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Câncer de próstata atinge 1,1 milhão por ano

17 de novembro, é o Dia Mundial de Combate ao Câncer da Próstata, por isso mês de novembro, é também conhecido como “Novembro Azul”. É o mês destinado à conscientização mundial sobre esse tipo de câncer. A doença é a segunda maior causa de morte por câncer no Brasil, ficando atrás apenas do câncer de pulmão. Dados do Instituto Nacional do Câncer estimam que sejam diagnosticados mais de 61 mil novos casos no país até o final deste ano.

E esses dados não param por aí, segundo a Globocan 2012, o câncer de próstata atinge mais de 1,1 milhão de homens em todo o mundo, chegando a causar cerda de 300 mil mortes anualmente. Por isso o diagnóstico precoce da doença é tão importante. Segundo o Dr. Aier Adriano Costa, coordenador da equipe médica do Docway, o diagnóstico rápido da doença faz com que o tratamento seja eficaz em 9 entre 10 casos. “Quanto mais consciência os homens tiverem da doença e de como diagnosticá-la e preveni-la, maiores são as chances de cura e sucesso no tratamento, por isso campanhas como essa são tão importantes”, comenta.

A doença em estágio inicial normamente não causa algum tipo de sintoma, mas em casos avançados, a pessoa pode apresentar fluxo urinário fraco ou interrompido, impotência, sangue no líquido seminal, franqueza ou dormência nas pernas e pés, dor ou ardor durante o xixi e até perda do controle da bexiga. Ainda segundo o especialista, justamente por não apresentar sintomas relevantes em estágio inicial é que existe essa importância da realização de exames periódicos.

Quanto à prevenção, deve-se ficar atento não só aos fatores de risco como a idade e o histórico familiar, a incidência de casos da doença é reduzida quando o homem adota medidas simples em seu dia a dia. Uma dieta saudável e a prática de exercícios são fundamentais para quem quer manter-se longe das doenças. “Quando me refiro a hábitos saudáveis, não estou dizendo que o homem precise virar um atleta, se ele praticar exercícios de intensidade moderada por 150 minutos durante a semana, aliando isso a uma dieta mais equilibrada que inclua antioxidantes, dentre eles o selênio, vitamina E e o licopeno. Já terá grandes resultado”, finaliza.

 

Mudanças no cotidiano podem resultar em economia na conta de luz

Optar por lâmpadas de LED, ter atenção à fiação elétrica e com os grandes vilões de uma casa como, por exemplo, chuveiros, torneiras elétricas, aquecedores, lavadoras de louça e alguns tipos de secadoras de roupa. Esses são alguns pontos que merecem a atenção para evitar a cobrança da taxa extra de R$ 1,50 para cada 100 kWh nas contas de energia do consumidor, a chamada bandeira amarela, anunciada pela a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no começo de novembro.

A redução pode ser ainda maior se levarmos em consideração o horário de verão presente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O adiantamento do relógio em uma hora nesses estados gera benefícios à população e ao governo, pois há uma redução no consumo de eletricidade entre as 18h e 21h, quando é registrada a maior demanda por energia. No ano passado, a adoção do horário de verão possibilitou uma economia de R$ 162 milhões, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (NOS).

Segundo Everton Cezar, responsável pela Master House Manutenções e Reformas de Porto Alegre, a redução de gastos residenciais, por exemplo, pode ser mais visível com pequenas alterações nos ambientes e escolhas mais conscientes. Além das já conhecidas boas maneiras do cotidiano, como apagar as luzes de cômodos vazios e evitar deixar aparelhos no modo stand by, também é preciso que outras práticas sejam levadas em consideração. “Atualmente, o cliente paga taxa extra de R$ 1,50 para cada 100 kwh. Isso, numa soma total, gera um alto custo. Revisar as instalações é o melhor jeito de aproveitar o verão e ainda reduzir gastos no período”, destaca.

Além disso, Cezar garante que as mudanças podem trazer bons resultados em médio prazo. “Acaba a estação (verão) e a economia permanece. Outra coisa que devemos reforçar é que uma boa instalação elétrica mantém os ambientes seguros, sem riscos de curtos e possíveis incêndios”, alerta o profissional.

Confira algumas dicas:

Opte por lâmpadas de LED – Apesar de custarem um pouco mais – entre R$ 40 e R$ 120 –, são as melhores opções do mercado, pois consomem menos energia que as fluorescentes e incandescentes. Além disso, chegam a ser 12 vezes mais eficientes do que as outras, e têm uma vida útil de 50 mil horas. A redução na conta de energia no mês pode chegar a 90%.

Atenção à fiação – O que determina o consumo de um aparelho é sua potência, e não sua voltagem. Aparelhos 220V são fabricados para que haja economia nas instalações onde os mesmos serão ligados. Para uma mesma potência, um aparelho 127V necessita de cabos de maior bitola (dimensão), devido às correntes que passam por eles serem maiores. Consequentemente, os disjuntores precisarão também ser de maior corrente, gerando mais custos.

Só para os vilões da energia – Chuveiros, torneiras elétricas, aquecedores, lavadoras de louça e alguns tipos de secadoras de roupa devem possuir circuito exclusivo, assim como o circuito de iluminação. Além de trazer economia, quando for necessária uma manutenção em outros circuitos a iluminação poderá permanecer ligada.

Faça as contas – Dimensione o quadro de distribuição, circuitos e os conduítes prevendo futuras ampliações, evitando assim gastos futuros. Se possível, equilibre as cargas entre as fases, isto é, a soma das potências ligadas a uma fase deve ser igual a soma das potências da outra fase.

 

Com pocket show do Espetáculo Korvatunturi, Papai Noel é recebido por mais de 2.500 pessoas no Canoas Shopping.

A chuva que transferiu o evento para o estacionamento coberto do Canoas Shopping não tirou o entusiasmo da multidão com mais de 2.500 pessoas que foi esperar o personagem mais importante do Natal nesta quarta-feira, dia 9. Papai Noel chegou pouco depois das 20h com um show de fogos de artifício e um pocket show do Espetáculo Korvatunturi, companhia artística de Gramado que apresentou uma fusão de teatro, dança e técnicas circenses, e que trouxe a magia do Natal para todas as idades.

Depois do show teve início outra tradição do Canoas Shopping: um animado desfile com Papai Noel, seus ajudantes, os artistas do Espetáculo Korvatunturi e o grande público que lotou todos os corredores do Shopping.

O auge do cortejo foi no Jardim de Natal, cenário localizado na Praça de Eventos Guilherme Schell, quando o Bom Velhinho posou para fotos com as crianças, recebeu pedidos de presentes além, é claro, de recolher muitos bicos.

Uma tradição que se repete há 18 anos, a chegada do Papai Noel no Canoas Shopping tem como objetivo retribuir o carinho da comunidade e tornar ainda mais feliz a data mais esperada do ano.

Horários para o Trono do Papai Noel

  • ·         09/11 – das 20h às 22h
  • ·         De 10/11 à 09/12 – das 12h às 20h
  • ·         De 10/12 à 23/12 – das 12h às 21h (segundas a sábados). Domingos, das 12h às 20h
  • ·         Dia 24/12 – das 10h às 18h
 

Base Aérea de Canoas abre seus portões no feriado do dia 15 de novembro

Venha passar seu feriado à sombra das asas das aeronaves da Força Aérea Brasileira e se encantar com a Esquadrilha da Fumaça, que retorna a Canoas depois de três anos.

Tradicionalmente ocorrido no dia das crianças, o evento “Portões Abertos” será realizado, neste ano, no dia 15 de novembro. Diferente das edições anteriores, mas com a mesma ênfase nas famílias, nas crianças e nos adoradores de aeronaves, a Base Aérea de Canoas preparou várias atrações para surpreender o público, como a tão esperada apresentação da Esquadrilha da Fumaça, que chega com suas novas aeronaves A-29 Super Tucano.

O Portão Principal da Base será aberto às 10 horas e o encerramento das atividades ocorrerá às 17 horas. A entrada é gratuita, porém, contamos com a colaboração de todos com a doação de 1 (um) quilo de alimento não perecível que, posteriormente, será repassado à instituições carentes por intermédio da Capelania desta Base Aérea.

Além da Esquadrilha da Fumaça, o evento contará com as seguintes atrações:

- Decolagens e pousos de aeronaves;

- Exposição estática de aeronaves civis e militares;

- Exposição Institucional da Força Aérea Brasileira;

- Estandes de produtos e serviços;

- Praça de alimentação; e

- Praça de brinquedos infantis.


SERVIÇO:

Feriado na Base Aérea de Canoas – Portões Abertos

Data: 15 de novembro, das 10 às 17 horas.

Local: Base Aérea de Canoas (Rua Augusto Severo nº1700, bairro Nossa Sra. das Gracas, Canoas).

Evento aberto ao público, entrada franca e 1 (um) quilo de alimento não perecível.

 

Três em cada dez idosos sentem falta de produtos voltados para a terceira idade

Quando a terceira idade chega, o que usualmente os brasileiros mais esperam é finalmente conseguirem aproveitar melhor o tempo livre e, em alguns casos, ir às compras acaba se tornando a atividade de lazer preferida dos idosos. Será que o mercado está preparado para atender às necessidades desse público? Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país mostra que 67% dos idosos são os únicos decisores sobre as compras que fazem, mas três em cada dez (34%) afirmam sentir falta de produtos para a terceira idade.
Entre estes produtos e serviços, os mais citados pelos entrevistados são o celular com teclado e telas maiores (13%), locais para diversão (12%) e roupas (11%). Com relação às roupas, 17% concordam que é difícil comprar, uma vez que encontram peças ou para pessoas muito idosas ou muito jovens. E não são somente os produtos que os idosos têm reclamações. Sobre as empresas e pontos de venda, também há melhorias que precisam ser feitas para 70% dos entrevistados, sendo um bom atendimento (37%), rótulos mais fáceis de serem lidos (34%), ter bancos para descanso (29%) e sinalizações com letras maiores (27%) as mais mencionadas.“
Embora a maioria dos idosos garanta ter autonomia para decidir como gastar o próprio dinheiro, boa parte se ressente da falta de produtos pensados especificamente para atender às suas necessidades. O levantamento mostra que definitivamente ainda há muito espaço no mercado para o segmento da terceira idade. A empresa do varejo que identificar as necessidades e desejos desse público-alvo, certamente ganhará novos clientes e verá suas vendas aumentarem”, explica Honório Pinheiro, presidente da CNDL.
“Nas próximas quatro décadas a população da terceira idade deve triplicar, chegando a mais de 66 milhões de pessoas, quase 30% da população. O mercado, portanto, deve se preparar e conhecer cada vez melhor as especificidades deste consumidor a fim ampliar sua participação no mercado e sua lucratividade”, afirma Pinheiro. “Os dados sobre o consumo na terceira idade sugerem que há um grande contingente de brasileiros com demandas bastante específicas e que muitas vezes ainda não são adequadamente atendidas. Os idosos querem comprar produtos desenvolvidos especialmente para eles, mas também desejam diversidade e qualidade. O momento é de oportunidade de grande potencial em segmentos como os de lazer, serviços, logística e saúde.”
Principais desejos de consumo: roupas e viagens
A pesquisa da CNDL e do SPC Brasil mapeou os desejos de consumo da terceira idade. Até o fim do ano, desconsiderando compras de produtos básicos para a residência, os entrevistados pretendem comprar roupas (29%), viagens (20%) e calçados (19%). Mais da metade dos entrevistados (53%) pretendem comprar produtos e/ou serviços que demandam uma quantia financeira maior nos próximos 12 meses: viagens (19%), eletrodomésticos (13%) e tratamentos dentários estéticos (12%).
Com relação aos últimos 12 meses, 55% e 10% dos entrevistados fizeram viagens nacionais e internacionais, respectivamente, geralmente pagas à vista (45%) ou parceladas no cartão de crédito (36%).
A escolha de um estabelecimento para fazer suas compras é feita levando em consideração principalmente o preço (69%), a qualidade (54%) e o atendimento (48%), e os principais locais de compra são as farmácias/drogarias (49%), lojas de rua/bairro (41%) e lojas de shoppings (25%). No caso de serviços oferecidos em domicílio, os mais relevantes para entrevistados são a entrega de medicamentos (63%), de compras feitas em supermercados (50%) e de lanches ou comida (32%).
Os meios de comunicação mais consumidos pela terceira idade são a TV aberta (80%), rádio (50%), TV por assinatura (45%) e internet (43%). Novelas (54%), filmes (40%) e saúde (28%) são os tipos de conteúdo que os entrevistados possuem mais interesse.
33% dos idosos deixam de comprar por falta de crédito
Diretamente ligado ao consumo como meio de viabilizar as compras, o acesso ao crédito também foi pesquisado pela CNDL e SPC Brasil. A conta corrente (69%) e o cartão de crédito (58%) são os serviços financeiros mais utilizados pelo público da terceira idade. Em seguida, aparecem cartão de loja (37%), cheque especial (19%), empréstimo consignado (18%), crediário/carnê (13%) e empréstimo pessoal (12%). De uma forma geral, percebe-se que as pessoas com idade entre 60 e 70 anos, e das classes A e B são as que mais têm acesso aos itens investigados e 41% dos que têm serviços financeiros não analisaram as tarifas ou juros cobrados ao contratar estes serviços.
Entre os produtos mais comprados no crédito estão o vestuário e calçados (39%), eletrodomésticos (33%) e eletroeletrônicos (26%). Considerando o último mês anterior à pesquisa, 19% dos entrevistados da terceira idade compraram algo sem necessidade estimulados pelo crédito fácil.
A falta de crédito é outro fator importante na vida dos idosos: três em cada dez (33%) não compram algo que têm vontade por esse motivo, principalmente carro ou moto (10%), viagens (5%) e eletrodomésticos (5%). Além disso, 15% dos entrevistados já passaram pela situação de ter o crédito negado, principalmente em bancos (5%), lojas de eletroeletrônicos (4%) e financeiras (4%).“
Ainda há bastante espaço para o desenvolvimento de políticas de crédito voltadas para o público da terceira idade, o que beneficia tanto o público quanto o mercado. Ao mesmo tempo, com todo o acesso e influências do mercado de consumo, é fundamental orientar os idosos para utilizar bem os instrumentos financeiros, para que não sejam levados ao desequilíbrio nas finanças e endividamento”, alerta o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.
Para o especialista, um dos vilões do equilíbrio das finanças dos idosos é o empréstimo de nome. De acordo com a pesquisa, dois em cada dez idosos (19%) já fizeram empréstimo pessoal ou consignado para uso de terceiros (filhos, cônjuge, outros familiares), sendo as principais finalidades o pagamento de dívidas (39%) e a compra de carro/moto (15%) - 16% não souberam dizer o destino do dinheiro.
Vignoli ressalta que o idoso não pode se deixar levar apenas pelos laços emocionais: “Quem pede o empréstimo do nome geralmente precisa pagar compromissos pendentes, o que nunca é um bom sinal. Pode trazer desequilíbrio no orçamento e graves problemas financeiros para quem ofereceu ajuda. É fundamental orientar os idosos para utilizar bem os instrumentos financeiros, para que não sejam levados ao desequilíbrio nas finanças e endividamento”, conclui o educador.
Metodologia
Foram entrevistados 619 consumidores com idade acima de 60 anos de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras. A margem de erro é de no máximo 3,9 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

Quando a terceira idade chega, o que usualmente os brasileiros mais esperam é finalmente conseguirem aproveitar melhor o tempo livre e, em alguns casos, ir às compras acaba se tornando a atividade de lazer preferida dos idosos. Será que o mercado está preparado para atender às necessidades desse público? Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país mostra que 67% dos idosos são os únicos decisores sobre as compras que fazem, mas três em cada dez (34%) afirmam sentir falta de produtos para a terceira idade.

Entre estes produtos e serviços, os mais citados pelos entrevistados são o celular com teclado e telas maiores (13%), locais para diversão (12%) e roupas (11%). Com relação às roupas, 17% concordam que é difícil comprar, uma vez que encontram peças ou para pessoas muito idosas ou muito jovens. E não são somente os produtos que os idosos têm reclamações. Sobre as empresas e pontos de venda, também há melhorias que precisam ser feitas para 70% dos entrevistados, sendo um bom atendimento (37%), rótulos mais fáceis de serem lidos (34%), ter bancos para descanso (29%) e sinalizações com letras maiores (27%) as mais mencionadas.“

Embora a maioria dos idosos garanta ter autonomia para decidir como gastar o próprio dinheiro, boa parte se ressente da falta de produtos pensados especificamente para atender às suas necessidades. O levantamento mostra que definitivamente ainda há muito espaço no mercado para o segmento da terceira idade. A empresa do varejo que identificar as necessidades e desejos desse público-alvo, certamente ganhará novos clientes e verá suas vendas aumentarem”, explica Honório Pinheiro, presidente da CNDL.

“Nas próximas quatro décadas a população da terceira idade deve triplicar, chegando a mais de 66 milhões de pessoas, quase 30% da população. O mercado, portanto, deve se preparar e conhecer cada vez melhor as especificidades deste consumidor a fim ampliar sua participação no mercado e sua lucratividade”, afirma Pinheiro. “Os dados sobre o consumo na terceira idade sugerem que há um grande contingente de brasileiros com demandas bastante específicas e que muitas vezes ainda não são adequadamente atendidas. Os idosos querem comprar produtos desenvolvidos especialmente para eles, mas também desejam diversidade e qualidade. O momento é de oportunidade de grande potencial em segmentos como os de lazer, serviços, logística e saúde.”

Principais desejos de consumo: roupas e viagens

A pesquisa da CNDL e do SPC Brasil mapeou os desejos de consumo da terceira idade. Até o fim do ano, desconsiderando compras de produtos básicos para a residência, os entrevistados pretendem comprar roupas (29%), viagens (20%) e calçados (19%). Mais da metade dos entrevistados (53%) pretendem comprar produtos e/ou serviços que demandam uma quantia financeira maior nos próximos 12 meses: viagens (19%), eletrodomésticos (13%) e tratamentos dentários estéticos (12%).

Com relação aos últimos 12 meses, 55% e 10% dos entrevistados fizeram viagens nacionais e internacionais, respectivamente, geralmente pagas à vista (45%) ou parceladas no cartão de crédito (36%).

A escolha de um estabelecimento para fazer suas compras é feita levando em consideração principalmente o preço (69%), a qualidade (54%) e o atendimento (48%), e os principais locais de compra são as farmácias/drogarias (49%), lojas de rua/bairro (41%) e lojas de shoppings (25%). No caso de serviços oferecidos em domicílio, os mais relevantes para entrevistados são a entrega de medicamentos (63%), de compras feitas em supermercados (50%) e de lanches ou comida (32%).

Os meios de comunicação mais consumidos pela terceira idade são a TV aberta (80%), rádio (50%), TV por assinatura (45%) e internet (43%). Novelas (54%), filmes (40%) e saúde (28%) são os tipos de conteúdo que os entrevistados possuem mais interesse.

33% dos idosos deixam de comprar por falta de crédito

Diretamente ligado ao consumo como meio de viabilizar as compras, o acesso ao crédito também foi pesquisado pela CNDL e SPC Brasil. A conta corrente (69%) e o cartão de crédito (58%) são os serviços financeiros mais utilizados pelo público da terceira idade. Em seguida, aparecem cartão de loja (37%), cheque especial (19%), empréstimo consignado (18%), crediário/carnê (13%) e empréstimo pessoal (12%). De uma forma geral, percebe-se que as pessoas com idade entre 60 e 70 anos, e das classes A e B são as que mais têm acesso aos itens investigados e 41% dos que têm serviços financeiros não analisaram as tarifas ou juros cobrados ao contratar estes serviços.

Entre os produtos mais comprados no crédito estão o vestuário e calçados (39%), eletrodomésticos (33%) e eletroeletrônicos (26%). Considerando o último mês anterior à pesquisa, 19% dos entrevistados da terceira idade compraram algo sem necessidade estimulados pelo crédito fácil.

A falta de crédito é outro fator importante na vida dos idosos: três em cada dez (33%) não compram algo que têm vontade por esse motivo, principalmente carro ou moto (10%), viagens (5%) e eletrodomésticos (5%). Além disso, 15% dos entrevistados já passaram pela situação de ter o crédito negado, principalmente em bancos (5%), lojas de eletroeletrônicos (4%) e financeiras (4%).“

Ainda há bastante espaço para o desenvolvimento de políticas de crédito voltadas para o público da terceira idade, o que beneficia tanto o público quanto o mercado. Ao mesmo tempo, com todo o acesso e influências do mercado de consumo, é fundamental orientar os idosos para utilizar bem os instrumentos financeiros, para que não sejam levados ao desequilíbrio nas finanças e endividamento”, alerta o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

Para o especialista, um dos vilões do equilíbrio das finanças dos idosos é o empréstimo de nome. De acordo com a pesquisa, dois em cada dez idosos (19%) já fizeram empréstimo pessoal ou consignado para uso de terceiros (filhos, cônjuge, outros familiares), sendo as principais finalidades o pagamento de dívidas (39%) e a compra de carro/moto (15%) - 16% não souberam dizer o destino do dinheiro.

Vignoli ressalta que o idoso não pode se deixar levar apenas pelos laços emocionais: “Quem pede o empréstimo do nome geralmente precisa pagar compromissos pendentes, o que nunca é um bom sinal. Pode trazer desequilíbrio no orçamento e graves problemas financeiros para quem ofereceu ajuda. É fundamental orientar os idosos para utilizar bem os instrumentos financeiros, para que não sejam levados ao desequilíbrio nas finanças e endividamento”, conclui o educador.

Metodologia

Foram entrevistados 619 consumidores com idade acima de 60 anos de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras. A margem de erro é de no máximo 3,9 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

 

 

A tecnologia e a educação

Estamos cada dia mais conectados. Tablets, computadores e smartphones fazem parte do dia a dia de adultos e crianças. Quando tratamos de vida escolar, torna-se necessária a integração das instituições de ensino e dos professores com esse meio. “A tecnologia quando usada de forma adequada é sim uma ferramenta de apoio ao docente em suas práticas pedagógicas”, comenta Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar.

Segundo a profissional, é necessária a capacitação desses profissionais, para que eles possam conhecer essas ferramentas, e assim decidir a melhor maneira de utilização em sala com os alunos. Ana Regina lembra ainda, que tais ferramentas tecnológicas são apenas apoio, não devem ser colocadas em primeiro lugar. “Com o uso da tecnologia em sala o docente tem novas opções, novas ferramentas de apoio, que complementam sua jornada na transmissão do conhecimento, a tecnologia não deve se sobrepor a isso”, explica.

Aqui no Brasil, algumas escolas já aderiram a essas novas ferramentas, para ajudar no processo educacional. Um exemplo disso são as chamadas “lousas digitais”, que dão novas opções ao professor como realizar jogos educativos, projetos e exercícios especiais com os alunos. “As lousas digitais, assim como as demais tecnologias educacionais, podem ser utilizadas em sala de aula para motivar o processo de ensino nas escolas e dar ainda mais vida a prática docente e ao processo de aprendizagem das crianças”, comenta.

Para finalizar, Ana Regina lembra que alguns cuidados devem ser tomados pelas escolas e professores, evitando assim a possibilidade de lacunas no processo do conhecimento. “Aderir às novas tecnologias pode ser algo muito positivo, desde que elas sejam adaptadas a cada ambiente educativo”, completa.

 
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