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CNDL é contra aumento de tributos

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), entidade que administra o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), considera prejudicial para a economia do país a decisão do governo federal em aumentar tributos sobre combustíveis.  Para a entidade, a arrecadação tributária pode ser aumentada com o crescimento econômico e racionalização das despesas, sem a necessidade de criação de impostos e aumento de alíquotas que penalizam setores específicos.

Na avaliação do presidente da CNDL, Honório Pinheiro, o aumento de impostos, sobretudo nesse momento em que a economia começa a dar sinais de retomada, acaba concentrando, ainda mais, a arrecadação tributária nas mãos de determinados setores em vez de uma distribuição mais equitativa da carga tributária. “O recente aumento de PIS e Cofins vai impactar o custo dos combustíveis, do transporte de matérias primas e de produtos industrializados, o que inevitavelmente acaba recaindo sobre o bolso do consumidor final, que já se encontra em um momento de aperto financeiro”, explica.

A CNDL acredita que o sistema tributário brasileiro precisa de uma reforma ampla que traga justiça fiscal, amplie a base de contribuição da arrecadação e que permita o crescimento da economia para que a arrecadação de impostos seja maior

 

Aumento de imposto é um grave erro e será pago por toda a sociedade, critica presidente da Fecomércio-RS

“Um decreto que aumenta impostos em um dos países que possuem a maior carga tributária do mundo. Um aumento de impostos quando a economia está marchando e buscando uma retomada. Estamos indignados.” A manifestação é do presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, que demonstra a forma como empresários receberam a notícia do aumento da  PIS/Cofins sobre gasolina e diesel. Bohn reforça que enquanto adiamos a reforma da previdência, cujo déficit anual chega a R$ 300 bilhões, o governo busca atalhos para conseguir cumprir uma meta fiscal que já é deficitária.

A avaliação da Fecomércio-RS é de que os valores de PIS/Cofins sobre gasolina e diesel vão praticamente dobrar. Na gasolina, deve haver aumento de cerca de R$ 0,40 e no diesel mais de R$ 0,20. Isso tudo para aumentar a carga tributária em mais R$ 10 bilhões.  “Aumentar tributos em bens de consumo e insumos fundamentais, como é o caso dos combustíveis, em meio à situação econômica atual, é extremamente danoso para a sociedade brasileira”, critica Bohn. Ele explica que o aumento do diesel se espalha pelo preço de todos os bens e serviços que dependem de transporte e o aumento da gasolina afeta diretamente o bolso das pessoas.

A medida tomada pelo governo federal acentua ainda mais o trabalho da Fecomércio-RS em favor de uma reforma da previdência que torne o sistema previdenciário mais justo, menos concentrador de renda e que pare de gerar déficits fiscais estrondosos para o país.

“Enquanto isso não acontece, o governo, de forma equivocada e indesejável, aumenta a carga tributária que incide sobre todos os cidadãos brasileiros. O déficit do setor público é estrutural, causado pela previdência, e não será resolvido com medidas paliativas de aumento de tributos, que apenas punem a sociedade como um todo para manter privilégios insustentáveis para um grupo de pessoas que se beneficia do déficit previdenciário”, critica o dirigente.

 

O que é isso, ministro? Mais imposto?

O que é isso, ministro? Mais imposto?
Há apenas 3 meses, cobramos publicamente o ministro da Fazenda sobre suas declarações de que pretendia aumentar impostos. Fomos ouvidos.
Nesta semana, ficamos indignados com o anúncio da alta de impostos sobre os combustíveis.
Ministro, aumentar imposto não vai resolver a crise; pelo contrário, irá agravá-la bem no momento em que a atividade econômica já dá sinais de retomada, com impactos positivos na arrecadação em junho.
Aumento de imposto recai sobre a sociedade, que já está sufocada, com 14 milhões de desempregados, falta de crédito e sem condições gerais de consumo.
Todos sabem que o caminho correto é cortar gastos, aumentar a eficiência e reduzir o desperdício.
De janeiro a maio deste ano, em comparação com o mesmo período de 2016, o governo cortou R$ 11 bilhões de investimento. Também cortou R$ 12 bilhões de outras despesas. Porém, este esforço foi por água abaixo devido ao aumento de R$ 12 bilhões em gastos com pessoal (11,8% acima da inflação) e ao aumento de R$ 15 bilhões em gastos com a Previdência.
A FIESP mantém sua coerência. Desde 2015 empreendemos forte campanha contra o aumento de impostos, que obteve amplo respaldo popular, com 1,2 milhão de assinaturas. Conseguimos evitar a recriação da CPMF e outras tentativas de aumento de impostos.
Mantemos nossas bandeiras e convicções, independentemente de governos. Somos contra o aumento de impostos porque acreditamos que isso é prejudicial para o conjunto da sociedade. Não cansaremos de repetir: Chega de Pagar o Pato. Diga não ao aumento de impostos! Ontem, hoje e sempre.
Paulo Skaf
Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp e Ciesp

Há apenas 3 meses, cobramos publicamente o ministro da Fazenda sobre suas declarações de que pretendia aumentar impostos. Fomos ouvidos.

Nesta semana, ficamos indignados com o anúncio da alta de impostos sobre os combustíveis.

Ministro, aumentar imposto não vai resolver a crise; pelo contrário, irá agravá-la bem no momento em que a atividade econômica já dá sinais de retomada, com impactos positivos na arrecadação em junho.

Aumento de imposto recai sobre a sociedade, que já está sufocada, com 14 milhões de desempregados, falta de crédito e sem condições gerais de consumo.

Todos sabem que o caminho correto é cortar gastos, aumentar a eficiência e reduzir o desperdício.

De janeiro a maio deste ano, em comparação com o mesmo período de 2016, o governo cortou R$ 11 bilhões de investimento. Também cortou R$ 12 bilhões de outras despesas. Porém, este esforço foi por água abaixo devido ao aumento de R$ 12 bilhões em gastos com pessoal (11,8% acima da inflação) e ao aumento de R$ 15 bilhões em gastos com a Previdência.

A FIESP mantém sua coerência. Desde 2015 empreendemos forte campanha contra o aumento de impostos, que obteve amplo respaldo popular, com 1,2 milhão de assinaturas. Conseguimos evitar a recriação da CPMF e outras tentativas de aumento de impostos.

Mantemos nossas bandeiras e convicções, independentemente de governos. Somos contra o aumento de impostos porque acreditamos que isso é prejudicial para o conjunto da sociedade. Não cansaremos de repetir: Chega de Pagar o Pato. Diga não ao aumento de impostos! Ontem, hoje e sempre.

Paulo Skaf

Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp e Ciesp

 

“Custo” da gripe para as empresas deverá ser 20% mais alto em 2017 em comparação com o ano passado

Orientação médica especializada é a ferramenta de gestão de saúde corporativa  mais eficaz e barata para minimização dos prejuízos

A gripe responde pelo maior custo sazonal em saúde para as companhias brasileiras considerando o impacto causado pela doença nos planos de saúde corporativos, apesar de todos os investimentos das empresas em prevenção. Sem contar os prejuízos à produtividade causados em sua consequência, como o absenteísmo.

Levantamento da Advance Medical Group, empresa de origem espanhola e líder global especializada em gestão de saúde populacional corporativa, indica que a epidemia que anualmente atinge trabalhadores e dependentes por meio da propagação do vírus Influenza, em especial entre os meses de maio e setembro, responde por mais de 30% dos motivos que levam estas pessoas ao Pronto Socorro.

Diante deste cenário, o impacto financeiro da gripe em 2016 para as empresas brasileiras que oferecem plano de saúde como benefício foi de aproximadamente R$10,2 bilhões e deve chegar a R$12,3 bilhões em 2017, aumento de 20%. Ainda segundo o levantamento, o acesso a Pronto Socorro responde, em média, por 15% dos custos dos planos de saúde para as empresas.

Para o médico e CEO da Advance no Brasil, o médico Caio Soares, a falta de orientação médica especializada como suporte para utilização racional dos planos de saúde é a única saída para contenção do problema do ponto de vista de gestão de saúde. “Cerca de 80% dos pacientes acometidos por gripes não necessitam de atendimento hospitalar e conseguem superar perfeitamente o problema com orientação médica adequada”, afirma.

A epidemia de gripe em uma população que não recebe este tipo de orientação pode incrementar em 5% no aumento da sinistralidade, conta que será repassada para as empresas tendo em vista que os reajustes dos planos corporativos são negociados diretamente entre as empresas e os players de saúde suplementar. “Em alguns casos esse percentual pode ser ainda maior quando se há propagação de um tipo de vírus muito resistente”, explica.

A visita ao pronto socorro pode custar ainda muito caro, de acordo com Soares. “Com o organismo vulnerável, estes pacientes, em um ambiente extremamente contaminado como são os Prontos Socorros, podem acabar contraindo outras doenças. Sem contar que seus acompanhamentos também podem acabar se expondo a outras doenças ou até mesmo a gripes”, conclui.

Doentes crônicos, idosos e crianças de forma geral podem ser atingidos de forma mais severas pela gripe. “Nestes casos, o atendimento médico presencial é fundamental”. Por essa razão a orientação médica especializada é necessária para fazer esta triagem e indicar o Pronto Socorro quando necessário. É uma ferramenta eficaz e otimiza recursos, quando se comparada ao volume de desperdícios”, pondera.

 

Beleza: Senac Canoas oferece os cursos de Maquiador e Cabeleireiro

Segundo dados do Euromonitor Internacional, o segmento brasileiro da beleza representa 11% do mercado mundial e deve ocupar o 2º lugar em consumo nos próximos quatro anos. Neste contexto, o Senac Canoas está com inscrições abertas para os cursos de Maquiador e de Cabeleireiro. As aulas iniciam nos dias 10 e 13 de julho, respectivamente.

Na capacitação de Maquiador, são desenvolvidos conhecimentos para a aplicação de produtos e técnicas diferenciadas de maquiagem e harmonia visual. Os encontros acontecem de segunda a sexta-feira, das 9h15 às 12h15. Com carga horária de 160 horas, o curso tem como pré-requisitos a idade mínima de 16 anos e Ensino Fundamental Completo até o 5º ano.

Já a qualificação de Cabeleireiro desenvolve temas como hidratação, reconstrução de fios, cortes, coloração e organização do ambiente de trabalho, para que o participante realize com excelência procedimentos de beleza e cuidados nos cabelos. As aulas acontecem de segunda a sexta-feira, das 19h às 22h. Com carga horária de 400 horas, o curso tem como pré-requisitos a idade mínima de 16 anos e Ensino Fundamental Completo.

Matrículas para as capacitações devem ser feitas no Senac Canoas, localizado na Rua Mathias Velho, 255. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3476-7222 ou através do site www.senacrs.com.br/canoas. Comerciários têm desconto de 20% mediante a apresentação, no ato da matrícula, do cartão Sesc/Senac, nas categorias empresário e comerciário.

 

Fundo Municipal de Reequipamento de Bombeiros passará a ser administrado pela Secretaria de Segurança e Cidadania

A Câmara aprovou, nesta terça-feira, 27 de junho,, alterações no art. 6º da Lei nº 4.319, de 4 de dezembro de 1998, que institui o Fundo Municipal de Reequipamento de Bombeiros (Funrebom). De acordo com o PL 16/2017, de autoria do Executivo, o Funrebom deixa de ser administrado pela Secretaria Municipal de Transportes e Mobilidade (SMTM) e passa a ficar sob a responsabilidade da Secretaria de Segurança Pública e Cidadania (SMSPC).

Na justificativa da proposição, o Executivo lembra que na época em que houve a criação do Funrebom não existia outro órgão que apresentasse maior afinidade com as atividades do Corpo de Bombeiros de Canoas, ficando sua administração a cargo da Secretaria Municipal dos Transportes e Serviços Públicos (SMTSP). Com a revogação da Lei nº 5.274 de 11 de janeiro de 2008, pela Lei nº 5.363, de 2 de janeiro de 2009, no entanto, ocorreu uma reestruturação administrativa que desmembrou a SMTSP em duas secretarias: Transportes e Mobilidade e Serviços Urbanos (SMSU), além de criar a Secretaria Municipal de Segurança Pública e Cidadania. "Com a reestruturação, a gestão do fundo ficou com a SMTM, porém as principais competências da SMSPC estão mais alinhadas as do Corpo de Bombeiros do que as da SMTM, as quais são estritamente vinculadas ao trânsito, transportes e sinalização viária", diz o texto.

Os recursos do fundo poderiam ser convertidos, segundo a Prefeitura, em uma condição de maior segurança aos munícipes, caso pudessem ser geridos em conjunto pelo 8º Comando Regional dos Bombeiros (8º CRBM) e a SMSPC. O Executivo aponta também que a SMSPC possui condições técnicas necessárias para gerir os recursos e que a transferência de secretarias não implica em despesas a nenhum dos órgãos envolvidos, sendo somente necessária a readequação orçamentária.

 
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