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Nossas áreas verdes

A importância dos espaços verdes na cidade de Canoas. Hoje o debate é a  sustentabilidade no Brasil e no mundo mais os nossos problemas, também são importantes na nossa aldeia chamada Canoas. O debate que quero trazer aqui para este artigo e sobre a preservação dos nossos espaços verdes que Canoas ainda tem como área de várzeas perto da BR-488 que e um escape natural para os nossos rios e arroios nas épocas de cheia.

As áreas de mata nativas que existem no Bairro cinco Colônias e no Bairro Mato Grande que ainda preservam as características da mata nativa da região guando os primeiros pioneiros chegaram a Canoas.

Mas Canoas também se destaca por seus espaços verdes como praças e parques e alguns sendo referencia como o Getúlio Vargas o Capão do Corvo e o Eduardo Gomes e nosso Parque da Figueira que movimenta centenas de pessoas todos os fins de semana querendo buscar uma área de lazer aonde não conseguem em seus lares o contato com a natureza.

Canoas atualmente e a segunda cidade do Rio Grande do Sul com mais espaços verdes só perdendo para Porto Alegre a Capital.

Ter praças e Parques  numa grande cidade como a nossa e uma questão de qualidade de vida e de sustentabilidade neste locais ainda se preserva um pouco da nossa biodiversidade da nossa cidade e um refugio para animais da nossa fauna aves e mamíferos.

Criar politicas de preservação ambiental é muito importante mais aplica-las se torna um trabalho de suma importância. Criar o projeto de Patrimônio Ambiental como forma de cuidar de nossos espaços verdes e símbolos da cidade como o nosso Arroio Araçá como exemplo.

Esta demostrando uma maturidade e consciência ambiental que nos eleva como uma cidade modelo para outras da região e um exemplo a ser seguido.

Walter Kuhne Junior - Ambientalista

 

O Papel da Mulher em Séries e Novelas de Televisão

Em janeiro deste ano, morreu Mary Tyler Moore e, sobre ela a jornalista Cláudia Laitano, disse em texto recente, que a série estrelada por ela entre 1970 e 1977,      viria mudar a forma como as mulheres eram retratadas na televisão e, como consequência,  o modo como as mulheres se viam a si mesmas. Mary tornou-se um símbolo de uma nova era.

Aqui no Brasil tivemos a série Malu Mulher, criada e dirigida por Daniel Filho. Mostrava a condição da mulher brasileira no final dos anos 1970 através do cotidiano de Malu, uma socióloga paulista, divorciada e mãe de uma menina de 12 anos. Abordava o processo de separação de Malu e as dificuldades dela na tentativa de conseguir se sustentar, manter a casa nova, e também a filha.Finalmente consegue um trabalho fixo, num instituto de pesquisa. Tem incío então, uma nova fase na sua vida. Vivíamos em plena ditadura militar e muitos capítulos foram censurados.

Da década de 1970 até hoje, muita coisa mudou. Em resposta aos cursos etiqueta e técnicas domésticas para as meninas, surgiram as “escolas de desprincesamento”. A oficina pioneira no Chile, já teve edições em São Paulo e, em janeiro passado, no Rio Grande do Sul.. A ideia do curso é “promover a igualdade de gêneros e o empoderamento infantojuvenil”.

Apesar dos avanços, as estatísticas comprovam que o feminicídio é um dos grandes problemas do Brasil.A Lei 13.104/2015 considera o feminicídio –assassinada pelo simples fato de ser mulher- como crime hediondo, mesmo assim, a cada hora e meia uma mulher é vítima deste crime.

Como se percebe, há realidades muito diferentes nas diversas regiões do Brasil e entre os diversos países do mundo, por isso,além da luta que vem sendo feita por organizações que lutam pelos direitos das mulheres, é preciso que se compreenda que a  educação tem um papel muito importante, para que as mulheres parem de ser mortas ou de sofrer violência doméstica.

É preciso promover reflexões profundas sobre as normas culturais e sociais que têm orientado a maneira como as mulheres e os homens são criados. A promoção da igualdade de gêneros e o combate à violência beneficia a sociedade como um todo, incluindo os homens.

Marina Lima Leal - Professora, colaboradora

 

Direito e o mundo das bruxarias

Decorridos mais de quatro décadas de exercício da advocacia, concluo que nosso patrono não é Santo Ivo, mas Harry Potter, os Mugger (trouxas), humanoides não mágicos, um garoto que usa óculos e tem cabelos pretos, Gandalf e o Senhor dos Anéis e o Mágico de Oz.

As leis são ficções, que auxiliam o homem a viver e aplacam a consciência de advogados, promotores e juízes desembarcados no mundo das bruxarias. Tomo o Brasil como exemplo, mas o fenômeno, mais ou menos próximo dos quiosques negros das florestas frias, com a fumaça oriunda da preparação de suas poções a sair de suas chaminés, é universal.

Vejamos o mundo imagístico. Não dizemos que não é útil à nossa sobrevivência. Ver o real profundo cega tanto quanto olhar fixamente para os raios solares. Ou para a morte.

Primeiro, os princípios clássicos do direito. "Honeste Vivere". A maioria dos "mugger" brasileiros não o conseguem. Sobrevivem, com o auxílio de muitos momentos de desonestidade necessária. "Sum cuique tribuere", quando a floresta só entrega as frutas mais doces a quem primeiro apanhá-las. "Alterum non laedere", são incomuns os que conseguiram sobreviver sem, pelo menos uma vez na vida, lesar outrem.

Começada a ópera, a O Estado Democrático de Direito. Democracia que nos espinha a partir dos primeiros raios da manhã. Nos ônibus superlotados. Nos cárceres indomados. Nos pãezinhos fofos. Em alguns e raros, vistosos componentes do café da manhã, amanhã letais. Na reiterada propaganda enganosa. Nas calçadas públicas voltadas a torcer nossos tornozelos. Nas correrias abomináveis para reverenciar o Deus da Modernidade - o relógio de ponto. No trânsito física e psiquicamente traumático.

A Constituição, de 1988. Com seu pomposo preâmbulo e anéis coloridos.  Não poderia deixar de começar com um vitupério: "nós, representantes do povo brasileiro" ("sic"). Vimos aqui para "assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias,... sob a proteção de Deus". Verborrágica floresta encantada, à qual, por si só, os "mugger" não podem adentrar por ação judicial, a ser julgada em longo, longo tempo, salvo se apoiada em outro preceito ou princípio, um  dispositivo esplendoroso e notável , visível mais à frente, segundo recente decisão da Corte Suprema.  E Deus, coitado, nada tem a ver com esse conjunto de mentiras.

Segue-se na lei maior: dignidade da pessoa humana, cidadania, valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, todo poder emanado do povo, ou não (se considerarmos a vontade dos milhões em sua praça em tempos recentes), sociedade livre, justa e solidária, desenvolvimento da nação, erradicação da pobreza e das desigualdades, promoção do bem comum sem discriminações. Seguem-se o conhecido art. 5º, que trata das liberdades e garantias, e do art. 7º, dos direitos positivos dos trabalhadores, sempre chantageados por desvalores que mais alto se alevantam. Não precisamos comprovar a negação de tudo isso, se é notório.

O ponto nodal está em que não temos direito processual e jurisdição para implementar esses bons desejos, no deserto de nossas miragens. Ações judiciais corriqueiras já são decenais. Juízes descomprometidos com seu povo, de bem com a vida, enquanto "la nave vá". E outros abnegados, estressados, preocupados com o fracasso dos processos, como o advogado autor destas linhas. Nós últimos integramos, também, a leva dos "mugger".

Talvez o viver na crença de um mundo fantástico tenha sua valia. Principalmente, um povo sempre embalado pela fé. Somos "trouxas", porém esperançosos da realização das promessas. Talvez um dia as bruxas se transformem em fadas. Se pararmos de nos iludir com governos, de qualquer espécie.  Enquanto isso, ganhamos forças imaginando-nos senhores dos anéis.

Amadeu Roberto Garrido de Paula - Advogado e membro da Academia Latino-Americana de Ciências Humanas

 

Nossas áreas verdes

Nossas áreas verdes
A importância dos espaços verdes na cidade de Canoas. Hoje sé fala em
sustentabilidade no Brasil e no mundo mais os nossos problemas também
são importantes na nossa aldeia chamada Canoas. O debate que quero
trazer aqui para este artigo e sobre a preservação dos nossos espaços
verdes que Canoas ainda tem como área de várzeas perto da BR-488 que e
um escape natural para o rio nas épocas de cheia.
As áreas de mata nativas que existem no Bairro cinco Colônias e no Bairro
Mato Grande que ainda preservam características da mata nativa da
região guando os primeiros pioneiros chegaram a Canoas.
Mas Canoas também se destaca por seus espaços verdes como praças e
parques e alguns sendo referencia como o Getúlio Vargas o Capão do
Corvo e o Eduardo Gomes que movimenta centenas de pessoas todos os
fins de semana querendo buscar uma área de lazer aonde não conseguem
em seus lares o contato com a natureza.
Canoas atualmente e a segunda cidade do Rio Grande do Sul com mais
espaços verdes só perdendo para Porto Alegre a Capital.
Dizer que tem mais praças não e umas questões de qualidade têm que ver
como estão sendo cuidados se sua manutenção esta em dia. Construi-las e
extremamente importante mais cuida-las e ainda maior.
Criar politicas de preservação ambiental é muito importante mais aplica-
las se torna um trabalho de suma importância. Criar o projeto de
Patrimônio Ambiental como forma de cuidar de nossos espaços verdes e
símbolos da cidade como o nosso Arroio Araçá como exemplo.
Esta demostrando uma maturidade e consciência ambiental que nos eleva
como uma cidade modelo para outras da região e um exemplo a ser
seguido.
Walter Kuhne Junior
Ambientalista

A importância dos espaços verdes na cidade de Canoas. Hoje sé fala em sustentabilidade no Brasil e no mundo mais os nossos problemas também são importantes na nossa aldeia chamada Canoas. O debate que quero trazer aqui para este artigo e sobre a preservação dos nossos espaços verdes que Canoas ainda tem como área de várzeas perto da BR-488 que e um escape natural para o rio nas épocas de cheia.

As áreas de mata nativas que existem no Bairro cinco Colônias e no Bairro Mato Grande que ainda preservam características da mata nativa da região guando os primeiros pioneiros chegaram a Canoas.

Mas Canoas também se destaca por seus espaços verdes como praças e parques e alguns sendo referencia como o Getúlio Vargas o Capão do Corvo e o Eduardo Gomes que movimenta centenas de pessoas todos os fins de semana querendo buscar uma área de lazer aonde não conseguem em seus lares o contato com a natureza.

Canoas atualmente e a segunda cidade do Rio Grande do Sul com mais espaços verdes só perdendo para Porto Alegre a Capital.

Dizer que tem mais praças não e umas questões de qualidade têm que ver como estão sendo cuidados se sua manutenção esta em dia. Construi-las e

extremamente importante mais cuida-las e ainda maior.

Criar politicas de preservação ambiental é muito importante mais aplica-las se torna um trabalho de suma importância. Criar o projeto de Patrimônio Ambiental como forma de cuidar de nossos espaços verdes e símbolos da cidade como o nosso Arroio Araçá como exemplo.

Esta demostrando uma maturidade e consciência ambiental que nos eleva como uma cidade modelo para outras da região e um exemplo a ser seguido.

Walter Kuhne Junior Ambientalista

 

Você sabe lidar com as mudanças (positivas e negativas) da vida?

Mudanças fazem parte essencial da vida. A natureza tem seu ciclo anual de mudanças com as diferentes estações. Podemos até afirmar: tudo muda, nada permanece igual. Até nosso próprio corpo está sempre em modificação. A matéria que o constitui muda constantemente.

Algumas mudanças têm um impacto significativo em nossas vidas. Há as desejadas, como um casamento, uma nova casa, um novo emprego, um novo companheiro, entrar na faculdade, esperar um filho... Nessas situações, temos uma sensação de ganho e damos as boas vindas, nos sentimos bem, muito embora, às vezes, elas nos apresentem situações difíceis e desafiadoras.

Outras mudanças, porém, não são desejadas nem planejadas, como uma doença, uma separação, a morte de alguém querido ou a perda do emprego. Aí temos uma sensação de perda que pode nos afetar de maneira muito acentuada, nos entristecendo e até deprimindo. Em alguns momentos, nos sentimos sem chão, como se todas as referências que nos davam segurança e direção desaparecessem. Este é um momento delicado que merece nossa atenção.

Virgínia Satir, terapeuta americana e mãe da terapia familiar, desenvolveu um modelo muito interessante e prático, com 6 passos que resumem como o processo de mudança acontece.

1º passo: Segundo Virginia, vivemos em determinado Status Quo, ou seja, uma situação de vida onde trabalhamos em um local, temos ou não uma determinada família, moramos num bairro, levamos a vida de certa maneira.

2º passo: Surge, então, o chamado Novo Elemento, desejado ou indesejado, que chacoalha o Status Quo. Esse Novo Elemento pode ser qualquer uma das mudanças que falamos anteriormente, algo que chega e muda tudo.

3º passo: Essa chacoalhada na vida nos leva ao que Virginia chamou de Caos. O mundo não é mais o mesmo e isso nos leva a uma sensação de incerteza, porque, de fato, não sabemos o que vai acontecer ou para aonde vamos. Pode ser um alívio saber que não enlouquecemos, é apenas uma fase de Caos, que também vai passar. Nas grandes perdas da vida, pode ser o momento de luto, da dor. Muitas vezes, o Caos traz sensações físicas de ansiedade e tensão. É importante saber que isso faz parte da experiência humana para que possamos acolher os novos aprendizados que dela decorrem.

4º passo: O Ciclo de Mudança não termina no Caos. Depois vem o Ponto de Escolha. Esse é um momento interessante, no qual temos a opção de voltar a um padrão anterior ou tomar uma nova direção.

5º passo: Em seguida, vem outra fase importante, a dos Novos Aprendizados e Práticas, ou seja, do nosso comprometimento em adotar hábitos a partir dos novos aprendizados. Aqui cabe ressaltar a importância de nos cercarmos de recursos que nos mantenham no caminho da opção que tivemos. Esses recursos podem ser um terapeuta, um coach ou até amigos, esporte, meditação, cuidado na alimentação...

É fundamental ter em mente que, se não adquirimos novos hábitos na vida, dificilmente a mudança positiva se estabelecerá. Como dizia a citação atribuída a Einstein: “Que loucura é esperar um resultado diferente fazendo a mesma coisa”.

6º passo: Ao fim desse processo, chegamos a um Novo Status Quo, que certamente será chacoalhado por um Novo Elemento, mais cedo ou mais tarde.

Quando passamos por uma mudança, como uma perda, isso pode ser devastador, pois ficamos debilitados. É bom lembrar que essa é uma fase de Caos, que por mais terrível que seja, vai passar. Mas, mesmo no Caos, podemos fazer algumas escolhas, trazer novas práticas e recursos para nossas vidas, que nos ajudem a atravessar um período delicado, incerto e doloroso.

Um acompanhamento terapêutico, um guia espiritual, uma caminhada na natureza, uma viagem, um amigo, uma massagem. Recursos são tudo o que nos favorece no caminho do nosso fortalecimento e nos energiza.

Entre os afazeres e as urgências da vida, é importante considerar o que realmente é essencial para a manutenção da vida e do entusiasmo, lembrando que, às vezes, pequenas ações promovem grandes resultados.

Ana Guitián Ruiz é Coach - representante no Brasil do Instituto Virgínia Satir da Alemanha e uma das organizadoras da Formação no Modelo de Validação Humana Virginia Satir

 

A morte dos Insetos polinizadores

Foi divulgado no começo de Dezembro uma noticia bastante preocupante após um estudo publicado na revista “PLOS ONE” foi descoberto que a população de insetos polinizadores está diminuído em todo o mundo.

Esse problema fez com que cientistas entrassem ainda mais fundo no tema e desenhassem dois cenários um pessimista e outro otimista, para sim calcular quais os impactos negativos o cenário traria para a agricultura com base na dependência da polinização para a eficácia da plantação e quais as soluções seriam cabíveis para acabar com essa ameaça.

O principal motivo para isso acontecer é devido aos insetos polinizadores possuírem um grande valor de mercado chegando a representar 68% da totalidade da agricultura do pais. Ainda segundo os cientistas, os impactos causados na economia da agricultura familiar seriam causados também pela falta desses insetos.

Os autores dessa pesquisa deixam claro que o principal fator para essa redução e o modo em que os agricultores estão utilizando a terra, ou seja, a mudança das grandes áreas de floresta ou matas nativas em monoculturas.

Existem ainda outros fatores, como as mudanças climáticas, que fazem com que alguns polinizadores não sobrevivam às altas temperaturas e ambientes secos, e o uso excessivo de inseticidas.

Após o estudo os pesquisadores de Minas Gerais e do México constataram que o Brasil poderá ter um prejuízo de ate 49 bilhões caso essa situação não se estabilize, equivalendo a proximidade de 51 milhões de toneladas de produtos agrícola perdidos.

Walter Kuhne Junior, Ambientalista

 
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