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Fala Leitor

Tortura

A repulsa à tortura traduz a afirmação de que todo ser humano tem o direito de ser reconhecido como pessoa.
Não por coincidência, mas por fidelidade doutrinária, a proscrição da tortura e o reconhecimento de todo ser humano como pessoa aparecem lado a lado, na Declaração Universal dos Direitos Humanos:  artigos 5 e 6.
Trava-se nos dias de hoje uma luta universal contra a tortura.
No Brasil, inúmeros grupos de Direitos Humanos têm tido extrema sensibilidade para com o problema.
Centros de Defesa de Direitos Humanos, Comissões de Justiça e Paz, Conselhos Seccionais e Comissões de Direitos Humanos das OABs, Pastorais Carcerárias têm vigilado e denunciado com veemência a prática da tortura nos presídios.
É preciso resguardar os Direitos Humanos. É preciso proteger o povo dos mais diversos atos de violência.  Os dois objetivos são complementares.  Não se combate a violência com mais violência, prepotência e arbítrio.
João Baptista Herkenhoff, Juiz de Direito (ES) e escritor.A repulsa à tortura traduz a afirmação de que todo ser humano tem o direito de ser reconhecido como pessoa.
Não por coincidência, mas por fidelidade doutrinária, a proscrição da tortura e o reconhecimento de todo ser humano como pessoa aparecem lado a lado, na Declaração Universal dos Direitos Humanos:  artigos 5 e 6.
Trava-se nos dias de hoje uma luta universal contra a tortura.
No Brasil, inúmeros grupos de Direitos Humanos têm tido extrema sensibilidade para com o problema.
Centros de Defesa de Direitos Humanos, Comissões de Justiça e Paz, Conselhos Seccionais e Comissões de Direitos Humanos das OABs, Pastorais Carcerárias têm vigilado e denunciado com veemência a prática da tortura nos presídios.
É preciso resguardar os Direitos Humanos. É preciso proteger o povo dos mais diversos atos de violência.  Os dois objetivos são complementares.  Não se combate a violência com mais violência, prepotência e arbítrio.
João Baptista Herkenhoff, Juiz de Direito (ES) e escritor.
A repulsa à tortura traduz a afirmação de que todo ser humano tem o direito de ser reconhecido como pessoa.
Não por coincidência, mas por fidelidade doutrinária, a proscrição da tortura e o reconhecimento de todo ser humano como pessoa aparecem lado a lado, na Declaração Universal dos Direitos Humanos:  artigos 5 e 6.
Trava-se nos dias de hoje uma luta universal contra a tortura.
No Brasil, inúmeros grupos de Direitos Humanos têm tido extrema sensibilidade para com o problema.
Centros de Defesa de Direitos Humanos, Comissões de Justiça e Paz, Conselhos Seccionais e Comissões de Direitos Humanos das OABs, Pastorais Carcerárias têm vigilado e denunciado com veemência a prática da tortura nos presídios.
É preciso resguardar os Direitos Humanos. É preciso proteger o povo dos mais diversos atos de violência.  Os dois objetivos são complementares.  Não se combate a violência com mais violência, prepotência e arbítrio.
João Baptista Herkenhoff, Juiz de Direito (ES) e escritor
 

INGOVERNABILIDADE À VISTA

“Nenhum homem pode banhar-se duas vezes no mesmo rio, pois na segunda vez o rio já não é o mesmo, tampouco o homem”. Nada mais adequado de que o conhecido pensamento de Heráclito de Éfeso (535 a.C. a 475 a.C) para lembrar ao candidato do PT à presidência da República, Fernando Haddad, de que os bons tempos do primeiro mandato do presidente Lula (2002-2006) não voltarão. As águas do rio, hoje, são bem diferentes. A felicidade que promete ao povo não passa de mais uma quimera.

O país ainda sofre os efeitos da maior recessão econômica de sua história, fruto do desgoverno da ex-presidente Dilma. Lembrando um pouco: o desemprego subiu de 5,30% para 11,5% (12, 3 milhões), a inflação saltou de 5,90% para 9,28%, o PIB partiu de um crescimento de 7,53% ao ano para uma retração de 3,90% ao ano, a dívida interna aumentou em mais de 70% e algumas das maiores empresas tiveram perda expressiva de valor de mercado, como a Vale, com queda de 63,45% no valor da ação, e a Petrobrás, com recuo de 55,85% na cotação do papel.

Em vez de garantir que o Brasil pode “voltar a ser feliz”, o ex-prefeito de São Paulo deveria dizer, caso eleito, como governaria um país dividido entre “nós e eles”, a ala do PT com seus mocinhos, e a ala dos adversários, povoada de bandidos. Pelo que se conhece, a ala que prega a dualidade é majoritária na sigla. E não abandonará a oportunidade para dar o troco nos “golpistas”, como chama todos aqueles que aprovaram o impeachment de Rousseff.

Da mesma forma, o capitão Jair Bolsonaro, candidato do PSL à presidência, deveria tentar mostrar como governaria um país rachado ao meio sob a sombra de uma identidade profundamente impregnada de conservadorismo e de uma história pontilhada de manifestações de racismo, homofobia e misoginia. Mais: que papel terão as Forças Armadas em seu governo, sabendo-se da defesa que faz dos anos de chumbo e do aceno a militares, com os quais quer compartilhar a administração.

O fato é que a ingovernabilidade paira sobre o próximo ciclo governamental, qual seja o vitorioso, um dos dois, como é mais provável. O Brasil é muito diferente do território governado por Lula, a partir de 2002. As condições internacionais são também bem diferentes. E, como se sabe, a governabilidade de uma Nação é também resultante da geopolítica mundial, principalmente nesse ciclo de contundentes batalhas comerciais e teias protecionistas, envolvendo Estados Unidos, China e países europeus.

Se o PT voltar ao centro do poder, com Haddad na cadeira presidencial, abrirá largas fissuras nas alas que abriga, a partir dos componentes “duros” do partido, como a presidente Gleisi Hoffman, vestindo a nova roupa de deputada e liderando o movimento pelo indulto ao presidente Luiz Inácio. O próprio poderá não desejar a liberdade sob o perdão presidencial, mas o fato é que sua figura estará no centro dos rumos petistas. A ala que prega mudanças no petismo, até sinalizando com a renovação partidária e desenhando um traçado pós-Lula, insistirá em sua posição.

Não será fácil a um eventual governo do PT passar uma borracha em projetos e linhas programáticas fixadas na administração anterior. Veja-se o caso da reforma trabalhista. Revogar essa lei exigirá intensa articulação com deputados e senadores. Para mudar proposições, o novo governo teria de fazer amplas concessões aos corpos parlamentares. Que cobrarão do presidente largos nacos de poder. Os políticos brasileiros são pragmáticos. Não agem sob o lume das ideologias.

De sua parte, o capitão Bolsonaro, cujo porte é bem menor do que exige o comando da 9ª economia do mundo, teria de fazer intenso cursinho de articulação para negociar com seus pares na Câmara, onde passou anos habitando espaços do “baixo clero”, e junto ao Senado. Seu guru na economia, mesmo sob as bênçãos do mercado, enfrentaria resistências para aplicar sua visão ultraliberal (“privatiza tudo”), devendo se submeter às correntes progressistas das casas parlamentares.

Mais feia será a paisagem social, onde militâncias bolsonarianas e petistas tendem a partir para o confronto, não sendo improváveis rastros de sangue em algumas praças de guerra. O apaziguamento social só ocorreria   com a volta do emprego e melhoria do bem-estar social. Moldura que demora para ser montada.

Haddad ou Bolsonaro, cada qual a seu modo, terá de enfrentar o desafio:  unir as bandas de um país conflagrado por bílis, ódio e desejo de vingança.

Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP, consultor político e de comunicação Twitter@gaudtorquato

 

Os próximos quatro anos serão essenciais

Fim da Copa do Mundo e agora os nossos olhos brasileiros se voltam para as eleições presidenciais que vão acontecer em outubro. Não temos tempo para deixar passar mais quatro anos para pensarmos em resolver a situação da segurança pública no Brasil. O Atlas da Violência de 2018 - divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Fórum Brasileiro de Segurança Pública – nos trouxe um recorde histórico de 62.517 homicídios no ano de 2016, batendo a marca alarmante de 30 homicídios para cada 100 habitantes. Se providências realmente eficazes não forem tomadas, o cenário será catastrófico.

Ainda não se sabe, apesar de faltar pouco mais de três meses, quem serão realmente os candidatos, mas deixemos de lado as ideologias e embates de esquerda ou direita, bons e maus. Precisamos prestar atenção no que é concreto. Em quais são as propostas de cada candidato. Precisamos focar na vida e não em meras discussões que mais parecem brigas de torcidas organizadas.

O que o seu candidato preferido pensa sobre as políticas públicas voltadas para segurança, educação, saúde, saneamento básico e transporte?

Todos estes tópicos influenciam diretamente no controle destes números absurdos da violência no país. É na falta destes direitos básicos que a criminalidade cresce. É no vácuo em que o Estado deixa quando não consegue prover o que todo o cidadão merece que as facções criminosas se enraízam e assumem o poder. Quando não se tem educação, não se consegue emprego, falta dinheiro e o tráfico aparece como ‘salvação’.

Além disso, são necessárias propostas que fortaleçam todas as áreas, criando meios para que as esferas municipal, estadual e federal conversem e articulem informações. Uma política integrada pode diminuir o abismo entre cada região do Brasil e construir um crescimento sustentável para todos. Na criminalidade, por exemplo, a troca de dados pode auxiliar a desbancar criminosos que agem em todo o país e, na maioria dos casos, também fora dos nossos limites.

Logicamente que o problema não será resolvido de um dia para outro, mas os investimentos precisam ser feitos agora e nós, a população, temos a oportunidade de influir diretamente nisso. É a hora de tomarmos a rédea da situação e ajudarmos o nosso país e nossos filhos a terem um futuro diferente da guerra que vemos todos os dias estampadas nos jornais.

Para que sejamos realmente eficazes, precisamos estudar as propostas de todos e entender quais se ajustam mais para um país digno. E depois disso cobrar para que elas sejam colocadas em prática. Deixar de lado as opiniões polêmicas dos candidatos e focar no que cada um pretende fazer se eleitos.

Nos últimos dez anos, 553 mil pessoas perderam suas vidas por causa da violência. São duas eleições e meia para presidente. Mais de duas oportunidades, sem contar as eleições para prefeito, vereador e senador que aconteceram neste meio tempo. Ganharemos, em outubro, mais uma chance para ajudar a mudar o nosso futuro.

Marco Antônio Barbosa - especialista em segurança e diretor da CAME do Brasil

 

O impacto da negociação na vida pessoal e profissional

Patrícia Lisboa - Head Trainer e Hacker Comportamental *
Negociar bem não é dom, é aprendizado. É claro que algumas pessoas têm mais facilidade do que outras para essa prática, mas é fato que qualquer pessoa pode se capacitar para isso. Na realidade, grande parte das interações cotidianas são uma série de negociações com outras pessoas. Estamos negociando quando definimos com os amigos o que fazer no sábado à noite, por exemplo, ou acertamos com a família quem irá pagar as contas de casa, ou com um colega de trabalho quem vai realizar uma determinada tarefa.
Essa prática faz parte do nosso dia a dia, mas, por fazemos tão naturalmente, nem sempre percebemos. Quando conseguimos identificar isso e, principalmente, quando trabalhamos a negociação, temos mais chances de ser bem-sucedidos e alcançar os resultados esperados, tanto no meio profissional quanto no pessoal.
Quando compreendemos a negociação como um processo de persuasão e de tomada de decisões entre dois ou mais atores na busca pela solução de um problema em comum ou de barganha sobre algo, conseguimos trabalhá-la a nosso favor. Principalmente, porque existem técnicas para isso. Aprender a utilizar essa metodologia a fim de criar ou reivindicar valor em meio a processos comerciais ou mesmo pessoais é um diferencial para qualquer pessoa, especialmente em um mundo cada vez mais competitivo. Essa habilidade deve ser praticada sempre que possível, sobretudo para evitar conflitos.
Além dos métodos para se trabalhar a negociação, a pessoa precisa compreender que, para o sucesso de qualquer interação bem-sucedida, é importante que haja transparência. Somente ao colocar na mesa os interesses de todos os envolvidos é possível maximizar o resultado para ambas as partes. O planejamento também é fundamental para os bons resultados de uma negociação. Um bom negociador aprende mais sobre seu interlocutor e consegue definir, de antemão, os objetivos e os limites que podem ser alcançados ao longo do processo.
Outro ponto importante é saber ouvir ativamente. Atentar para as necessidades, objetivos e posições do outro. Escutar o outro com atenção permite identificar oportunidades para argumentar e, principalmente, para oferecer soluções criativas e objetivos, que podem ser ainda melhores do que as imaginadas previamente.
Quem aprende a negociar com técnica e respeito ao outro é capaz de trabalhar as informações de forma mais prática e direcionada. Sabe argumentar, se posicionar e mostrar as melhores opções. A pessoa que consegue fazer isso naturalmente atinge o objetivo esperado, consegue ter um resultado positivo.
Negociar é técnica, é estudo, é treino. É descobrir habilidades e aprender a trabalhá-las em favor de si mesmo e do outro. Em casa, no trabalho, em qualquer lugar.
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* Patrícia Lisboa é consultora especializada em comunicação e no desenvolvimento de líderes, equipes e carreirasPatrícia Lisboa - Head Trainer e Hacker Comportamental *

Negociar bem não é dom, é aprendizado. É claro que algumas pessoas têm mais facilidade do que outras para essa prática, mas é fato que qualquer pessoa pode se capacitar para isso. Na realidade, grande parte das interações cotidianas são uma série de negociações com outras pessoas. Estamos negociando quando definimos com os amigos o que fazer no sábado à noite, por exemplo, ou acertamos com a família quem irá pagar as contas de casa, ou com um colega de trabalho quem vai realizar uma determinada tarefa.

Essa prática faz parte do nosso dia a dia, mas, por fazemos tão naturalmente, nem sempre percebemos. Quando conseguimos identificar isso e, principalmente, quando trabalhamos a negociação, temos mais chances de ser bem-sucedidos e alcançar os resultados esperados, tanto no meio profissional quanto no pessoal.

Quando compreendemos a negociação como um processo de persuasão e de tomada de decisões entre dois ou mais atores na busca pela solução de um problema em comum ou de barganha sobre algo, conseguimos trabalhá-la a nosso favor. Principalmente, porque existem técnicas para isso. Aprender a utilizar essa metodologia a fim de criar ou reivindicar valor em meio a processos comerciais ou mesmo pessoais é um diferencial para qualquer pessoa, especialmente em um mundo cada vez mais competitivo. Essa habilidade deve ser praticada sempre que possível, sobretudo para evitar conflitos.

Além dos métodos para se trabalhar a negociação, a pessoa precisa compreender que, para o sucesso de qualquer interação bem-sucedida, é importante que haja transparência. Somente ao colocar na mesa os interesses de todos os envolvidos é possível maximizar o resultado para ambas as partes. O planejamento também é fundamental para os bons resultados de uma negociação. Um bom negociador aprende mais sobre seu interlocutor e consegue definir, de antemão, os objetivos e os limites que podem ser alcançados ao longo do processo.

Outro ponto importante é saber ouvir ativamente. Atentar para as necessidades, objetivos e posições do outro. Escutar o outro com atenção permite identificar oportunidades para argumentar e, principalmente, para oferecer soluções criativas e objetivos, que podem ser ainda melhores do que as imaginadas previamente.

Quem aprende a negociar com técnica e respeito ao outro é capaz de trabalhar as informações de forma mais prática e direcionada. Sabe argumentar, se posicionar e mostrar as melhores opções. A pessoa que consegue fazer isso naturalmente atinge o objetivo esperado, consegue ter um resultado positivo.

Negociar é técnica, é estudo, é treino. É descobrir habilidades e aprender a trabalhá-las em favor de si mesmo e do outro. Em casa, no trabalho, em qualquer lugar.

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* Patrícia Lisboa é consultora especializada em comunicação e no desenvolvimento de líderes, equipes e carreiras
Negociar bem não é dom, é aprendizado. É claro que algumas pessoas têm mais facilidade do que outras para essa prática, mas é fato que qualquer pessoa pode se capacitar para isso. Na realidade, grande parte das interações cotidianas são uma série de negociações com outras pessoas. Estamos negociando quando definimos com os amigos o que fazer no sábado à noite, por exemplo, ou acertamos com a família quem irá pagar as contas de casa, ou com um colega de trabalho quem vai realizar uma determinada tarefa.

Essa prática faz parte do nosso dia a dia, mas, por fazemos tão naturalmente, nem sempre percebemos. Quando conseguimos identificar isso e, principalmente, quando trabalhamos a negociação, temos mais chances de ser bem-sucedidos e alcançar os resultados esperados, tanto no meio profissional quanto no pessoal.

Quando compreendemos a negociação como um processo de persuasão e de tomada de decisões entre dois ou mais atores na busca pela solução de um problema em comum ou de barganha sobre algo, conseguimos trabalhá-la a nosso favor. Principalmente, porque existem técnicas para isso. Aprender a utilizar essa metodologia a fim de criar ou reivindicar valor em meio a processos comerciais ou mesmo pessoais é um diferencial para qualquer pessoa, especialmente em um mundo cada vez mais competitivo. Essa habilidade deve ser praticada sempre que possível, sobretudo para evitar conflitos.

Além dos métodos para se trabalhar a negociação, a pessoa precisa compreender que, para o sucesso de qualquer interação bem-sucedida, é importante que haja transparência. Somente ao colocar na mesa os interesses de todos os envolvidos é possível maximizar o resultado para ambas as partes. O planejamento também é fundamental para os bons resultados de uma negociação. Um bom negociador aprende mais sobre seu interlocutor e consegue definir, de antemão, os objetivos e os limites que podem ser alcançados ao longo do processo.

Outro ponto importante é saber ouvir ativamente. Atentar para as necessidades, objetivos e posições do outro. Escutar o outro com atenção permite identificar oportunidades para argumentar e, principalmente, para oferecer soluções criativas e objetivos, que podem ser ainda melhores do que as imaginadas previamente.

Quem aprende a negociar com técnica e respeito ao outro é capaz de trabalhar as informações de forma mais prática e direcionada. Sabe argumentar, se posicionar e mostrar as melhores opções. A pessoa que consegue fazer isso naturalmente atinge o objetivo esperado, consegue ter um resultado positivo.

Negociar é técnica, é estudo, é treino. É descobrir habilidades e aprender a trabalhá-las em favor de si mesmo e do outro. Em casa, no trabalho, em qualquer lugar.

Patrícia Lisboa - consultora especializada em comunicação e no desenvolvimento de líderes, equipes e carreiras
 

Temer decreta o atraso

Ë impressionante a competência do atual Governo no seu deliberado propósito de liquidar com avanços históricos. Esses avanços foram conquistados através de gerações, com muita luta, ã custa da prisão, tortura e assassinato de líderes.

Vejamos alguns ítens do programa antipovo do atual Governo.

1 – Está pretendendo realizar uma reforma trabalhista que reduzirá os direitos dos trabalhadores. A resistência do mundo operário está sendo muito grande, o que poderá levar o Governo a uma derrota.

2 – O Governo está tendo o desplante de desrespeitar a gravidez, brutalidade que até mesmo governos conservadores não praticararam para que seus líderes não passarem à História com a etiqueta de monstros.

3 – Ainda o atual governo (com letra minúscula) deseja esvaziar o currículo das escolas de disciplinas que formam a consciência crítica, pois a consciência crítca é capaz de opor-se aos retrocessos. Escola que ensine apenas técnicas – lidar com máquinas, fazer contas, repetir sem refletir – é escola bastante adequada para que prospere o projeto antipopular e escravagista em andamento no Brasil de hoje.

Fui professor de uma disciplina que se chamava Organização Social e Política do Brasil (OSPB). Alguns de meus alunos tornaram-se figuras importantes na política, em sindicatos, na imprena. Tive a alegria de constatar que, na condicão de professor, havia contribuído para a opção que fizeram na vida.

Os mestres ganham mal porém ninguém lhes furta esta glória. Nenhuma profissão é tão importante num país quanto a de professor, em todos os graus de ensino – primário, secundário e superior.

Os crimes ocupam hoje o noticiário de jornais, emissoras e radio e televisão. Os protagonistas desses episódios nao tiveram a chance de frequentar uma boa escola. Estiveram, desde a infância, à margem de cuidados. Constatei este fato através de uma pesquisa que veio a ser publicada em livro com o título – Crime, tratamento sem prisão.

Um grande programa de excelente educacao do povo previne a delinquencia e custa muito mais barato que a manutenção dos presídios.

É atual a advertência do grande escritor e pensador francês Victor Hugo – quem abre uma escola fecha uma prisão.

João Baptista Herkenhoff é magistrado aposentado (ES), professor aposentado (UFES) e escritor.

E-mail:  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Site: www.palestrantededireito.com.br

 

Araçá Rosa

Quando caminhamos pelos parques da nossa cidade é algumas ruas você vê vários frutinhos no chão de cor avermelhada e não damos nem bola. E o Araçá planta da nossa Mata Atlântica e uma arvore nativa da nossa cidade e dá o nome para um arroio dão conhecido que é o arroio Araçá por ter tido nas suas margens muitos pés desta árvore por isso o seu nome.
O seu nome vem das palavras tupi-guarani que significa: Ará - fruta + eçá- olhos referindo-se sépalas, persistentes que parecem formarem cílios.
Mas vamos falar um pouco sobre está arvore dão simpática ela pertence a família das Mirtaceae mesma família das Pitangueiras também uma planta muito comum em nosso município. O seu uso é variado como regeneração de florestas como recuperação de nascentes e seu fruto são súber saborosos que podem ser usados para fazer geleias e sucos, ela tem o seu uso medicinal como um antipiotico natural e um diurético natural.
Em outros momentos o Araçá quase entrou em extinção na região por sua madeira muito usada para fazer cabos de ferramentas e o seu uso para construção civil e também o seu emprego em madeira para lenha.Mas vamos falar a verdade  o araçá e uma árvore muito bela para arborização urbana para nossas ruas e nossos parques. Aonde você vê os sabias e os bendé vis sé alimentando dos seus frutos.
E uma árvore que um verdadeiro patrimônio ambiental da nossa cidade e um belo exemplo da nossa biodiversidade. E uma árvore expressa um simbolismo na cultura do nosso município de Canoas.
Walter Kuhne Junior -Ambientalista.

 
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