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Lei autoriza retorno de 500 policiais à ativa para reforçar Segurança

O governador José Ivo sartori sancionou, nesta terça-feira, 6 de dezembro, a lei que autoriza o retorno de brigadianos à ativa. Para incentivá-los, o governo do Estado propôs o aumento do valor da gratificação especial dos atuais R$ 1.181,51 para R$ 2,4 mil a partir de dezembro. A expectativa é de que até 500 servidores inativos retornem aos serviços, prioritariamente em videomonitoramento e patrulha escolar.
A medida integra o Plano Estadual de Segurança Pública, implementado para reforçar o combate à criminalidade e o policiamento ostensivo. O Corpo de Voluntários Inativos da Brigada Militar (CVMI) garante uma gratificação àqueles já aposentados para atuarem exclusivamente na Secretaria da Segurança Pública e BM.
A determinação soma-se a outra lei, também do Executivo, que reduz o número de brigadianos cedidos para outros Poderes e instituições, e à contratação de concursados. Além disso, o governo propõe normas para manter os militares mais tempo em atividade no Plano de Modernização do Estado, que tramita na Assembleia em regime de urgência.
Salva-vidas
O governador também sancionou a lei que autoriza a contratação de 600 salva-vidas civis, em caráter temporário, por um período de dois anos, para trabalhar durante a Operação Verão para Todos no Litoral.

O governador José Ivo sartori sancionou, nesta terça-feira, 6 de dezembro, a lei que autoriza o retorno de brigadianos à ativa. Para incentivá-los, o governo do Estado propôs o aumento do valor da gratificação especial dos atuais R$ 1.181,51 para R$ 2,4 mil a partir de dezembro. A expectativa é de que até 500 servidores inativos retornem aos serviços, prioritariamente em videomonitoramento e patrulha escolar.

A medida integra o Plano Estadual de Segurança Pública, implementado para reforçar o combate à criminalidade e o policiamento ostensivo. O Corpo de Voluntários Inativos da Brigada Militar (CVMI) garante uma gratificação àqueles já aposentados para atuarem exclusivamente na Secretaria da Segurança Pública e BM.

A determinação soma-se a outra lei, também do Executivo, que reduz o número de brigadianos cedidos para outros Poderes e instituições, e à contratação de concursados. Além disso, o governo propõe normas para manter os militares mais tempo em atividade no Plano de Modernização do Estado, que tramita na Assembleia em regime de urgência.

Salva-vidas

O governador também sancionou a lei que autoriza a contratação de 600 salva-vidas civis, em caráter temporário, por um período de dois anos, para trabalhar durante a Operação Verão para Todos no Litoral.

 

Santander cobra dívida milionária de escola por meio de boleto fraudulento

Por mais que os departamentos financeiros estejam cientes da enorme quantidade de boletos fraudulentos recebidos todos os dias, muitos deles continuam sendo pagos. O golpe, normalmente vem mascarado como impostos, manutenção do domínio do site, direitos sobre a marca, IPTU ou contribuição sindical. O que chama a atenção dessa vez é o emissor de um boleto desses: o banco Santander. A vítima é a escola paulistana Associação Educacional Brasília, e o valor do boleto assusta: R$ 241.882,30, cujo vencimento foi em 30/11.

A fraude, infelizmente, é comum. O dado mais recentemente sobre o assunto mostra que só entre janeiro e setembro de 2015 houve 1,56 milhão de tentativas de fraudes desse tipo no Brasil - uma a cada 15 segundos, de acordo com a Serasa Experian. Os fraudadores utilizam métodos cada vez mais criativos, como a troca do código de barras e o envio de cobranças com vírus pela internet.

Segundo o advogado da escola, Nacir Sales, a atitude do banco é surpreendente. “É sabido que os bancos lançam pequenas tarifas na conta corrente de clientes que nem sempre demandaram pelos serviços cobrados. As pequenas cobranças frequentemente não são percebidas e, quando detectadas, enfrentam o segundo problema: a relação custo x benefício, já que geralmente reclamar dá tanto trabalho que acaba não compensando. Mas este caso é diferente e poderá servir para o Judiciário estimular os bancos a investirem em segurança”, afirma.

Logicamente, percebe-se que esse caso, em específico, trata-se de um erro grosseiro do banco. “Os bancos não investem em controles simplesmente porque é mais barato transferir este custo para o cliente do que levar a sério a legislação brasileira”, explica o advogado. Além de não se preocupar com seus processos, repassando essa responsabilidade ao cliente, o banco ainda se beneficia com a possibilidade de ver pagos os boletos que foram emitidos indevidamente.

Paulo Massasshi, diretor da escola, se disse absolutamente surpreso com a cobrança. “Temos muito cuidado para não pagar boletos fraudulentos, mas esse em especial, nos preocupou muito dado o tamanho do abuso”, lembra. Diante do problema, a escola decidiu processar o banco e, estuda ainda a possibilidade de responsabilizar também o Banco Central, que pode ser conivente em ações como essa.

Segundo o advogado, boa parte do problema se explica porque os bancos "recebem um tratamento doce das autoridades, afinal toda vez que um boleto fraudulento é colocado em cobrança bancária, um banco lucra com a fraude". Para Sales, os bancos praticavam a "cegueira deliberada", cobrando o que lhes era dado a cobrar. "Neste caso, o Santander cansou de praticar a cegueira deliberada e resolveu ele próprio emitir um boleto indevido."

A prática denunciada pode estar com seus dias contados. "Os bancos não temem a autoridade monetária, resta temer o Poder Judiciário a quem cabe fazer valer as regras do Código Civil Brasileiro, que coíbe a cobrança indevida. Se a autoridade monetária, o Banco Central, permite que a prática ilícita ocorra tendo o sistema financeiro nacional como meio, a autoridade judicial não tem a mesma tolerância”, finaliza Sales

 

Teste mostra se consumidor sabe fazer compras inteligentes no Natal

Ao responder as perguntas, internauta descobre qual é o seu perfil de consumidor no Natal e recebe dicas para melhorar atitudes e práticas na hora de ir às compras
Com a chegada do mês de dezembro, o clima natalino começa a invadir as ruas, incentivando as tradicionais compras que aquecem o comércio nesse período. Mas será que o brasileiro sabe fazer compras de modo eficiente no Natal e sem se descontrolar com as finanças? Um estudo recente do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostrou que dois em cada dez entrevistados (19,4%) ficaram com o nome sujo por causa das dívidas feitas no Natal do ano passado. Para impedir que esse cenário se repita em 2016, o 'Meu Bolso Feliz', portal de educação financeira do SPC Brasil, acaba de lançar um teste online que ajuda os consumidores a descobrirem se eles são organizados para ir às compras no Natal, aproveitando a data sem grandes sufocos.
“O Natal é um período de confraternização em que todos querem presentear a quem ama, celebrar as conquistas alcançadas e desejar votos de um próximo ano melhor. O alerta é não se empolgar com o clima de consumismo e ficar atento as limitações do bolso. O objetivo do teste é provocar uma reflexão nos consumidores para que identifiquem seu perfil e passem a consumir de forma adequada nesta data”, pondera o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.
O teste dura poucos minutos e está disponível  em http://meubolsofeliz.com.br/teste/esta-preparado-para-fazer-compras-de-natal/

Ao responder as perguntas, internauta descobre qual é o seu perfil de consumidor no Natal e recebe dicas para melhorar atitudes e práticas na hora de ir às compras

Com a chegada do mês de dezembro, o clima natalino começa a invadir as ruas, incentivando as tradicionais compras que aquecem o comércio nesse período. Mas será que o brasileiro sabe fazer compras de modo eficiente no Natal e sem se descontrolar com as finanças? Um estudo recente do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostrou que dois em cada dez entrevistados (19,4%) ficaram com o nome sujo por causa das dívidas feitas no Natal do ano passado. Para impedir que esse cenário se repita em 2016, o 'Meu Bolso Feliz', portal de educação financeira do SPC Brasil, acaba de lançar um teste online que ajuda os consumidores a descobrirem se eles são organizados para ir às compras no Natal, aproveitando a data sem grandes sufocos.

“O Natal é um período de confraternização em que todos querem presentear a quem ama, celebrar as conquistas alcançadas e desejar votos de um próximo ano melhor. O alerta é não se empolgar com o clima de consumismo e ficar atento as limitações do bolso. O objetivo do teste é provocar uma reflexão nos consumidores para que identifiquem seu perfil e passem a consumir de forma adequada nesta data”, pondera o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

O teste dura poucos minutos e está disponível  em http://meubolsofeliz.com.br/teste/esta-preparado-para-fazer-compras-de-natal/

 

Nota de pesar pelo trágico acidente aéreo na Colômbia

O Brasil está de luto com a notícia da queda do avião que transportava a delegação da Chapecoense, jornalistas brasileiros e cidadãos de Chapecó, que se deslocavam para a Colômbia para a final da Copa Sul-Americana.

O time de Santa Catarina vinha representando com muita honra o Brasil na competição. A campanha histórica da Chapecoense é motivo de orgulho para todos os brasileiros.

O Ministério do Esporte e o governo brasileiro estão trabalhando para apoiar os esforços de resgate e o tratamento dos sobreviventes, além de garantir todo o tipo de auxílio possível às famílias das vítimas.

Pessoalmente e em nome do Ministério do Esporte, lamento profundamente a tragédia e me solidarizo com familiares, amigos das vítimas e a população de Chapecó.

Leonardo Picciani
Ministro do Esporte

 

Energia Elétrica no Verão: o que saber para estar sempre seguro

Temperaturas em rápida elevação, céu sem nebulosidade e baixa umidade relativa do ar. São as características que todos esperam para aproveitar o verão e as férias. Neste cenário é muito importante estar atento ao uso seguro da energia elétrica, sem perder o conforto e livre de qualquer perigo. A RGE Sul dá algumas recomendações:

Faça periodicamente a manutenção domiciliar, evite fios desencapados e instalações mal arrumadas. Evite o uso frequente de extensões e benjamins e não deixe esses acessórios soltos pela casa. Não permita que as crianças tenham acesso a equipamentos elétricos e certifique-se de que as tomadas estejam sempre protegidas e, de preferência, fora do alcance dos pequenos.

Caso o tempo mude e chova ou ocorra temporal, os procedimentos de segurança devem ser também observados. Não faça reformas ou consertos elétricos nesses dias. Não se aproxime e não toque em fios elétricos, mesmo que estejam caídos e rompidos. Durante os momentos de chuva forte fique distante da rede elétrica, inclusive dentro de casa.

Mantenha-se longe de portas e janelas metálicas, não tome banho quando estiver chovendo muito forte, nunca se abrigue embaixo de árvores e procure ficar dentro de casa ou no interior de um carro, principalmente quando houver incidência de raios. Para qualquer situação de dano na rede elétrica, chame a RGE Sul. Central de Atendimento: 0800 707 7272.

Sobre a CPFL Energia

A CPFL Energia, há 104 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 14,3% de participação, totalizando mais de 9,1 milhões de clientes em 679 cidades em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.

Na comercialização, é um dos líderes no mercado livre, com uma participação de mercado de 14,1% na venda para consumidores finais entre as comercializadoras. É um dos líderes na comercialização de energia incentivada para clientes livres.

Na geração, é o terceiro maior agente privado do país, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.248 MW de potência

instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011, criou a CPFL Renováveis, com ativos como PCHs, parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no Estado de São Paulo e uma das maiores do Brasil. Adicionando a participação equivalente na CPFL Renováveis, a capacidade instalada total do Grupo CPFL atingiu 3.192 MW no final do terceiro trimestre de 2016. O Grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os maiores investidores brasileiros.

A CPFL Energia tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa e ADR Nível III na NYSE, além participar do Índice Dow Jones Sustainability Index Emerging Markets e do Morgan Stanley Capital International Global Sustainability Index (MSCI). Pelo 11º. ano consecutivo, as ações da companhia integram a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.

 

Em 2014, Rio Grande do Sul retoma a quarta posição na economia nacional, diz FEE

A Fundação de Economia e Estatística Siegfried Emanuel Heuser (FEE) e as demais instituições estaduais em conjunto, sob a coordenação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgaram nesta segunda-feira, 28 de novembro, os dados das Contas Regionais de 2014 e a série histórica 2002-2014, que evidencia a posição do PIB gaúcho no ranking nacional e fornece indicadores do desempenho da economia do RS em todo o período.

Após crescer 8,5% em 2013, acima da média nacional (3%), a economia gaúcha teve queda de 0,3% em 2014, ano no qual a economia brasileira teve um modesto crescimento de 0,5%. Nesse ano, o Rio Grande do Sul foi a quarta unidade federativa com o pior desempenho em termos de crescimento, ficando à frente apenas de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, que registraram queda de 0,7%, 1,4% e 1,5% respectivamente. É importante destacar que a taxa apurada conjuntamente com o IBGE é bastante próxima àquela apurada pela FEE no PIB trimestral (-0,4%). Antonio Albano de Freitas, economista da FEE, explica que “o resultado foi fortemente impactado pela queda de 5,2% da indústria de transformação, com retração em 27 das suas 33 subatividades”.

Em 2014, o Rio Grande do Sul retomou a quarta posição entre as unidades federativas com maior peso no PIB nacional (6,2%), passando à frente do Estado do Paraná (6,0%). Apesar da variação negativa do PIB gaúcho em 2014 (-0,3%),  essa retomada de posição decorreu, sobretudo, da queda ainda maior do estado paranaense no ano. Setorialmente, contribuiu para esta ultrapassagem a evolução do Valor Adicionado (VA) de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação, que, de 2013 para 2014, se manteve estável em 4% no RS, mas registrou queda de 12,3% para 11% no Paraná.

Em 2014, o PIB per capita do Rio Grande do Sul foi de R$ 31.927, 12% acima do PIB per capita nacional, que atingiu R$ 28.500. No ranking das unidades federativas, o RS iniciou, em 2002, em quinto lugar, sendo seguido pelo Paraná. Em 2005 e 2006, porém, o RS caiu para o sexto lugar e, em 2007 e 2008, para o sétimo. Entre 2009 e 2011, o Estado voltou a ocupar a sexta colocação e, em 2012 e 2013, voltou a ficar em sétimo lugar, perdendo posição para o Paraná. Em 2014, por sua vez, o RS retomou o sexto lugar, tendo à frente o Espírito Santo.

Ao longo de toda a série 2002-14, o Rio Grande do Sul teve o segundo menor crescimento acumulado no período, atrás apenas do Rio de Janeiro. A taxa de crescimento acumulada do volume do PIB do Estado em 2014 foi de 37,2%, enquanto, no Brasil, foi 50,7% e, no Rio de Janeiro, 34,8%. As unidades da Federação que detinham menor participação no PIB nacional em 2002 foram as que apresentaram maior taxa de crescimento acumulada do volume do PIB no período.

O Coordenador do Núcleo de Contas Regionais do Centro de Indicadores Econômicos e Sociais da FEE, economista Roberto Rocha, explica que “os resultados da série são muito impactados pelos efeitos da seca de 2005. A taxa acumulada desde lá pelo Rio Grande do Sul é muito próxima da média nacional e só perde, dentre as grandes economias, para São Paulo.

 
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