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Fala Serio

A democratização do ensino básico

Um ensino básico de qualidade é direito de todas as crianças e adolescentes e está assegurado tanto pela Constituição, quanto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Por isso, as diretrizes curriculares do ensino básico passaram por mudanças. Mas como realizar tais modificações pensando no papel e responsabilidade do professor dentro do espaço escolar?

O ambiente escolar recebe alunos de diversas culturas, relações familiares e com especificidades de sua região. E toda essa diversidade deve ser respeitada em sala de aula. Para lidar e atender esta complexidade é necessário que as instituições, por meio de seus docentes e equipe pedagógica, estruturem um currículo que tenha condições de atender a esta diversidade de maneira significativa, tanto para o professor, quanto para os alunos, pois a realização deve acontecer para ambos os lados.

Esse desenvolver implica no planejamento do professor e na atuação do aluno em sala, já que ambos têm sua própria subjetividade que influenciam nessa organização. Por isso, é tão importante que o professor planeje suas aulas e assim, possa compreender e refletir com o aluno seus valores, potencialidades, dificuldades, história de vida e aprendizagens prévias.

Hoje a educação pensa no aluno, que estabelece sua conexão com o aprender desde sua vida uterina, mas isso não basta, é importante levar em consideração todas as estruturas cognitivas, afetivas e sociais do professor. Para que assim ele tenha a oportunidade de dedicar um tempo às pesquisas, estudos e trocas de experiências direcionadas, dentro dos momentos de permanência sejam na escola ou na universidade.

Essa democratização do currículo acaba permitindo que tanto as escolas, quanto professores se organizem em uma variedade de representações. Além de se ajustar aos mais diversos interesses e visões de mundo. A organização do currículo deve acontecer independente da condição social, cognitiva ou geográfica em que se encontram professores, alunos e sociedade.  Nós como professores, devemos colocar nossos alunos no centro do diálogo sem assumir uma postura duvidosa da prática pedagógica.

Ana Regina Caminha Braga - escritora, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar

 

 

Reindustrialização já

2016 foi um ano duro, difícil, com problemas além da conta, onde o setor de máquinas e equipamentos chegou ao fundo do poço, e caiu para 57% do faturamento registrado em 2012.De outro lado, as exportações, que ,historicamente são um terço das vendas , caíram em dólares 24,4% em 2016 em relação a 2012 e as vendas no mercado interno são hoje apenas 40% do que eram em 2012. Neste período foram perdidos cerca de 80.000 empregos diretos e mais 160.000 indiretos.

Mas a boa notícia é que estamos vivos. Dispostos a brigar com unhas e dentes para continuarmos nessa travessia. Estudando todo o tipo de alternativa e sugerindo ações em todos os níveis que nos afetam, desde o corte de juros, até o equilíbrio no câmbio, passando por sugestões no Repetro no marco regulatório de óleo e gás.

Chegamos ao final desse ano cheios de esperança e com a certeza de que em 2017 seremos protagonistas de um novo cenário, com novas expectativas e com o firme propósito de sugerir a implementação de medidas que façam com que o País retome o rumo do desenvolvimento e crescimento. O fato de termos sido convidados para participar do Conselho de Desenvolvimento Economico e Social em minha pessoa e de nosso diretor de ação política, Germano Rigotto traz a possibilidade de intervirmos de maneira mais direta na sugestão de políticas que venham de encontro às nossas necessidades.

Nas páginas 8 e 9 do jornal vocês verão todas as sugestões apresentadas na primeira reunião do Conselhão, em 21 de novembro e, como eu, certamente, se encherão de esperanças de que o próximo ano seja melhor.

Tivemos a chance de explicar que o  debate econômico está excessivamente concentrado no ajuste fiscal prometido pelo governo, mas essa não é condição suficiente para que o Brasil volte a crescer. Na realidade, são necessárias condições que favoreçam a atividade econômica para tirar o país da brutal recessão em que se encontra. O diagnóstico da equipe econômica está focado apenas no ajuste fiscal e por isso é parcial e equivocado. Na prática, o setor de máquinas e equipamentos precisa de medidas simultâneas para estimular o crescimento. Não que o ajuste fiscal não seja necessário, mas só ele não resolve o problema do País e do crescimento econômico.

Nós concordamos plenamente com a necessidade e a urgência de estabelecer limites ao crescimento das despesas públicas, de equacionar o crescente déficit do orçamento da Previdência, de modernizar as relações capital-trabalho e de reformas que melhorem a governabilidade e a competitividade do país. Acreditamos nisto e apoiamos o esforço do Governo e do Congresso Nacional para aprovar as medidas necessárias para tanto.

A nossa esperança, é que através de todas as reuniões realizadas e dos estudos apresentados, com propostas factíveis e extremamente práticas, o governo se sensibilize a tomar medidas urgentes para restaurar o emprego no País, através da adoção de medidas que possam fazer com que os investimentos voltem a ocorrer, como apoio financeiro para fazer a travessia e, no curto prazo, nós entendemos que a recuperação das atividades está diretamente relacionada aos investimentos em infraestrutura e à ampliação das exportações.

O Programa de Parcerias de Investimento (PPI) também é uma iniciativa muito importante, mas ainda deverá ser aperfeiçoado em seus instrumentos para permitir maior concorrência e maior segurança jurídica e, portanto só deverá se traduzir em atividade, para nosso setor, no médio prazo. Além disso, o governo precisa, ao atrair empresas estrangeiras, resolver o problema do risco cambial e estruturar um mix de financiamento destes projetos que permita a participação adequada de empresas e produtos nacionais.

Os Regimes Tarifários Especiais e as Zonas de Processamento às Exportações são importantes atrativos aos investidores internacionais e certamente abrem perspectivas de negócios nas regiões e setores contemplados, mas devem ter sua legislação revisada de modo a eliminar o viés importador e estabelecer isonomia seja no tratamento tributário seja em seus efeitos financeiros, entre os bens de capital produzidos no país e os importados.

Mas saber que teremos canais interlocutores para apresentação de nossas propostas e projetos especialmente visando a REINDUSTRIALIZAÇÂO JÁ, sem dúvida, é uma boa perspectiva para 2017.

João Marchesan - administrador de empresas e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos

 

A educação pode ser o primeiro passo para mudar o país

Não é de hoje que a sociedade vem enfrentando graves problemas e distorção de valores, se você ligar a televisão vai se deparar com inúmeras notícias negativas como o aumento da violência, da intolerância, do preconceito, da corrupção, mas o que tudo isso quer dizer? A meu ver, ações e valores distorcidos nada mais são do que reflexos de uma educação falha e precária.

Todos esses exemplos são reflexos de um país que não dá amparo suficiente a sua população, principalmente na educação. Por isso, o papel que nós, professores, exercemos, é ainda mais importante. É fundamental que voltemos nossa atenção para os conteúdos que estão sendo desenvolvidos tanto dentro, quanto fora do ambiente escolar, esse é o papel do educador sim.

Talvez nós não possamos mudar o mundo, mas cabe a nós orientar e motivar nossas crianças e adolescentes na construção de um mundo melhor, com caráter, respeito e honestidade. Toda essa orientação começa na base, nos primeiros anos de vida de uma pessoa, se trabalharmos os valores corretos desde a educação infantil, formaremos adultos que terão maior capacidade dos seus atos.

É papel do professor, ajudar a entender e visualizar o mundo e seus desafios. Mas é papel da família também cooperar e participar de perto dessa educação. Temos que ter muita cautela ao expor nossas crianças a todas as informações de hoje, brinquedos, filmes, programas de televisão que trazem distorção da realidade podem confundir a cabecinha deles.

Quando expomos uma criança a esse tipo de realidade distorcida, ou que motivam atitudes inadequadas, sem o devido cuidado e reflexão, damos a ela a chance de achar que tudo aquilo é certo, ou parte do real, o que acaba prejudicando seu modo de pensar e ver o mundo.

A mudança em nosso país só vai acontecer com a educação, uma educação adequada as nossas crianças e adolescentes, isso é papel não só dos pais, mas também dos educadores, que tem como obrigação orientar e fazer com que seus alunos entendam suas atitudes e reflitam sobre elas. Para que no futuro, o que vemos acontecer hoje, seja algo raro.

Ana Regina Caminha Braga - escritora, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar

 

Miopia na educação

Governo, educadores e políticos não sabem vender uma ideia de educação a professores e estudantes.

Ideias excelentes como a do governo estadual paulista, em fins de 2015, puseram por água abaixo a concentração em uma só escola as séries do nível fundamental e em outras as de nível médio. E aí faltou vender a ideia a todos.

A imposição gerou ocupação das escolas e revolta de todos os afetados até o recuo do governo e abandono da lei. Haveria uma redução nos gastos para todos, mas a falta de negociação só demonstrou que os pais teriam que levar os filhos em duas escolas e muitos professores ficariam sem aulas para ministrar durante a semana, ou que teriam o desconforto do deslocamento.

Incrível, mas toda esta falta de visão holística voltou a repetir-se este ano pelo governo federal, ao impor a retirada de algumas disciplinas por caráter econômico e sem razões de conteúdo no processo educacional.

Enquanto no mundo inteiro os estudantes dedicam de oito a 12 horas diárias para estudo, incluindo disciplinas teóricas e práticas com conteúdo via internet, aqui em nossa terra há restrições, além de um abandono questão educacional dos jovens.

De um lado, é notória a falência do MEC (Ministério da Educação e Cultura) que não prepara ou incentiva os professores a atualizarem seus métodos de ensino. E os que querem mudar são impedidos pelo arcaico e burocrático sistema básico. Pais desejam delegar à escola seu papel de educação.

Do outro lado, governo e políticos continuam afirmando que não cortarão despesas com educação, ou seja, misturam políticas públicas com as econômicas.

Vale aqui citar o slogan de três anos atrás de um conhecido candidato a deputado que dizia que “pior do que estava não ficará”. Mas ficou. Vejam, desde setembro as escolas estão em greve, o que afetou o ENEM, onde vários estudantes não puderam fazer e os vestibulares mais cobiçados no fim de novembro.

Afinal foi prejudicado o 2º semestre inteiro deste ano, que “por decreto” estão todos aprovados, uma vez que ninguém quer voltas as escolas em plenas férias de verão.

Outro fator desmotivador foi a questão do FIES – onde as escolas e estudantes entraram em conflito o ano todo.

Todas estas discussões deveriam ser debatidas agora para efetivação no próximo ano com a sociedade, mas não foram, e o processo de reformas deteriorou-se a ponto de a escola pública estar desqualificada.

Feliz dos alunos e pais que estão em algumas escolas privadas, e que abandonaram estas discussões e venderam a ideia que a competição no mundo não é para os que possuem diplomas, mas sim pelo grau de conhecimento. E vamos embora – sigam em frente! Pratiquem o autodesenvolvimento.

Enquanto isso o governo já ensaia uma troca de medida provisória por um novo projeto de lei para o próximo ano letivo. Isto quer dizer: esvaziar o discurso dos estudantes secundários que ocupam as escolas e estão ás vésperas das férias. E assim vamos empurrando com a barriga, ano a ano e décadas.

A profissão de professor, que deveria ser continuamente valorizada não só no aspecto monetário, mas também e principalmente motivacional, entra num ciclo caótico de causa-efeito-causa.

A baixa remuneração e a falta de perspectiva da carreira no magistério, desmotiva aqueles mestres que são essenciais para o aprendizado. E daí? Surgem os novos professores, aqueles que não conseguiram ingressar nas promissoras carreiras, e acabam tornando-se os futuros mestres, com títulos filosóficos e pedagógicos fora da realidade.

Se em poucos anos a maioria das profissões serão substituídas por outras que estão nascendo, o momento é de aprender a ensinar em vez de debater as políticas de educação. Resumindo - até o MEC aprovar um novo currículo ou faculdade, a onda, moda ou tendência já foi. Imaginem quatro anos depois, com a graduação concluída.

Só para ilustrar: por que as questões de geografia não podem ser mescladas com as de aritmética? Ou de redação com as de história ou atualidades? Práticas de laboratório em outras línguas?

Reinado A. Moura - engenheiro e mestre em Ciências e Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e fundador do Grupo IMAM entidade dedicada ao treinamento de curta duração

 

Des (criminalização) do aborto e as questões polêmicas

O Supremo Tribunal Federal (STF), guardião da Constituição Federal e dos direitos e garantias fundamentais do cidadão, causou surpresa esta semana ao decidir que aborto até o terceiro mês de gravidez não é crime.

As polêmicas que envolvem o tema não são novas, mas é preciso destacar que com essa decisão, além de um precedente, os julgadores provocam reflexão e discussão sobre o assunto, que há muito tem sido debatido, porém, não com a profundidade que merece a questão.

Verifica-se que, de um lado o Código Penal prevê o aborto como crime e na sequência descreve os casos em que este é permitido - são os casos em que o aborto é praticado por médico para salvar a vida da gestante, o chamado aborto necessário, e aqueles em que a gestante autoriza o aborto por ser uma gravidez resultante de estupro. Mas, de outro lado, o Código Civil Brasileiro descreve no artigo 2º que, “a personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro”, sem mencionar em que condições são salvaguardados tais direitos. Aqui já começa a polêmica.

E não existe um posicionamento cem por cento favorável de toda a população em nenhum caso. Em 2012, por exemplo, o STF se pronunciou sobre o julgamento do caso que envolveu os fetos anencéfalos, pois em se tratando de feto sem cérebro, ainda que biologicamente vivo, é morto juridicamente. Naquela oportunidade, o relator, ministro Marco Aurélio, se manifestou dizendo que naquele contexto, a interrupção da gravidez não era um crime contra a vida. Muitos concordaram com o posicionamento, enquanto outros fizeram críticas severas. E isso é esperado quando falamos em aborto, porque diante de cada situação apresentada sempre teremos opiniões diversas.

Isso, porém, não significa que algumas questões podem ser deixadas de lado. É necessário pensar em qual é o motivo real para justificar uma decisão como esta. Interromper ou não uma vida. Em que condições? Para que? Vários são os aspectos a serem avaliados, dentre eles o papel do Estado, o interesse da coletividade, a saúde pública, a igualdade do gênero, a liberdade de escolha, as questões religiosas e muitos outros. Porém, há que se pensar no bem maior e primordial, que é a oportunidade à vida e de vivê-la dignamente.  É preciso sim, rever a leis e atualizá-las de acordo com a evolução da sociedade, pois o tempo não para. Mas, não podemos esquecer que fetos saudáveis podem ser os próximos responsáveis pela continuidade da construção da história.

Débora Veneral - diretora da Escola de Gestão Pública, Política, Jurídica e de Segurança, do Centro Universitário Internacional UNINTER.

 

Brasil: o País do "nem tanto"

No Brasil ninguém se assume de direita, mas somos quase todos de centro esquerda. Aqueles educados que se assumem de esquerda, acrescentam o "mas nem tanto." Queremos construir um país de estrutura moral sólida, curtindo as leis à risca, "mas nem tanto”.

Desejamos e protestamos pela prisão dos que tungam o erário porém assistimos, ansiosos pela novela, o massacre diário nas favelas do Rio. Vamos as passeatas, gritamos e dançamos juntos por um país melhor; desejamos uma revolução, "mas nem tanto." Queremos justiça na maioria das vezes, mas furamos a fila do supermercado, estacionamos em local reservado para idoso ou deficiente físico sem pudor e vivemos no país do Gerson, aquele que leva vantagem em tudo.

Não observamos que a corrupção se dá em níveis menores, todos os dias e não só nos grandes escalões, na operação lava-jato ou no mensalão da vida. Quando deixamos de emitir ou pedir uma nota fiscal estamos agindo a favor da corrupção. Quando falsificamos a carteirinha de estudante ou quando compramos produtos falsificados também. Furando fila, não denunciando o gato do vizinho para roubar energia elétrica ou TV a cabo, quando tentamos subornar o guarda para evitar uma multa de trânsito ou circulamos nossos pontos na carta de motorista da prima que sequer dirige, estamos voluntariamente contribuindo para um País pior, com menos qualidade de vida e respeito em todos os níveis.

Veja, estamos chocados com a tragédia da barragem em Minas, mas nem tanto.  É incrível a posição de refugiados da população da grande Mariana. Embora vítimas do maior desastre ambiental da história do Brasil, os habitantes da região advogam pela volta da Samarco a plena operação, pois estão desempregados e necessitados. Os prefeitos e vereadores regurgitam os royalties reduzidos dramaticamente. Como resultado, queremos a punição exemplar a Samarco e da Vale, mas nem tanto.

Quebrar a empresa ou impedir seu funcionamento, joga a população local na lama, se me desculpe o trocadilho enlameado. Vibramos com os novos indiciados das incontáveis operações da PF e do MPF, mas não temos a menor ideia do que vem a seguir. Nossa novela judiciária terá novos capítulos em breve, e com raras exceções, continuamos apaixonados pelos mesmos personagens tal qual um “Show de Truman” às avessas, com uns poucos controlando o destino de todos nós, sem que ao menos percebamos. Se não viu o filme, eu recomendo.  Quem é o suplente do Dudu Cunha? Porque o Paulo Roberto devolveu sua lustrosa tornozeleira? Quem vai administrar o espaço comprimido entre o Oiapoque e o Arrio do Chuí?

Queremos mudar o Brasil, mas nem tanto. Não queremos sujar as mãos da tinta eleitoral, como se abstenção lhe garantisse um alvará de soltura prévio pelo crime de omissão à pátria que você acaba de cometer. Queremos mudar o Brasil, mas nem tanto. Por favor ponha o despertador para amanhã cedo e acorde, brasileirinho.

Vivemos em uma democracia monetarista: se você tem bastante do vil metal, tem escola boa, tem plano de saúde, tem segurança privada e carro blindado, escolhe não votar por que nenhum candidato lhe representa, certo? Entendi. Mas se por outro lado, se você não tem suficiente din-din para estudar, cuidar da saúde família, sofre com o genocídio diário das periferias e seu Mercedes é aquele de 78 lugares, você vota porque é sua obrigação. E vota naquele que comunica com você, amém irmão? Entendeu ou quer que eu desenhe?

Precisamos atentar mais e mais para a agenda política de cada um de nós como indivíduos, alternando nossos post diários nas redes sociais com e-mails para nossos representantes. Sim, representantes. Aquele em quem você votou da última vez, lembra? Você tem esta obrigação com seu voto. Aquele que vota ou se manifesta sem agenda política, está a serviço da agenda política de alguém.

Julio Gavinho - executivo da área de hotelaria, fundador da doispontozero Hotéis,  criador da marca ZiiHotel, sócio e CEO da Orion Hoteis e Resorts .

 
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