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V COMAR comemora 110 anos do Voo DO 14 Bis

A última solenidade a ser realizada pelo V COMAR na Base Aérea de Canoas, antes da reestruturação que dará início à nova era da ALA 5, promete emocionar os mais de 200 convidados e autoridades que confirmaram presença.

O Dia do Aviador (23 de outubro) é a data mais importante do calendário da Aeronáutica, e, neste ano, completa 110 anos do feito histórico do Brasileiro Alberto Santos Dumont que, em 1906, em Paris, realizou o que até então era considerado impossível: “fazer o homem voar”. O primeiro voo do “mais pesado que o ar”, o 14 BIS, foi, segundo o inventor do avião, o resultado de um trabalho teimoso: “inventar é imaginar o que no ninguém pensou, é arriscar o que ninguém ousou, é realizar o que ninguém tentou, inventar é transcender”.

A solenidade Militar promete relembrar esse fato aos seus convidados no melhor estilo da Força Aérea Brasileira. Além disso, será comemorado o 75º (septuagésimo quinto) aniversário do V COMAR, localizado em Canoas, e que comanda todas as unidades da Aeronáutica nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, incluindo as Bases Aéreas de Canoas, Santa Maria e Florianópolis, o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo, os Esquadrões de voo e os Destacamentos de Controle do Espaço Aéreo.

Na ocasião serão homenageados com o título de “Membro Honorário da FAB”, militares e cidadãos brasileiros que se destacaram nas suas áreas de atuação a serviço do País. Além desta comenda serão entregues, também, as condecorações “Ordem do Mérito Aeronáutico” e “Medalha Militar por tempo de serviço”, totalizando mais de 20 agraciados.

Ao final, a cerimônia presidida pelo Comandante do V COMAR, Major-Brigadeiro do Ar Jeferson Domingues de Freitas e com a presença do General de Exército Edison Leal Pujol, haverá o desfile militar da Guarnição em uma tropa formada por mais de 300 militares, de áreas de combate e operacionais, saúde e administrativa, junto a convidados civis e das Forças Armadas e Auxiliares.

SERVIÇO:

Cerimônia Militar do Dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira, e 75º Aniversário do V COMAR.

Data: 21 de outubro, às 10 horas.

Local: Base Aérea de Canoas (Rua Augusto Severo nº1700, bairro Nossa Sra. das Gracas, Canoas.

 

Lei Orçamentaria de 2017 previu déficit de R$ 181,2 bilhões para a Previdência

Para o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2017 reflete “uma nova era da gestão fiscal do país, marcada pelo controle das despesas, pela transparência, pelo realismo e pela clareza das informações, além da busca incessante de se alcançar os resultados que são projetados”, definindo que o valor do benefício mínimo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e do Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), R$ 945,80 (atualmente é de R$ 880).
A Previdência Social (RGPS) terá 42,7% das Despesas Primárias fixadas em R$ 1, 316,3 bi sendo estimados R$ 562,2 bi.
A Receita Previdenciária foi estimada em R$ 381,1 bi, para uma despesa de R$ 562,4 bi, prevendo-se de saída um déficit no fluxo de caixa do INSS de R$ 181,2 bi, contra os R$ 149,2 bi estimados para 2016. A receita cairá para 5,59% do PIB, enquanto a despesa crescerá para 8,24% do PIB.
“Na realidade, disse o Vice-Presidente Executivo da Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social (Anasps), Paulo César Régis de Souza, isto é irrelevante, pois a arrecadação das contribuições previdenciária e da Seguridade Social, Contribuição para Financiamento da Seguridade Social-COFINS e Contribuição sobre o Lucro Líquido-CSSL, cobrirão as despesas com os pagamentos dos benefícios previdenciários e assistenciais”.
Paulo César acrescentou que a receita da Previdência Social seguirá sendo a 2ª maior receita do país, sob manipulação total da Fazenda que pouco ou quase nada tem feito para aumenta-la, diante da queda do Produto Interno Bruto (PIB), elevação do nível de desemprego, redução da massa salarial. Além do que os recursos da Previdência serão utilizados na Desvinculação das Receitas a União (DRU), e o Ministério da Fazenda seguirão praticando política fiscal com os recursos da Previdência, em detrimento do equilíbrio da própria previdência.
Acrescentou que o documento da SEPLAN encaminhado ao Congresso não contém uma só linha sobre o que poderá ser feito para melhorar a receita previdenciária, significando que será mantida toda a estratégia de não combater a sonegação, de não promover a fiscalização, de não reduzir renuncias e desonerações, de prosseguir nas práticas de benefícios aos caloteiros e insistir na não recuperação do credito nas dívidas administrativa e ativa.
Em relação à receita primária total do governo, sem considerar as transferências a estados e municípios, o Projeto de Lei Orçamentária Anual, estima que o valor seja de R$ 1,177 tri. Já a despesa primária total prevista para 2017 é de R$ 1,316 tri. Assim, o PLOA entregue ao Congresso prevê, para o próximo ano, um déficit primário de R$ 139 bi.
Para 2017, o PIB previsto no PLOA é de 1,6%. Com relação à inflação, a previsão é de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado atinja 4,8% no próximo ano.

Para o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2017 reflete “uma nova era da gestão fiscal do país, marcada pelo controle das despesas, pela transparência, pelo realismo e pela clareza das informações, além da busca incessante de se alcançar os resultados que são projetados”, definindo que o valor do benefício mínimo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e do Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), R$ 945,80 (atualmente é de R$ 880).

A Previdência Social (RGPS) terá 42,7% das Despesas Primárias fixadas em R$ 1, 316,3 bi sendo estimados R$ 562,2 bi.

A Receita Previdenciária foi estimada em R$ 381,1 bi, para uma despesa de R$ 562,4 bi, prevendo-se de saída um déficit no fluxo de caixa do INSS de R$ 181,2 bi, contra os R$ 149,2 bi estimados para 2016. A receita cairá para 5,59% do PIB, enquanto a despesa crescerá para 8,24% do PIB.

“Na realidade, disse o Vice-Presidente Executivo da Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social (Anasps), Paulo César Régis de Souza, isto é irrelevante, pois a arrecadação das contribuições previdenciária e da Seguridade Social, Contribuição para Financiamento da Seguridade Social-COFINS e Contribuição sobre o Lucro Líquido-CSSL, cobrirão as despesas com os pagamentos dos benefícios previdenciários e assistenciais”.

Paulo César acrescentou que a receita da Previdência Social seguirá sendo a 2ª maior receita do país, sob manipulação total da Fazenda que pouco ou quase nada tem feito para aumenta-la, diante da queda do Produto Interno Bruto (PIB), elevação do nível de desemprego, redução da massa salarial. Além do que os recursos da Previdência serão utilizados na Desvinculação das Receitas a União (DRU), e o Ministério da Fazenda seguirão praticando política fiscal com os recursos da Previdência, em detrimento do equilíbrio da própria previdência.

Acrescentou que o documento da SEPLAN encaminhado ao Congresso não contém uma só linha sobre o que poderá ser feito para melhorar a receita previdenciária, significando que será mantida toda a estratégia de não combater a sonegação, de não promover a fiscalização, de não reduzir renuncias e desonerações, de prosseguir nas práticas de benefícios aos caloteiros e insistir na não recuperação do credito nas dívidas administrativa e ativa.

Em relação à receita primária total do governo, sem considerar as transferências a estados e municípios, o Projeto de Lei Orçamentária Anual, estima que o valor seja de R$ 1,177 tri. Já a despesa primária total prevista para 2017 é de R$ 1,316 tri. Assim, o PLOA entregue ao Congresso prevê, para o próximo ano, um déficit primário de R$ 139 bi.

Para 2017, o PIB previsto no PLOA é de 1,6%. Com relação à inflação, a previsão é de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado atinja 4,8% no próximo ano.

 

Expansão da diversidade e dos horizontes literários marca programação da Feira do ivro de Porto Alegre

Expansão da diversidade e dos horizontes literários marca programação da Feira do ivro de Porto Alegre
A 62ª Feira do Livro de Porto Alegre lança sua programação oficial nesta quinta-feira. O anúncio será feito na manhã do dia 20 de outubro, às 9h, em café da manhã para imprensa e convidados na Sala Larisa do Master Premium Grande Hotel (Rua Riachuelo, 1.070 - Centro, Porto Alegre/RS). Na ocasião, serão anunciados os principais destaques do evento, a região homenageada e a campanha publicitária que divulga a Feira em 2016.
Neste ano, o evento conta com área total de 10 mil m², sendo 6 mil m² de área coberta. São 93 bancas de venda de livros na Área Geral, 12 na Área Infantil e 6 na Área Internacional – movida para o interior do primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul, a fim de aproveitar as estruturas permanentes existentes na Praça da Alfândega. O prédio histórico acolhe também alguns espaços da Área Infantil, como a Biblioteca Moacyr Scliar e a Bebeteca, além da Estação da Acessibilidade - que oferece, entre outros serviços, passeios guiados para cegos e surdocegos, tradução em libras, programação da Feira em braille e empréstimo de cadeiras de rodas.
Na programação para adultos, os destaques são os autores estrangeiros vindos de países como Noruega, França, Peru, Espanha, Martinica, México e África do Sul, entre outros, além de uma comitiva de nove escritores açorianos, que representam a Região Autônoma dos Açores, homenageada deste ano. As atividades acontecem no Santander Cultural, Memorial do Rio Grande do Sul, Teatro Carlos Urbim, Tenda de Pasárgada, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Armazém Literário da Corag, Theatro São Pedro e Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa do Rio Grande Sul. Entre os nomes de destaque, estão Leandro Karnal, Adriana Calcanhotto, Jeremías Gamboa, Antonio Iturbe, Jorge Volpi, Teresa Cárdenas, Mino Carta, Paulo Henrique Amorim, Daniel Galera, Jean-Paul Delfino, Juan Gómez Bárcena, Regina Zilberman, Leonardo Sakamoto, Patrick Chamoiseau e David Grossman, que integra a programação da Feira através de uma parceria com o Fronteiras do Pensamento, além da patrona Cintia Moscovich.
A literatura e a cultura dos Açores é representada por autores dedicados a diferentes gêneros literários, como poesia, narrativa, crítica, roteiro e literatura para crianças, além de pesquisadores e linguistas. São eles: Eduíno de Jesus, Francisco Cota Fagundes, Joel Neto, Jorge Forjaz, Madalena San-Bento, Nuno Costa Santos, Paula de Sousa Lima, Urbano Bettencourt e Vasco Pereira Costa.
A programação infantil e juvenil acontece no Teatro Carlos Urbim, no QG dos Pitocos, na Tenda de Pasárgada, na Biblioteca Moacyr Scliar, no Auditório e na Sala de Vídeo do Memorial do Rio Grande do Sul. Entre os destaques da programação, estão Otávio Jr., Thalita Rebouças, Katia Canton, Georgina Martins, Rogério Andrade Barbosa, além dos autores que encontram alunos de escolas pelos programas de leitura Adote um Escritor (parceria entre Câmara Rio-Grandense do Livro e Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre que completa 15 anos de existência) e Lendo pra Valer, parceria com a Secretaria de Estado da Educação.
Estão previstas mais de 700 sessões de autógrafos que acontecem na Praça de Autógrafos, na Praça da Alfândega. As sessões de obras coletivas, com mais de quatro autores, acontecem no primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul. Mais de dois mil escritores autografam neste ano.
A 62ª Feira do Livro de Porto Alegre ocorre de 28 de outubro a 15 de novembro e é uma realização da Câmara Rio-Grandense do Livro em parceria com Ministério da Cultura e Secretaria de Estado da Cultura, e conta com os Patrocinadores máster: Braskem, Celulose Riograndense, Grupo Zaffari e BNDES. Patrocínio da Área Infantil e Juvenil: Petrobras. Banco Oficial da Feira: Banrisul, Seja Vero. Financiamento: Pró-cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
Sobre a Feira do Livro de Porto Alegre
A primeira edição da Feira do Livro de Porto Alegre ocorreu em 1955 por incentivo do jornalista Say Marques, diretor-secretário do Diário de Notícias, junto aos livreiros e editores da cidade. O evento, o maior do gênero a céu aberto da América Latina, é considerado referência no país por seu caráter democrático e pela consistência do trabalho que desenvolve na área da promoção da literatura e da formação de leitores. Realizada desde sua primeira edição na Praça da Alfândega, Centro Histórico da capital gaúcha, a Feira é dividida em Área Geral, Área Internacional e Área Infantil e Juvenil. Centenas de escritores, ilustradores, contadores de histórias participam do evento, que conta com sessões de autógrafos, mesas-redondas, oficinas, palestras e programações artísticas, entre outras atividades. Alguns desses eventos são realizados no Memorial do Rio Grande do Sul, Santander Cultural, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Armazém Literário da Corag, Theatro São Pedro e Auditório Dante Barone da Assembleia Legislativa.
Em 2006, a Feira do Livro de Porto Alegre recebeu a medalha da Ordem do Mérito Cultural, concedida pela Presidência da República, que a reconheceu como um dos mais importantes eventos culturais do Brasil. Um ano antes, havia sido declarada bem do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e, em 2010, foi o primeiro bem registrado, pela Prefeitura de Porto Alegre, como integrante do Patrimônio Histórico e Cultural Imaterial da cidade.
Sobre a Câmara Rio-Grandense do Livro
A Câmara Rio-Grandense do Livro, organizadora da Feira do Livro de Porto Alegre, é uma sociedade civil sem fins lucrativos, que tem por finalidade unir entidades e empresas que trabalham pelo livro, promovendo sua defesa e seu fomento, a difusão do gosto pela leitura, a formação de leitores e o fortalecimento do setor livreiro. A entidade conta com mais de uma centena de associados, entre editores, livreiros, distribuidores e outras instituições que se dedicam à produção, à comercialização e à difusão do livro, todas com sede ou filial no Rio Grande do Sul.
Vitor Diel
Jornalista
Câmara Rio-Grandense do Livro

A 62ª Feira do Livro de Porto Alegre lança sua programação oficial nesta quinta-feira. O anúncio será feito na manhã do dia 20 de outubro, às 9h, em café da manhã para imprensa e convidados na Sala Larisa do Master Premium Grande Hotel (Rua Riachuelo, 1.070 - Centro, Porto Alegre/RS). Na ocasião, serão anunciados os principais destaques do evento, a região homenageada e a campanha publicitária que divulga a Feira em 2016.

Neste ano, o evento conta com área total de 10 mil m², sendo 6 mil m² de área coberta. São 93 bancas de venda de livros na Área Geral, 12 na Área Infantil e 6 na Área Internacional – movida para o interior do primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul, a fim de aproveitar as estruturas permanentes existentes na Praça da Alfândega. O prédio histórico acolhe também alguns espaços da Área Infantil, como a Biblioteca Moacyr Scliar e a Bebeteca, além da Estação da Acessibilidade - que oferece, entre outros serviços, passeios guiados para cegos e surdocegos, tradução em libras, programação da Feira em braille e empréstimo de cadeiras de rodas.

Na programação para adultos, os destaques são os autores estrangeiros vindos de países como Noruega, França, Peru, Espanha, Martinica, México e África do Sul, entre outros, além de uma comitiva de nove escritores açorianos, que representam a Região Autônoma dos Açores, homenageada deste ano. As atividades acontecem no Santander Cultural, Memorial do Rio Grande do Sul, Teatro Carlos Urbim, Tenda de Pasárgada, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Armazém Literário da Corag, Theatro São Pedro e Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa do Rio Grande Sul. Entre os nomes de destaque, estão Leandro Karnal, Adriana Calcanhotto, Jeremías Gamboa, Antonio Iturbe, Jorge Volpi, Teresa Cárdenas, Mino Carta, Paulo Henrique Amorim, Daniel Galera, Jean-Paul Delfino, Juan Gómez Bárcena, Regina Zilberman, Leonardo Sakamoto, Patrick Chamoiseau e David Grossman, que integra a programação da Feira através de uma parceria com o Fronteiras do Pensamento, além da patrona Cintia Moscovich.

A literatura e a cultura dos Açores é representada por autores dedicados a diferentes gêneros literários, como poesia, narrativa, crítica, roteiro e literatura para crianças, além de pesquisadores e linguistas. São eles: Eduíno de Jesus, Francisco Cota Fagundes, Joel Neto, Jorge Forjaz, Madalena San-Bento, Nuno Costa Santos, Paula de Sousa Lima, Urbano Bettencourt e Vasco Pereira Costa.

A programação infantil e juvenil acontece no Teatro Carlos Urbim, no QG dos Pitocos, na Tenda de Pasárgada, na Biblioteca Moacyr Scliar, no Auditório e na Sala de Vídeo do Memorial do Rio Grande do Sul. Entre os destaques da programação, estão Otávio Jr., Thalita Rebouças, Katia Canton, Georgina Martins, Rogério Andrade Barbosa, além dos autores que encontram alunos de escolas pelos programas de leitura Adote um Escritor (parceria entre Câmara Rio-Grandense do Livro e Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre que completa 15 anos de existência) e Lendo pra Valer, parceria com a Secretaria de Estado da Educação.

Estão previstas mais de 700 sessões de autógrafos que acontecem na Praça de Autógrafos, na Praça da Alfândega. As sessões de obras coletivas, com mais de quatro autores, acontecem no primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul. Mais de dois mil escritores autografam neste ano.

A 62ª Feira do Livro de Porto Alegre ocorre de 28 de outubro a 15 de novembro e é uma realização da Câmara Rio-Grandense do Livro em parceria com Ministério da Cultura e Secretaria de Estado da Cultura, e conta com os Patrocinadores máster: Braskem, Celulose Riograndense, Grupo Zaffari e BNDES. Patrocínio da Área Infantil e Juvenil: Petrobras. Banco Oficial da Feira: Banrisul, Seja Vero. Financiamento: Pró-cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Sobre a Feira do Livro de Porto Alegre

A primeira edição da Feira do Livro de Porto Alegre ocorreu em 1955 por incentivo do jornalista Say Marques, diretor-secretário do Diário de Notícias, junto aos livreiros e editores da cidade. O evento, o maior do gênero a céu aberto da América Latina, é considerado referência no país por seu caráter democrático e pela consistência do trabalho que desenvolve na área da promoção da literatura e da formação de leitores. Realizada desde sua primeira edição na Praça da Alfândega, Centro Histórico da capital gaúcha, a Feira é dividida em Área Geral, Área Internacional e Área Infantil e Juvenil. Centenas de escritores, ilustradores, contadores de histórias participam do evento, que conta com sessões de autógrafos, mesas-redondas, oficinas, palestras e programações artísticas, entre outras atividades. Alguns desses eventos são realizados no Memorial do Rio Grande do Sul, Santander Cultural, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Armazém Literário da Corag, Theatro São Pedro e Auditório Dante Barone da Assembleia Legislativa.

Em 2006, a Feira do Livro de Porto Alegre recebeu a medalha da Ordem do Mérito Cultural, concedida pela Presidência da República, que a reconheceu como um dos mais importantes eventos culturais do Brasil. Um ano antes, havia sido declarada bem do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e, em 2010, foi o primeiro bem registrado, pela Prefeitura de Porto Alegre, como integrante do Patrimônio Histórico e Cultural Imaterial da cidade.

Sobre a Câmara Rio-Grandense do Livro

A Câmara Rio-Grandense do Livro, organizadora da Feira do Livro de Porto Alegre, é uma sociedade civil sem fins lucrativos, que tem por finalidade unir entidades e empresas que trabalham pelo livro, promovendo sua defesa e seu fomento, a difusão do gosto pela leitura, a formação de leitores e o fortalecimento do setor livreiro. A entidade conta com mais de uma centena de associados, entre editores, livreiros, distribuidores e outras instituições que se dedicam à produção, à comercialização e à difusão do livro, todas com sede ou filial no Rio Grande do Sul.


Vitor Diel - Jornalista - Câmara Rio-Grandense do Livro

 

Última atualização ( Ter, 18 de Outubro de 2016 10:08 )
 

Você sabe o que é Diabesidade?

O termo Diabesidade é utilizado para referir-se a perigosa junção de duas doenças já conhecidas: diabetes e obesidade. Embora a terminologia seja recente, criada há cerca uma década por epidemiologistas, dezenas de milhões de pessoas no mundo são atingidas pelas duas doenças.
Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada em 2015 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, 56,9% das pessoas com mais de 18 anos estão com excesso de peso. A obesidade é considerada porta de entrada para uma série de doenças como o próprio diabetes, hipertensão e câncer.
A pesquisa da PNS indica ainda que o diabetes atinge 9 milhões de brasileiros – o que corresponde a 6,2% da população adulta. As mulheres (7%) apresentaram maior proporção da doença do que os homens (5,4%) – 5,4 milhões de mulheres contra 3,6 milhões de homens.
A perigosa soma de diabetes e obesidade pode acarretar riscos de saúde ainda maiores para os diabesos, pessoas acometidas pelas duas doenças. “Tratar obesidade significa prevenir dezenas de doenças”, enfatiza o endocrinologista Flávio Cadegiani, especialista em obesidade e emagrecimento.
Para o médico, as instituições de saúde devem reestruturar a forma como é realizado o tratamento de obesidade e diabetes. “A ausência de política pública adequada para tratamento clínico de é um dos argumentos que permitem o rápido aumento do número de pessoas obesas. Precisamos de ações mais efetivas e incisivas sobre estes problemas”, observa Cadegiani.
O endocrinologista explica que o atendimento às pessoas com estas patologias deve ser incisivo e intenso. “Para prevenir complicações como infarto, derrame, cânceres, doenças pulmonares, problemas no fígado e dezenas de outras doenças, o diabeso precisa de condutas e tratamentos mais intensos e metas mais audaciosas de parâmetros clínicos como peso, circunferência abdominal; e laboratoriais, exames de fígado, colesterol e açúcar”.
O 1º Summit Brasil de Diabesidade (Diabetes+Obesidade) será realizado em Brasília, em 22 de outubro de 2016, a partir das 8h. Idealizado pelo endocrinologista Flávio Cadegiani, o evento é pioneiro no que diz respeito à discussão sobre a junção destas doenças e tem como objetivo discutir novas abordagens para as doenças e apresentar as novidades médicas relacionadas ao tratamento da Diabesidade, com divulgação de novos estudos e dados ainda não publicados.
Além de convidados de renome nacional e internacional, aulas também serão ministradas pelo esloveno Andrej Janez, doutor e chefe do departamento de Endocrinologia do Hospital de Ljubljana, Eslovênia, convidado atual da UCLA San Diego, uma das maiores autoridades em medicamentos para obesidade e diabetes.
O encontro será no o Centro Internacional de Convenções de Brasília. Médicos de todas as áreas da saúde podem participar. Inscrições podem ser realizadas por meio do site http://www.diabesidadebrasil.com/inscricoes-online.

O termo Diabesidade é utilizado para referir-se a perigosa junção de duas doenças já conhecidas: diabetes e obesidade. Embora a terminologia seja recente, criada há cerca uma década por epidemiologistas, dezenas de milhões de pessoas no mundo são atingidas pelas duas doenças.

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada em 2015 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, 56,9% das pessoas com mais de 18 anos estão com excesso de peso. A obesidade é considerada porta de entrada para uma série de doenças como o próprio diabetes, hipertensão e câncer.

A pesquisa da PNS indica ainda que o diabetes atinge 9 milhões de brasileiros – o que corresponde a 6,2% da população adulta. As mulheres (7%) apresentaram maior proporção da doença do que os homens (5,4%) – 5,4 milhões de mulheres contra 3,6 milhões de homens.

A perigosa soma de diabetes e obesidade pode acarretar riscos de saúde ainda maiores para os diabesos, pessoas acometidas pelas duas doenças. “Tratar obesidade significa prevenir dezenas de doenças”, enfatiza o endocrinologista Flávio Cadegiani, especialista em obesidade e emagrecimento.

Para o médico, as instituições de saúde devem reestruturar a forma como é realizado o tratamento de obesidade e diabetes. “A ausência de política pública adequada para tratamento clínico de é um dos argumentos que permitem o rápido aumento do número de pessoas obesas. Precisamos de ações mais efetivas e incisivas sobre estes problemas”, observa Cadegiani.

O endocrinologista explica que o atendimento às pessoas com estas patologias deve ser incisivo e intenso. “Para prevenir complicações como infarto, derrame, cânceres, doenças pulmonares, problemas no fígado e dezenas de outras doenças, o diabeso precisa de condutas e tratamentos mais intensos e metas mais audaciosas de parâmetros clínicos como peso, circunferência abdominal; e laboratoriais, exames de fígado, colesterol e açúcar”.

O 1º Summit Brasil de Diabesidade (Diabetes+Obesidade) será realizado em Brasília, em 22 de outubro de 2016, a partir das 8h. Idealizado pelo endocrinologista Flávio Cadegiani, o evento é pioneiro no que diz respeito à discussão sobre a junção destas doenças e tem como objetivo discutir novas abordagens para as doenças e apresentar as novidades médicas relacionadas ao tratamento da Diabesidade, com divulgação de novos estudos e dados ainda não publicados.

Além de convidados de renome nacional e internacional, aulas também serão ministradas pelo esloveno Andrej Janez, doutor e chefe do departamento de Endocrinologia do Hospital de Ljubljana, Eslovênia, convidado atual da UCLA San Diego, uma das maiores autoridades em medicamentos para obesidade e diabetes.

O encontro será no o Centro Internacional de Convenções de Brasília. Médicos de todas as áreas da saúde podem participar. Inscrições podem ser realizadas por meio do site http://www.diabesidadebrasil.com/inscricoes-online.

 

Transtornos de aprendizagem afetam 6% das crianças em idade escolar

Uma das queixas mais comuns apresentadas por pais de crianças e adolescentes é o mau desempenho escolar. O que muitos pais não sabem é que um boletim ruim pode ter ligação com os transtornos de aprendizagem, que afetam cerca de 6% das crianças em idade escolar no mundo.
Segunda a psicóloga Thais Quarta, sócia-diretora da NeuroKinder, é importante entender que, na maioria dos casos, dificuldades escolares podem ter repercussões emocionais, familiares, sociais e individuais que podem durar anos e afetar o processo de aprendizado até a vida adulta. “Por isso, é preciso investigar a causa, que pode estar relacionada a algum transtorno da aprendizagem ou ser apenas uma dificuldade de aprendizagem”, explica Thais.
Dificuldade escolar e transtornos de aprendizagem são conceitos diferentes!
Segundo a neuropsicopedagoga, Viviani Zumpano, a dificuldade escolar está relacionada com lacunas no processo de aprendizagem que podem ser geradas pelo modo como a criança está sendo ensinada (método de ensino), ou até mesmo por imaturidade do estudante. “Nesses casos, também é comum encontrar problemas na dinâmica familiar e na condição emocional da criança, como separação dos pais, mudança de escola, entre outros fatores”, afirma Viviani.
Já os transtornos de aprendizagem são problemas neurobiológicos, relacionados à aquisição e ao desenvolvimento de funções cerebrais envolvidas na aprendizagem, que ocorrem em todos os estágios do desenvolvimento da criança.
Os transtornos não são consequência da falta de oportunidade de aprender, nem acontecem por motivo de doenças ou traumatismos que afetam o cérebro. Eles ocorrem quando há alguma anormalidade no processo cognitivo e derivam de algum tipo de disfunção biológica, sem afetar o quociente de inteligência (QI).
“A criança com algum transtorno de aprendizado é capaz de aprender, porém, de uma maneira diferente. Uma equipe interdisciplinar, formada por psicólogos, neuropediatras, psicopedagogos, fonoaudiólogos, entre outros profissionais, pode orientar os pais e os professores para que juntos possam oferecer à criança ou ao adolescente um processo de aprendizagem baseado na utilização de instrumentos pedagógicos, adequados para cada tipo de transtorno”, explica Viviani.
Conheça os principais transtornos de aprendizagem
Dislexia: Provavelmente o transtorno de aprendizagem mais conhecido. Afeta a capacidade de fluência na leitura das palavras. Como resultado, a criança pode apresentar dificuldades de linguagem, impedindo um desenvolvimento adequado do vocabulário. Embora todos os fatores necessários para ler estejam presentes, como inteligência e motivação, a criança não consegue realizar a leitura porque tem dificuldade para identificar as letras com precisão e velocidade para formar as sílabas.
Discalculia: É a dificuldade no aprendizado dos números e das operações aritméticas. Crianças com discalculia possuem uma maneira diferente de compreender o raciocínio matemático.
Disgrafia: É uma disfunção no desenvolvimento do ato de escrever letras ou números. A criança pode apresentar uma letra anormal em relação ao padrão esperado, ou seja, uma caligrafia deficiente, com letras mal elaboradas e sem proporção. Isso acontece porque a criança não consegue associar o desenho da letra à sua representação e, na tentativa de controlar essa dificuldade, escreve devagar e mistura as letras, tornando a escrita ilegível e desorganizada.
Disortografia: É o transtorno de aprendizagem que dificulta a escrita. A criança pode trocar, omitir ou inverter as letras, porém, não interfere na qualidade da letra, como acontece na disgrafia. Também há dificuldade em usar parágrafos, acentos, pontos e construir frases conexas, assim como é comum a criança trocar as letras que têm sons parecidos, como o “v” pelo “f”, o “x” pelo “ch”, etc.
Transtorno de Aprendizagem Não Verbal: (TANV): Embora raro, o TANV tem um impacto importante no processo do aprendizado. A criança pode apresentar dificuldades na coordenação motora, na cognição, na percepção espacial e nas habilidades sociais. Amarrar os sapatos e andar de bicicleta, por exemplo, podem ser atividades difíceis para essas crianças, assim como desenhar e entender os aspectos da interação social.
Esses são os principais transtornos de aprendizagem, embora existam outros. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, mais eficientes se tornarão as intervenções para proporcionar um processo de aprendizado significativo para as nossas crianças e jovens.
“Precisamos sempre encorajar as crianças a persistirem no processo de aprendizado, elogiando suas conquistas, por menores que sejam. Pais e professores são os principais mediadores do processo de aprender de uma criança, por isso devem ficar atentos aos sinais apresentados”, conclui Viviani.

Uma das queixas mais comuns apresentadas por pais de crianças e adolescentes é o mau desempenho escolar. O que muitos pais não sabem é que um boletim ruim pode ter ligação com os transtornos de aprendizagem, que afetam cerca de 6% das crianças em idade escolar no mundo.

Segunda a psicóloga Thais Quarta, sócia-diretora da NeuroKinder, é importante entender que, na maioria dos casos, dificuldades escolares podem ter repercussões emocionais, familiares, sociais e individuais que podem durar anos e afetar o processo de aprendizado até a vida adulta. “Por isso, é preciso investigar a causa, que pode estar relacionada a algum transtorno da aprendizagem ou ser apenas uma dificuldade de aprendizagem”, explica Thais.

Dificuldade escolar e transtornos de aprendizagem são conceitos diferentes!

Segundo a neuropsicopedagoga, Viviani Zumpano, a dificuldade escolar está relacionada com lacunas no processo de aprendizagem que podem ser geradas pelo modo como a criança está sendo ensinada (método de ensino), ou até mesmo por imaturidade do estudante. “Nesses casos, também é comum encontrar problemas na dinâmica familiar e na condição emocional da criança, como separação dos pais, mudança de escola, entre outros fatores”, afirma Viviani.

Já os transtornos de aprendizagem são problemas neurobiológicos, relacionados à aquisição e ao desenvolvimento de funções cerebrais envolvidas na aprendizagem, que ocorrem em todos os estágios do desenvolvimento da criança.

Os transtornos não são consequência da falta de oportunidade de aprender, nem acontecem por motivo de doenças ou traumatismos que afetam o cérebro. Eles ocorrem quando há alguma anormalidade no processo cognitivo e derivam de algum tipo de disfunção biológica, sem afetar o quociente de inteligência (QI).

“A criança com algum transtorno de aprendizado é capaz de aprender, porém, de uma maneira diferente. Uma equipe interdisciplinar, formada por psicólogos, neuropediatras, psicopedagogos, fonoaudiólogos, entre outros profissionais, pode orientar os pais e os professores para que juntos possam oferecer à criança ou ao adolescente um processo de aprendizagem baseado na utilização de instrumentos pedagógicos, adequados para cada tipo de transtorno”, explica Viviani.

Conheça os principais transtornos de aprendizagem

Dislexia: Provavelmente o transtorno de aprendizagem mais conhecido. Afeta a capacidade de fluência na leitura das palavras. Como resultado, a criança pode apresentar dificuldades de linguagem, impedindo um desenvolvimento adequado do vocabulário. Embora todos os fatores necessários para ler estejam presentes, como inteligência e motivação, a criança não consegue realizar a leitura porque tem dificuldade para identificar as letras com precisão e velocidade para formar as sílabas.

Discalculia: É a dificuldade no aprendizado dos números e das operações aritméticas. Crianças com discalculia possuem uma maneira diferente de compreender o raciocínio matemático.

Disgrafia: É uma disfunção no desenvolvimento do ato de escrever letras ou números. A criança pode apresentar uma letra anormal em relação ao padrão esperado, ou seja, uma caligrafia deficiente, com letras mal elaboradas e sem proporção. Isso acontece porque a criança não consegue associar o desenho da letra à sua representação e, na tentativa de controlar essa dificuldade, escreve devagar e mistura as letras, tornando a escrita ilegível e desorganizada.

Disortografia: É o transtorno de aprendizagem que dificulta a escrita. A criança pode trocar, omitir ou inverter as letras, porém, não interfere na qualidade da letra, como acontece na disgrafia. Também há dificuldade em usar parágrafos, acentos, pontos e construir frases conexas, assim como é comum a criança trocar as letras que têm sons parecidos, como o “v” pelo “f”, o “x” pelo “ch”, etc.

Transtorno de Aprendizagem Não Verbal: (TANV): Embora raro, o TANV tem um impacto importante no processo do aprendizado. A criança pode apresentar dificuldades na coordenação motora, na cognição, na percepção espacial e nas habilidades sociais. Amarrar os sapatos e andar de bicicleta, por exemplo, podem ser atividades difíceis para essas crianças, assim como desenhar e entender os aspectos da interação social.

Esses são os principais transtornos de aprendizagem, embora existam outros. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, mais eficientes se tornarão as intervenções para proporcionar um processo de aprendizado significativo para as nossas crianças e jovens.

“Precisamos sempre encorajar as crianças a persistirem no processo de aprendizado, elogiando suas conquistas, por menores que sejam. Pais e professores são os principais mediadores do processo de aprender de uma criança, por isso devem ficar atentos aos sinais apresentados”, conclui Viviani.

 

Dificuldades no ambiente de trabalho são as principais causas da rotatividade de funcionários

A rotatividade de funcionários é o fluxo de colaboradores que entram e saem de uma empresa. Este movimento, também conhecido no mercado como turnover, não possui um padrão de ocorrência, mas, quando se torna alto, acaba sendo prejudicial para as organizações. Em uma companhia com altas taxas de troca de profissionais, os serviços não progridem porque diversas pessoas ocupam o mesmo cargo e a atividade que estava sendo desenvolvida anteriormente pode não seguir da mesma forma. Outro fator gerado por este movimento são os custos em demissões e contratações. Portanto, para que uma empresa possa manter a equipe motivada e consiga reter os seus talentos é necessário conhecer as causas da rotatividade para preveni-la.

Doenças, mudanças e viagens são algumas das razões que levam um funcionário a deixar o seu emprego. Mas, o motivo que mais resulta neste movimento são as dificuldades no ambiente de trabalho. “Problemas internos envolvendo o ambiente de serviço, benefícios, liderança, plano de carreira e rotina são fatores capazes de desmotivar um profissional e levá-lo a buscar outras companhias para trabalhar”, explica José Roberto Marques, master coach senior e presidente do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC).

Para um colaborador alcançar altos níveis de produtividade é necessário que se sinta confiante e seguro em seu ambiente de trabalho. Portanto, um local hostil, que reprima e humilhe as pessoas faz com que ocorra uma diminuição de desempenho e também a perda de interesse em continuar na organização. “Uma empresa não é apenas tijolos e cimento. É feita de pessoas. São os funcionários que a fazem ir para frente. Por isso é necessário que o líder preste atenção nas necessidades de cada colaborador e procure desenvolver um modelo eficiente de gestão”, afirma Marques.

Outro elemento que está entre os principais motivos de rotatividade é a baixa remuneração e a falta de benefícios. As pessoas trabalham para pagar suas contas e quando recebem menos do que precisam, saem em busca de um lugar que ofereça uma renda maior e mais justa. Benefícios como transporte, auxílio alimentício e descontos em serviços e produtos de parceiros entram neste cenário como um diferencial.

A liderança também é decisiva no momento de reter talentos. O papel do líder é o de manter sua equipe motivada para que consigam atingir os seus potenciais, mas, quando esta função é exercida com autoridade, impaciência e falta de respeito, acaba gerando uma desmotivação em seus funcionários, que se sentem desvalorizados e agredidos. Na liderança é importante proporcionar aos seus colaboradores um plano de carreira. “Ao entrar em uma empresa, as pessoas esperam um crescimento em conformidade com o progresso alcançado em suas atividades. Dessa forma, a falta de perspectiva na organização fará com que o colaborador procure um lugar em que possa continuar o seu desenvolvimento profissional”, revela o master coach senior.

Por sua vez, a rotina deve fazer parte da lista de preocupações dos líderes. A falta de crescimento, variedade de trabalho e aprendizado é capaz de influenciar na alta rotatividade de profissionais. Executar a mesma função todos os dias gera um cotidiano maçante e improdutivo.

Ou seja, se você deseja uma equipe competente e que continue contribuindo para o progresso da companhia, é importante prestar atenção em todos esses itens. “Oferecer um ambiente produtivo faz com que as pessoas se sintam mais valorizadas em seus empregos. É importante dar oportunidades de crescimento e uma remuneração adequada às suas funções. Dessa maneira, eles se sentirão motivados e manterão um nível de produção alto e qualificado, pois saberão que estão em um local que reconhece seus esforços e acredita em seus potenciais”, diz Marques.

 
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