizadas pelos entrevistados quando estão juntos. “Fomos surpreendidas com a ideia de que fazer amor não aparece tão em destaque quanto viajar, comer e ver filmes. Isso significa que nessa faixa etária e para essa população que respondeu a pesquisa, a parceria, a amizade e a cumplicidade são mais importantes que o sexo em si”, concluem as psicólogas.

Sobre o Instituto do Casal

O Instituto do Casal (IC) é uma organização que se dedica a práticas, pesquisas e educação em relacionamentos e sexualidade humana. O IC foi fundado pelas psicólogas Denise Miranda de Figueiredo e Marina Simas de Lima, ambas com mais de 20 anos de experiência em sexualidade humana e terapias de casal, de família e individual. O IC oferece diversos recursos, tanto para os casais que buscam autoconhecimento e terapias, quanto para profissionais da área de saúde e educação que procuram ampliar e se aprofundar nos temas relacionados à qualidade dos relacionamentos afetivos e sexuais. Veja mais em: www.institutodocasal.com.br

Última atualização ( Ter, 11 de Outubro de 2016 11:17 )
 
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