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Previdência deixa governo interino de saia justa

O déficit previdenciário vem aumentando gradualmente nos últimos anos. O descontrole das últimas décadas gerado no sistema, que engloba as previdências rural (FUNRURAL) e  urbana, e as manobras fraudulentas efetuadas por contribuintes e estelionatários para receber o benefício geraram volumosos pagamentos indevidos e de difícil comprovação. Isso colaborou significativamente para a arrecadação não ser suficiente para cobertura dos gastos, além da necessidade de se manter uma previsibilidade matemática para continuar efetuando os pagamentos futuros das pessoas que já se aposentaram.

A cada recadastramento, novas surpresas surgem. Novas fraudes são descobertas, num sistema de difícil fiscalização, pois muitos recebem os proventos por meio de procurações ou documentos efetivamente adulterados.

Alguns casos que a previdência já vem ajustando são os das viúvas jovens de homens com mais idade. Como a perspectiva de vida do marido falecido eram menor e seu falecimento dava o direito a pensão vitalícia, desequilibrava-se o sistema. Essa correção foi efetuada, limitando o tempo de aposentadoria.

No momento em que nos encontramos, outra característica vem apontando para uma situação muito preocupante e que certamente afetará milhares de trabalhadores próximos de se aposentarem: o aumento da idade mínima de aposentadoria, já que a manobra do governo afastado de 90/100 adiava, mas não resolvia o problema temporariamente, pois simplesmente jogava para frente uma situação grave, para manter no presente um aparente equilíbrio. Era a chamada bomba de efeito retardado.

Com a redução do faturamento das empresas em geral, ocasionado pela crise econômica, o emprego começou a ficar mais escasso e isso vem colaborando para a redução significativa da Receita Previdenciária, tanto pela arrecadação dos contribuintes (trabalhadores), assim como das empresas. Os gastos previdenciários atingiram 19,5% do PIB em 2015 e deverão continuar crescendo, já que a situação econômica do País não apresentou melhoras. Para se ter uma ideia, em 1997 a participação dos gastos previdenciários no PIB era de 4,9%. Ou seja, em quase duas décadas houve um aumento expressivo dos gastos, em parte justificado pela redução do PIB e aumento dos pagamentos previdenciários, que atingiram R$ 234,5 bilhões, até junho deste ano.

Existem diversas formas de o governo conseguir aprovar propostas para minimizar os gastos ou buscar fontes de receita para minimizar o elevado déficit. Porém, qualquer medida tomada será impopular e os sindicatos certamente fariam criticas contundentes. Por isso, todos os governos preferem fazer ajustes menos radicais para não ficar expostos perante a sociedade, mas algo precisa ser efetuado de modo a não haver a quebra literal da previdência dentro das próximas décadas.

Algumas propostas estão sendo avaliadas, dentre elas a ideia de acabar com o fator previdenciário, tão criticado, mas que ainda deverá perdurar um tempo significativo. Tempo mínimo para aposentadoria, alteração na forma de correção dos benefícios e desvinculação do salário mínimo são outras sugestões. É possível que qualquer ajuste venha em doses homeopáticas. Não é possível agir com radicalismo, já que muitas pessoas estão próximas de se aposentar. Por isso, deverá haver o estudo de vários cenários, considerando as pessoas em fase de se aposentar e as já aposentadas. Direitos feridos podem ter múltiplas interpretações, gerando-se uma grande demanda jurídica, de demorada conclusão.

A garantia dos direitos mínimos dos aposentados é um compromisso do governo e isso não poderá afetar a sua renda e também a sua condição mínima e digna de vida. Dificilmente o governo conseguirá equacionar os problemas da previdência sem qualquer reflexo de cunho social. Afinal, qualquer ajuste visando ao equilíbrio visará reduzir vantagens e ampliar exigências. Portanto, ou o governo administra e ajusta a previdência com medidas impopulares ou se cala e leva o problema com a barriga, deixando a bomba para seu sucessor. O que se espera é que, com a nova gestão federal, haja mais transparência, com ética e responsabilidade, na busca de alternativas para esse grande imbróglio nacional.

Reginaldo Gonçalves - coordenador do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina (FASM)

 

Para alcançar a satisfação pessoal é preciso ter coragem

Durante a Olimpíada do Rio os brasileiros se emocionaram, riram, choraram e esbravejaram. A energia, o entusiasmo, a dedicação, o foco, a superação dos atletas e daqueles que contribuíram para esse evento tão único deixará, além de um legado, muitas saudades. Depois de dezessete dias a vida voltou ao normal, com suas mazelas políticas e alguma esperança. O foco se volta para as entranhas de um país em luta para sair de uma de suas maiores crises.

Para aqueles que vibraram com os jogos sem deixar de lado seus projetos pessoais, ou quem participou efetivamente como artistas desse grande evento, o sentimento deve ter sido de satisfação e a sensação de dever cumprido. No entanto, muitas pessoas fizeram da TV a sua meta. Para essas, o término da Olimpíada não é só saudades, é ressaca e vazio. Não tem mais álibi pra deixar a vida acontecer depois.

Quando passamos horas em frente à TV ou das redes sociais, temos a falsa ilusão de que esses momentos de passividade nos quais nos encontramos descompromissados são os melhores momentos. No entanto são ilusórios, porque nessas horas estamos diante de algo pronto, algo dado, com pouca capacidade para a real expansão do “Eu”. Pesquisas dizem que os momentos que lembramos como memoráveis são aqueles em que colocamos o corpo, a mente ou ambos em ação e superamos desafios. O ponto de experiência máxima é quando agimos, quando realizamos algo a despeito de qualquer adversidade.

Ao encontrarmos coragem para seguir em frente, o sentimento passa a ser de poder e de controle, mesmo que no ato da atuação a atividade não tenha parecido agradável. A superação traz algo além do prazer que é a satisfação. Ponto de referência de como a vida deveria ser. Encontramos prazer ao contemplarmos nossas necessidades biológicas como: comer, dormir, sexo, etc. Porém o prazer por si só é fugidio. Ele não gera aprendizado e crescimento.

Para que aja qualidade de vida autêntica é preciso que aprendamos a gerar mais satisfação em nossa vida. Quanto menos uma pessoa se sente satisfeita, maior é sua necessidade de prazer, seja por comida, bebida e atividades passivas como passar horas diante de uma televisão ou redes sociais. É possível afirmar também que os vícios surgem como um preenchimento de um vazio de contentamento.

Em contra partida quanto mais uma pessoa conseguir se sentir plena, menor será sua necessidade de prazer imediato e fulgás. Nesse sentido é de fundamental importância encontrarmos tarefas que nos desafiem a sair do lugar comum. Ajustarmos nossos corpos e mentes para fluírem em harmonia em direção a um propósito maior. No contexto intelectual, ter permissão para sair do papel de quem sabe tudo e buscar aprender coisas novas. No trabalho, encontrar metas claras, estímulos e tarefas desafiadoras, lembrando que objetivos pequenos demais geram tédio e grandes em demasia ansiedade. Em relação ao físico, buscar atividades que proporcione fluência corporal: tocar um instrumento, praticar esportes, dançar, etc. Por fim, no equilíbrio de um corpo que age e flui e de uma mente criativa que produz, encontrarmos a justa medida do tempo descompromissado e passivo do sofá. Tóquio que nos aguarde.

Hilda Medeiros – Transformando Realidades. Coach e Terapeuta, realiza atendimento presencial e online. Ministra Palestras, Workshops e Treinamentos em todo Brasil

Durante a Olimpíada do Rio os brasileiros se emocionaram, riram, choraram e esbravejaram. A energia, o entusiasmo, a dedicação, o foco, a superação dos atletas e daqueles que contribuíram para esse evento tão único deixará, além de um legado, muitas saudades. Depois de dezessete dias a vida voltou ao normal, com suas mazelas políticas e alguma esperança. O foco se volta para as entranhas de um país em luta para sair de uma de suas maiores crises.

Para aqueles que vibraram com os jogos sem deixar de lado seus projetos pessoais, ou quem participou efetivamente como artistas desse grande evento, o sentimento deve ter sido de satisfação e a sensação de dever cumprido. No entanto, muitas pessoas fizeram da TV a sua meta. Para essas, o término da Olimpíada não é só saudades, é ressaca e vazio. Não tem mais álibi pra deixar a vida acontecer depois.

Quando passamos horas em frente à TV ou das redes sociais, temos a falsa ilusão de que esses momentos de passividade nos quais nos encontramos descompromissados são os melhores momentos. No entanto são ilusórios, porque nessas horas estamos diante de algo pronto, algo dado, com pouca capacidade para a real expansão do “Eu”. Pesquisas dizem que os momentos que lembramos como memoráveis são aqueles em que colocamos o corpo, a mente ou ambos em ação e superamos desafios. O ponto de experiência máxima é quando agimos, quando realizamos algo a despeito de qualquer adversidade.

Ao encontrarmos coragem para seguir em frente, o sentimento passa a ser de poder e de controle, mesmo que no ato da atuação a atividade não tenha parecido agradável. A superação traz algo além do prazer que é a satisfação. Ponto de referência de como a vida deveria ser. Encontramos prazer ao contemplarmos nossas necessidades biológicas como: comer, dormir, sexo, etc. Porém o prazer por si só é fugidio. Ele não gera aprendizado e crescimento.

Para que aja qualidade de vida autêntica é preciso que aprendamos a gerar mais satisfação em nossa vida. Quanto menos uma pessoa se sente satisfeita, maior é sua necessidade de prazer, seja por comida, bebida e atividades passivas como passar horas diante de uma televisão ou redes sociais. É possível afirmar também que os vícios surgem como um preenchimento de um vazio de contentamento.

Em contra partida quanto mais uma pessoa conseguir se sentir plena, menor será sua necessidade de prazer imediato e fulgás. Nesse sentido é de fundamental importância encontrarmos tarefas que nos desafiem a sair do lugar comum. Ajustarmos nossos corpos e mentes para fluírem em harmonia em direção a um propósito maior. No contexto intelectual, ter permissão para sair do papel de quem sabe tudo e buscar aprender coisas novas. No trabalho, encontrar metas claras, estímulos e tarefas desafiadoras, lembrando que objetivos pequenos demais geram tédio e grandes em demasia ansiedade. Em relação ao físico, buscar atividades que proporcione fluência corporal: tocar um instrumento, praticar esportes, dançar, etc. Por fim, no equilíbrio de um corpo que age e flui e de uma mente criativa que produz, encontrarmos a justa medida do tempo descompromissado e passivo do sofá. Tóquio que nos aguarde.

Artigo de:

Hilda Medeiros – Transformando Realidades. Coach e Terapeuta, realiza atendimento presencial e online. Ministra Palestras, Workshops e Treinamentos em todo Brasil

 

Carta a Chico Buarque de Holanda

Chico, chamá-lo assim é permitido, porque é o chamado do povo brasileiro. Quando tudo está perdido, é hora de clamar aos poetas. O Brasil "democrático" quis ter voz ativa, em seu destino mandar, mas eis que chegou a roda viva... Desculpe, sabe-se que não é seu sentimento, mas seus primeiros poemas tocaram a sensibilidade de milhões de brasileiros amordaçados. Você foi o Walt Whitman de nossa geração. O poeta de todos e por todos.

O teatro da Roda Viva foi empastelado por bisões; ainda há alguns deles rondando por aí, de cara fascista e revólver engatilhado. Deploram a ferrugem a que foram submetidos seus gatilhos. O importante é que são poucos os saudosistas do regime infame. Mais preocupante é a juventude, em vários pontos do orbe, inclusive em nosso País, que valorizam Carlile (democracia é uma ditadura com urnas), Rosemberg, o jurista Carl Shimitt, Baeumier, Heidegger e outros. A destruição, pela arte dos poemas, dessas figuras infernais, é mais importante à população que controverter o impeachment de nossa Presidente.

O povo que foi às ruas propor a impeachment certamente não leu uma linha desses facínoras. Foi buscar um País melhor, cujo caminho o último governo sequer apontou. Pequenos e médios empresários, profissionais liberais, empregados, religiosos, jovens ludibriados por "universidades" despreparadas e que despreparam, perdidos no labirinto em que não se encontra a saída para um mercado de trabalho modesto. Claro que sempre os ideólogos tomam carona nesses movimentos. Tanto direitistas como esquerdistas, que nada fizeram pelo mundo, salvo usar a "res publica" como estupefaciente de suas agonias psíquicas insuperáveis.

Suas primeiras poesias, acima lembradas, nada ficaram a dever a De Quincey, Stevenson, Sheakespeare, Machado no Sul e Borges no Sur, apenas para lembrar alguns, como você, poetas, os únicos capazes de salvar o mundo, em certos momentos, como aquele que enfrentamos.

Você sabe que não há paradigmas entre políticos, administradores, intelectuais de todo o gênero, para encontrar a saída deste beco. Somente mágicos como Vladimir Maiokovsky e Chico Buarque de Holanda, na liderança do rol que logra tocar a sensibilidade majoritária e justa, para a reconstrução de um país.

Eles não podem cair num maniqueísmo manipulado pelos que se aproveitam das manifestações populares, para que fluam seus interesses pessoais. São divindades da alvorada. Seu símbolo, Chico, já marca da história do Brasil. Estás cravado em nossa memória. Por isso, se me permite uma opinião, não podes aceitar os cravos de ameaças partidárias. Não se lhe podem cobrar congruências. Você e toda sua obra que penetrou nas fímbrias da linguagem criativa pairam acima de todas essas mediocridades. A vontade de um povo feliz acontece em cada pulsação de seu sangue.

Os grandes poetas são orvalho na relva do paraíso. A maioria dos brasileiros está solitária como um espelho em casa abandonada. Os poetas se vão e suas obras são imorredouras. Elas valem por todas as Constituições, inclusive pelas dezenas de Aristóteles torradas no incêndio da Biblioteca de Alexandria. Deixe-nos outras, em seu segundo e decisivo momento na história do Brasil. Todos anseiam por novas músicas salvadoras, livres de compromissos com aqueles que, de uma falsa postura de esquerda, produziram o mais terrível estelionato na história dos povos.

Amadeu Roberto Garrido de Paula - advogado e poeta. Autor do livro Universo Invisível e membro da Academia Latino-Americana de Ciências Humanas

 

Arrogância e Solidão.

Numa pequena comunidade viviam em harmonia duas amigas; a “MaisBella” e a “MaisLinda”. Além de serem as mulheres mais bonitas, eram amigas inseparáveis e cortejadas por todos os homens. Diariamente trocavam confidências e conversavam sobre todas as cantadas que recebiam. Os homens se apaixonavam e se declaravam. Porém por mais apaixonados que estivessem seus sentimentos apenas roçavam os corações das duas belas. Por sua vez elas os olhavam com firmeza e os capturavam na fragilidade de suas paixões. Por anos esse desprezo pelos pretendentes se manteve, no entanto no final de uma tarde ensolarada tudo isso mudou.

Por entre os raios de sol que batiam na porta da sorveteria, entrou o “MaisGato”, lançou seu olhar por todas, mas não se deteve em ninguém. Puxou uma cadeira, sentou e esperou. “Maisbella e “MaisLinda” sentiram pela primeira vez desconforto. Como que o homem mais lindo que chegou na sua cidade não as olhou e as desejou? Logo esse desconforto se tornou curiosidade e por sua vez passou a interesse.

Nesse dia não trocaram confidências, nem tão pouco transpareceram emoção. E por uma semana o interesse alimentou seus pensamentos e desejos. Quando se encontraram, não esconderam que estavam afim do mesmo homem. A harmonia foi abalada pela raiva e inveja. Se viram como rivais até perceberem que “MaisGato” estava apaixonado pela “MaisLegal”. Imediatamente questionaram: “como assim? A “MaisLegal” até que não é feia, mas não é tão bonita como nós.”

Nesse momento abriu espaço para refletirem sobre seus valores e consequências para seus respectivos futuros. Mas ambas optaram pelo caminho mais fácil: manter suas personalidades banhadas na arrogância e desprezaram “MaisGato”, considerando-o como mais um. Dessa forma escolheram continuar na solidão de mil cantadas sem o amor de um coração.

Psicólogo Flávio Melo Ribeiro -CRP12/00449

 

O Legado dos Jogos Olímpicos

Muitas foram as previsões de riscos na realização das Olimpíadas em nosso País, desde a preocupação com a organização, a violência, os assaltos, a poluição da Baía de Guanabara, até a picada do mosquito causador da chikungunia e do zika vírus.

Ao final da Olimpíada, podemos afirmar que ela foi um sucesso. É claro que problemas aconteceram, mas num evento onde circulam milhares de pessoas, seria impossível não acontecerem.

Jornais de todo o mundo falam da hospitalidade e alegria dos brasileiros e de nossa capacidade de bem receber.

Começou com a cerimônia de abertura, que foi de uma beleza incomparável e, a medida que os dias foram passando, as previsões mais pessimistas foram desaparecendo – o jogo virou. Os nossos atletas foram conquistando algumas medalhas, éramos os maiores anfitriões do mundo, elogiados por Bolts e Phelps e ídolos de todos os cantos do mundo.

Todos viramos patriotas e nos orgulhamos muito de nossos feitos ao sediar, pela primeira vez, os Jogos Olímpicos. Eles foram lindos. Todos saíram convencidos de que o Brasil é um país incrível e este me parece ter sido o maior legado dos Jogos.

A Olimpíada terminou e está na hora de nós brasileiros maximizarmos os pontos positivos de nosso país, como os outros países o fazem. Temos que deixar de maximizar os negativos, como sempre temos feito. Nossa mídia divulga quase só o que é negativo. São assaltos, assassinatos, roubos, corrupção, chikungunya, zika vírus e por aí vai. O brasileiro vai assimilando todas estas coisas e se convencendo de que o Brasil não tem jeito. Somada a tudo isto, temos a atual situação política de nosso país, que nos envergonha diante das outras nações.

Esperamos que este entusiasmo pela Pátria continue após este grande feito e que tenhamos outros motivos para nos alegrar. Começa com o voto consciente, que possamos dar nas próximas eleições, pois as boas escolhas políticas, com certeza colaborarão, para termos mais coisas a comemorar além das medalhas.

Marina Lima Leal - Professora

 

Como o pequeno lojista deve investir na internet?

Em outros tempos, andar pelas ruas e entrar naquela pequena lojinha da esquina era algo habitual. Hoje em dia, esses mesmos comerciantes precisaram se adaptar para sobreviver com a internet, que oferece promoções relâmpagos, em tempo real, entrega em casa, etc. Ainda assim, o pequeno lojista não aprendeu, de fato, a conviver com a internet e tirar dela os benefícios para si. Isso é preocupante, ainda mais em se tratando de um período econômico extremamente conturbado, onde muitas lojas estão sucumbindo à falência.

Para o pequeno lojista sobreviver aos tempos modernos e deve começar não pelo computador, mas sim se livrando de antigos hábitos. Se você é daqueles que aprendeu a esconder seus preços do concorrente e até mesmo dos seus clientes, esqueça! Hoje isso é uma grande ingenuidade, pois a base da internet é o acesso à informação a qualquer pessoa. Portanto, se você não quer ser “extinto”, trate de mudar seus hábitos - tirar proveito de saber informações simples não lhe renderá mais nada. Tudo agora se resume a entender seu cliente e lhe entregar o desejado. Isso é a base para começar a usar as ferramentas e dados da internet.

Antes de proibir seus funcionários de utilizarem o youtube, por exemplo, tente estimulá-los a verem vídeos de treinamento de vendas, coaching, entre muitos outros que estão disponíveis gratuitamente e que podem enriquecer o seu conhecimento. Mas lembre-se, se não houver liderança e sua participação, eles com certeza irão fazer mau uso. Por incrível que pareça, muitas vezes as atitudes dos funcionários dependem mais do líder do que do liderado, até mesmo porque quem tem o poder de substituí-los em último caso é o líder.

Pesquise sobre o comportamento dos consumidores, identifique quando eles desejam preço ou conveniência, determine o seu grupo de clientes (segmento), crianças, adultos, jovens, casados, solteiros, tecnológicos, colecionadores, etc. Identifique seu raio de operação, município, cidade, estado, pais, mundo. Responda qual o seu diferencial: preço baixo, boa localização, atendimento?

A partir disso, estude as ferramentas disponíveis na internet para divulgação da sua loja, muitas delas, se bem utilizadas, podem gerar grandes resultados com baixo custo, a exemplo de sites como buscadores de preço – que permitem o seu cadastro gratuitamente e é a forma mais eficiente de concorrer com as grandes redes -, Google ADWords, YouTube e tantas outras.

Leonídio de Oliveira Filho - empresário e criador do site Dica de Preço

 
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